sexta-feira, 7 de março de 2014

Homenagem as Mulheres 8 de março

MULHERES

Parabéns  mulheres de todo o Planeta
De   onde vem, de onde elas vêm!
Tanto poder em volta espuleta...
Morre, crema, e vira borboleta! 






















PARABÉNS!

 
 



















quinta-feira, 6 de março de 2014

Veja Lançamento da CF 2014

Lançamento da CF 2014 - Nova Potycabana



Tema: Fraternidade e Trafico Humano
Lema: É para liberdade que Cristo nos libertou
Local: Nova Potycabana
Dia: 8 de março
Horário: 16:30h

Atrações
Banda Católica Os Filhos da mãe; Padre Jarde; Padre Fábio; Grupo ABBAH; Jovens da Paroquia São Pedro;  São Joaquim e Coral Pe. Leonildo da Paróquia São Pedro
Entrevistado: Adriano Moura

quarta-feira, 5 de março de 2014

Missa de quarta-feira de cinzas

Centenas de fieis compareceram à Igreja N.S. das Dores

Nos horários 07:00hs, 11:00hs e 18:30hs, para participarem da missa de quarta-feira de cinzas.
A santa missa foi celebrada pelo o Bispo Dom Jacinto de Brito e co-celebrada por  Padres e Diáconos e por todos os que se fizeram presentes.






 


É preciso ensinar a repartir... os pais são os melhores exemplos
Boa quarta-feira de cinzas

Dia 5 de março


HOMENGEM AS MULHERES 
                                                                            

                                     

Cifras dos Hinos da Campanha da Fraternidade

HINO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014


Bm Em A7 D

É para a liberdade que Cristo nos libertou,


F# Bm

Jesus libertador!


C F#7 Bm

É para a liberdade que Cristo nos libertou! (Gl 5,1)


Em A7 D Bm

1. Deus não quer ver seus filhos sendo escravizados,


C#dim7 F# Bm B7

À semelhança e à sua imagem, os criou. (Cf. Gn 1,27)


Em Bm

Na cruz de Cristo, foram todos resgatados


C#dim7 F#7 Bm

Pra liberdade é que Jesus nos libertou! (Gl 5,1)




2. Há tanta gente que, ao buscar nova alvorada,

Sai pela estrada a procurar libertação;

Mas como é triste ver, ao fim da caminhada,

Que foi levada a trabalhar na escravidão!




3. E quantos chegam a perder a dignidade,

Sua cidade, a família, o seu valor.

Falta justiça, falta mais fraternidade

Pra libertá-los para a vida e para o amor!




4. Que abracemos a certeza da esperança, (Cf. Hb 6,11)

Que já nos lança, nessa marcha em comunhão.

Pra novo céu e nova terra da aliança, (Cf. Ap 21,1)

De liberdade e vida plena para o irmão... (Cf. Jo 10,10)


Quer mais acesse http://sabercatolico.blogspot.com.br/

Quarta-feira de cinzas 5 de março 2014



Igrejas de Teresina celebram missa de abertura do período da Quaresma


Missa de Cinzas é realizada em todas as paróquias da capital piauiense.
Período representa os 40 dias de jejum e penitência que precedem a Páscoa.
Fonte:  G1pi


Os católicos celebram nesta quarta-feira (5) a abertura do período da Quaresma, que representa os 40 dias de jejum e penitência que precedem a Páscoa. Em todas as paróquias Teresina haverá a tradicional Missa de Cinzas.

Na Igreja São Benedito, Centro da capital, estão previstas duas missas. A primeira é celebrada às 6h desta quarta e a segunda será realizada às 17h30. O frei Edmilson explicou que neste período os fiéis são reservados para a reflexão, em que os cristãos se dedicam à oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo vivo, ressuscitado no domingo de Páscoa.

"Neste tempo santo, a Igreja Católica propõe, por meio do evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. A partir de hoje, a igreja marca o início de uma caminhada. São 40 dias até a Páscoa, em memória do jejum de Jesus Cristo no deserto. É um período de redenção e os fiéis são convidados a práticas de fé durante estes dias, como o jejum", explicou.

Para o paróco, a igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que o ser humano mais necessita é de Deus. O jejum deve ser feito pelos cristãos batizados e que tenham entre 18 e 60 anos, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa.
O frei Edmilson lembra que neste período de quarentena também é realizada a Campanha da Fraternidade. "Resgatamos a importância de sermos irmãos e que é preciso vencer as desigualdades para conviver com os demais", destacou.

segunda-feira, 3 de março de 2014

II dia do Festival do Senhor

Festival do Senhor
Igreja do Bairro  Vermelha
Igreja N.S. de Lourdes
RCC - Renovação Carismática Católica
 Desde o dia 2 de março 2014  às 07:00h,  acontece o festival do Senhor na Igreja da Vermelha, o qual começou com a Santa Missa às sete horas; em seguida houve e haverá louvores, pregações, oração de cura e terminando com adoração ao Santíssimo.
A Missa de ontem foi celerada  pelo o Padre Cleber e hoje será o Padre Osório da Igreja N.S. das Dores
Muitos jovens, adultos, crianças e terceira idade compareceram para o festival e com  eles esteve presente dona Alzira, uma senhora muito querida por todos.
De acordo com os coordenadores do festival: Eudes, Lindovaldo e Iracy, hoje há mais participação das pessoas pois a medida que o tempo passa, elas se aproximam mais de Deus; que o momento mais forte é a santa missa pois nela há a presença de Jesus na  santa Eucaristia; e que o que leva eles fazerem esse festival em pleno carnaval  do Brasil é a inspiração  de Deus pois fazer um carnaval diferente é ouvir a palavra de Deus e louva-lo é o que o povo gosta.
O  1º festival aconteceu na Escola PREMEM na década de 90, dair aconteceu no Estádio do Verdão, e assim se espalhou por toda zonal de Teresina.
Hoje eles esperam que todos sejam tocados pelo Espírito Santo. 
Estão presente dois grupos liturgicos para animação do festival: Jesus está Aqui e N.S. das Graças da Capelinha de Palha.
Pregação da Palavra: Jesus Cristo é o Senhor com Júnior da  T. Oração da Santa Fé.
Amanhã será o ultimo dia, venha e vêde!
 Festivalzinho das crianças 
 D. Alzira e Iracy








Deusene entrevista coordenadores do festival: Eudes e Lindovaldo

Foto de Fábio Alvarenga.

sábado, 1 de março de 2014

Quaresma de 2014 - Mensagem do Papa


Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2014
Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza (cf. 2 Cor 8, 9)

Fonte; http://www.agencia.ecclesia.pt/

Queridos irmãos e irmãs!

Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: «Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza» (2 Cor 8, 9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que passam necessidade. A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?

A graça de Cristo

Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: «sendo rico, fez-Se pobre por vós». Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, «esvaziou-Se», para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15). A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez connosco. Na realidade, Jesus «trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, exceto no pecado» (CONC. ECUM. VAT. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).

A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – «para vos enriquecer com a sua pobreza». Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Batista para O batizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para Se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia São Paulo conhece bem a «insondável riqueza de Cristo» (Ef 3, 8), «herdeiro de todas as coisas» (Heb 1, 2).

Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na berma da estrada (cf. Lc 10, 25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu «jugo suave» (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua «rica pobreza» e «pobre riqueza», a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogénito (cf. Rm 8, 29).

Foi dito que a única verdadeira tristeza é não ser santos (Léon Bloy); poder-se-ia dizer também que só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo.

O nosso testemunho

Poderíamos pensar que este «caminho» da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d'Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo.

À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiénicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diakonia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo. O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.

Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspetivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se veem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína económica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos autossuficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.

O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana.

Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para testemunhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espiritual, a mensagem evangélica, que se resume no anúncio do amor do Pai misericordioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E poderemos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói.

Pedimos a graça do Espírito Santo que nos permita ser «tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo» (2 Cor 6, 10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itinerário quaresmal, e peço-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

Vaticano, 26 de dezembro de 2013

Festival do Senhor

     Participe do festival do Senhor na Igreja da Vermelha começa dia 02 de março
Foto

Papa Francisco pede para não condenar

Vaticano: Papa sublinha necessidade de «acompanhar» e «não condenar» os casais separados ou divorciados
Fonte.http://www.agencia.ecclesia.pt/

Cidade do Vaticano, 28 fev 2014 (Ecclesia) – O Papa Francisco destacou hoje a importância de “acompanhar” e “não condenar” os casais separados ou divorciados.

“Quando um homem e uma mulher se unem num só corpo em matrimónio e o amor falha – e isso acontece tão frequentemente – há que saber estar ao lado dessas pessoas, caminhar com elas na sua dor”, sublinhou o Papa argentino, durante a eucaristia desta manhã na residência de Santa Marta.

Segundo o serviço informativo da Santa Sé, o Papa alertou para a tendência de “apontar o dedo” a quem não conseguiu manter o seu matrimónio e mesmo de fazer desta questão “um caso de estudo”.

“Por detrás da casuística há sempre uma armadilha. Sempre! Contra as pessoas, contra Deus, sempre!”, apontou.

Os problemas que afetam as famílias estiveram em cima da mesa, nos últimos dias no Vaticano, durante as reuniões preparatórias do Sínodo dos Bispos marcado para outubro e que será dedicado aos “desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização”.

Na sua homilia, o Papa destacou ainda a “beleza do casamento”, desse caminho conjunto de “amor” com que “Deus abençoou” a mulher e o homem, “obras-primas da sua Criação”.