sábado, 9 de abril de 2022

SANTO DO DIA 8 DE ABRIL

 

Fonte: cancaonova.com


Santa Júlia Billiart, religiosa cujo o alimento foi unicamente a Eucaristia




Religiosa e fundadora [1751 – 1816]

Berço familiar

Em 12 de julho de 1751, numa pequena aldeia no norte da França, nasce Maria Rosa Júlia Billiart. Filha de camponeses pobres e muito religiosos, que a batizaram no mesmo dia do seu nascimento. Ela, seus pais e seus 8 irmãos viviam do trabalho na lavoura e de um pequeno comércio.

Eucaristia, o seu único alimento

Júlia fez a primeira comunhão aos sete anos e com oito anos já havia aprendido todo o catecismo. Por uma disposição interior, ou por um chamado sobrenatural, e por fé viva na presença real de Jesus no Pão Eucarístico, a Eucaristia passou a ser o único alimento de sua vida. Ela aprendeu a ler e a escrever porque, com este saber, ajudava no sustento da sua casa.

Caridade

Mesmo com todas as suas ocupações para ajudar a família, sempre procurava cavar tempo para visitar os enfermos e os abandonados. Ela os ajudava e orava por eles.

Paralisia

Aos treze anos, sem nutrição física por se alimentar apenas da comunhão Eucarística, ela começou a ter sérios problemas de saúde. Júlia, que já caminhava com muita dificuldade por causa do trabalho excessivo na lavoura para ajudar os pais, presenciou um atentado cometido a seu pai. Um indivíduo disparou um fuzil contra ele e Júlia teve o seu sistema nervoso abalado. Em 1782, uma forte epidemia agravou ainda mais a saúde de Júlia fazendo com que ela ficasse paralítica por 22 anos. Desde então, recebeu cinco vezes o sacramento da unção dos enfermos devido à grave situação de sua saúde.

Mística

Durante a sua paraplegia, Santa Júlia Billiart mergulhou nos mistérios profundos da oração, da contemplação, da vida mística. O Senhor, presente na Eucaristia, passou a ser o centro de sua vida. Ele revelou a ela os mistérios da salvação, dos sofrimentos no Calvário, da imensurável glória celeste e da luz de Deus que ilumina a vida do cristão.

Vida ativa

Os frutos da Eucaristia apareceram. Santa Júlia Billiart tinha uma vida ativa mesmo nesta situação especial de paraplegia. Ela esteve sempre ligada à catequese paroquial e dava grande atenção à educação dos pobres, sabendo que a educação é uma das chaves da libertação da pobreza. Sempre engajada na catequese da paróquia, preocupava-se com a educação dos pobres.

Amizades

Cultivava amizades dentro de sua família e ampliava esses laços com religiosos, com mulheres nobres que, sabendo de sua situação, procuravam arrecadar donativos que ajudavam a sua família. Mantinha amizades também com as irmãs carmelitas, que lhe davam um suporte espiritual.

O sonho de ir além

Santa Júlia Billiart, depois de muitos anos de paralisia e vida mística, sentiu em seu coração o grande desejo de se tornar religiosa. Este desejo, porém, carregava uma meta muito definida: era preciso fundar uma Congregação religiosa com o carisma de formar bons e santos educadores para educar os pobres.

A realização do sonho

Em outubro de 1794, aos 44 anos de idade, Júlia encontrou-se com Francisca Blin de Bourdon, que tinha 38 anos. Elas se conheceram no castelo da nobre família francesa, em Amiens. Essa amizade tornou-se a célula originária da Congregação das Irmãs de Nossa Senhora que futuramente se chamaria Congregação das Irmãs de Notre Dame de Namür.

No dia 2 de fevereiro de 1804, em Amiens, Júlia Billiart, Francisca Blin de Bourdon e Catarina Duchâtel emitiram os votos religiosos. Essa cerimônia, presidida pelo Padre Varin, marcou o início da Congregação das Irmãs de Notre Dame de Namür. O objetivo do novo Instituto era a educação das crianças e a catequese.

Cura

Em 1º de junho de 1804, após 30 anos de enfermidade e 22 anos de paralisia, Júlia foi milagrosamente curada, durante uma novena ao Sagrado Coração de Jesus. Sua devoção ao Sagrado Coração de Jesus a curou, pois ela voltou a caminhar depois de todos esses anos. A Mãe de Deus era sua grande referência e modelo, e a Eucaristia era o centro de sua vida de fé inabalável. Mas viver com ela não era fácil. Era um desafio constante, devido à firmeza de metas foi considerada teimosa e temperamental. Principalmente por não aceitar que a congregação fosse só diocesana, ou seja, sem superiora geral. Custou muito para que tivesse tal direito, mas, por fim, foi eleita superiora geral.

A obra cresce

Santa Júlia Billiart abriu sua primeira escola gratuita para crianças pobres em Amiens e começou a viajar por França e Bélgica estendendo a obra. Era um tempo de miséria e dificuldades. Por isso, ela abria pensionatos e, com os ganhos obtidos, fundava as escolas gratuitas. Não aceitava qualquer donativo que pudesse tirar a independência da congregação. Para ter recursos, criava pensionatos e, ao lado deles, a escola para pobres. Sua obra se espalhou por várias cidades desses dois países.

Perseguição e mudança

Santa Júlia Billiart foi perseguida injustamente pelo bispo da cidade de Amiens. Ele chegou a afastá-la da Congregação. As irmãs, porém, decidiram ir junto com ela para Namür, uma cidade belga. Ali a Congregação se firmou e foi em frente. Santa Júlia, então, continuou com sua obra, ajudando a milhares de crianças pobres, dando a elas formação que lhes abria uma porta para um futuro melhor.

Frase da Santa

“A educação é o caminho da plenitude da vida”.

Legado

Durante os 12 anos em que Júlia esteve à frente da Congregação, ela fundou várias comunidades e escreveu mais de 400 cartas.

Falecimento, beatificação e canonização

Vendo a obra de sua vida realizada, Santa Júlia Billiart faleceu na paz de Nosso Senhor, que era o centro de sua vida, no dia 8 de abril de 1816, aos 55 anos, enquanto recitava o Magnificat. Foi beatificada pelo Papa Pio X em 1906 e canonizada por Paulo VI em 1969 que disse: “Por meio do seu batismo, de sua consagração religiosa e por sua vida inteira de fé em Deus, que é bom, Júlia foi colocada na trilha da opção divina pelos pobres.”

Oração a Santa Júlia Billiart

“Ó Deus, que destes a Santa Júlia Billiart a graça de ter vosso Filho Jesus Cristo como o centro de sua vida, dai também a nós esta graça essencial, para que nossa vida frutifique em bênçãos para todos aqueles que precisarem. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, amém.”

A minha oração

“Santa Júlia Billiart, seja minha intercessora junto a Deus no céu. Quero aprender contigo a me ofertar por amor a Deus mesmo em meio às enfermidades e tribulações, e a não ter medo de confiar e me abandonar à vontade de Daquele que é tudo na minha vida. Amém”.

Santa Júlia Billiart, rogai por nós!

sexta-feira, 8 de abril de 2022

Veja programação da Semana Santa da Catedral Nossa Senhora das Dores de 2022

 


 Catedral de Nossa Senhora das Dores realiza a programação da Semana Santa

A semana Santa começa domingo dia (10), com a celebração do Domingo de Ramos.  presidida pelo Arcebispo de Teresina, Dom Jacinto Brito.

DOMINGO

A concentração início às 7horas da manhã na Praça Rio Branco que dará início a procissão até a Catedral, onde haverá a missa de Domingo de Ramos às 07:30 h

SEGUNDA

Na segunda-feira (11),  Missa dos Santos Óleos, às 19h

QUINTA

Na quinta-feira (14),  Tríduo Pascal.
Dom Jacinto preside a santa Missa da Ceia do Senhor, às 18h

SEXTA

Na sexta-feira (15), Liturgia da Paixão e Morte de Jesus,  às 15h em seguida  haverá procissão Ruas da capital com a imagem do Senhor Morto até a Igreja São Benedito.

SÁBADO

No sábado de aleluia (16), solene Vigília Pascal, às 21h.


DOMINGO

Teresina! Ressuscita com Cristo.

No domingo de Páscoa (17), -  carreata com imagem do Cristo Ressuscitado pelas Ruas da capital  às 15h.

Observação:

Com as  quatro foranias:

Norte -  (Igreja Matriz da Área Pastoral São José, no Bairro Jacinta Andrade).

Leste - (Igreja Matriz da Diaconia Santa Rita de Cássia, no Vale do Gavião)

Sul -  (Igreja Matriz da Paróquia Santíssimo Sacramento, no Bairro Porto Alegre).

Celebração da Missa Pascal


Logo após os percursos, haverá a celebração da Missa Pascal Catedral Metropolitana Nossa Senhora das Dores, às 18:00h


LANÇAMENTO DA 15ª ROMARIA DA TERRA E DA ÁGUA DO PIAUÍ



Diocese de Picos recebe a Cruz Peregrina na zona leste de Teresina Piauí às 07:00 h na ladeira do Uruguai


Lançamento da 15ª Romaria da Terra e da Água no Piauí  Foto: (@ Deusene Noleto)


Aconteceu hoje sexta-feira (08),pela manhã o lançamento da 15ª Romaria da Terra e da Água no Piauí pela Arquidiocese de Teresina pelo arcebispo de Teresina Dom Jacinto de Brito; tematizando “Terra e Água: Direitos Sagrados” e o lema “Deus deu a terra aos seus filhos”.

A Cruz, é enviada a oito dioceses do Piauí, e hoje foi entregue pela Diocese de Picos às 7horas da manhã, na ladeira do Uruguai. Em seguida houve a carreata até  Igreja São Benedito, onde aconteceu o lançamento da Romaria.

Foto: (@ Deusene Noleto)



A 15ª Romaria da Terra e da Água do Piauí, será sediada na cidade de Piripiri (PI), a  qual pertence à Diocese de Parnaíba, nos dias 16 e 17 de julho de 2022. Conscientizando preservação da Terra e da Água.



A cruz peregrina da 15ª Romaria da Terra e da Água no Piauí foi para a Paróquia de Nossa Senhora do Livramento, de José de Freitas Piauí, depois será entregue à Diocese de Campo Maior, onde ela ficar até o dia 28 de maio. Daí então seguirá para a Diocese de Parnaíba Piauí.


Padre Gilmar da Paróquia de Nossa Senhora do Livramento, de José de Freitas Piauí, recebeu a Cruz que será entregue ào Bispo dom Francisco da Diocese de Campo Maior, onde ela ficar até o dia 28 de maio. Daí então seguirá para a Diocese de Parnaíba Piauí.
 Padre Gilmar de José de Freitas Piauí Foto: (@ Deusene Noleto) 



Dom Francisco Bispo de Campo Maior Piauí fala  sobre  a 15ª Romaria da Terra e da Agua do Piauí


Dom Francisco e Padre João Paulo  Foto: (@ Deusene Noleto )



Padre João Paulo, coordenador da pastoral carcerária do Estado do Piauí e da Pastoral do Povo de Rua fala sobre a importância da Pastoral do Povo de Rua e sobre o acolhimento e a qualificação do Povo de Rua.

Lançamento da 15ª Romaria da Terra e da Água do Piauí - Pastoral do Povo de Rua

Foto: (@ Deusene Noleto)
Foto: (@ Deusene Noleto)

@Deusene Noleto





























quinta-feira, 7 de abril de 2022

SANTO DO DIA 7 DE ABRIL

 

Fonte - https://santo.cancaonova.com/


São João Batista de La Salle, patrono universal dos educadores



Religioso e fundador [1651 – 1759]



Destaques de sua vida

Nascido em 30 de abril de 1651, na França. Deus quis que La Salle fosse o primogênito de uma nobre família de 10 filhos. Recebeu como testemunho dos pais uma formação cristã desde cedo. Ficou órfão muito cedo, fazendo com que ele ficasse responsável por seus irmãos, porém, isso em nada impediria sua sólida formação, em vista do sacerdócio. Atuou como cônego da Catedral de Reims, cidade natal, com apenas 15 anos de idade, e, em 1678, foi ordenado.

Chamado à educação

Desde pequeno, a vocação à educação era formada em seu interior. Pouco tempo após a sua ordenação e a obtenção do título de doutor em teologia, passa a compor a direção da mesma universidade onde foi estudante, mas é no encontro com Adriano Nyel, um leigo que tinha o desejo de iniciar uma instituição para a educação dos jovens, La Salle assume conjuntamente essa missão pela educação dos jovens.

Início da congregação

Depois de um tempo trabalhando na educação dos jovens, percebe que o ensino oferecido pelos professores não é suficiente, por conta de um certo despreparo e falta de qualificação. Decide então chamar os professores e ir morar com eles, a fim de garantir uma melhor formação em todas áreas. Posteriormente, funda a Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs, que encontra inicialmente forte oposição por parte do clero da época, que não aceitava a formação de um novo modo de vida religiosa.

A “Congregação do Santo” no Brasil
A presença Lassalista, como também são conhecidos, no Brasil iniciou em 1907. As unidades educativas e de assistência social em que os Irmãos atuam estão presentes em nove estados brasileiros e no Distrito Federal, atendendo a mais de 47 mil alunos com o trabalho de mais de 5 mil educadores.

Morte e canonização

É na Sexta-feira Santa de 1719, dia 7 de abril, que São João Batista La Salle faleceu em Ruã, sendo sepultado na Igreja de São Severo.

Em 1900 é proclamado santo pelo Papa Leão XIII. E em 1950 é proclamado patrono universal dos educadores pelo Papa Pio XII.

A minha oração

“Senhor Jesus, São João Batista de La Salle, ousou seguir a inspiração que recebeu de Deus, iniciando uma nova congregação religiosa. Que cada pessoa que lê esse post obedeça a direção que o Senhor dá, a cada um, em seu coração. Amém.”

São João Batista de La Salle, rogai por nós!

Papa condena crueldade em cidade ucraniana e pede fim da guerra

 Fonte - cancaonova.com



Após a catequese de hoje, Papa mencionou as cenas de crueldade na cidade ucraniana de Bucha e voltou a clamar pelo fim da guerra ao receber crianças da Ucrânia


Da Redação, com Boletim da Santa Sé e Vatican News



Papa mostra bandeira proveniente da guerra, da cidade de Bucha / Foto: REUTERS/Remo Casilli


Em vez de notícias de alívio e esperança, novas atrocidades. O Papa Francisco condenou a crueldade em Bucha, cidade ucraniana a poucos quilômetros de Kiev, de onde foram divulgadas fotos e informações sobre corpos de civis nas ruas. Após a catequese desta quarta-feira, 6, no Vaticano, Francisco voltou a clamar pelo fim da guerra, mostrando uma bandeira que recebeu ontem diretamente de Bucha.

“As recentes notícias sobre a guerra na Ucrânia, ao invés de trazer alívio e esperança, atestam novas atrocidades, como o massacre de Bucha: crueldade sempre mais horrenda, perpetrada também contra civis, mulheres e crianças indefesas. São vítimas cujo sangue inocente grita até o céu e implora: coloquem fim a esta guerra! Calem as armas! Parem de semear morte e destruição” Rezemos juntos por isso…”, implorou o Papa.

MAIS INFORMAÇÃO CONFIRA .cancaonova.com




Vaticano está nos últimos preparativos para celebrações da Semana Santa


Fonte - .cancaonova.com


No Vaticano, os preparativos para as celebrações da Semana Santa já começaram. Neste ano o Papa Francisco voltará a celebrar na Praça São Pedro com os fiéis e peregrinos.

Reportagem de Thulio Fonseca


Imagens de Leonardo Vieira, Vatican Media e arquivo


Veja no YouTube


quarta-feira, 6 de abril de 2022

Lançamento da "XV Romaria da terra e da água"

 



Lançamento da "XV Romaria da terra e da água"



Com o tema “Terra e Água: Direitos Sagrados” e o lema “Deus deu a terra aos seus filhos”, a 15ª Romaria da Terra e da Água será sediada na cidade de Piripiri (PI), que pertence à Diocese de Parnaíba, nos dias 16 e 17 de julho de 2022.


Por -

A Arquidiocese de Teresina vai receber, nesta sexta-feira (08), a Cruz Peregrina da 15ª Romaria da Terra e da Água no Piauí. A Cruz, que está percorrendo as oito dioceses do estado, será entregue pela Diocese de Picos na ladeira do Uruguai (próximo a Churrascaria Piripiri), zona leste da capital. Após a recepção, será realizada uma carreata até o adro da Igreja São Benedito, onde vai ocorrer o ato de lançamento com a presença de representantes dos segmentos eclesiais e da sociedade.


Com o tema “Terra e Água: Direitos Sagrados” e o lema “Deus deu a terra aos seus filhos”, a 15ª Romaria da Terra e da Água será sediada na cidade de Piripiri (PI), que pertence à Diocese de Parnaíba, nos dias 16 e 17 de julho de 2022. A Romaria da Terra e da Água é um gesto concreto do compromisso da Igreja do Piauí com a caminhada histórica do seu povo e representa uma “Igreja em saída” em busca da mobilização dos cidadãos piauienses por vida digna e na luta pela preservação da Terra e da Água.

“Cada edição tem uma temática diferente, sempre chamando mais a atenção aos problemas gritantes da região onde acontece o evento. No adro da Igreja São Benedito teremos uma estrutura de som e faixas de apoio que levarão os temas que são muito importantes na nossa sociedade e que também serão refletidos durante a Romaria em Piripiri”, destacou Graça Ferreira, integrante da Comissão de Articulação da Romaria e representante das Pastorais Sociais no Conselho de Pastoral na Arquidiocese de Teresina.

A 15ª Romaria da Terra e da Água é um evento religioso de fé e de vida que estava previsto para acontecer em julho de 2021, mas, devido o agravamento da pandemia no período, foi adiada para o primeiro semestre de 2022. Conforme Dom Juarez Sousa da Silva, presidente do Regional Nordeste 4 da CNBB e bispo da Diocese de Parnaíba, a romaria reúne pessoas de todo o estado com muita fé, oração e esperança em prol da vida.

“Uma romaria é um momento do encontro de pessoas, é um momento de celebração, de profecia e do anúncio da Boa Nova do Reino de Deus. Portanto, a nossa alegria profética convida a todos para participarem conosco, porque Ele deu a terra para os seus filhos. A Cruz da Romaria representa a vida, porque foi por meio dela que Jesus morreu para salvar a todos e nos deu a certeza da ressurreição”, explicou.

Após o ato de lançamento, a cruz peregrina da 15ª Romaria da Terra e da Água no Piauí segue para a Paróquia de Nossa Senhora do Livramento, de José de Freitas, e em seguida será entregue à Diocese de Campo Maior, onde ficará até o dia 28 de maio. De lá, ela partirá para a Diocese de Parnaíba para a realização do evento.


Frei Antônio Leandro

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PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA - CATEDRAL NOSSA SENHORA DAS DORES

 AGUARDE.....

SANTO DO DIA 6 DE ABRIL

 

Beato Miguel Rua, sucessor de Dom Bosco

Fonte - cancaonova.com





Religioso – salesiano [1837 – 1910]



Beato salesiano
Para a Comunidade Canção Nova, que faz parte da Família Salesiana, fundada por Dom Bosco, vale a pena destacar a vida do Beato Miguel Rua, o sucessor de Dom Bosco. Sua memória é celebrada pela Família Salesiana em 29 de outubro, dia de sua canonização. Dia 6 de abril foi sua morte, que é quando a Igreja, de modo geral, celebra a memória daqueles que ela reconhece como alguém que esteja na glória de Deus.

Particularidades de Miguel Rua
A vida do Beato Miguel Rua está totalmente atrelada à história de Dom Bosco. Sendo assim, neste post, o santo fundador dos salesianos será muito citado, pois trata-se do grande motivador da via de santidade para Miguel Rua.

Na escola
Na época de Miguel Rua, o terceiro ano na escola era a última classe obrigatória. Quando Dom Bosco questionou Miguel sobre o que ele iria fazer no ano seguinte, Miguel respondeu que, por ser órfão, na fábrica já tinham prometido à sua mãe dar-lhe emprego. Para Dom Bosco, que também tinha perdido o seu pai muito cedo, convencer a mãe de Miguel Rua a deixá-lo continuar a estudar foi fácil, assim, Miguel entrou como interno em Valdocco, o oratório festivo de Dom Bosco, onde já estavam outros 500 rapazes.

Chamado à vida religiosa
Dia 3 de outubro de 1852, aos 15 anos, Miguel recebeu o santo hábito clerical nos Becchi de Castelnuovo;
A 26 de janeiro de 1854, Dom Bosco reuniu quatro jovens no seu quarto e deu assim início à Congregação Salesiana;
A 25 de março de 1855, no quarto de Dom Bosco, Miguel professou, nas mãos do fundador, os votos de pobreza, castidade e obediência.

O primeiro salesiano
Miguel Rua foi o primeiro salesiano. Trabalhava ensinando matemática e religião, auxiliava no refeitório, no pátio e na capela. À noite, copiava os escritos, cartas e publicações de Dom Bosco, além disso, estudava para se tornar sacerdote, isso tudo quando tinha apenas 17 anos. Ficou também responsável pela direção do oratório festivo San Luigi.

Morte da mãe de Dom Bosco
Em novembro de 1856, morre mamãe Margarida, a mãe de Dom Bosco. Miguel apoia-se na sua mãe, Gioanna Maria Ferrero, que já ajudava nas lides domésticas do Oratório de S. Francisco de Sales. Mais uma vez, a família Rua completa a família Bosco.

Braço direito de Dom Bosco
Em 1858, Miguel Rua acompanhou Dom Bosco na visita ao Papa Pio IX, para aprovar as Regras dos Salesianos. No regresso é confiada a ele a direção do primeiro oratório de Valdocco.

Profecia e seu comprimento
A 28 de julho de 1860, Miguel Rua foi ordenado sacerdote. Dom Bosco escreveu-lhe um bilhete: “Tu verás melhor que eu a obra salesiana atravessar as fronteiras de Itália e a estabelecer-se no mundo”. Dom Rua abre a primeira casa salesiana fora de Turim em Mirabello. Poucos anos mais tarde, regressa à Valdocco, substitui e assiste Dom Bosco em tudo. Em novembro de 1884, o Papa Leão XIII nomeia Dom Rua Vigário e sucessor de Dom Bosco, que morrerá nos seus braços quatro anos mais tarde.

Com ele, a Sociedade São Francisco de Sales (Salesianos) passou de 773 a quatro mil salesianos, de 57 a 345 casas, de seis a 64 inspetorias em 33 países.

A regra viva
Dom Rua, que era considerado a regra salesiana viva, mostra-se um pai amoroso como Dom Bosco. Enfrenta e supera inúmeras dificuldades no governo da Congregação. Consolida a missão e o espírito salesiano.

Legado
Morreu a 6 de abril de 1910, aos 73 anos. Paulo VI beatificou-o dizendo: «Fez da fonte um rio».

A minha oração
“Jesus, quando tudo parece estar perdido, há no seio da sua Igreja homens e mulheres que te seguem. Que eu e minha família sejamos os sucessores daqueles que, como Dom Bosco e o Beato Miguel Rua, fizeram a Vontade de Deus. Guia-nos Senhor Jesus.”

Beato Miguel Rua, rogai por nós!

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QUARESMA

 

Objetivo da penitência é caminho de santidade, diz prof. Felipe Aquino

Fonte - cancaonova.com


Prática penitencial marca a Quaresma que entra em sua reta final, rumo à proposta de conversão e vida nova na Páscoa de Cristo

Mauriceia Silva
Da Redação

O jejum é uma forma de penitência, de pedir perdão a Deus, e de se aproximar dele / Foto: Canção Nova

A Quaresma está quase terminando, mas nessa reta final em preparação à Páscoa ainda é tempo de recolhimento, silêncio e das penitencias próprias desse período. Antiga prática da vida espiritual cristã, em tempos recentes a mortificação pode perder espaço na vida de alguns católicos, na de outros, tem passado por adaptações.

Segundo o professor de História da Igreja, Felipe Aquino, os santos venceram porque eles dominaram a carne e viveram pela Cruz. “Todos os santos fizeram muitas penitências porque eles entendiam que a penitência não era só para dominar a carne, subjugar a carne ao espírito, mas também para unir à paixão de Cristo. Dentro daquilo que São Paulo dizia: ‘completo na minha carne o que falta à paixão de Cristo no seu corpo que é a Igreja’.”

O padre Alex de Lima Freitas, da Comunidade Canção Nova, afirma que podemos fundamentar a penitência em Jesus Cristo, pois Ele também fez penitência. Além disso, também é possível ver isso no Antigo Testamento, nos momentos de conversão do povo de Deus quando eles se arrependiam. “Como não lembrar de Jonas que vai pregar em Nínive, e o povo todo se converte, se veste de sacos, põe cinzas na cabeça e reza com força, para quem sabe Deus tenha piedade. É um sinal de humildade e de pedido de perdão. O próprio verbo encarnado fez penitência, não por Ele, era santo e imaculado, mas fez por nós”.

Vale lembrar que muitos santos na idade média usaram o cilício, e ainda hoje há quem faça uso do cilício como penitência. Segundo o Professor Felipe, muitas pessoas ficaram desconcertadas ao saberem que o Papa João Paulo II, mesmo depois de Papa, continuava usando o cilício. O cilício é uma espécie de corrente com pontos que é colocada em torno da cintura como forma de penitência.

Para o professor, uma propaganda anticristã tem tentado, até com pouco sucesso, transformar esse tradicional método de penitência em uma prática de aparência masoquista, embora não seja. “Evidentemente não é uma prática masoquista pra fazer a pessoa sofrer e também não é desordenada, desde que seja usada dentro de um critério. Para viver essa penitência, a pessoa tem que estar preparada para isso, e também precisa querer, de certa forma, dominar alguma paixão desordenada dentro dela, e o sofrimento ajuda, se a pessoa quer oferecer um sacrifício à Deus. A Igreja não recomenda que uma penitência desse tipo seja algo que possa prejudicar a vida da pessoa.”

Penitência e o caminho de santidade

Professor Felipe ressalta ainda que o objetivo da penitência não é o sofrimento, mas o caminho de santidade. Por isso mesmo, a escolha da penitência pode diferir de uma pessoa para outra.

“Pra um pode ser bom não ver internet. Pra outro pode ser bom não ver televisão, pra outro pode ser ser bom deixar de comer alguma coisa que gosta. Se a minha dificuldade está em partilhar, então nesses quarenta dias eu devo caprichar em dar esmolas para a Igreja, para os pobres, um atendimento à pessoa necessitada. Não só necessitada de recursos materiais, mas também necessitada de carinho, de atenção”, explicou.

A secretária Isabela Maria Simião de Campos escolheu como penitência não acessar as redes sociais, alocando o tempo com outras coisas. “Eu decidi fazer a penitência, percebi que passava muito tempo vendo coisas fúteis, como vídeos, stories, fotos e não dedicava nenhum tempo à vida de oração”.

Sejam penitências gastronômicas, corporais ou morais, ao longo dos anos os fiéis têm mudado a sua forma de vivê-la. Isabela percebeu que a penitência escolhida por ela é um sacrifício, mas tem valido muito a pena. “Perco muitas notícias, por exemplo minha amiga que foi pedida em namoro e eu não soube no dia, só fui saber quando ela me mandou mensagem lembrando que eu estava sem rede social, entre tantas outras. A penitência não só tem ajudado a viver bem a Quaresma, mas também me ajudou a crescer na vida espiritual, a dedicar mais tempo às orações e ao meu relacionamento de intimidade com Deus”.

Fortalecer as fraquezas

A penitência também ajuda a pessoa a se fortalecer naquilo que em que é mais fraca. O padre Alex explica isso fazendo uma comparação: “Se um atleta tem uma deficiência em determinado membro do corpo e ele precisa crescer ali, talvez no tórax, é claro que ele vai centrar suas forças para que possa resolver essa sua deficiência nessa área. Então muita gente vai dizer ‘meu calcanhar de Aquiles é aqui, minha fraqueza é essa’.”

Unida à súplica e à oração, a penitência faz muito bem, acrescenta o sacerdote, pois ali Deus vê a humilhação, a humildade da pessoa de reconhecer sua fraqueza. “A penitência nos coloca no nosso lugar de criatura de Deus que nos ama, e inclusive fez penitência por nós. Não foi por ouro ou prata que fomos comprados, mas pelo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, ele que fez penitência pela nossa salvação”, concluiu o padre. 

 

SANTO DO DIA 5 DE ABRIL

 



P
Presbítero, Dominicano (1350-1419)

Naturalidade e despertar vocacional
Nasceu em Valência, na Espanha, em 1350. Seu pai era um tabelião que se chamava Guilherme Ferrer, e sua mãe se chamava Constância Miguel. Veio de um berço nobre na sua época, porém passou sua infância e juventude muito próximo aos Padres Dominicanos, que tinham um convento muito perto de sua casa.

Sonho profético da mãe
Ainda antes de nascer, sua mãe teve um sonho, onde ela via a grandeza do futuro de seu filho. Por ter muita proximidade com os padres Dominicanos, logo percebeu sua vocação, e então com 17 anos pediu ingresso na Ordem dos Pregadores (Dominicanos).

Vida Religiosa
Ingressou na vida religiosa assim bem jovem e professou os votos com 18 anos. Após a sua ordenação, por ser um pregador com um dom muito especial, começou a peregrinar por toda a Europa.

Vivendo em tempos difíceis
Viveu em um período difícil da história da Igreja, quando ocorreu a Guerra dos Cem Anos, quando forças políticas eram capazes de intervir fortemente nas eleições papais. Chegando até o Grande Cisma da Igreja do Ocidente, que durou quase 40 anos.

Um grande pregador
Recebeu do Senhor, em sonho, o chamado para pregar durante 20 anos por boa parte da Europa. Andou pela Espanha, França, Itália, Suíça, Bélgica, Inglaterra e Irlanda e muitas outras regiões. Fazendo tudo isso de modo muito simples, andando por todas essas cidades montado num burro, porém sempre com a revelação de um Dom extraordinário que era o da pregação. Isso fazia ter com ele sempre homens, mulheres e crianças, clérigos, teólogos que o acompanhavam pelo caminho. Pregava com muita paixão fervor. Além disso, mortificava-se e buscava penitências para ter mais tempo para a oração.

O objetivo da sua pregação
Queria com suas pregações defender sempre a unidade da Igreja, o fim das guerras, o arrependimento e a penitência, como forma de esperar a iminente volta de Cristo. Era apelidado de “anjo do Apocalipse”, pois pregava sobre o iminente fim dos tempos e dos eventos que o precederiam, chamando todos à conversão, para a salvação de suas almas.

Um ensinamento
“A respeito do próximo, exerça estas outras sete disposições: tenra compaixão, alegria jubilosa, tolerância paciente e perdão das injúrias, afabilidade repleta de boa vontade, respeito humilde, concórdia perfeita, doação da sua vida sob o exemplo de Jesus. Como Ele, você estará pronto para doar-se aos seus irmãos”. (dos escritos de São Vicente Ferrer)


Milagre em vida
Contemporâneos de São Vicente Ferrer relatam que milhares de pessoas se reuniam para ouvi-lo, e o fato mais impressionante é que até mesmo pessoas que não falavam a sua língua o entendiam.

Certa vez, uma mulher judia, que durante uma de suas pregações na igreja de Ecija, Espanha, saiu durante um dos sermões falando com sarcasmo e todos os presentes ficaram com raiva. Mas São Vicente disse para que a deixassem sair, porém que se afastasse dela. O povo obedeceu, deixando-a passar até o pórtico, quando o telhado caiu sobre ela, e ela veio a falecer ali mesmo. Permanecendo morta por algum tempo e espanto de todos, São Vicente caminhou até o corpo da mulher e ordenou com voz forte: “Mulher, em nome de Jesus Cristo, volte à vida!” E esta ressuscitou. Todos ficaram maravilhados! Após o milagre, a senhora se converteu ao catolicismo. O fato se tornou conhecido, e durante muito tempo se fizeram procissões até o local do milagre.

Morte e Canonização
São Vicente Ferrer morreu em viagem – mas já era venerado como Santo pelo povo da época. Foi canonizado pelo Papa Calisto III, em 3 de junho de 1455, na igreja dominicana de Santa Maria Sopra Minerva, Roma.

Minha Oração
“Oh Deus, que concedestes a São Vicente Ferrer ter uma vida conduzida pelo fervor e desejo de anunciar o teu Reino Glorioso e a necessidade de conversão, para a salvação de nossas almas. Concedei-me, eu vos peço, que eu também possa viver uma vida em expectativa da iminente volta do Cristo, com a ousadia e fervor para também pregar a sua Palavra em vista da salvação e conversão de tantos que ainda não te conhecem. Para a maior Glória de Deus. Amém.”

São Vicente Ferrer, rogai por nós!

terça-feira, 5 de abril de 2022

SAIBA COMO FOI A VIAGEM DO PAPA FRANCISCO A REPÚBLICA MALTA


 SAIBA COMO FOI A VIAGEM DO PAPA FRANCISCO A REPÚBLICA MALTA

PAPA FRANCISCO FAZ VIAGEM APOSTÓLICA A MALTA E DESTACA MIGRAÇÃO E DESEJO PELA PAZ

 

Fonte https://www.cnbb.org.br/p






O Papa Francisco realizou sua 36ª Viagem Apostólica, no último final de semana. Ele visitou Malta, um arquipélago situado na região central do Mar Mediterrâneo marcado historicamente pela acolhida de migrantes. Dessa experiência de acolhida, Francisco recordou o Apóstolo Paulo. O pontífice também falou, em diversas ocasiões, sobre a realidade da guerra na Ucrânia.

Francisco encontrou-se com o presidente da República, o primeiro ministro, autoridades, corpo diplomático, membros da Companhia de Jesus e migrantes. Ele participou de um encontro de oração no Santuário Nacional de “Ta’ Pinu”, em Gozo; visitou a gruta de São Paulo, onde dedicou um momento de oração; e presidiu a Santa Missa no Largo dei Granai, em Floriana.
Migrantes

Francisco falou sobre a realidade da migração no encontro com as autoridades e o corpo diplomático, motivando a superar o medo contido na narrativa da invasão: “ajudemo-nos a não ver o migrante como uma ameaça não cedendo à tentação de construir pontes levadiças e erguer muros”.


“Não deixemos que a indiferença apague o sonho de vivermos juntos! Claro, acolher custa fadiga e exige renúncias. Foi assim também com São Paulo: para se porem a salvo, foi necessário primeiro sacrificar os bens do navio (cf. At 27, 38). Mas trata-se de santas renúncias as que são feitas por um bem maior, pela vida do homem, que é o tesouro de Deus!”, disse Francisco

Francisco desejou que Malta, “coração do Mediterrâneo, continue a fazer palpitar a esperança, o cuidado pela vida, o acolhimento do outro, o anseio de paz, com a ajuda de Deus, cujo nome é paz”

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Papa durante encontro com autoridades e corpo diplomático | Foto: Vatican Media

Durante a visita à gruta de São Paulo, o Papa meditou uma oração que recorda o anúncio do amor de Deus aos habitantes da Ilha, que ainda não conheciam o Evangelho. No texto, fala também do naufrágio do apóstolo e seus companheiros de viagem. Ali, os malteses acolheram-nos “com coração aberto”.


Papa Francisco na gruta de São Paulo, em Malta | Foto: Vatican Media


No encontro com os migrantes, ressaltou a passagem bíblica que foi o lema da viagem apostólica – «Trataram-nos com invulgar humanidade» (28, 2).


“Refere-se à forma como os malteses acolheram o Apóstolo Paulo e todos aqueles que, juntamente come ele, naufragaram perto da Ilha. Trataram-nos «com invulgar humanidade». Não só com humanidade, mas com uma humanidade não comum, uma solicitude especial que São Lucas quis imortalizar no livro dos Atos. Almejo que Malta trate sempre assim aqueles que desembarcam nas suas costas, sendo verdadeiramente para eles um «porto seguro».”

Durante o encontro, Francisco pôde escutar testemunhos de migrantes acolhidos no Centro João XXIII. Ele manifestou um sonho de que os migrantes, depois de experimentarem “um acolhimento rico em humanidade e fraternidade”, possam tornarem-se “pessoalmente testemunhas e animadores de acolhimento e fraternidade”.


“Considero muito importante que, no mundo atual, os migrantes se tornem testemunhas dos valores humanos essenciais para uma vida digna e fraterna”.


Francisco discursa durante encontro com migrantes | Foto: Vatican Media


E motivou a imitar a atitude dos malteses que acolheram São Paulo: “Respondamos ao desafio dos migrantes e refugiados com o estilo da humanidade, acendamos fogueiras de fraternidade à volta das quais as pessoas se possam aquecer, reanimar, reacender a esperança”.
Guerra

Em vários momentos, Francisco expressou sua tristeza pela realidade da guerra, encontrada em várias partes do mundo e com maior atenção na Ucrânia. Recordando o discurso de Jorge La Pira, em 1960, Francisco lamentou o ressurgimento de um infantilismo “prepotentemente nas seduções da autocracia, nos novos imperialismos, na difusa agressividade, na incapacidade de lançar pontes e começar pelos mais pobres”. Ele também manifestou tristeza por habituarmo-nos a pensar com a lógica da guerra.


“E é triste ver como o entusiasmo pela paz, surgido depois da II Guerra Mundial, se debilitou nas últimas décadas, bem como o percurso da comunidade internacional, com alguns poderosos que avançam por conta própria à procura de espaços e zonas de influência. E assim não só a paz, mas também muitas questões importantes, como a luta contra a fome e as desigualdades, foram efetivamente canceladas das principais agendas políticas”.

Durante a oração do Angelus, convidou a pedir a intercessão de Nossa Senhora rezando pela paz, “pensando na tragédia humanitária da atormentada Ucrânia, ainda sob os bombardeamentos desta guerra sacrílega”. O Papa motivou a não nos cansarmos de rezar e ajudar quem sofre.


No retorno a Roma, Francisco comentou sobre a viagem e respondeu aos questionamentos dos jornalistas sobre a guerra na Ucrânia. Para ele, “a guerra é sempre uma crueldade, uma coisa desumana, que vai contra o espírito humano, eu não digo cristão, humano”. Esse espírito é o de Caim, segundo Francisco, o espírito ‘Caimista’ de matar ao invés da paz. Recordando os esforços pela paz no pós-guerra, no século passado, o pontífice disse que “fomos teimosos como humanidade”: “Somos apaixonados pelas guerras, pelo espírito de Caim”.

Ele ainda pontuou a disponibilidade de visitar a fronteira da Polônia com a Ucrânia e continuar os esforços pelo cessar fogo: “Estou disposto a fazer tudo o que precisa ser feito, e a Santa Sé, especialmente o lado diplomático, o cardeal Parolin e dom Gallagher, estão fazendo tudo, mas tudo, não se pode publicar tudo o que eles fazem, por prudência, por confidencialidade, mas estamos no limite do nosso trabalho”.

Com informações e imagens de Vatican News e Vatican Media



Comissão para a Liturgia sugere músicas para Missa do Crisma

 Fonte - https://noticias.cancaonova.com/

Subsídio com sugestões de músicas para a Missa matutina da Quinta-feira Santa, a missa do Crisma, foi disponibilizado pela CNBB

Da Redação, com CNBB


A Missa do Crisma, é realizada na Quinta-feira Santa na catedral de cada diocese. Consiste em dois pontos fundamentais: a Bênção dos Santos Óleos, e a Renovação das Promessas Sacerdotais. / Foto: Reprodução Vatican News



A Igreja no Brasil recebeu sugestões de músicas para a Missa matutina da Quinta-feira Santa, a Missa




A Igreja no Brasil recebeu sugestões de músicas para a Missa matutina da Quinta-feira Santa, a Missa do Crisma. As canções foram oferecidas pelo setor Música Litúrgica da Comissão episcopal para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil ( CNBB).

Foram indicadas músicas para abertura, o salmo responsorial, a aclamação ao Evangelho a apresentação das oferendas, a Comunhão e para o louvor final. Cada música sugerida traz comentários que foram preparados pelo colaborador do setor, Eurivaldo Silva Ferreira, e respectivamente partituras e áudios, que também foram oferecidos por outros colaboradores do Setor Música Litúrgica.

A partir da oferta desse material, o Setor pretende colaborar para que as dioceses brasileiras possam celebrar bem esse momento da Igreja que se aproxima, a Páscoa, que é o ápice do Ano Litúrgico.



A lista de músicas está disponível no site da CNBB.