sexta-feira, 6 de maio de 2022

NOTÍCIA DO PAPA FRANCISCO - E SANTO DO DIA 6 DE MAIO

 


São Domingos Sávio, padroeiro dos adolescentes e das mulheres grávidas


Adolescente e leigo [1842-1857] – 15 anos

Padroeiro dos jovens, adolescentes e das mulheres grávidas.

Nascimento
Domenico Sávio, para nós, Domingos Sávio, ou simplesmente Sávio, foi um adolescente fruto do Sistema Preventivo de Dom Bosco. Uma comprovação provinda diretamente do Oratório de Valdocco (Oratório de São Francisco de Sales), ventre de toda a missão dos SDBs (Salesianos de Dom Bosco). Sávio nasceu em 2 de abril de 1842, na Itália, na região de Castelnuovo de Asti em Morialdo. Filho de Carlo Sávio e de Brígida Rosa, uma família simples e pobre, mas com fecunda fé cristã: “Todos os desvelos e preocupações dos pais tinham em mira a formação cristã do filho, que desde essa época era o enlevo do seu coração. A natureza dotara-o de uma índole admirável e de um coração inclinado à piedade”.

Introdução cristã
Sávio teve a graça de já criança receber e até mesmo ter uma compreensão da vivência da fé cristã. Apesar de já vir com certa naturalidade a uma vida cristã, ele não teria crescido tão rapidamente na santidade, se não fosse a sua abertura para as orientações e ações de seu pai espiritual, Dom Bosco. Ele, de fato, foi um tecido nas mãos do alfaiates para fazer um belo terno para Jesus.

Um belo tecido
É esta disposição de um querer a santidade que faz Domingos Sávio ser tão atual. A santidade é a resposta do chamado cristão que reflete em sua realidade, em sua história, e não descarta a si mesmo nem aquilo que acontece em sua volta. Os santos são frutos de sua época. Podemos imitar Domingos? Sim, podemos. Mas não podemos fazer exatamente aquilo que ele fazia ou ser uma cópia, precisamos adaptar para a nossa realidade, e essa readaptação se faz, novamente, em abertura ao Espírito Santo. Sávio nos mostra a importância dessa abertura. Quando se encontrou pela primeira vez com São João Bosco, isso em outubro de 1854, colocou-se à disposição de um alfaiate para poder ser uma pessoa melhor. Podemos ver esse diálogo, narrado por Dom Bosco, desse modo:

“(…) Depois de uma conversa bastante prolongada, antes de eu chamar o pai, disse-me estas textuais palavras:

-Então, que lhe parece? Leva-me para Turim, para eu poder estudar?

-Parece-me que o tecido é bom.

-E para que pode servir este tecido?

-Para fazer um belo terno para oferecer ao Senhor.

-Por conseguinte, seu sou o tecido, seja V. Revª. o alfaiate; leve-me consigo e faça um belo terno para Nosso Senhor.

-Receio que a tua frágil saúde não dê para aguentar os estudos.

-Não tenho medo. Deus, que até hoje me deu saúde e graça, também há de ajudar-me daqui em diante.”

E, assim, o diálogo e o encontro dos dois santos foram acontecendo. Sávio colocou-se à disposição da graça de Deus. Além disso, nos mostra como é importante caminhar com o “acompanhante de viagem” (diretor espiritual) para buscar a santidade. O caminho de santidade não tem como se fazer sozinho, é preciso de um amigo da alma, alguém que nos conheça e nos ajude nesse propósito, pois ele também conhecerá o tecido que tem e saberá qual é a melhor forma de bordar. É um caminho de autocompreensão, de como deve seguir e ser santo, conforme seu perfil chamado, vocação… Sávio demonstra abertura.

Escolha pela santidade
Domingos Sávio escolheu buscar a santidade, sabia que tinha seus limites e sabia que tinha pecado. É, por isso, que ele buscava a Misericórdia, pois nela somos no Amor.

Cada santo tem uma certa receita para percorrer a santidade, obviamente todos se baseiam no Evangelho, em Jesus Cristo. Mas cada um vai adaptando ao seu estilo de ser, assim como Beato Carlo Acutis também fez sua lista, o nosso Domingos também fez. Em sua primeira eucaristia, isso aos 7 anos de idade, ele fez a sua primeira lista, e aqui aparece a sua tão famosa frase:

1- Confessar-me-ei frequentemente e farei a comunhão todas as vezes que o confessor me der licença.
2 – Quero santificar os dias festivos.
3 – Os meus amigos serão Jesus e Maria.
4 – Antes morrer do que pecar.

Escolher a santidade é escolher a radicalidade do evangelho. É seguir a fala de Jesus: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me” (Mateus 16, 24). É exatamente isso que Sávio escolhe ao pensar no antes morrer que pecar, ele não está querendo a morte em primeira mão, ele está querendo seguir a Cristo e ir para o Céu, mas, para isso, ele se disponibiliza por inteiro, dá a sua vida e, se for preciso, entregar-se na cruz. Recordemos que esse “dá a sua vida” acontece no nosso dia a dia, no nosso cotidiano, é aí que a santidade acontece, não pensemos que seremos santos no dia para o outro, ela passa por um processo educativo, ela passa pelas ações da nossa vida e também em nossas limitações e amadurecimentos.

Sávio escreveu esses 4 pensamentos aos 7 anos de idade, mas foi amadurecendo esses propósitos com o tempo e auxílio de Dom Bosco. Em Valdocco pôde dizer “Aqui a santidade consiste em estarmos sempre alegres”.

Aprendeu que não é preciso fazer coisas extraordinárias para ser santo, basta fazer bem as coisas ordinárias com muito amor, é oferecer aquilo que acontece no ordinário: ter paciência, suportar o calor, o frio, o vento e a chuva, o cansaço do trabalho, os incômodos, o ônibus cheio ou o trânsito parado, a educação dos filhos, os estudos. Enfim, tudo o que fazemos no nosso dia a dia e que, muitas vezes, esquecemos que pode ser via de santificação.

Paciência e exercício
Sávio era um típico camponês italiano, tinha uma personalidade forte, teve de ser moldado, assim como foram São Francisco de Sales e São João Bosco. Domingos teve de ter paciência, teve de se conhecer para ser santo.

Quando ainda era pequeno e morava com seus pais, tendo chegado uma visita sem avisar, na hora do jantar, colocando-se à mesa e comendo como “um porcalhão” (pensamento esse de Sávio), Domingos apenas se levantou e saiu; depois, os seus pais chamaram a sua atenção dizendo que era muita falta de educação se retirar da mesa sem a autorização dos pais e ainda com visita. Mas Sávio rebateu falando que não se sentia bem à mesa com alguém que não reza e que comia como um animal… Seu pai concordou, mas disse então que devemos ajudar os outros com paciência, e não simplesmente se afastando.

Num outro momento, já em Valdocco, tendo praticamente a função de um jovem líder do Oratório, viu que um dos meninos começou a brigar e falava muitos palavrões e, como de costume, interviu na situação, mas a situação terminou diferente: o brigão respondeu à correção de Sávio dizendo para ele não se intrometer na vida dos outros e, dizendo isso, lhe deu um soco nele. Domingos caiu no chão e seus amigos queriam defendê-lo, mas, o nosso santo respondeu: “Não façam isso, vocês não sabem o quanto que me segurei para não revidar o soco nele”. Somente uma pessoa que se conhece bem e que é maduro o suficiente pode agir dessa maneira. Mas Sávio não parou por aí, o agressor viu em suas ações uma verdade, que o levava a uma alegria autêntica. E, por meio dessas ações do santo, o agressor se converteu, buscou os sacramentos e se tornou um grande amigo de Domingos Sávio, e ainda o ajudou na epidemia de cólera que aconteceu em Turim.

É o que São João Paulo II disse em uma homilia em 1997, na paróquia romana de São Domingos Sávio: “Como São Domingos Sávio, sede todos missionários do bom exemplo, da boa palavra, da boa ação em casa, com os vizinhos e com os colegas de trabalho. Em todas as idades, com efeito, pode-se e deve-se testemunhar Cristo! O empenho do testemunho cristão é permanente e cotidiano”.

Domingos, um grande amigo
A amizade é um presente importante e nela aprendemos a ver o dom especial de Deus. Sávio teve grandes amigos, como o Beato Miguel Rua, que foi o primeiro sucessor de Dom Bosco; o Cardeal Missionário Giovanni Cagliero; os amigos da Companhia da Imaculada; Camilo Gávio (foi para esse amigo que Sávio disse que a santidade consistia em estar sempre alegres e fazer bem as coisas); e João Massaglia (ambos faleceram ainda jovens). Todos e muitos outros foram presentes na vida de Sávio. Por amar tanto os seus amigos, chorou dias após a morte de seu melhor amigo, Massaglia. Recordou o próprio Dom Bosco: “Ao perder aquele amigo, Domingos ficou profundamente contristado e, embora resignado à vontade de Deus, chorou-o durante muitos dias. Foi esta a primeira vez que vi aquele semblante angélico entristecer-se e chorar de dor. O único conforto que teve foi rezar e pedir que rezassem pelo amigo”.

Entrega de sua vida a Deus
Domingos Sávio se despediu do Oratório, de seus amigos e de Dom Bosco com muito sentimento, não queria ir para a casa de seus pais para tratar a tuberculose, ele queria morrer ali no Oratório. Mas, mesmo assim, disse aos seus amigos: “Adeus, queridos companheiros, adeus a todos. Rezai por mim. Espero que voltemos a ver-nos no Céu, onde estaremos para sempre com o Senhor”.

Chegara o dia 9 de março de 1857, Domenico Sávio, disse sua última frase: “Oh! Que belas coisas estou vendo”. Sávio entregou sua breve vida, um pequeno que se fez grande em meio aos seus amigos, ajudando a cada um a ser o melhor que poderia ser em seu cotidiano. A sua vida, pode-se dizer, reflete aquela oração que fez no dia de sua morte:

“Senhor, a liberdade eu dou a Vós, Eis as minhas forças, o meu corpo, mais tudo eu Vos dou, pois tudo é Vosso, ó Deus, na vossa vontade eu me abandono.”

Padroeiro das mulheres grávidas
Sávio é dado como padroeiro das mulheres grávidas por te ajudado à sua mãe no parto de seu irmãozinho que estava com dificuldade de nascer. Ambos estavam quase morrendo, quando Domingos chegou, de surpresa, na casa de seus pais, e foi direto para onde estava sua mãe em trabalho de parto. Já havia passado horas, mas o bebê não nascia, e isso colocava em risco a vida da mãe e do bebê. Então, Sávio pegou uma medalha de Nossa Senhora, deixou na cama, saiu, e colocou-se a rezar. Milagrosamente, seu irmão nasceu bem e sua mãe recuperou a força. Sávio foi embora. E todos se perguntavam como que ele ficou sabendo daquela situação, se ninguém mandou avisa-lo. Sua mãe Brígida, ao achar a medalha deixada por seu filho, fez a promessa de que sempre passaria para aquelas mulheres que pudessem ter dificuldades no parto ou na gestação, para que Nossa Senhora possa também cuidar delas. Essa tradição perdura até hoje, tanto que, na casa onde Domingos nasceu, há diversas roupas de bebês, como símbolo de agradecimento por sua intercessão.

Um santo jovem
São Domingos Sávio é, até o momento, o santo (não mártir) mais jovem que já foi canonizado pela igreja. A sua canonização ocorreu no dia 12 de junho de 1954, pelo Papa Pio XII onde disse “Desdobra-se nele com espanto as formas maravilhosas das inspirações da graça, uma adesão constante e sem reservas às coisas do céu… Na escola de seu Mestre espiritual, o grande Dom Bosco, ele aprendeu como a alegria de servir a Deus e fazê-lo amado pelos outros pode se tornar um poderoso meio de apostolado”.

A minha oração
E, a seu exemplo, podemos dizer com fé a oração que temos em sua liturgia: “Ó Deus, fonte e doador de todo bem, em São Domingos Sávio destes aos adolescentes um exemplo admirável de piedade e de pureza. Concedei-nos, também a nós, crescer como filhos, na alegria e no amor até a plenitude de Cristo. Que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo. Amém”.

São Domingos Sávio Rogai por nós!





NOTICIAS DO PAPA







O Papa, numa cadeira de rodas, saúda uma religiosa  presente na audiência da UISG ( Vatican Media)


O Papa às religiosas: caminhem ao lado dos irmãos e irmãs feridos de hoje "À luz destes dois discípulos de Jesus, Pedro e Maria Madalena, contemplem e deixem Jesus olhar para vocês e transformá-las, e da mesma forma vocês poderão colocar-se a serviço da humanidade. De sua própria fragilidade, libertas dos espíritos que as perturbam, serão capazes de iluminar seus passos para uma proclamação esperançosa do Evangelho": disse o Papa Francisco ao receber esta quinta-feira, 5 de maio, as religiosas da União Internacional das Superioras Gerais (UISG)



Raimundo de Lima - Vatican News

Fonte : https://www.vaticannews.va/




"Convido vocês, que têm a missão específica de animar a vida de suas congregações e acompanhar o discernimento em suas comunidades, a entrarem nesta cena do lava-pés, percorrendo este caminho da Igreja, e a viverem sua autoridade como serviço."

Foi a exortação do Santo Padre ao receber em audiência no final da manhã desta quinta-feira, 5 de maio, na Sala Paulo VI, no Vaticano, as religiosas da União Internacional das Superioras Gerais (UISG), que estão realizando em Roma, de 2 a 6 de maio, sua 22ª Assembleia Plenária.

Em seu discurso entregue às religiosas, o Papa partiu do tema escolhido para esta Assembleia, "Abraçar a vulnerabilidade no caminho sinodal", para deter-se sobre alguns pontos e oferecer algumas chaves para o discernimento delas.
Abraçar a vulnerabilidade

Particularmente, Francisco destacou duas cenas do Evangelho que lhe vieram à mente – disse ele - ao pensar sobre este tema de "abraçar a vulnerabilidade". A primeira é quando Jesus lava os pés de Pedro na Última Ceia:

Ao sair ao seu encontro, o Filho de Deus se coloca em uma posição vulnerável, na posição de servo, mostrando como a vida de Jesus só pode ser compreendida através do serviço. Junto com Pedro, a Igreja aprende de seu Mestre que, para poder dar sua vida a serviço dos outros, ela é convidada a reconhecer e aceitar sua própria fragilidade e, a partir daí, a curvar-se à fragilidade dos outros.

A vida religiosa hoje também reconhece sua vulnerabilidade, mesmo se às vezes a aceita com dificuldade, ressaltou o Pontífice. "Estávamos acostumados a ser significativos por nossos números e por nossas obras; a ser relevantes e socialmente considerados. A crise que estamos atravessando nos fez sentir nossas fragilidades e nos convida a assumir nossa minoria. Tudo isso nos convida a recuperar a atitude que o Filho de Deus tem para com o Pai e para com a humanidade, a de ‘tornar-se um servo’."
Exercer a autoridade evangelicamente

Não se trata de uma questão de servidão, observou Francisco. "Abaixar-se não é retirar-se nas próprias feridas e inconsistências, mas abrir-se ao relacionamento, a uma troca que dignifica e cura, como fez com Pedro, e a partir da qual começa um novo caminho com Jesus."

À luz dos sinais dos tempos, prosseguiu, que ministérios o Espírito nos pede? Que mudanças o Espírito exige de nós na forma como vivemos o serviço da autoridade? – interpelou o Santo Padre.

Não tenham medo nesta busca por novos ministérios e novas formas de exercer a autoridade evangelicamente. Que não seja uma busca teórica e ideológica - ideologias mutilam o Evangelho - mas uma busca que parta do aproximar-se dos pés da humanidade ferida e caminhar ao lado de irmãos e irmãs feridos, começando pelas irmãs em suas comunidades, exortou Francisco.
Colocar-se a serviço da humanidade

A segunda cena destacada pelo Santo Padre, falando de vulnerabilidade, tem como protagonista Maria Madalena. "Ela sabe muito bem o que significa passar de uma vida desordenada e frágil para uma vida centrada em Jesus e no serviço do anúncio", disse Francisco.

À luz destes dois discípulos de Jesus, Pedro e Maria Madalena, contemplem e deixem Jesus olhar para vocês e transformá-las, e da mesma forma vocês poderão colocar-se a serviço da humanidade. De sua própria fragilidade, libertas dos espíritos que as perturbam, serão capazes de iluminar seus passos para uma proclamação esperançosa do Evangelho.
O caminho sinodal

Por fim, o Papa dedicou a última parte de seu discurso ao caminho sinodal, à contribuição que a Igreja espera da vida religiosa no caminho sinodal da Igreja, e sobre qual é o seu serviço como superioras neste caminho.

"Se o sínodo é sobretudo um momento importante de escuta e discernimento, a contribuição mais importante que vocês podem dar é participar da reflexão e do discernimento, pondo-se em atitude de escuta do Espírito e abaixando-se como Jesus para encontrar o irmão em sua necessidade. E isto através das diversas mediações previstas neste momento - como mulheres consagradas, nas paróquias, nas dioceses - enriquecendo a Igreja com seus carismas."

Conto com vocês, queridas irmãs, para acompanhar o povo santo de Deus neste processo sinodal, como especialistas na construção da comunhão, na promoção da escuta e do discernimento. O ministério de acompanhamento é urgente.



Francisco concluiu encorajando-as a seguirem adiante, abençoando as superioras gerais e suas comunidades a particularmente os membros mais vulneráveis e pedindo orações.


Notícia de DOM JACINTO - LANÇAMENTO DO LIVRO INICIAÇÃO A VIDA CRISTÃ COM INSPIRAÇÃO CATECUMENAL

 


BOM SABER

Viajaram o Pároco da Catedral Nossa Senhora das Dores, o Padre Klerbet Carvalho, o bispo de Teresina Dom Jacinto de Brito para a cidade de  Roma Itália.


LANÇAMENTO


Autora Aldecy com Iamara, Zé Filho e sua linda esposa Margareth


 O lançamento do livro Iniciação à vida Cristã  com inspiração Catecumenal, aconteceu hoje  dia 6 de Maio, no Paulo VI, na Frei Serafim,  às 19 horas, com os autores Aldecy Teixeira Dantas, Irmão Marcos Epifanio Barbosa Lima, SJ.

O lançamento reuniu milhares de catequistas padres, irmãs religiosas, parentes e amigos dos autores; e para finalizar o padre Gonçalo que está substituindo o Bispo Dom Jacinto que está em viagem à Roma, enfatizou preciosas palavras sobre o livro recém-lançado e que os autores estão de parabéns.

Edmilson coordenador arquidiocesano da arquidiocese de Teresina.



 




MENSAGENS PARA  CATEQUISTA   ALDECY


Me lembrei do que padre Gonçalo disse ontem, sobre se preparar.

Maravilha, final de semana repleto de aprendizados.

Obrigada Aldecy, você é realmente nossa mentora.

Deus abençoe cada dia mais você e os seus.🙌🏼🙏🏻🙌🏼🌹


Grande a nossa alegria por ver  posto no livro nossos encontros se materializando nesta obra na qual vai ajudar muitos catequistas a trabalhar uma catequese programada com a finalidade de levar a arder muitos corações de alegria por descobrir e encontrar nosso Deus maravilhoso em seu filho único Jesus .


 Paz e Bem  







Santo do dia 5 de Maio

 

Beato Gregório Frackowiak, mártir guilhotinado por amor aos irmãos e a Cristo




Religioso [1911 – 1943] 42 anos

Origens

Boleslao Franckowiak nasceu em Lowecice, na Polônia, em 18 de julho de 1911 em uma família numerosa. Depois de concluir os estudos elementares na escola pública, ingressou no seminário menor dos Missionários do Verbo Divino em Bruczkow e, tendo amadurecido sua vocação religiosa, ingressou no noviciado da congregação em Gorna Grupa em 8 de setembro de 1930. Dois anos depois, como irmão coadjutor, fez votos religiosos.

Vida religiosa
Na religião, leva o nome de irmão Gregorio. Em 1938 e na mesma data da Natividade da Virgem Maria, faria os votos perpétuos.

Apostolado e missão
Seu trabalho era na gráfica da congregação como encarregado da encadernação. Ele foi designado para a casa de Gorna Grupa quando, ocupada pela Polônia pelos nazistas. Eles a converteram em um centro de detenção para padres e religiosos presos.

Vida detenta
Os padres de sua comunidade também foram presos, mas não os irmãos, que receberam permissão para sair. Mas o irmão Gregorio preferiu ficar para atender os presos. Uma vez que os presos foram levados para os campos de concentração, o irmão Gregorio teve que deixar Gorna Grupa e retornar à sua cidade natal.

Ardor evangelizador
Dedicou-se a preparar secretamente as crianças para a primeira comunhão e ensinar o catecismo a quantos podia, bem como levar secretamente a comunhão aos doentes e a muitas outras pessoas. Os alemães o forçaram a trabalhar na gráfica Jarocin.

Martírio
Seu martírio aconteceu quando ele enfrentou a responsabilidade por lençóis patrióticos clandestinos que haviam circulado e pelos quais muitas pessoas que ele queria salvar foram presas. Preso em setembro de 1942, passou por várias prisões até ser levado para Dresden e aqui foi guilhotinado em 5 de maio de 1943. Seu zelo apostólico, sua dedicação ao bem de todos e sua primorosa caridade lhe valeram o apreço de todos. Foi beatificado em 13 de junho de 1999.

A minha oração

“Senhor Jesus, que o meu amor a Cristo e aos meus irmãos me deem a coragem de entregar-me a Ti inteiramente.”

Beato Gregório Frackowiak, rogai por nós!

LANÇAMENTO DO LIVRO iNICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ

 

O lançamento do livro Iniciação à vida Cristã  com inspiração Catecumenal, acontecerá amanhã dia 6 de Maio, no Paulo VI, na Frei Serafim,  às 19 horas, com os autores Aldecy Teixeira Dantas, Irmão Marcos Epifanio Barbosa Lima, SJ

quarta-feira, 4 de maio de 2022

SANTO DO DIA 4 DE MAIO

 


São Floriano

 
Rogai, por nós!

Pertenceu a um grupo de militares que servia ao império romano. O imperador era Diocleciano que, influenciado por um genro, passou a ter um grande preconceito e ódio ao Cristianismo, a ponto de estabelecer um edito onde dizia que a Palavra de Deus escrita devia ser queimada, e os cristãos, quando identificados, precisavam oferecer sacrifícios aos ‘deuses’ em sinal de adoração.

Muitos optavam por testemunhar Jesus até o último instante a renunciar sua fé no Cristo. Outros, para salvar a própria pele, abandonavam a Igreja, Jesus e a comunidade. A opção de Floriano foi pelo amor a Cristo.

A ordem do Imperador chegou até ele e, em nome de 40 soldados cristãos, ele manifestou-se, denunciando toda aquela ignorância e injustiça. Aquilino, que devia defendê-los, pois comandava o pelotão, ao contrário, entregou todos aqueles militares. E aqueles soldados tiveram que optar pelo imperador ou por Cristo. Para servir a Cristo, é preciso testemunhá-Lo. E a perseguição não demora a vir.

Floriano teve uma corda amarrada ao seu pescoço e foi lançado ao rio para morrer afogado. E todos os outros soldados também foram martirizados.

São Floriano, rogai por nós!

CATEQUESE A fé não é "coisa de velho", merece respeito e honra, diz Papa

 

Na Catequese desta quarta-feira, 4, Francisco pediu aos idosos que busquem viver com coerência e não pautados pela hipocrisia; Vocês são exemplos para os jovens, disse

Da redação, com Vatican News



Papa Francisco junto aos fiéis reunidos na Praça São Pedro para a Catequese desta quarta-feira, 4/ Foto: REUTERS/Yara Nardi

A fé merece respeito e honra. No ciclo de catequeses sobre a velhice, o Papa Francisco propôs nesta quarta-feira, 5, um episódio envolvendo o personagem bíblico Eleazar.

O Pontífice recordou que um decreto do rei Antíoco Epífanes obrigava os judeus a comer carne imolada aos ídolos. Os executores do decreto, pela amizade que nutriam por Eleazar, sugeriam-lhe fingir que a comia, mas sem realmente o fazer; deste modo teria a vida salva.

“Uma hipocrisia religiosa”, definiu o Santo Padre. “Afinal – insistiam eles – era um gesto mínimo, insignificante. Não é assim! – retorquiu Eleazar”.
Idosos: exemplo para os jovens

Francisco pontuou que um idoso que concordasse em considerar irrelevante a prática da fé, levaria os jovens acreditar que a fé não tem verdadeira relação com a vida, tratando-se apenas de um conjunto de atitudes e costumes que poderiam, em caso de necessidade, ser simulados ou disfarçados.

Tal comportamento não honraria a fé, mesmo diante de Deus, e o efeito desta banalização seria devastador para os jovens, sublinhou o Papa.

Leia mais

.: Na Catequese Papa fala da herança de fé dos idosos

Segundo o Pontífice, uma pessoa idosa, que tivesse vivido os seus dias na coerência da fé e agora aceitasse fingir, levaria a nova geração a pensar que tal fé não tem uma relação com a vida, que era uma ficção, uma cobertura externa que poderia ser abandonada com a desculpa de manter a fé dentro de si mesma.
A fé merece respeito e honra

A antiga gnose heterodoxa, “que está na moda em muitos centros de espiritualidade”, teorizava precisamente isto, indicou o Santo Padre: que a fé é uma espiritualidade, não uma prática; uma força da mente, não uma forma de vida.

“A fé é outra coisa”, disse Francisco, sobretudo aquela cristã, que é realística. “A fé cristã não é só dizer o Credo”, acrescentou, é pensar, sentir e fazer o Credo. É agir com as mãos. E nunca pode ser reduzida a um conjunto de regras alimentares ou práticas sociais, argumentou.

“A fé merece respeito e honra até ao fim: mudou a nossa vida, purificou a nossa mente, ensinou-nos a adoração a Deus e o amor ao próximo. É uma bênção para todos! Toda a fé, não somente uma parte.”
A fé não é “coisa de velho”

O Papa prosseguiu frisando que a não se podemos trocar a fé por um punhado de dias tranquilos, como testemunhou Eleazar. “Com humilde firmeza demonstraremos, precisamente na velhice, que acreditar não é ‘coisa de velhos’. Não! É coisa de vida!”, concluiu Francisco.

O Pontífice se dirigiu diretamente aos idosos: “Por favor, olhemos para os jovens. Eles nos olham, não se esqueçam disto. (…) E a nossa coerência pode abrir uma estrada de vida belíssima a eles. E o contrário, uma eventual hipocrisia, fará tanto mal. Rezemos uns pelos outros. Que Deus abençoe todos os idosos.”

Guarda Suíça: melhores condições de alojamento para cumprir a missão

 Fonte https://www.vaticannews.va/


Assinado nesta quarta-feira (4), no Vaticano, o Memorando de Entendimento entre a Secretaria de Estado da Santa Sé e a "Fundação pela renovação do alojamento da Guarda Suíça Pontifícia do Vaticano" para renovar as instalações onde fica o corpo militar do Papa. Segundo o cardeal Parolin, "um novo começo depois da Covid".



Salvatore Cernuzio - Cidade do Vaticano

Um edifício de inegável valor histórico, que remonta aos pontificados de Pio IX (1846-1878) e Pio XI (1922-1939), patrimônio da Unesco, o alojamento da Guarda Suíça está sendo renovado para garantir melhor acomodação aos membros e familiares do menor exército do mundo. Na manhã desta quarta-feira (4), na Sala dos Tratados do Palácio Apostólico, foi assinado o Memorando de Entendimento entre a Secretaria de Estado da Santa Sé e a "Fundação pela renovação do alojamento da Guarda Suíça Pontifícia do Vaticano".
A assinatura do acordo

O secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, assinou o acordo na manhã desta quarta-feira (4). Com ele na ocasião, estavam o secretário geral do Governatorado do Estado da Cidade do Vaticano, Irmã Raffaella Petrini; monsenhor Luigi Roberto Cona, assessor para Assuntos Gerais da Secretaria de Estado; e Fabio Gasperini, secretário geral da APSA. Representando a Fundação estavam Jean-Pierre Roth e Stephan Kuhn, respectivamente o presidente e o vice-presidente; Denis Knobel, embaixador da Confederação Suíça junto à Santa Sé; e o coronel Christoph Graf, comandante da Guarda Suíça. O documento foi assinado no contexto das celebrações do juramento de 36 novos recrutas, programado para a próxima sexta-feira, 6 de maio, dia em que se comemoram os 147 guardas que caíram na batalha, durante o "Saco de Roma" em defesa de Clemente VII.


Os trabalhos nas instalações dos guardas irão começar no final das celebrações do Jubileu de 2025. Massimiliano Menichetti, chefe de redação da Rádio Vaticano/Vatican News, questionou o cardeal Parolin sobre come se chegou a essa assinatura do acordo:

A assinatura do Memorando representa uma etapa importante de um caminho empreendido desde o final de 2016, visando a modernização dos edifícios que compõem o atual alojamento, para adaptá-lo às novas normas habitacionais e também de acordo com critérios ecológicos. Para esse fim, foi criada na Suíça, uma Fundação ad hoc que, de acordo com as autoridades da Santa Sé, apresentou um projeto preliminar ao Santo Padre em outubro de 2020. A pandemia ofereceu tempo adicional para reflexão, durante o qual se desenvolveu a convicção de que seria difícil prever o início dos trabalhos antes do Jubileu de 2025. Ao mesmo tempo, percebeu-se que o projeto preliminar precisava ser melhor elaborado, tendo em vista os laços históricos, artísticos e paisagísticos aos quais o alojamento está sujeito, sem descuidar das obrigações da Santa Sé decorrentes da inscrição da Cidade do Vaticano na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO.


Qual o valor deste Memorando de Entendimento?


O Memorando de Entendimento é uma declaração de intenções destinada a orientar claramente as medidas a serem tomadas posteriormente. Pode-se dizer que a assinatura de hoje é um verdadeiro novo começo após a pausa imposta pela Covid. E a decisão de colocar esse ato no contexto das celebrações solenes do juramento dos novos Guardas Suíços expressa, de maneira muito concreta, o quanto nos preocupamos com o Corpo da Guarda Suíça e o precioso serviço que vem prestando há quase 500 anos para proteger o Santo Padre.


Toda a Cidade do Vaticano é Patrimônio da Humanidade da da UNESCO desde 1984, e muitos são os laços históricos e artísticos. Quais são os próximos passos?


Antes de mais nada, o projeto preliminar será finalizado. Isto é necessário devido ao valor histórico do atual alojamento, cujas construções remontam aos pontificados de Pio IX e Pio XI. A preservação das fachadas externas será um elemento essencial para isso, assim como a restrição de altura imposta pela Colunata de Bernini. Um outro elemento é a necessidade de proteger e valorizar os importantes monumentos vizinhos, em particular o Passetto di Borgo com a Porta Sancti Petri, e as provas arqueológicas da necrópole romana. Mesmo que 2026 pareça muito distante, as medidas a serem tomadas requerem um roteiro que deverá incluir a aprovação do projeto final e, em conformidade com a lei vaticana sobre a transparência e o código de compras, a adjudicação das obras e a abertura do canteiro com a consequente recolocação temporária da Guarda.


Os custos de renovação do alojamento serão cobertos inteiramente pelos doadores?


Sim, o apoio do povo suíço ao projeto do novo alojamento tem sido caracterizado até agora por uma grande generosidade. Até o momento, a maior parte da soma prevista pela Fundação foi assegurada na forma de doações e promessas contratuais de doação. A Santa Sé agradece ao Conselho Federal da Confederação Suíça, aos Cantões, às comunidades eclesiais, assim como às numerosas fundações e doadores privados por seu compromisso. Nossa gratidão também se estende a todos aqueles que trabalharam e continuarão a trabalhar para animar a campanha de arrecadação de fundos, sabendo que esse esforço tornará possível proporcionar à Guarda, a suas famílias e a todos aqueles que a assistem melhores condições de moradia para a realização da nobre missão deles.

terça-feira, 3 de maio de 2022

SANTO DO DIA 3 DE MAIO

 


São Filipe e São Tiago, discípulos e apóstolos escolhidos pessoalmente por Jesus




A Igreja celebra dia 3 de maio a memória dos apóstolos São Filipe e São Tiago, companheiros leais de Nosso Senhor, escolhidos por Ele para propagar o Evangelho por todo o mundo. Pouco se sabe sobre a vida desses dois apóstolos além do que consta nos Evangelhos, nos Atos dos Apóstolos e em algumas Cartas do Novo Testamento.

São Tiago
Os Evangelhos citam dois apóstolos chamados Tiago: um, comumente chamado de “Tiago Maior”, era o irmão São João e filho de Zebedeu, enquanto o outro, identificado como “filho de Alfeu”, natural de Nazaré, portanto, conterrâneo de Jesus, é uma figura sobre quem pairam algumas dúvidas quanto à identidade. Isso porque com frequência ele também é identificado como “Tiago, o Menor”, que seria filho de Maria de Cléofas e primo de Jesus. Este Tiago Menor teve papel fundamental na Igreja de Jerusalém – foi o seu primeiro bispo –, especialmente ao dizer (cf. At 15,13) que os pagãos podiam ser acolhidos na Igreja sem antes ter de se submeter à circuncisão. Além disso, São Paulo diz que Jesus apareceu especificamente para ele (cf. 1 Cor 15,7) e o nomeia uma das colunas da Igreja (cf. Gl 2,9). A esse mesmo Tiago Menor é atribuída a Carta que leva seu nome, na qual consta a conhecidíssima afirmação de que “a fé sem obras é morta”.

O famoso historiador judeu Flávio José relata a informação mais antiga sobre a morte de São Tiago. Ele narra que o Sumo Sacerdote Anano, filho de Anás, aproveitou o intervalo entre a deposição de um Procurador romano e a chegada do seu sucessor para decretar a pena de morte de Tiago por lapidação, no ano de 62.

São Filipe
Filipe era natural de Betsaida, mesma terra de Pedro e André. Apesar de sua origem hebraica, seu nome é grego, o que, indica uma abertura cultural que, ressalta o Papa Bento XVI, não se deve subestimar. Os momentos em que Filipe é citado nos Evangelhos são pontuais, mas significativos: São João diz que ele foi chamado por Jesus e, tendo encontrado Natanael, diz-lhe (Jo 1,45-46):

– Encontramos aquele sobre o qual escreveram Moisés, na Lei, e os Profetas: Jesus, filho de José, natural de Nazaré.

– De Nazaré pode sair alguma coisa boa? – perguntou Natanael.

– Vem e verás, replica Filipe, demonstrando, conforme aponta o Papa Bento XVI em catequese específica sobre esse apóstolo, as características da verdadeira testemunha, que “não se contenta em propor o anúncio, como uma teoria, mas interpela diretamente o interlocutor, sugerindo-lhe que faça ele mesmo uma experiência pessoal do que foi anunciado”.

Filipe aparece novamente por ocasião da multiplicação dos pães, quando Jesus lhe pergunta onde eles comprariam pão para alimentar aquela multidão. Filipe responde de maneira sensata, considerando o número de pessoas ali presentes, dizendo que duzentos denários – ou seja, duzentas vezes o valor da diária de um trabalhador – não bastariam para que cada um comesse um pedaço. Jesus ter se dirigido a Filipe demonstra que ele era uma figura de destaque entre os discípulos, o que é reforçado pelo fato de que ele sempre aparece em quinto lugar nas listas dos apóstolos.

Antes da Paixão de Cristo, Filipe é procurado por alguns gregos, que lhe pediram para ver Jesus (Jo 12,20-22). Muito possivelmente o próprio Filipe falava grego, motivo pelo qual os estrangeiros o procuraram. Por fim, Filipe aparece recebendo uma espécie de reprimenda do Senhor, quando, na Última Ceia, Jesus dissera que conhecê-lo significava conhecer também o Pai (Jo 14,7-11). Filipe replica pedindo: “Senhor, mostra-nos o Pai, e isso basta!”, ao que Jesus responde: “Há tanto tempo estou convosco e não me conheces, Filipe? Quem me viu, viu o Pai: Como pedes que te mostre o Pai? Não crês que estou no Pai e o Pai em mim?”

Após a morte de Jesus e o recebimento do Espírito Santo, certamente Filipe creu que quem via Jesus via o Pai, tanto que se tornou um grande evangelizador, tendo anunciado Cristo na Grécia e na Frígia, onde acabou encontrando a morte – pela crucifixão ou lapidação.

O que aprendemos com os dois apóstolos
São Filipe e São Tiago foram privilegiados porque conviveram de perto com Jesus, foram catequizados, formados pelo Senhor. Não podemos esquecer, contudo, que muitos dos discípulos de Jesus não suportaram seus ensinamentos e o abandonaram, como narrado por São João. A santidade desses dois apóstolos não vem do fato de eles terem sido chamados por Jesus e convivido com Ele, mas pela maneira como eles corresponderam ao chamado, desapegando-se da sua vida por amor ao Senhor, gastando a própria vida para anunciar Jesus e, por fim, perdendo a própria vida para ganhá-la, como ensinou seu Divino Mestre.

Minha oração
São Filipe e São Tiago, vós convivestes com tanta proximidade com Jesus. São Tiago, talvez tu brincaste com Nosso Senhor quando éreis crianças, talvez fostes à sinagoga juntos aprender a Lei de Deus. Vós fostes formados pelo Mestre, ouvistes dele tantos ensinamentos, partilhastes o pão, partilhastes também as perseguições e preocupações!

Peço-vos que me ensine, a mim, que só vi a Cristo sob o véu dos sacramentos, a perseverar no seguimento do Evangelho.

Peço-vos que me ajudeis a ter a coragem de me lançar na evangelização, sem medo dos perigos, das censuras, da humilhação.

Peço-vos que rogueis para que eu esteja sempre atento para ajudar aqueles que querem conhecer Jesus como tu estiveste, São Filipe.

Peço-vos vossa intercessão para que eu seja firme na defesa da verdade como tu sempre foste, São Tiago.

Peço-vos auxílio para nunca ter uma fé apenas da boca para fora, mas sim uma fé sustentada pelas obras, uma fé de quem realmente conheceu a Cristo e se converteu.

Uno-me, por fim, à Igreja, que hoje reza:

“Ó mártires ilustres,
faróis de tanta luz,
na fé e na esperança,
já vemos a Jesus.

E um dia em plena glória,
então sem véu algum,
vejamos face a face
o Deus que é trino e um!”

São Filipe e São Tiago, apóstolos de Nosso Senhor Jesus Cristo, rogai por nós!

Papa frisa importância da oração neste mês dedicado à Virgem Maria

 Fonte https://noticias.cancaonova.com/


Em tweet, Francisco destaca que Maria ensina que a oração é a melhor arma da vida cristã


Da redação

Foto: REUTERS/Alessandro Bianchi



Em sua conta oficial no twitter (@pontifex_pt), o Papa Francisco frisou nesta segunda-feira, 2, a importância da oração.

“Neste mês dedicado à Virgem Maria, aprendamos Dela que a #oração é a melhor arma da vida cristã: sem uma oração perseverante, nenhuma vitória sobre o mal é possível”, escreveu.

O tweet veio para reforçar o pedido feito pelo próprio Pontífice após o Angelus deste domingo, 1º de maio:

“Ao iniciar hoje o mês dedicado à Mãe de Deus, gostaria de convidar todos os fiéis e as comunidades a rezarem o Terço todos os dias de maio pela paz”.
Oração

O incentivo para que os fiéis intensifiquem a vida de oração é uma das marcas do pontificado de Francisco, principalmente no mês de maio.

No ano passado, inclusive, a Igreja viveu durante o mês mariano uma maratona de oração pelo fim da pandemia.

Foram 30 dias de oração que envolveu 30 santuários em todos os continentes. A cada dia, o terço foi rezado de um santuário. Aqui do Brasil, a oração foi conduzida pelo Santuário Nacional de Aparecida.

A conclusão desta iniciativa aconteceu nos Jardins Vaticanos. O Santo Padre rezou o terço diante da imagem de Nossa Senhora Desatadora de Nós, da qual é muito devoto.

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O Papa: restabelecer a ponte forte entre jovens e idosos - #Vale a pena lê

 Matéria de 5 dias atrás



fonte https://www.vaticannews.va/pt/p



Francisco disse que o Livro de Rute "contém também um valioso ensinamento sobre a aliança das gerações: onde a juventude se mostra capaz de dar novo entusiasmo à idade madura, quando a juventude dá novo entusiasmo aos idosos, a velhice se mostra capaz de reabrir o futuro para a juventude ferida".



Vatican News

O Papa Francisco deu continuidade ao ciclo de catequeses sobre a velhice na Audiência Geral, desta quarta-feira (27/04), realizada na Praça São Pedro. "Noemi, a aliança entre gerações que abre o futuro" foi o tema deste encontro semanal.

A catequese de Francisco foi inspirada no "maravilhoso Livro de Rute, uma preciosidade da Bíblia", que "ilumina a beleza dos laços familiares: gerados pela relação de um casal, mas que vão além do vínculo do casal. Em comparação com o Cântico dos Cânticos, o Livro de Rute é como o outro painel do díptico do amor nupcial. Tão importante como essencial, celebra o poder e a poesia que devem habitar os laços de geração, parentesco, dedicação e fidelidade que envolvem toda a constelação familiar".
Valioso ensinamento sobre a aliança das gerações

Sabemos que os clichés sobre os laços de parentesco criados pelo matrimônio, especialmente entre sogra e nora, falam contra esta perspectiva. Mas, precisamente por esta razão, a palavra de Deus torna-se preciosa. A inspiração da fé pode abrir um horizonte de testemunho que vai contra os preconceitos mais comuns, um horizonte que é precioso para toda a comunidade humana. Convido-os a redescobrir o livro de Rute! Especialmente na meditação sobre o amor e na catequese sobre a família.

A seguir, o Papa disse que "este pequeno livro contém também um valioso ensinamento sobre a aliança das gerações: onde a juventude se mostra capaz de dar novo entusiasmo à idade madura, quando a juventude dá novo entusiasmo aos idosos, a velhice se mostra capaz de reabrir o futuro para a juventude ferida".
Os mundos são de novo pacificados

"No início, a idosa Noemi, embora movida pelo afeto das noras, viúvas dos seus dois filhos, é pessimista quanto ao seu destino num povo que não é o seu. Ela encoraja afetuosamente as jovens viúvas a regressarem às suas famílias para reconstruírem a própria vida", disse o Papa. "Movida pela dedicação de Rute, Noemi sairá do seu pessimismo e até tomará a iniciativa, abrindo um novo futuro para Rute. Ela instrui e encoraja Rute, a viúva do seu filho, a conquistar-se um novo marido em Israel. Booz, o candidato, mostra a sua nobreza, defendendo Rute dos homens seus empregados. Infelizmente, este é um risco que também se verifica hoje", sublinhou Francisco.

"O novo matrimônio de Rute é celebrado e os mundos são de novo pacificados. As mulheres de Israel dizem a Noemi que Rute, a estrangeira, vale “mais de sete filhos” e que o matrimônio será uma “bênção do Senhor”. Noemi, que era amargurada, dizia que o seu nome era amargura, revive, renasce e na sua velhice conhecerá a alegria de desempenhar um papel na geração de um novo nascimento", disse ainda o Papa, acrescentando:

Vejam quantos “milagres” acompanham a conversão desta idosa! Ela se converte ao compromisso de se tornar disponível, com amor, para o futuro de uma geração ferida pela perda e em risco de abandono. As frentes de recomposição são as mesmas que, de acordo com as probabilidades desenhadas pelos preconceitos do senso comum, deveriam gerar fraturas insuperáveis. Em vez disso, a fé e o amor permitem que sejam superados: a sogra supera o ciúme do próprio filho amando o novo vínculo de Rute; as mulheres de Israel superam a desconfiança em relação ao estrangeiro; a vulnerabilidade da jovem sozinha, perante o poder do homem, reconcilia-se com uma relação cheia de amor e respeito.
A sogra: mãe de seu cônjuge, avó de seus filhos

"Tudo isso porque a jovem Rute persistiu em ser fiel a um vínculo exposto ao preconceito étnico e religioso", frisou o Papa, que a propósito da sogra disse:

Hoje, a sogra é um personagem mítico, a sogra, não digo que pensamos nela como o diabo, mas sempre se pensa nela de maneira ruim. A sogra é a mãe do seu marido, é a mãe da sua esposa. Pensemos hoje nesse sentimento um pouco impregnado de que a sogra quanto mais longe melhor. Não! Ela é mãe, é idosa. Uma das coisas mais bonitas das avós é ver os netos, quando os filhos têm filhos, elas revivem. Olhem bem a relação que vocês têm com suas sogras e se às vezes são um pouco especiais, elas lhe deram a maternidade do seu cônjuge, lhe deram tudo. Ao menos as façam felizes, que continuem sua velhice com felicidade. E se têm algum defeito que seja corrigido. Digo também a vocês sogras: cuidado com a língua, porque a língua é um dos pecados mais feios das sogras. Tenham cuidado!

A seguir, o Papa recomendou aos jovens que conversem "com seus avós, que conversem com os idosos e que os idosos conversem com os jovens". "Devemos restabelecer esta ponte forte, há uma corrente de salvação e felicidade ali. Que o Senhor nos ajude desta forma a crescer em harmonia nas famílias, aquela harmonia construtiva que vai do idoso ao jovem, aquela bela ponte que devemos proteger e conservar", concluiu.

segunda-feira, 2 de maio de 2022

O Papa: farmacêuticos "ponte" entre cidadãos e serviço de saúde

 

Fonte https://www.vaticannews.va/pt/papa/




Ao receber a Federação Internacional dos Farmacêuticos Católicos nesta segunda-feira (02) o Papa recordou a importância dos profissionais considerados “uma ponte” entre os cidadãos e o serviço de saúde e que “podem ajudar muito para promover uma verdadeira 'vida saudável', que não seja um privilégio de poucos, mas ao alcance de todos”



Jane Nogara - Vatican News

Na manhã desta segunda-feira (02) o Papa Francisco recebeu na Casa Santa Marta no Vaticano os dirigentes da Federação Internacional dos Farmacêuticos Católicos. O Papa iniciou sua saudação pedindo desculpas pelo local do encontro devido ao seu problema no joelho e a conselho médico não pode se deslocar muito. Recordando que a Associação de Farmacêuticos Católicos, assim como todas “nossas associações eclesiais estão sempre abertas a todos e ao serviço de todos, naturalmente de acordo com os princípios da moral cristã, baseada na dignidade da pessoa humana”.


“A pandemia da covid-19 – continuou o Papa - colocou os farmacêuticos na linha de frente. Os cidadãos, muitas vezes perdidos, encontraram em vocês um ponto de referência para assistência, conselho, informação e também, como bem sabemos, para poder realizar rapidamente os testes necessários para a vida e as atividades diárias”.



“Parabenizo a Federação porque foi capaz de ver esta crise como uma oportunidade e relançou o valor do compromisso associativo, que é típico da tradição católica”

Em seguida Francisco reiterou o papel social dos farmacêuticos, considerados como “uma ponte” entre os cidadãos e o serviço de saúde. Em um contexto de pandemia, continuou, "o serviço de saúde colocado à dura prova, senão paralisado, pode levar a mais desconforto, mais sofrimento e, infelizmente, a mais danos à saúde. Neste contexto, os farmacêuticos dão uma dupla contribuição para o bem comum: aliviam a carga sobre o sistema de saúde e diminuem as tensões sociais".



“Para as pessoas é muito importante o aspecto da proximidade, do conselho, da familiaridade que deveria ser inerente de uma assistência à saúde sob medida para o homem”

E continuou sua saudação com outro aspecto com valor social e cultural, que seria “a contribuição que os farmacêuticos podem dar para a conversão a uma ecologia integral”. Explicando: “Todos somos chamados a aprender um estilo de vida que respeite mais o ambiente em que Deus nos colocou, da nossa casa comum. E este estilo de vida também inclui uma forma saudável de comer e de viver em geral. Penso que os farmacêuticos também podem ‘criar cultura’ nesta área, promovendo uma maior sabedoria para levar uma vida saudável”.

Para aprofundar este ponto Francisco recordou da tradição milenar europeia dos mosteiros, acrescentando: “hoje, graças a Deus, essas raízes podem ser enriquecidas com o conhecimento e as práticas de outras culturas, como as do Oriente, ou as dos povos nativos das Américas".



“Eu diria que vocês farmacêuticos podem nos ajudar a desmascarar os enganos de um falso bem-estar e a nos educar para um verdadeiro "viver bem", que não seja um privilégio de poucos, mas ao alcance de todos”

Concluindo disse: "o viver bem", no sentido de não viver a boa vida; mas viver em consonância com o meio ambiente, em consonância com o universo, com todos.

SANTO DO DIA 2 DE MAIO

 


S. ATANÁSIO, BISPO DE ALEXANDRIA NO EGITO E DOUTOR DA IGREJA


Atanásio foi Bispo de Alexandria, no Egito, por 46 anos. Durante o Concílio de Niceia, foi a única voz da ortodoxia a se levantar contra o Arianismo desenfreado, que negava o dogma da Santíssima Trindade. Não era teólogo, mas, teve como mestre Santo Antônio abade. Santo Atanásio faleceu no ano 373.

SANTO ATANÁCIO, ROGAI POR NÓS!

domingo, 1 de maio de 2022

Santo do dia 1 de Maio

 

São José Operário 

Fonte https://www.wemystic.com.br/santo-d

São José Operário é protetor e exemplo para todos os trabalhadores e a Igreja cristianizou o dia 01 de maio na Praça de São Pedro, na presença de mais de 200 mil pessoas que com alegria gritavam: “Viva Cristo trabalhador, vivam os trabalhadores, viva o Papa!” O Papa, em 1955, deu aos trabalhadores um protetor e modelo: São José, o operário de Nazaré. Assim, este tornou-se o santo do dia de hoje.

Protetor da Igreja Universal, o santíssimo São José assumiu o compromisso de não deixar que nenhum único trabalhador de fé – fosse ele do campo, indústria, autônomo ou não, homem ou mulher – esquecesse-se de que Maria e Jesus estão sempre ao seu lado.

Nesta festa do trabalho, a Igreja deu seu parecer – autorizada pelo Papa Pio XII – sobre o esforço humano que é capaz de gerar, dar luz e fazer crescer as obras que são produzidas pelo homem: “Queremos reafirmar, em forma solene, a dignidade do trabalho a fim de que inspire na vida social as leis da equitativa repartição de direitos e deveres.”

A Bíblia reconhece que o santo do dia de hoje é um homem justo e nas santas escrituras se lê: “Seja qual for o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como para o Senhor, e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a herança como recompensa… O Senhor é Cristo” (Col 3,23-24).





Papa Francisco: que o trabalho seja digno






Papa Francisco: que o trabalho seja digno Trabalho digno para todos e em todos os lugares, defendeu o Papa neste Dia de São José Operário. De modo especial, falou dos jornalistas que se arriscam para noticiar as chagas da humanidade.



Vatican News

No Dia de São José Operário, festa do trabalhador, o Papa Francisco renovou seu apelo para que em todos os lugares e para todos "o trabalho seja digno".

As palavras do Pontífice foram pronunciadas ao final da oração do Regina Coeli deste primeiro de maio. E ao mundo do trabalho, exortou a fazer crescer uma "economia de paz". De modo especial, o Papa fez uma homenagem a todos os operários mortos na realização do seu ofício: "Uma tragédia muito comum, talvez demasiadamente comum".
Ouça a reportagem completa com a vo

Francisco citou ainda uma categoria especial de trabalhadores: os jornalistas. No dia 3 de maio, a Unesco promove o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa:

"Presto homenagem aos jornalistas que pagam pessoalmente para servir este direito", disse o Papa, citando dados alarmantes. No ano passado, 47 jornalistas foram mortos e mais de 350 encarcerados.



“Um agradecimento especial àqueles que, com coragem, nos informam sobre as chagas da humanidade.”





I DE MAIO DIA FO TRABALHADOR

Celebração da Acolhida e da apresentação a Comunidade

Hoje aconteceu a celebração de acolhida e apresentação a comunidade.


Os não batizados(catecumenos) foram assinalados na testa(fronte), receberam a cruz e todas os catequisandos um a um chamados pelo padre, receberam a Bíblia.

Não houve fotos, para  documentar.