quarta-feira, 25 de maio de 2022

SANTO DO DIA 25 DE MAIO

 Fonte:


Santa Maria Madalena de Pazzi


Religiosa carmelita [1566-1607]Infância



Catarina, nome recebido em seu batismo, nasceu em Florença, na Itália, no dia 2 de abril de 1566. Desde pequena, o seu amor por Cristo e pela Santíssima Virgem eram visíveis: agarrava-se à sua mãe com extraordinário ardor quando esta voltava para casa após ter comungado, mas se ela não comungara, sua filha não tinha as mesmas expansões.

Antes mesmo que aprendesse a ler, foi favorecida com o dom da oração e, com apenas sete a oito anos, já se confessava com um jesuíta, padre Rossi. Aos dez anos, recebeu a primeira comunhão e, a partir disso, consagrou a Deus a sua virgindade.

Esposa de Cristo

Desde então, considerou-se como esposa de Cristo e teve em si um grande desejo de dar-se aos sofrimentos por amor ao seu divino Esposo. Era a própria vida de Jesus na cruz que lhe inspirava, todos os dias, uma nova mortificação.

Pretendida

Com apenas 15 anos, Catarina já era pretendida por muitos, devido ao seu nascimento no seio de uma nobre família, à sua beleza e à sua fortuna, mas sobretudo à sua virtude. Seus pais, como também eram muito virtuosos e viam na filha uma vocação muito patente, acolheram o voto que tinha feito de ser religiosa e de nunca ter outro esposo senão o Cristo.

Virgem carmelita

No ano de 1582, escolheu entrar no carmelo, porque ali as religiosas comungavam todos os dias. Ingressou, então, com pouco mais de 16 anos, no convento de Santa Maria dos Anjos, onde, depois de alguns combates, deixaria o nome de batismo pelo de Madalena. A sua profissão se realizou na festa da Santíssima Trindade, com tal amor para com Deus, que esteve em êxtase por horas.

Transportes de amor

Viveu experiências místicas impressionantes, onde eram comuns os êxtases durante a penitência, oração e contemplação, originando extraordinárias visões proféticas. Em alguns transportes de amor, corria por toda a casa, com o rosto abrasado, dizendo: “Eu vivo, eu vivo, mas não sou eu que vivo, é Jesus Cristo que vive em mim”.

Enfermidades e purificação da alma

Muitas foram as mortificações vividas por Santa Maria Madalena de Pazzi, mas a purificação de sua alma aconteceu nas provações e tentações vividas, por cinco anos, quando experimentou a escuridão e a aridez espiritual.

Também suas dores e enfermidades, começadas já no início de sua vida monacal, aumentavam dia após dia e não se compreendia como um corpo tão fraco podia resistir a tantos males. Suportou tudo sem nenhuma queixa, entregando-se exclusivamente à Paixão de Jesus.

Páscoa

Sofreu com várias enfermidades até que entrou no Céu, com 41 anos, no dia 25 de maio de 1607. Faleceu no convento de Santa Maria dos Anjos, que hoje leva o seu nome.

Beatificada pelo Papa Urbano VIII, no ano de 1626, foi inserida no catálogo dos Santos, em 1669, pelo Papa Clemente IX. Seu lema foi: “Padecer, Senhor, e não morrer!”.

A minha oração

“Meu Senhor e meu Deus, eu quero um amor tão ardente e entregue por Ti como o de Santa Maria Madalena de Pazzi. Ensinai-me a viver todos os processos de enfermidades e provações sempre com a esperança e a paz interior de que, por Teu amor e por Tua presença, tudo vale a pena sofrer. Eu também quero poder proclamar que és Tu, meu Cristo, quem vive em mim e não mais eu e as minhas vontades.”

Santa Maria Madalena de Pazzi, rogai por nós!

Padre Amarildo Pontes recebe o título de Cidadão Piauiense

 

Fonte: https://diariopiaui.com


Por Redação


O padre Amarildo Pontes, páraco da igreja de Nossa Senhora de Guadalupe, no bairro Esplanada, zona Sul de Teresina, recebeu o título de Cidadão Piauiense nesta quarta-feira (25) em solenidade na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi).

A proposição do título de cidadania ao sacerdote foi da deputada estadual Teresa Britto (PV), que ressaltou que conheceu o padre Amarildo quando era capelão do 25 BC.

“Conheci o padre Amarildo quando era capelão do Exército Brasileiro. Depois fez um trabalho de evangelização na Arquidiocese de Teresina. Atualmente, exerce um trabalho maravilhoso à frente da Paróquia de Nossa Senhora de Guadalupe, no bairro Esplanada”, destaca.

O padre Amarildo Pontes, pároco da igreja de Nossa Senhora de Guadalupe, no bairro Esplanada, zona Sul de Teresina, agradeceu a honraria.

“Este é um momento ímpar, fruto da colaboração de muitas pessoas, amigos e amigas, que somaram para a realização”, disse.

Padre Amarildo é natural do estado do Rio Grande do Norte.

Também receberam o título de cidadania na Assembleia Legislativa o Pe. Paulo Fernandes, Diácono Artur e a Irmã Denise.Irmã Denise, Pe. Paulo Fernandes, Diácono Artur, padre Amarildo e a deputada Teresa Britto

Da Redação

Caminhada da Fraternidade será no dia 11 de junho em Teresina; veja onde comprar a camisa no valor de R$ 25,00.

 


Caminhada da Fraternidade será no dia 11 de junho em Teresina; veja onde comprar a camisa
Este ano, a Caminhada da Fraternidade será realizada na tarde de sábado e não nas manhãs de domingo como era antes




Com o tema “Alegria, nossos passos cheios de amor”, a 27ª Caminhada da Fraternidade está marcada para ocorrer no dia 11 de junho em Teresina. O evento é promovido pela Arquidiocese de Teresina, por meio da Ação Social Arquidiocesana (ASA).

Há 27 anos a Caminhada da Fraternidade beneficia os serviços desenvolvidos pela ASA que são voltados para as pessoas carentes da capital do Piauí como idosos, crianças em situação de risco, pessoas em situação de vulnerabilidade, ou atingidas por diferentes formas de violência. Neste ano, a expectativa é que o evento continue inspirando solidariedade e estendendo o laço fraterno com aqueles que mais necessitam.

NOVIDADES

A 27° Caminhada da Fraternidade será realizada com algumas novidades em relação aos anos anteriores. Antes realizada nas manhãs de domingo, esta edição vai acontecer na tarde de sábado (11/06), com concentração prevista para às 16h, no adro Igreja de São Benedito. Após a missa, terá início o percurso que seguirá até a Arena do Teresina Shopping, onde os caminheiros poderão participar do show com a banda católica Colo de Deus.

CAMISAS À VENDA

As camisas personalizadas da Caminhada da Fraternidade já estão à venda em vários pontos de Teresina. Para fazer a aquisição, basta procurar as paróquias que possuem estoque ou o Bazar Central, localizado na sede da Ação Social Arquidiocesana (Centro Pastoral Paulo VI). Cada camisa pode ser comprada no valor de R$ 25,00.

“Nesse ano, optamos pela venda apenas da camisa para deixar o valor mais acessível, tendo em vista que percebemos que os outros produtos que antes eram disponibilizados sofreram uma alta no custo de produção. Foi uma decisão pensada para que esse valor não fosse repassado para o nosso kit e, consequentemente, para as pessoas que desejam participar”, explicou o padre Isaías Pereira, coordenador da Caminhada da Fraternidade.


Fonte: Com informações da Arquidiocese de Teresina

Dom Martinelli: a fraternidade humana, um ato profético que convida à paz em todos os lugares



Dom Martinelli: a fraternidade humana, um ato profético que convida à paz em todos os lugares
Algumas semanas antes do início da sua missão como vigário apostólico da Arábia do Sul, a entrevista de dom Paolo Martinelli ao Vatican News: vou trabalhar numa realidade eclesial intercultural, e o documento assinado em Abu Dhabi será um dos critérios para viver a vida de fé em harmonia.


Alessandro De Carolis - Vatican News

Ele nasceu num contexto específico para dar um novo horizonte à relação entre cristianismo e islamismo, mas afirma um valor universal que hoje também pode favorecer de forma crucial a paz na Europa, interrompida pela guerra. A ênfase, que também é um desejo, chega através do novo vigário apostólico da Arábia do Sul, dom Paolo Martinelli, o bispo que deixou o ministério como vigário episcopal na arquidiocese de Milão no início deste mês para gradualmente mergulhar na nova realidade.


LEIA TAMBÉM
02/05/2022


E qual tem sido a sua abordagem para a parte da Igreja e das relações inter-religiosas que o Papa lhe confiou?

"Eu tentei me aprofundar ainda mais do que esta tarefa significa. E agora houve mais algumas oportunidades para ouvir também o meu antecessor, dom Paul Hinder, e os outros membros da Casa dos Bispos de Abu Dhabi. Tentamos procurar ter uma visão da situação neste Vicariato Apostólico. Entendo que é uma realidade muito complexa, muito variada, mas também me parece muito promissora, muito bonita e significativa para a Igreja de hoje. Uma Igreja composta inteiramente de fiéis migrantes que estão ali para trabalhar, e nós, como realidade eclesial, devemos servi-los, sua fé, seu estar ali, seu habitar aquele território, certamente não um território fácil, mas que dá uma chance de trabalhar. Por outro lado, há o confronto diário com a realidade do Islã. Não só é uma Igreja composta por fiéis que vêm de tantos países, de culturas diferentes, mas até mesmo os próprios padres são provenientes de muitos países diferentes. A outra realidade a considerar é ali está o lugar onde o Papa Francisco assinou o Documento de Abu Dhabi três anos atrás junto com o Grão Imame de Al-Azhar. Portanto, acho que também temos um pouco de tarefa para preservar a memória deste ato profético que realizaram, cuja importância certamente é ainda maior agora do que era há três anos."

É compreensível que ainda seja cedo, dada a sua recente nomeação, mas o Documento sobre a Fraternidade Humana de alguma forma já direcionou o seu ministério?

"Eu viajarei para Abu Dhabi no final de junho, onde haverá uma missa para iniciar meu ministério. Depois haverá também um encontro com as autoridades civis, portanto certamente haverá uma oportunidade de entrar em contato mais direto com eles. Parece-me que a comunidade cristã já está tentando tomar o evento do Documento sobre a Fraternidade Humana como um critério importante para viver a própria fé, as relações dentro daquele contexto social. Da minha parte, considero esse um tema particularmente significativo hoje, não apenas para aquela terra, mas parece-me que este evento que ocorreu ali tenha algo a dizer ao mundo inteiro neste momento."

A Europa está lidando com uma guerra que tem perturbado todos os arranjos geopolíticos do continente. Qual é a sua percepção sobre isso na área onde o senhor foi chamado para servir?

"Parece-me que a história daqueles países (árabes), as boas relações que estão sendo estabelecidas nos últimos anos, nos dizem, diante de um acontecimento tão dramático e perturbador, a importância da mensagem que o Papa está dando tanto em relação à guerra, quanto, sobretudo, na promoção das relações de fraternidade. Este é um tema inevitável, devemos tê-lo em mente e é o que precisamos para enfrentar e sair de uma crise internacional de proporções tão devastadoras. Se realmente não assumirmos um espírito de fraternidade, se não o tornarmos uma mensagem difundida na cultura, penso que estamos realmente caminhando para uma situação cada vez mais complexa da qual será muito difícil nos erguermos."


Quase poderíamos dizer uma mensagem para "exportar", como se a terra onde nasceu o Documento sobre a Fraternidade Humana pudesse enviar uma mensagem para outra terra onde neste momento a fraternidade foi totalmente destruída...

"Exatamente. É interessante que tenha nascido naquele contexto, assim, na relação entre cristianismo e islamismo, mas precisamente afirmou algo que é importante para cada homem e mulher de nosso tempo."

O seu ministério como vigário apostólico da Arábia do Sul está para começar nestas semanas. Como metas a curto e médio prazo, o senhor tem algum ponto em particular que acredita que deve ser desenvolvido em sua missão?

"Tentando estudar um pouco as atividades que são realizadas pelo Vicariato Apostólico, certamente existe esta rede paroquial que permite responder a uma grande necessidade que nossos fiéis têm. E isso certamente é algo que deve ser consolidado, levado adiante, onde o território o permita, serenamente. Certamente minha mente, meu coração, desde o início, foi muito para a realidade do Iêmen, que faz parte do Vicariato e que, neste momento e durante anos, vem experimentando uma situação de conflito muito forte. Penso nas Irmãs de Madre Teresa que sofreram a perda de quatro de suas irmãs, justamente porque não queriam sair daquele lugar, apesar das ameaças, porque sentiam o dever da fé, da vocação de cuidar dos deficientes a elas confiados. Depois há outra coisa que me impressiona e que acho interessante desenvolver: encontrei a presença de muitas escolas promovidas pelo Vicariato também com a colaboração de alguns institutos religiosos. Isso me parece algo tradicional no Oriente Médio: lugares escolares como ponto de encontro intercultural e até inter-religioso, já que muitos dos que frequentam essas escolas são muçulmanos. Parece-me algo que merece ser desenvolvido: o lugar onde se aprende a ter relações positivas com pessoas que trazem diferenças culturais e religiosas, que podem construir uma vida boa para todos."


terça-feira, 24 de maio de 2022

SANTO DO DIA 24 DE MAIO

 

Nossa Senhora Auxiliadora, a patrona da Canção Nova e devoção de Dom Bosco



Introdução na ladainha
O título de Auxiliadora remonta ao século XVI, quando a expressão “Auxiliadora dos Cristãos” foi introduzida na Ladainha de Nossa Senhora pelo Papa São Pio V, após a vitória dos cristãos sobre os muçulmanos na batalha nas águas de Lepanto, em 1571.

A festa
A festa de Nossa Senhora Auxiliadora foi instituída pelo Papa Pio VII, após retornar da França, onde ficou preso por Napoleão Bonaparte, por cinco anos. Seu retorno se deu no dia 24 de maio de 1814. O Papa atribuiu sua libertação a Nossa Senhora Auxiliadora e fixou a data de 24 de maio para a sua festa.

Quem, realmente, difundiu esse título e devoção foi Dom Bosco. Vejamos um pouco o caminho de sua devoção mariana.

Dom Bosco e a devoção
Dom Bosco, desde pequeno, aprendeu com a sua mãe a ter grande confiança em Nossa Senhora. Mamãe Margarida, sua mãe, sempre interrompia o pesado trabalho no campo para saudar a Virgem Maria. A hora do Angelus era para ela um momento de encontro com Deus e de memória da Anunciação de Maria.

Em 1824, quando tinha nove anos, teve o primeiro sonho profético, em que lhe foi manifestado o campo do seu futuro apostolado. Neste sonho, o menino Joãozinho ouviu a voz misteriosa do Senhor que dizia: “DAR-TE-EI A MESTRA” e logo apareceu uma Senhora de aspecto majestoso. Sem saber de quem se tratava, Joãozinho perguntou quem era ela e obteve a resposta: “Eu sou Aquela que sua mãe ensinou a saudar três vezes ao dia”.

A Basílica
No ano de 1862, Dom Bosco iniciou a construção, em Turim, de uma grande Basílica dedicada a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos. “Nossa Senhora deseja que a veneremos com o título de AUXILIADORA: vivemos em tempos difíceis e necessitamos que a Santíssima Virgem nos ajude a conservar e defender a fé cristã”.

Com a construção da Basílica de Maria Auxiliadora de Turim, Dom Bosco quis erguer um monumento eterno do seu amor e gratidão a Virgem Mãe Auxiliadora. “Maria Santíssima é minha Mãe”- dizia ele – “Ela é minha tesoureira. Ela foi sempre a minha guia”.

Em suas conferências, Dom Bosco procurava demonstrar a importância da presença materna de Nossa Senhora. Fazia com que refletissem que é importante que ela seja honrada porque é Mãe de Deus, Mãe de Jesus Cristo e nossa mãe.

Família Salesiana
Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de Auxiliadora. Vários dos seus escritos retratam o amor por Maria Santíssima: “Recomendai constantemente a devoção a Nossa Senhora Auxiliadora e a Jesus Sacramentado”. “Diante de Deus declaro: Basta que um jovem entre numa casa salesiana para que a Virgem Santíssima o tome imediatamente debaixo de sua especial proteção”. Dom Bosco confiou à Família Salesiana a propagação dessa devoção que é, ao mesmo tempo, devoção à Mãe de Deus, à Igreja e ao Papa.

Cultivemos esta devoção mariana, deixada a nós como herança religiosa por Dom Bosco.

Nossa Senhora Auxiliadora dos cristãos rogai, por nós!

segunda-feira, 23 de maio de 2022

SANTO DO DIA 23 DE MAIO

 


São João Batista de Rossi





Sacerdote – [1698 – 1764]Fundador



João Batista de Rossi fundou a “Pia União de Sacerdotes Seculares”, que foi dirigida por ele durante alguns anos. Como desejava obras ainda mais abundantes, também fundou e dirigiu a Casa de Santa Gala, destinada para homens carentes e, depois, a Casa de São Luiz Gonzaga, para mulheres necessitadas.

Origens

Ele nasceu em Voltagio, na província de Gênova, Itália, no dia 22 de fevereiro de 1698. Aos dez anos de idade, foi trabalhar para uma família muito rica, em Gênova, como pajem. Três anos depois, foi chamado para morar em Roma com seu primo Lourenço Rossi, que já era sacerdote.

Estudos

Estudou Filosofia no Colégio Romano dos jesuítas, prosseguiu com êxito nos estudos e, depois, concluiu o curso de teologia com os Dominicanos de Minerva, onde conquistou muitos conhecimentos teológicos que lhe foram preciosos, para, mais tarde, ser um bom pregador e confessor de almas. Foi ordenado em 1721, aos 23 anos.

Vocação aos necessitados e ao Sacramento da Reconciliação

Seu santo de devoção era São Luiz Gonzaga, por isso, buscava seguir seu exemplo de vida em sua missão apostólica. Seu objetivo era acolher os mais necessitados, os doentes, encarcerados, pobres e pecadores. E isto ele fazia, principalmente, na direção de suas almas: “Eu não sabia o caminho mais curto para ir ao paraíso, mas agora já sei: é dirigir os outros na confissão… quanto bem aí se pode fazer!”, ele disse certa vez. Tornou-se famoso confessor e foi, inclusive, o padre confessor das Irmãs da Caridade.

Morte e canonização

Morreu no dia 23 de maio de 1764, com sessenta e seis anos após ser vencido por uma doença. Tão pobre, não tinha dinheiro para pagar pelo funeral, que foi pago graças aos devotos que o amavam e eram gratos a ele. Foi canonizado pelo papa Leão XIII no ano de 1881.

A minha oração

“São João Batista, ao senhor, que suportou as enfermidades sendo suporte e sustento às almas necessitadas, peço que interceda por mim para que eu também receba a graça de sofrer com paciência todas as adversidades que me surgirem pelo meu caminho. E peço ainda que rogue por todo clero à fim de que se dediquem com o mesmo amor, fé e piedade pela salvação e conforto das almas através do Sacramento da Penitência. Amém.”

São João Batista de Rossi, rogai por nós!

PRORROGADAS ATÉ O DIA 30 DE MAIO AS INSCRIÇÕES PARA OS PRÊMIOS DE COMUNICAÇÃO DA CNBB; ENTREGA OCORRERÁ EM CURITIBA (PR)

 Fonte:




NTREGA OCORRERÁ EM CURITIBA (PR)

23/05/2022
COMUNICAÇÃO, DESTAQUE 1, PRÊMIOS DE COMUNICAÇÃO




As inscrições para a 54ª Edição dos Prêmios de Comunicação da CNBB foram prorrogadas até às 9h do dia 30 de maio. Poderão ser inscritos os trabalhos realizados entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2021. Pelo segundo ano consecutivo será entregue o Prêmio Pastoral Kerigma, exclusivo para trabalhos da Pastoral da Comunicação e o Prêmio Para Francisco, exclusivo para trabalho de mestrado e doutorado. A premiação de 2022 marca o retorno presencial da entrega dos prêmios, que será realizada em Curitiba (PR).


“Estamos prorrogando as inscrições para possibilitar que mais comunicadores tenham oportunidade de mostrar seus trabalhos. Ficamos um ano sem realizar a entrega dos prêmios e em 2021 fizemos uma cerimônia com presença apenas on-line dos finalistas’, explica o coordenador dos Prêmios, Rafael Alberto.

Segundo Rafael Alberto, a premiação de 2022 marca o retorno presencial da entrega dos prêmios, que será realizada em Curitiba (PR) e contará com show da cantora Adriana Arydes:


“Esse momento de viagem e confraternização também faz parte do reconhecimento que a CNBB quer dar a esses comunicadores que ajudam a construir uma sociedade mais justa, denunciando situações de desrespeitos a dignidade humana, por exemplo”.

De acordo com o arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, os prêmios de comunicação da CNBB são uma “especial homenagem às boas ações no campo da comunicação. Um reconhecimento à área e, sobretudo, aos seus profissionais, tão fundamentais para que tenhamos uma sociedade mais justa, solidária e fraterna”, disse.
As inscrições para as sete categorias podem ser feitas até às 9h do dia 30 de maioMargarida de Prata – cinema;
Microfone de Prata – produções radiofônicas;
Clara de Assis – televisão;
Dom Helder Câmara – reportagens e trabalhos jornalísticos;
Dom Luciano Mendes de Almeida – sites, blogs, aplicativos e redes sociais;
Pastoral Kerigma – trabalhos da Pascom-Brasil;
Papa Francisco – teses de doutorado e dissertações de mestrado

Os trabalhos devem ter sido realizados entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2021. A Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB, com aprovação da Presidência da CNBB, poderá outorgar “Menção Honrosa Irmã Doroty Stang” a pessoas ou trabalhos do mundo da comunicação que se destacarem na promoção de valores humanos e cristãos.

A divulgação do nome dos finalistas de cada categoria será realizada durante o 7º Encontro Nacional da Pascom, que acontece de 22 a 24 de julho, no mosteiro de Itaici, em São Paulo (SP). A transmissão da cerimônia de entrega, que este ano será produzida pela TV Evangelizar, será dia 20 de novembro.



Inscrições

Para realizar a inscrição – até o dia 30 de maio (9h) – basta acessar o seguinte endereço: premios.cnbb.org.br
Os Prêmios de Comunicação da CNBB

Os Prêmios de Comunicação foram criados pela CNBB com o objetivo de oferecer um reconhecimento público da Igreja Católica Apostólica Romana ao trabalho meritório de profissionais da comunicação social nos diversos meios que apresentaram suas obras e se distinguiram pelo serviço à dignidade humana e aos valores do Evangelho.

Eles também têm por objetivo estimular, fomentar e reconhecer as boas iniciativas de trabalho jornalístico e cultural provenientes de todo o país nas áreas do Cinema, Rádio, Televisão, Imprensa e Internet, bem como do campo da pesquisa acadêmica em comunicação e iniciativas da Pastoral da Comunicação.

Concessão da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, os Prêmios têm caráter exclusivamente cultural e não se vinculam a nenhuma modalidade de sorteio ou a qualquer exigência de pagamento pelos concorrentes, tampouco estão condicionados à aquisição ou ao uso de quaisquer bens, direitos ou serviços. Eles serão entregues aos profissionais autores dos trabalhos que são apresentados para a seleção.

30ª ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DO CNLB REGIONAL NORDESTE 4 ELEGE NOVA PRESIDÊNCIA PARA TRIÊNIO 2022-2025

 Fonte: https://www.cnbb.org.br/te





30ª ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DO CNLB REGIONAL NORDESTE 4 ELEGE NOVA PRESIDÊNCIA PARA TRIÊNIO 2022-2025

23/05/2022
NORDESTE 4






Aconteceu, entre os dias 20 e 22 de maio, a 30ª Assembleia Geral Ordinária do CNLB (Conselho Nacional do Laicato do Brasil), do Regional Nordeste 4 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). O evento aconteceu no CTD (Centro de Treinamento Diocesano) da Diocese de Picos-PI e refletiu o tema ‘Sinodalidade e os desafios da missão dos cristãos leigos e leigas na igreja e na sociedade’.

Dentre os objetivos da Assembleia estão o aprofundamento do tema, eleição da nova presidência e do Conselho Fiscal para o triênio 2022-2025, discutir os desafios enfrentados durante a pandemia e planejar as ações do organismo. O encontro contou com a participação de representantes da Arquidiocese de Teresina e das Dioceses de Picos, Floriano, Oeiras e Parnaíba.



domingo, 22 de maio de 2022

Papa: "Não se pode dar a paz se não se está em paz"

 

"A paz de Jesus vem do seu coração manso, habitado pela confiança e daqui flui a paz que nos deixou: não se pode deixar a paz para os outros se não se a tem em si mesmo. Não se pode dar a paz se não se está em paz". São palavras do Papa Francisco na oração do Regina Caeli deste VI Domingo de Páscoa na Praça São Pedro



Jane Nogara - Vatican News

Na oração do Regina Caeli deste domingo, 22 de maio, VI Domingo de Páscoa, o Papa Francisco falou sobre a paz com as palavras de Jesus, recordando as palavras ditas pelo mestre na Última Ceia. Embora Jesus soubesse tudo o que aconteceria, estava sereno, e disse ao se despedir dos discípulos: “Deixo-vos a paz" e "Eu vos dou a minha paz" (Jo 14, 27).

SANTO DO DIA 22 DE MAIO

 

22 Santa Rita

sábado, 21 de maio de 2022

SANTO DO DIA 21 DE MAIO

 


Beatos Padre Manuel González e seu coroinha, Adílio Daronch, fuzilados no Brasil


Mártires [1924]

Resumo
Padre Manuel Gómez González (1877-1924) e seu coroinha Adílio Daronch (1908-1924), mártires que, no Brasil, depois de serem maltratados e amarrados a duas árvores em um morro, foram fuzilados, morrendo por causa do ódio que seus algozes tinham da fé cristã e da Igreja Católica.

Vida de González
Emmanuel Gómez González, filho de José e Josefina, nasceu em 29 de maio de 1877 em São José de Ribarteme, na Diocese de Tuy, Espanha. Ele foi batizado no dia seguinte. Ordenado sacerdote, em 24 de maio de 1902, exerceu seu ministério sacerdotal em sua diocese natal por dois anos.

Missionário
Em 1904, seu pedido para ser incardinado na vizinha Diocese de Braga, Portugal, foi atendido. Ele serviu lá como pároco de 1905 a 1913. Quando a perseguição política e religiosa começou, em 1913, Padre González foi autorizado a navegar para o Brasil. Após breve passagem pelo Rio de Janeiro, Dom Miguel de Lima Valverde o acolheu na Diocese de Santa Maria (RS), e, em 23 de janeiro de 1914, confiou-lhe o cargo de pároco da Saudade. Em dezembro de 1915, o Padre González foi transferido para a parte norte da diocese, para uma grande paróquia de Nonoai (RS), que poderia ser considerada uma pequena diocese.

Frutos do ministério
Dedicou-se à evangelização com tanto entusiasmo que, nos oito anos de seu ministério, melhorou significativamente o nível de fé nessa área. Seu ministério também incluiu o cuidado pastoral dos índios nativos e o cargo de administrador paroquial na paróquia vaga de Palmeiras das Missões. Ele foi, de fato, martirizado naquela região remota.

Adílio Daronch
O terceiro dos oito filhos de Pedro Daronch e Judite Segabinazzi nasceu, em 25 de outubro de 1908, em Dona Francisca, no município de Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil. Em 1911, a família mudou-se para Passo Fundo, e, em 1913, para Nonoai (RS).

Fiel discípulo do Padre González
Adílio foi um dos adolescentes que acompanhou o Padre González em suas longas e cansativas visitas pastorais, que incluíam também os índios Kaingang. Foi também fiel coroinha e aluno da escola fundada pelo Padre Manuel. Em 21 de maio de 1924, com quase 16 anos de idade, este jovem corajosamente deu seu testemunho de Cristo ao lado de seu mentor.

O martírio dos dois
O bispo de Santa Maria pediu ao padre espanhol que visitasse as colônias teutônicas na floresta de Três Passos, perto da fronteira com o Uruguai. Depois de celebrar a Semana Santa na paróquia de Nonoai (RS), e apesar de a região estar repleta de movimentos revolucionários, o padre embarcou nesta perigosa viagem missionária, acompanhado pelo seu bravo coroinha e protegido, Adílio. Ao longo do caminho, o padre parou em Palmeria, onde administrou os sacramentos e exortou os revolucionários locais ao respeito mútuo, pelo menos por causa da fé cristã comum que compartilhavam. Os piores extremistas não apreciaram sua mensagem, nem o fato de ele ter dado sepultura cristã às vítimas das bandas locais. Assim, o Padre Manuel passou a ser visto com desconfiança. Continuando o caminho missionário, pararam novamente no caminho para pedir indicações e celebrar a Santa Missa; o dia era 20 de maio de 1924. Desejando trazer a graça de Deus e proclamar a Boa Nova, os missionários ardentes não atenderam ao aviso dos moradores, que tentaram impedi-los de seguir a missão na floresta. Assim, aceitaram a assistência dos militares que se ofereceram para acompanhá-los até Três Passos. Então, caíram na armadilha preparada para eles e foram levados para uma área remota da floresta, onde foram amarrados às árvores e depois foram fuzilados em 21 de maio de 1924, mártires da fé.

Restos mortais
Embora os seres humanos se recusassem a aceitar a mensagem de respeito mútuo dos santos mártires, parece que a natureza o fez, pois nenhuma fera ou animal os tocou: os habitantes de Três Passos encontraram seus corpos ainda intactos quatro dias depois. Seus restos mortais foram enterrados nas proximidades por 40 anos. Em 1964, seus corpos foram exumados e trasladados para a igreja paroquial de Nonoai (RS), e um monumento foi erguido no local de seu martírio. Em 16 de dezembro de 2006, o Papa Bento XVI proclamou o decreto de martírio desses dois fiéis servos de Cristo assassinados por causa de sua fé.

A minha oração
“Segundo a amizade dos mártires, que foram fiéis a Cristo e companheiros um do outro na hora da morte, pedimos o dom da amizade que nos leva a evangelizar doando a nossa vida. Fazei-nos anunciadores da Palavra a todo custo e evangelizadores dos lugares mais remotos, por Cristo, nosso Senhor. Amém!”

Beatos padre Manuel e Adílio mártires, rogai por nós!

TRÍDUO A SANTA RITA DE CÁSSIA

 PARÓQUIA REALIZOU O TRÍDUO A SANTA RITA DE CÁSSIA



Padre Nery


A paróquia de Nossa Senhora das Dores realizou hoje o término do tríduo a santa Rita de Cássia, na Capela Santa Rita, às 19 horas com Santa Missa presidida pelo o Padre Nery que fez uma linda homilia. Após a celebração houve leilão de mesa e comidas típicas.

E amanhã é o grande dia, saúde  e paz!






DOM JACINTO DE BRITO

TRÍDUO DE SANTA RITA DE CÁSSIA

 Paroquianos festejam Santa Rita de Cássia




Os  paroquianos de Nossa Senhora das Dores realizam o tríduo a santa Rita Cássia com amor e devoção. O tríduo começou no dia 19 de maio e segue até dia 22 de Maio, na Capela de Santa Rita, que fica na Av. José dos Santos e Silva, 1920, Centro -Sul. Todas as noites tem venda de comidas típicas  e leilão de mesa. Dai 22  sorteios de da rifa entre amigos. 



 Do último dia do Tríduo. Como é bom congregar com vocês! Amanhã a festa; que Santa Rita interceda por nós!🌹🌹🌹🌹, disse a paroquiana Alzerina Pinho.


Leia também




Dia 18 de Maio
Apostolado da Oração em missão. De ontem, a terceira família visitada, pensão do Sr Fernando Porto. Salve Maria! Jesus Cristo reina!(Reina para sempre!)❤️❤️



s

   

NOTÍCIAS DO PAPA ( CADERNO “ENCANTAR A POLÍTICA” OFERECE REFLEXÕES SOBRE A POLÍTICA" DAS ELEIÇÕES 2022 )

 

CADERNO “ENCANTAR A POLÍTICA” OFERECE REFLEXÕES SOBRE A POLÍTICA COMO EXPRESSÃO DA CARIDADE EM VISTA DAS ELEIÇÕES 2022





                                                

Um conjunto de organismos da Igreja no Brasil, entre os quais as Comissões Episcopais Pastorais para o Laicato e para a Ação Sociotransformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), lançaram o caderno “Encantar a Política”.

O projeto retoma questões centrais das encíclicas do Papa Francisco – Laudato Sí, Fratelli Tutti e da exortação pós-sinodal Evangelii Gaudium, que tratam, entre outros temas, da alegria do Evangelho, do cuidado com a casa comum (meio ambiente) e abordam a Política como decorrência ética do mandamento do amor.

A publicação está organizada em cinco capítulos: a) A universalidade do Amor Cristão; b) A amizade social e a ética na política; c) As grandes causas do Evangelho; d) Cuidar da Casa Comum; e d) 2022 – Eleições e Democracia.
Cidadania eclesial e civil

Na apresentação da publicação, o arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, afirma que a publicação é fruto de uma oferta que marca o sentido do protagonismo dos cristãos leigos e leigas, pela propriedade de sua cidadania eclesial, qualificando e contribuindo com a sua cidadania civil.

Trata-se, segundo o presidente da CNBB, de mais uma possibilidade formativa enquanto contribuição importante no âmbito da educação política cidadã, pela verdade na política, reunindo densas lições de nosso amado Papa Francisco, para inspirar estudos, reflexões e atitudes que tenham no horizonte este propósito: ajudar cada pessoa a se reconhecer importante, essencial, na edificação de um mundo com as feições do Reino de Deus, todos à procura dele em plenitude.

O presidente da CNBB defende que “nenhum cristão pode permanecer alheio à tarefa de contribuir para que a sociedade se torne mais justa, solidária e fraterna: é compromisso de fé dedicar atenção à política, buscando resgatar a sua nobre vocação – singular expressão da caridade”.
A quem se destina


O caderno “Encantar a Política” é fruto do trabalho de uma rede de organizações, serviços, pastorais sociais e organismos da Igreja, Rede Brasileira de Fé e Política, e quer abrir os horizontes da Boa Política para mais gente da Igreja.

É voltado especialmente a pessoas atuantes nas comunidades e paróquias, como animadoras e animadores de celebrações, catequistas, ministras e ministros da Palavra, participantes de grupos e movimentos, e agentes de pastoral em geral.

Baixe o seu exemplar aqui: Caderno Encantar a Política