terça-feira, 14 de junho de 2022

SANTO DO DIA 14 DE JUNHO

 


Santa Clotilde 




A santa que lembramos neste dia marcou a história política cristã da França, já que era filha do rei Ariano. Santa Clotilde nasceu em Leão, na França, no ano de 475. Ao perder os pais muito cedo, acabou sendo muito bem educada pela tia, que a introduziu na vida da Graça.

Clotilde era ainda uma bela princesa que, interiormente e exteriormente, comunicava formosura quando casou-se com um rei pagão, ambicioso e guerreiro, tendo com ele cinco filhos que acabaram herdando o gênio do pai. Como rainha Clotilde foi paciente, caridosa, simples e como mãe e esposa investiu tudo na conversão destes que amava de coração, por amor a Deus.

O soberano se propôs à conversão, caso vencesse os alemães que avançavam sobre a França; ao conseguir esse feito, cumpriu sua palavra, pois, tocado por Jesus e motivado pela esposa, entrou na Catedral para receber o batismo e começar uma vida nova. O esposo morreu na Graça, ao contrário dos filhos revoltados e mortos à espada em guerras. Dessa forma, Santa Clotilde mudou para Tours, empenhou-se nas obras religiosas e ajudou na construção de igrejas e mosteiros, isto até entrar no Céu em 545.

A fama de sua santidade propagou-se por toda a França, sendo autorizado pela Igreja o culto em devoção a santa. Sua memória tornou-se um exemplo para o mundo católico, e Santa Clotilde passou a ser venerada no dia de sua morte.

Santa Clotilde, rogai por nós!

TRÍDUO EUCARÍSTICO NOS DIAS 13 A 15 DE JUNHO DE 2022 - VEJA PROGRAMAÇÃO

 ARQUIDIOCESES REALIZA  FESTA DE CORPUS CHRISTI






A Arquidiocese de Teresina, realiza festa de Corpus Christi de 13 a 16 de junho de 2022, e a Catedral Nossa Senhora das Dores,  abraça esta festa com o tríduo, que começou no dia 13, dia de Santo Antonio e vai até dia 15 de junho, na missa das 5 horas da tarde.

Participe,  aqui ou nas outras paróquias; adore o Senhor na Eucaristia. 

segunda-feira, 13 de junho de 2022

SANTO DO DIA 13 DE JUNHO - 1º dia de tríduo Eucarístico

1º dia de tríduo de Corpus Christi, aconteceu na Igreja Nossa Senhora das Dores, após a santa Missa em homenagem a Santo Antonio; presidida pelo o Padre José Nery.

A celebração foi celebrada a luz de velas, devido um problema na energia elétrica da Catedral.






 




Franciscano [1195 – 1231]

Lisboa ou Pádua?


Celebramos a memória do popular santo – doutor da Igreja – que nasceu em Lisboa, no ano de 1195, e morreu nas vizinhanças da cidade de Pádua, na Itália, em 1231, por isso é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua. O seu nome de batismo era Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo.


Agostinianos ou franciscanos?

Com 15 anos, entrou para a Ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho e foi ordenado sacerdote, com 24 anos de idade, encaminhado à carreira de filósofo e teólogo. Mas, ao conhecer a família dos franciscanos, que não só o encantou pelo testemunho dos mártires em Marrocos, como também o arrastou para a vida itinerante na santa pobreza, uma vez que também queria testemunhar Jesus com todas as forças, o santo decidiu-se por seguir os passos de Francisco e deixou a ordem de Agostinho.


Antônio, missionário e pregador


Escolheu ser chamado de Antônio em veneração à Santo Antão – anacoreta, no Egito. Logo que entrou na Ordem Franciscana foi enviado para Marrocos, ali Antônio ficou tão doente, que teve de voltar, mas, providencialmente, porque foi ao encontro do “Pobre de Assis”, o qual lhe autorizou a ensinar aos frades as ciências que não atrapalhassem os irmãos de viverem o Santo Evangelho.

Nesse sentido, Santo Antônio não fez muito, pois seu maior destaque foi na vivência e pregação do Evangelho, o que era confirmado por muitos milagres, além de auxiliar no combate à Seita dos Cátaros e Albigenses, os quais isoladamente viviam uma falsa doutrina e pobreza. Ele atraía grandes multidões com as suas pregações, passava diversas horas no confessionário e reservava, para si, momentos de retiro em solidão.

Páscoa


Continuou vivendo para a pregação da palavra de Cristo, servindo a sua família franciscana através da ocupação de altos cargos de serviço na Ordem, isso até morrer com 36 anos para esta vida e entrar para a Vida Eterna em 13 de junho de 1231. Foi sepultado numa magnífica basílica romana.

Popularidade

Sua popularidade era tamanha que imediatamente seu sepulcro tornou-se meta de peregrinações que duram até nossos dias. São milhares os relatos de milagres e graças alcançadas rogando seu nome. Ele foi canonizado no ano seguinte ao de sua morte pelo papa Gregório IX.


Reconhecido pela influência de Santo Agostinho, Antônio conjugou, de modo original, mente e coração, pesquisa teórica, prática das virtudes, estudo e oração.


A minha oração

Querido Santo Antônio, fostes um exímio pregador e servo do Senhor. Ensina-me a ser também uma serva fiel e entregue aos desígnios de Deus para a minha vida. Quero conseguir também viver conjugando mente e coração, estudo e oração. Amém!

Santo Antônio, rogai por nós!

domingo, 12 de junho de 2022

DIA DOS NAMORADOS 12 DE JUNHO


Toe e Deusene

Neste dia dos namorados queremos parabenizar todos os namorados pela passagem do dia dos namorados com a foto da blogueira Deusene, casada há mais de 40 anos, com o Toe. Que diz que para manter a durabilidade de um relacionamento é preciso muito diáloga e paciência e principalmente acreditar que Deus ver tudo.

 

SANTO DO DIA 12 DE JUNHO


Beato Francisco Kesy e quatro companheiros mártires





II Guerra Mundial


Em 1 de setembro de 1939, Hitler invadiu a Polônia, iniciando a Segunda Guerra Mundial. A casa salesiana de Poznan, na rua Wroniecka, foi ocupada e transformada em um depósito de soldados alemães. Os jovens continuaram a se reunir nos jardins fora da cidade e nos bosques próximos. Numerosas associações secretas surgiram.


Prisão e martírio


Em setembro de 1940, Francesco Kesy e quatro jovens oratorianos foram presos sob acusação de pertencer a uma organização ilegal. Eles foram levados para a temível Fortaleza VII, perto de Poznan, onde foram torturados e interrogados. Mais tarde, foram transferidos para várias outras prisões, onde nem sempre tiveram a sorte de estar juntos. Regressados ​​a Poznan, foram julgados e acusados ​​de alta traição e sentenciados à morte. Eles foram martirizados em Dresden em 24 de agosto de 1942.


Espiritualidade Salesiana


Eles viviam em cativeiro com um espírito de fé e espiritualidade salesiana. Rezavam continuamente: rosário, novenas a Dom Bosco e a Maria Auxiliadora, oração de manhã e à noite. Eles tentaram manter contato com suas famílias por meio de mensagens que muitas vezes conseguiam enviar secretamente. Eles corajosamente pediram e garantiram orações. Sempre que podiam, animavam alegremente as festas litúrgicas passadas na cela. Sua fé nunca vacilou. Eles eram testemunhas confiáveis ​​para o fim.


Reconhecimento


O decreto do martírio foi publicado em 26 de março de 1999; beatificado em 12 de junho de 1999 por João Paulo II.


Kesy Franciszek


Francesco Kesy nasceu em Berlim em 13 de novembro de 1920. A família mudou-se para Poznan para o trabalho de seu pai. Francisco foi aspirante ao seminário menor dos salesianos no Lad. Durante a ocupação, incapaz de continuar seus estudos, ele trabalhou em uma planta industrial. Ele passou seu tempo livre no oratório, onde, em estreita amizade com os outros quatro, animava associações e atividades juvenis. Ele lembra que era sensível, mas ao mesmo tempo alegre, calmo, agradável e sempre disposto a ajudar os outros. Quase todos os dias, ele recebeu a comunhão; à noite, ele recitou o rosário. “Para Wronki, desde que eu estava sozinho na cela – ele escreve em mensagens para a família -, eu tive tempo de me examinar. Prometi viver de maneira diferente, como recomendou Dom Bosco, viver para agradar ao Senhor e a sua Mãe Maria Santíssima. […] eu oro ao bom Deus que todas estas tribulações e tristezas me toquem e não a você “.


Edoardo Klinik


Nascido em Bochum, em 21 de junho de 1919, tímido e quieto, ele se tornou mais animado quando entrou no oratório. Ele era um estudante sistemático, responsável. Distinguiu-se porque estava muito ocupado em todos os campos de atividade e dava a impressão de ser o mais sério e profundo.


Jarogniew Wojciechowski


Nascido em Poznan, 5 de novembro de 1922, ele era um meditativo, tende a aprofundar a visão das coisas para entender os acontecimentos. Ele era um animador no melhor sentido da palavra. Ele foi distinguido pelo bom humor, compromisso e testemunho.


Ceslao Józwiak


Nascido em Lazynie, em 7 de setembro de 1919, ele era um pouco irascível, mas espontâneo, cheio de energia, senhor de si mesmo, pronto para o sacrifício, coerente e positivamente autoritário. Ele se viu aspirando à perfeição cristã e progredindo nela. Um companheiro de prisão escreve: “Ele era bem-humorado e bondoso, tinha uma alma como um cristal … Ele me falou de uma preocupação: nunca borrar com qualquer impureza”.


Edoardo Kazmierski


Nascido em Poznan, em 1 de outubro de 1919, ele foi caracterizado pela sobriedade, prudência e bondade. No oratório, ele podia desenvolver qualidades musicais incomuns. A vida religiosa soprada na família e pelos salesianos logo o levou à maturidade cristã. Durante sua prisão, ele mostrou grande amor por companheiros ainda mais velhos. Ele estava livre de qualquer sentimento de ódio contra os perseguidores.


A minha oração


Que o bom exemplo de fidelidade e fortaleza desses jovens salesianos nos inspirem a lutar contra o pecado e vencer todas as tribulações desta vida com o Auxílio da sempre Virgem Maria nossa Mãe!
Beatos e mártires salesianos, rogai por nós!

sábado, 11 de junho de 2022

Santo do dia 11 de junho

 


São Barnabé


Apóstolos de Barnabé


Seu nome era José, chamado pelos apóstolos de Barnabé, que quer dizer “filho da consolação”.

O santo de hoje pertenceu a ‘era apostólica’, chamado também de Barnabé apóstolo, embora não tenha pertencido ao grupo dos Doze Apóstolos. Nós encontramos o seu testemunho enraizado nas Sagradas Escrituras, nos Atos dos Apóstolos 4,32ss.

Era descendente da tribo de Levi e sobrinho de Maria, mãe de João Marcos, autor do segundo Evangelho, portanto, Barnabé era primo de São Marcos.

O evangelista Lucas mencionava Barnabé como um “homem bom”. Barnabé possuía uma área de terras na ilha de Chipre, mas após sua adesão total a Jesus Cristo, vendeu tudo e entregou o dinheiro aos líderes da Igreja em Jerusalém.

Citado como um dos primeiros profetas e mestres atuando na Igreja de Antioquia (Atos 13,1), foi enviado para lá, por ordem dos Apóstolos de Jerusalém, para conduzir a comunidade cristã daquela região. O trabalho era tanto, que ele foi buscar seu amigo Paulo, em Tarso, para que o ajudasse na missão. Os dois trabalharam juntos durante um ano e meio em Antioquia.

Barnabé evangelizou comunitariamente, e o Espírito Santo contou com ele para que outro apóstolo exercesse o ministério: São Paulo. “Então Barnabé o tomou consigo, levou-o aos apóstolos e contou-lhes como Saulo tinha visto no caminho, o Senhor, que falara com ele, e como, na cidade de Damasco, ele havia pregado, corajosamente, no nome de Jesus. Daí em diante, Saulo permanecia com eles em Jerusalém e pregava, corajosamente, no nome do Senhor” (Atos 9,27-28).

Escritos antigos dizem que Barnabé passou por Roma e morreu, no ano 70, em Salamina, por apedrejamento. Seu primo Marcos, sepultou seu corpo numa caverna. Séculos mais tarde, em 488, suas relíquias foram encontradas e um mosteiro foi construído em sua homenagem em Salamina. Por isso São Barnabé passou a ser venerado como padroeiro de Chipre.

São Barnabé, rogai por nós!

Caminhada da Fraternidade 2022

 

Arquidiocese de Teresina realiza 27ª Caminhada da Fraternidade 2022
Mais de 5 mil pessoas participaram da Caminhada da Fraternidade de Teresina Piauí


A Caminhada retomou a celebração presencial, depois de  dois anos da pandemia 

Fonte: 




A 27ª Caminhada da Fraternidade 2022, que aconteceu ontem, 11,a concentração aconteceu  no adro da Igreja de São Benedito, em seguida foi realizada a Santa Missa, presidida pelo bispo Dom Jacinto de Brito, bispo de Teresina. Após a Santa Missa os fieis  seguiram pela Avenida Frei Serafim, até a arena do Teresina Shopping.






sexta-feira, 10 de junho de 2022

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO - ( SANTO DO DIA 10 DE JUNHO)

 Adoração ao Santíssimo

Hoje, às 4 horas da tarde aconteceu adoração ao Santíssimo com a pastoral da Catequese, juntamente com a pastoral do Apostolado  da Oração. Antes da adoração teve Encontro de formação  e espiritualidade do Apostolado da Oração , hoje dia 10 de junho,  de 2 a 4 horas da tarde, no Centro Paroquial Nossa Senhora das Dores.


A adoração foi presidida pelo Padre Klérbet Carvalho.


 Antes da adoração teve Encontro de formação  e espiritualidade do Apostolado da Oração , hoje dia 10 de junho,  de 2 a 4 horas da tarde, no Centro Paroquial Nossa Senhora das Dores.


SANTO DO DIA 10 DE JUNHO




Santo Anjo da Guarda de Portugal


Anjo da Paz, da Pátria, da Eucaristia. As três aparições desse anjo em Portugal compuseram o ciclo angélico da mensagem de Fátima.

Na primavera de 1916, as 3 crianças estavam na Loca do Cabeço (Fátima) a pastorear, quando apareceu-lhes um jovem de mais ou menos 14 ou 15 anos, mais branco que a neve, dizendo: “Não temais, sou o Anjo da Paz, orai comigo: Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam”. As crianças rezaram por três vezes, com o rosto ao chão. Depois ouviram do anjo: “Orai assim. Os corações de Jesus e de Maria, estão atentos à voz de vossas súplicas”. Essa oração acompanhou os pastorinhos sempre.

A segunda aparição deu-se num dia de verão, no quintal da casa de Lúcia, no Poço do Arneiro. As crianças estavam brincando sobre o poço, quando o anjo apareceu-lhes dizendo: “Que fazeis? Orai, orai muito. Os corações santíssimos de Jesus e de Maria, tem sobre vós desígnios de misericórdia… eu sou o Anjo da sua guarda, o anjo de Portugal”.

Na terceira aparição, outono do mesmo ano, novamente na Loca do Cabeço, as crianças rezavam a oração que aprenderam na primeira aparição, e o Anjo lhes apareceu com o cálice e uma hóstia. A hóstia a pingar gotas de sangue no cálice. Elas ajoelharam, e o anjo ensinou-lhes esta oração profundíssima que diz da essência da mensagem de Fátima: “Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espirito Santo, adoro-vos profundamente. E ofereço-vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo presente em todos os sacrários da Terra. Em reparação aos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido, e pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-vos a conversão dos pobres pecadores”. Depois disso, o Anjo da Eucaristia, entregou a hóstia para Lúcia e o cálice entre Francisco e Jacinta e disse-lhes: “Tomai e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus.”

Esta oração nos une com Maria, ao reparador Jesus Cristo, no mistério da Eucaristia para a glória da Santíssima Trindade.

Santo Anjo da Guarda de Portugal, rogai por nós!



quinta-feira, 9 de junho de 2022

SANTO DO DIA 9 DE JUNHO

 


São José de Anchieta, apóstolo do Brasil




Jesuíta [1534 – 1597]Origens



Nascido nas Ilhas Canárias, na Espanha, José de Anchieta mudou-se ainda bem jovenzinho, com quatorze anos, para Portugal em prol dos estudos. Ingressou-se na Universidade de Coimbra para estudar Letras e Filosofia. Foi, então, em Portugal, o local onde ele teve o primeiro contato com a Companhia de Jesus e com o testemunho de São Francisco Xavier.

Chamado e “canarinho”

Aos 17 anos, diante de uma imagem de Nossa Senhora, ele fazia o seu compromisso de abandonar tudo e servir a Deus. Anchieta torna-se jesuíta, em 1551, onde fez um noviciado exigente e, mesmo com a saúde frágil, fez os seus votos de castidade, pobreza e obediência em 1553.

Apostolado no Brasil

Inspirado pelas cartas dos missionários jesuítas, neste mesmo ano, aos 19 anos, José partiu para a Terra de Santa Cruz, onde viveu um grande trabalho de evangelização, devotando-se totalmente ao serviço dos nativos. O santo disseminou os preceitos cristãos utilizando particularidades locais, dedicou-se a aprender o idioma e, assim como os demais jesuítas, fez grande oposição aos abusos cometidos pelos colonizadores portugueses.

Em 1566, Anchieta foi ordenado sacerdote. E, em 1577, foi nomeado Provincial da Companhia de Jesus no Brasil, função que exerceu até 1585.

Literatura

José de Anchieta, desde mais jovem, era um amante da arte. Chamado pelos seus companheiros de “canarinho”, devido ao gosto em declamar poesias, escreveu diversos autos e poemas sobre a vida de Cristo. Em um tempo de grande dificuldade em manter-se santo, após dar-se como refém à uma prisão em defesa da paz, fez uma promessa a Nossa Senhora e lhe escreveu o célebre “Poema à Virgem”.

Muitos dos seus escritos são de grande relevância para toda a história do Brasil.

Peregrino e milagres

Assim como o fundador da Companhia de Jesus – Santo Inácio de Loyola – José foi um peregrino nesta terra, viajou por diversos lugares nos quais fundou escolas, cidades; ensinou e aprendeu diversas faculdades com o povo nativo.

Muitos são os milagres, as curas e os dons atribuídos a esse santo que viveu sua missão em intensa oração e comunhão com o Espírito Santo e na companhia da Virgem Maria.

Beatificação e Canonização

Considerado o “Apóstolo do Brasil”, José de Anchieta foi beatificado, em 22 de junho de 1980, pelo Papa João Paulo II; e, no dia 3 de abril de 2014, foi declarado santo por intermédio de um decreto assinado pelo Papa Francisco.

A minha oração

São José de Anchieta, tantos foram os milagres e as curas que Deus concedeu-te realizar ao povo brasileiro! Por toda sua dedicação e entrega a nos trazer o Cristo, eu Te peço que continue a olhar do céu por toda a nossa nação. Que nos traga com a leveza da arte e da poesia o desejo de também nos entregarmos a Deus e aos seus desígnios. Amém!

São José de Anchieta, rogai por nós!

Vaticano: curso on-line gratuito sobre teologia e prática da sinodalidade

 



Vaticano: curso on-line gratuito sobre teologia e prática da sinodalidade

As inscrições já estão abertas para uma série de cursos nessa temática que começa já no mês de julho com o intuito de formar mais de 100 mil pessoas entre bispos, sacerdotes, religiosos e leigos. O projeto intercontinental e intercultural é coordenado por membros latino-americanos da Comissão Teológica da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos. As aulas são gratuitas e oferecidas em diferentes línguas: além do português, em espanhol, inglês, francês e italiano.



Andressa Collet - Vatican News


O Sínodo sobre a Sinodalidade foi inaugurado em outubro de 2021 pelo Papa Francisco e vai culminar com a celebração da XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, em outubro de 2023. Esse evento representa uma nova etapa na vida da Igreja, convidando a gerar processos de conversão e de reforma para construir uma Igreja sinodal no terceiro milênio.


Um projeto intercontinental e intercultural, coordenado por membros latino-americanos da Comissão Teológica da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos, está se propondo a acompanhar a formação de mais de 100 mil pessoas em teologia e prática da sinodalidade, através de uma série de cursos on-line gratuitos. As aulas são oferecidas em diferentes línguas: além do português, em espanhol, inglês, francês e italiano.

Os cursos são destinados a bispos, sacerdotes, religiosos e leigos chamados ao processo de renovação eclesial que irão apoiar o povo de Deus. Além disso, está prevista a participação de oradores de todos os continentes para dar uma visão global e intercultural da Igreja. O primeiro curso será promovido já no mês de julho com temas sobre o discernimento comum e os processos de tomada de decisões na Igreja.




Durante três semanas em julho, o primeiro de uma série de cursos será direcionado ao discernimento comum e aos processos de tomada de decisões na Igreja
Curso sobre tomada de decisões em uma Igreja sinodal
Palestras de introdução
O Conselho de Jerusalém: análise dos Atos 15 (Juan Bytton sj, Perú)
O Conselho de Jerusalém: Discernimento e Resolução de Conflitos (Carmen Bernabé, Espanha)
Apresentando o Sinodalidade (Rafael Luciani, Venezuela)

SEMANA 1: Do discernimento comum à construção de consensos
Palestra: Discernimento comum (Laurence Loubières xmcj, Canadá)
Aprofundamento:

Construção do Consenso (Emili Turù, Espanha)
Gestão de conflitos e divergências (Judith Gruber, Alemanha)
Processos de escuta, discernimento e tomada de decisão em uma Diocese (Dom Faustino Armendáriz Jiménez, México)
Experiências:

Networking e processos de escuta e discernimento em conjunto (Christine Danel, xmcj, França)
Modelos de discernimento na Ásia (Christina Kheng, Singapura)
Modelos de discernimento comunitário na África (Agbonkhianmeghe Orobator sj, Nigéria)
Práticas de discernimento comunitário na África (Anne Arabome, sss, Quênia)

SEMANA 2: Tomada de decisões na Igreja
Palestra: Modelos de tomada de decisões na Igreja (Serena Noceti, Itália)
Aprofundamento:

Tomada de decisões nos primeiros séculos do cristianismo (Samuel Fernandez, Chile)
Sinodalidade e tomada de decisão conjunta (Alphonse Borras, Bélgica)
Sinodalidade, Democracia e Parlamentarismo (Carlos García de Andoin, Espanha)
Experiências:
A experiência do Conselho Plenário da Austrália (Dom Shane Anthony Mackinlay, Austrália)
A experiência da Assembléia Eclesial da América Latina e do Caribe (Gloria Liliana Franco, odn, Colômbia)

SEMANA 3: Liderança e Governança na Igreja
Palestra: Liderança na Igreja (David McCallum, sj, EUA)
Aprofundamento:

Co-responsabilidade e teamwork (Nathalie Becquart, xmcj e Philippe Becquart, Vaticano e Suíça)
Accountability: relatórios internacionais e respostas eclesiais (Carlos Schickendantz, Chile)
Co-governança e accountability nas dioceses (Dom Raúl Biord, Venezuela)
Experiências:

O poder na Igreja (Gregor Maria Hoff, Alemanha)
Liderança e trabalho em equipe em uma diocese (Dom José Saul Grisales, Colômbia)
A liderança e governança feminina na Igreja (Sr. Joséee Ngalula, República Democrática do Congo)

SANTO do dia 8 de junho

 


Beato Estêvão Sandór, salesiano mártir





Mártir [1914 – 1953]Origens religiosas



O santo, filho de Estêvão, ferroviário, e de Maria Fekete, dona de casa, nasceu em Szolnok, Hungria, no dia 26 de novembro de 1914, foi o primeiro de três irmãos. Desde pequeno, recebeu uma religiosidade profunda de seus pais, cujos ensinamentos fez com que ele fosse um auxílio e um exemplo de estudos e orações para os seus irmãos; e era considerado pelos amigos como um menino bom, cortês e alegre.

Carisma Salesiano

Como São João Bosco entre os jovens, o beato Estêvão também era uma referência para os seus amigos. E, ao ler um Boletim Salesiano, conheceu Dom Bosco e teve em si o profundo desejo de ser parte da congregação. Falou com seu diretor espiritual e com os seus pais, que, depois de muita insistência do filho, aceitaram o seu ingresso.

A gráfica e as armas

Em 1936, entrou na casa salesiana de Budapeste e ali fez os primeiros dois anos de aspirantado, frequentando o curso de técnico-impressor na Escola de Artes Gráficas de Dom Bosco, até ser convocado para as forças armadas por causa da guerra.

Primeira profissão

Em 1939, foi oficialmente liberado das funções militares e, após um ano de noviciado, realizou, como leigo irmão, os seus primeiros votos. Isso se deu no dia 08 de setembro de 1940.

A exemplo de Dom Bosco

Com uma comovente alegria, o beato passou a ensinar nos cursos profissionais, a ajudar nos oratórios e a cuidar e promover a Juventude Operária Católica. Foi considerado um exemplo de educador, como seu pai na fé São João Bosco.

Fim da Segunda Guerra Mundial

Em 1942, o salesiano recebeu uma Medalha de Prata de valor militar pelo que fizera das trincheiras: um oratório festivo em meio aos desalentos da guerra.

Ao fim, ajudou a erguer e a reconstruir a sociedade material e moralmente, além disso, dedicou-se, em especial, aos jovens mais pobres e necessitados.

Profissão Perpétua

Em 1946, professou os seus votos perpétuos como Salesiano Irmão e continuou a ensinar Artes Gráficas até o início da perseguição cristã em 1949.

Sándor precisou deixar a sua tipografia, porém, continuou o seu apostolado com a juventude de forma clandestina.

Martírio

Em julho de 1952, foi preso e nunca mais foi visto. Um documento oficial certifica o processo e a condenação à morte, tendo sido executado por enforcamento no dia 8 de junho de 1953. A beatificação aconteceu em 19 de outubro de 2013.

Família Salesiana

A Comunidade Canção Nova, como parte da Família Salesiana, tendo como patronos São João Bosco e Nossa Senhora Auxiliadora, celebra com louvores a Deus todos os santos e beatos salesianos, que, inspirados na alegria do fundador, se entregaram à evangelização e à salvação das almas.

A minha oração

Meu amado Jesus, diante do testemunho do Beato Estêvão, eu quero pedir-Te a graça de dedicar-me inteira e alegremente ao Teu serviço, exercendo as funções necessárias sempre com o Teu nome nos lábios e o Teu amor nos atos. Não me deixes afastar do apostolado que o Senhor mesmo me confiou, que ele me seja instrumento de santificação e canal de salvação para os meus irmãos. Amém!

Beato Estêvão Sandór, rogai por nós!

terça-feira, 7 de junho de 2022

ONDAS CURTAS



O encontro sobre as ondas curtas

DICASTÉRIO PARA A COMUNICAÇÃO

O futuro das ondas curtas, segundo peritos italianos e do Vaticano
Em um encontro sobre o tema na histórica sede da Rádio Vaticano, a reflexão sobre as novas oportunidades oferecidas pela tecnologia contemporânea àquele sistema com o qual Guglielmo Marconi inaugurou as transmissões sem fio no final do século XIX.



Vatican News

Uma viagem entre as ondas curtas, uma visão geral da história, da tecnologia e do futuro de um espectro de frequência que permitiu a Guglielmo Marconi revolucionar as ondas aéreas com as primeiras transmissões à distância sem fio e, assim, abrir o mundo ao rádio, até a fronteira mais recente, a combinação das ondas curtas com os sistemas de transmissão mais avançados. Essa é a essência do percurso oferecido pela Comissão de Informática e pela Comissão de Telecomunicações e Transição Digital (criadas pela Ordem dos Engenheiros da Província de Roma) aos participantes de um encontro realizado na tarde desta segunda-feira (6) na Palazzina Marconi da Rádio Vaticano, a histórica sede da primeira emissora pontifícia construída pelo inventor da rádio e inaugurada por Pio XI em 12 de fevereiro de 1931.
Entre história e perspectivas


Os trabalhos, introduzidos por Pe. Lucio Adrian Ruiz, secretário do Dicastério para a Comunicação, e pelo engenheiro Massimo Cerri, na liderança da Ordem dos Engenheiros de Roma, foram desde as primeiras experiências de Marconi - o desenvolvimento das conexões transoceânicas, a vulnerabilidade, mas também a resiliência dos links de rádio - até a análise da situação atual e futura dos sistemas de transmissão de ondas curtas. O encontro contou com a intervenção de especialistas italianos, como dos engenheiros Giuseppe Ettorre, Giovanni Cancellieri e Giovanni Gasbarroni, e de profissionais do setor do lado vaticano.
Rumo à integração técnica da mídia


Em especial, o engenheiro Paolo Lazzarini, um dos gerentes do setor técnico do dicastério pontifício, foi encarregado de aprofundar o tema dos sistemas de radiodifusão em ondas longas, médias e curtas. Já Massimiliano Menichetti, responsável da Rádio Vaticano - Vatican News, a intervenção sobre a história de 90 anos da rádio e da comunicação pontifícia, renovada e lançada na órbita multimídia pela reforma da mídia do Vaticano, lançada pelo Papa Francisco em 2015. A conclusão do evento foi feita pelo diretor da Direção Tecnológica, o engenheiro Francesco Masci, que fez um balanço dos sistemas de transmissão de ondas curtas entre o passado, o presente e os cenários do futuro, que apontam decisivamente para a integração técnica dos meios de comunicação.





PAPA PEDE PAZ

 


SANTO DO DIA 7 DE JUNHO


Bispo e fundador [1789- 1846]

Resumo



Religioso, Bispo de Bobbio, que fundou a Congregação das Filhas de Maria Santíssima do Horto e brilhou pelo empenho e pelo exemplo brilhante de dedicação às necessidades dos pobres e à salvação das almas e na promoção da santidade do clero.

Nascimento e vocação

Antônio Maria Gianelli nasceu em Cereta, perto de Chiavari, na província de Gênova, em 12 de abril de 1789. Entrou no seminário aos 19 anos e foi ordenado sacerdote quatro anos depois. Professor de letras e retórica, para receber o novo bispo, Lambruschini, organizou, em Gênova, uma peça intitulada “A reforma do seminário” que teve um eco notável.

Fundador

De 1826 a 1838, foi pároco em Chiavari. Este período é marcado por uma série de inovações pastorais e pela criação de várias instituições, como o próprio seminário. Sob o inusitado nome de “Sociedade Econômica”, foi criada uma instituição cultural e assistencial confiada por Dom Gianelli “aos cuidados das Damas da Caridade” para a educação gratuita das meninas pobres: uma caridade que confia às Damas da Caridade. É o primeiro passo para as Filhas de Maria Santíssima do Horto.

Episcopado e dedicação ao clero

Em 1838, foi eleito bispo de Bobbio. Ajudado pelos lígures, ele reconstruiu sua congregação com o nome de Oblatos de Santo Afonso. Morreu em 7 de junho de 1846, dois anos antes havia criado uma pequena congregação missionária para pregar ao povo e organizar o clero, sendo um grande atuante na formação da Igreja. Foi canonizado por Pio XII.

Papa João Paulo II, discurso aos Jovens de Gianelli

Homem inteligente e clarividente, culto e sensível às correntes ideológicas da época, sabia muito bem que a meditação pessoal das Verdades reveladas por Jesus pode criar convicções firmes que formam consciências e iluminam as mentes. A meditação, de fato, ajuda a manter vivo o contato com o Senhor, fortalece a vontade, traz à tona os defeitos que devem ser corrigidos, eleva o tom da vida, faz respirar uma atmosfera mais elevada e serena.

A minha oração

Pedimos ao nosso santo que ensine o caminho da meditação e que através desta possamos ser usados pelo Senhor no serviço pastoral, no trabalho cotidiano. Que o seu exemplo e virtude sejam sempre caminho de esperança e caridade para nós, por Cristo nosso Senhor. Amém!

Santo Antônio Maria Gianelli , rogai por nós!

Começa encontro da Igreja na Amazônia: 50 anos de Santarém

Fonte: https://noticias.cancaonova.com




  • Reunião marca os 50 anos do caminho da Igreja na Amazônia, recordando o Documento que surgiu do encontro realizado no Seminário São Pio X em maio de 1972
Reunião marca os 50 anos do caminho da Igreja na Amazônia, recordando o Documento que surgiu do encontro realizado no Seminário São Pio X em maio de 1972

Da Redação, com Celam


Segundo o Cardeal Pedro Barreto, este é um encontro que “é uma oportunidade de encontro” / Foto: Celam




Para celebrar os 50 anos do Documento de Santarém, que marca a vida da Igreja na Amazônia, cerca de 100 pessoas – entre cardeais, bispos, padres, religiosos e leigos, dentre eles representantes dos povos indígenas e comunidades tradicionais – estão reunidos em Santarém (PA). O evento começou nesta segunda-feira, 6, e vai até 9 de junho.

A celebração eucarística que deu início ao encontro foi presidida pelo último bispo ordenado na Amazônia brasileira, Dom Raimundo Possidônio Carrera da Mata. Ele confiou à intercessão de Maria toda a Igreja na Amazônia, onde tantas realidades ainda precisam verdadeiramente da Ressurreição.

O bispo coadjutor da Diocese de Bragança recordou que “a Cruz para muitos dos nossos irmãos continua a ser uma realidade todos os dias”. Junto a isso, destacou a importância da mística, “que é a expressão de uma fé comprometida que não desiste diante das dificuldades”.

Presença de Maria

O encontro terá a presença materna da imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré, Rainha da Amazônia. A presença quer iluminar alguns dias chamados a ser um momento de fortalecimento da comunhão entre as Igrejas particulares da Amazônia, como Povo de Deus estendido pela grande região.

Este será um momento para recordar um encontro que levou a Igreja na Amazônia a assumir um rosto, e embarcar em uma evangelização encarnada e libertadora. Uma história construída por rostos concretos, por testemunhas que desafiam a Igreja na Amazônia a construir o futuro.
Uma grande luz para o caminho na Amazônia

Os participantes do IV Encontro da Igreja Católica na Amazônia Legal foram recebidos pelo arcebispo local, Dom Irineu Roman, e pelo presidente do Regional Norte2 da CNBB, Dom Bernardo Bahlmann.

Foi destacada a importância do encontro realizado há 50 anos e do documento elaborado, ” uma grande luz para o caminho na Amazônia “.

A presidente nacional da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), irmã Maria Inês Vieira Ribeiro, destacou o chamada a continuar o processo de uma Igreja que se apresenta cada vez mais à maneira de Jesus.

A também religiosa, irmã Maria Irene Lopes, destacou o desejo de “criar cada vez mais colegialidade entre os bispos da Amazônia e fortalecer a comunhão com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil ”. “O Espírito de Pentecostes deve marcar o curso do encontro”, este é objetivo da Comissão Episcopal Especial para a Amazônia, da qual é conselheira.

O Cardeal Pedro Barreto também participa do encontro. Ele mostrou sua alegria por poder participar deste momento, celebrado em uma terra sagrada, a Amazônia, ecoando as palavras do Papa Francisco em Puerto Maldonado. Para ele, este é um encontro que “é uma oportunidade de encontro”.

“Obrigado, porque há 50 anos os bispos se reuniram em nome da Igreja amazônica no Brasil, reunindo Medellín e reunindo o Concílio Vaticano II , esperança, sonhos, que começam a se realizar nos quatro sonhos de que nos fala o Papa Francisco em ‘Querida Amazonia’”.
Paixão pelo Cristo vivo e pelo Reino

Monsenhor Raimundo Possidônio fez um Memorial do Encontro de Santarém e do caminho posterior da Igreja do Amazonas. Dos bispos de Santarém, o bispo coadjutor de Bragança destacou a “grande consciência de ser Igreja e da realidade”, analisando os documentos elaborados nas reuniões de Manaus (1997) e Santarém (2012).

Como aspectos fundacionais da Igreja na Amazônia, destacou “a paixão por Cristo vivo e pelo Reino ”. Também o espírito de colegialidade, sinodalidade, comunhão e participação, profecia e martírio, encarnação na realidade e evangelização libertadora.

Santarém foi precedida por um percurso anterior, apresentado pelo bispo, por documentos que foram encarados como um posicionamento, numa atitude profética, dos bispos da região.

Tudo isso influenciou um documento “que criou a cara da Igreja Amazônica ”, que foi se definindo ao longo dos anos, preocupando-se, entre outras coisas, com a questão ecológica e também outras experiências vividas, contempladas em diversos documentos.

Dom Possidônio resumiu dizendo que, ao longo de seis décadas, a Igreja mostrou sua vitalidade e sua posição profética e solidária”.