domingo, 6 de novembro de 2022

CATEQUISANDOS RECEBEM A ORAÇÃO DO PAI NOSSO

 Catequistas entregam  Pai Nosso aos catequisandos

CATEQUISANDOS - SALA 02

As catequistas Beatriz e Aldecy da paróquia Nossa Senhora das Dores, entregaram hoje, dia 6 de Novembro de 2022,  a oração do  Pai Nosso aos catequisandos, na Capela de Santa Rita de Cássia. O rito aconteceu durante a santa missa das 11 horas. A santa missa foi celebrada pelo o Padre Klerbet Carvalho.

A catequese inicia às 9 horas da manhã para todos os catequisandos; inicia com café da manhã, em seguida o encontro e termina com a santa missa todos os domingos. Lembrando que os pais participam da catequese também.

Cada sala da catequese onde acontece o encontro é arrumada conforme o tema do encontro. Hoje na sala dos pequeninos chegaram  4 crianças ou seja 4 catequisandos que foram recebido com muito amor.

Hoje, teve bolo de anvesariante

  





Aniversariantes



sábado, 5 de novembro de 2022

VII BAILE DO CORAÇÃO

 


SANTO DO DIA 5 DE NOVEMBRO


São Zacarias e Santa Isabel




Zacarias e Isabel aparecem no primeiro capítulo do Evangelho de São Lucas, que relata:

“Havia, no tempo de Herodes, rei da Judeia, um sacerdote chamado Zacarias, da classe de Abias; a sua mulher pertencia à descendência de Aarão e se chamava Isabel. Ambos eram justos diante de Deus e caminhavam irrepreensíveis em todos os mandamentos e ordens do Senhor. Mas não tinham filhos, pois Isabel era estéril, e ambos eram de idade avançada” (Lucas 1,5-7).

Pelo próprio relato bíblico, descobrimos que viviam na aldeia de Ain-Karim (situada a poucos quilômetros de Jerusalém), e que tinham laços de parentesco com a Sagrada Família de Nazaré. Zacarias é descrito como um sacerdote, ou seja, aquele responsável por unir o povo a Deus. Isabel era descendente de Aarão, o maior sacerdote que já existiu. O Evangelho de Lucas os descreve como justos, irrepreensíveis e fiéis aos mandamentos do Senhor.

O matrimônio de Zacarias e Isabel não foi agraciado com o nascimento de um filho, pois Isabel era estéril, e ambos eram de idade avançada. Naquele tempo, não gerar um filho era tido como uma das piores desgraças, sendo vergonhoso e quase que um castigo divino para a sociedade. Entretanto, a união do casal era sólida, e ambos amavam e viviam a retidão, recorrendo sempre à força da oração.

Certo dia, enquanto Zacarias rezava no Templo, foi visitado pelo anjo de Deus, que o convidou a colocar-se dentro do projeto de salvação e ser pai do precursor, aquele que prepararia a chegada do Messias para a salvação do mundo. “Não tenhas medo, Zacarias, porque foi ouvida tua oração; Isabel, tua mulher, vai te dar um filho a quem darás o nome de João. Ficarás alegre e contente e todos se alegrarão com seu nascimento” (Lucas 1,13-14).

Embora piedoso, Zacarias pediu ao anjo de Deus uma prova. Por este motivo, ficou mudo até o nascimento do filho. Isabel ficou grávida e retirou-se ao silêncio e à oração, aguardando o nascimento do filho. Maria, sua prima, ao receber do mesmo anjo, o anúncio de sua divina maternidade, ficou ciente da gravidez de Isabel. Partiu então às pressas para prestar assistência nos preparativos do parto.

No oitavo dia do nascimento, o menino foi circuncidado, como havia revelado o Anjo. A língua de Zacarias se soltou e ele voltou a falar, confirmando que o nome de seu filho seria João, um menino com papel singular na história da Salvação da humanidade: “Pois ele será grande perante o Senhor…e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe (Santa Isabel). Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus” (Lucas 1,15s).

Quando Zacarias voltou a falar, pronunciou muitas palavras de louvores a Deus, “o Benedictus”, também conhecido como “Cântico de Zacarias”. Após o Salmo profético de São Zacarias pelo nascimento do filho, perdemos o contato com a vida do casal, que, sem dúvida, permaneceram fiéis ao Senhor até o fim de suas vidas. Assim, a Igreja, tanto do Oriente quanto do Ocidente, reconhecem o exemplo deste casal para todos os casais, já que “ambos eram justos diante de Deus e cumpriram todos os mandamentos e observâncias do Senhor” (Lucas 1,6).

São Zacarias e Santa Isabel, rogai por nós!

Fonte: https://santo.cancaonova.com/

CONGRESSO NACIONAL PARA AS NOVAS COMUNIDADES

 

EXPRESSÕES LAICAIS SE ENCONTRAM NO CONGRESSO NACIONAL PARA NOVAS COMUNIDADES, EM CACHOEIRA PAULISTA (SP)


Fonte: https://www.cnbb.org.br




Acontece na sede da Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), neste fim de semana, de 4 a 6 de novembro de 2022, o Congresso Nacional para Novas Comunidades. Na programação para esses três dias, haverá palestras, adoração ao Santíssimo Sacramento e momentos de oração, no Rincão do Meu Senhor. As missas serão celebradas no Santuário do Pai das Misericórdias.

O encontro deste ano, com o tema: “É preciso renovar a mesma novidade – Eis que eu renovo todas as coisas” (Ap 21,5), terá a participação de Kátia Roldi Zavaris, coordenadora Nacional do CHARIS – Serviço da Renovação Carismática Católica (RCC), organização que articula as novas comunidades. Também participam, além de fundadores de diversas comunidades, representantes da Comissão Episcopal para o Laicato da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O bispo de Campos dos Goytacazes (RJ), dom Roberto Ferreria Paz, participa do encontro na condição de bispo referencial para as Novas Comunidades e o bispo de Paranavaí (PR), dom Mário Spaki, na condição de bispo referencial para o CHARIS. O padre Wagner Ferreira, vice-reitor do Santuário do Pai das Misericórdias, preside a missa de abertura, na sexta-feira (04), às 20h, e a missa de encerramento, no domingo (06), às 15h.

Sobre as Novas Comunidades



No decurso dos séculos, o Espírito sempre suscitou, na Igreja, realidades novas que servem como uma resposta aos desafios da Igreja no seu tempo. Na modernidade, os ares do Concílio Vaticano II (1962-1965) favoreceram o surgimento de “novas formas de vida evangélica”, dentre elas, os Movimentos Eclesiais e as Comunidades Novas, ou podemos chamá-las de Novas Comunidades.

Na década de 1970, as Novas Comunidades começaram a surgir na França e nos EUA, tornando-se um fenômeno mundial. No Brasil, as primeiras Comunidades surgiram na década de 80. Já, na década de 90, viu-se o surgimento de inúmeras Novas Comunidades, as quais, hoje, superam o número de 500 no Brasil.

O Concílio do Vaticano II pedia uma Igreja inserida no mundo, capaz de atraí-lo para Cristo e dar respostas aos desafios de seu tempo. Papa João Paulo II, na memorável Vigília de Pentecostes, de 1998, chamou os Movimentos Eclesiais e as Novas Comunidades de “providencial resposta do Espírito”. Isso porque, por meio das Novas Comunidades e Movimentos Eclesiais, leigos que se consagram a Deus, a partir de um carisma e sob o dom e a radicalidade dele, vivem o seu batismo de forma autêntica num mundo dilacerado pelo secularismo.

Conheça a programação (aqui).

Serviço:
Evento: Congresso Nacional para Novas Comunidades – Tema: “É preciso renovar a mesma novidade – Eis que eu renovo todas as coisas” (Ap 21,5).

Data: 04 a 06 de novembro de 2022
Local: Canção Nova
Endereço: Av. João Paulo II, s/n, Alto Bela Vista, Cachoeira Paulista (SP)
Entrada: Gratuita

O encontro é gratuito e não há limite de idade para participar. Você pode se hospedar na Pousada Sérgio Abib ou no Camping Canção Nova.

XVIII Congresso Eucarístico Nacional



XVIII Congresso Eucarístico Nacional

foto: Reprodução CNBB

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

SANTO DO DIA 4 DE NOVEMBRO

 São Carlos Borromeu, o reorganizador da Igreja Católica




Bispo

Origens

Carlos, da ilustre família Borromeu, nasceu em 2 de outubro de 1538, em Arona, Itália. O menino revelou ótimo talento e uma inteligência rara. Ao lado dessas qualidades, manifestou forte inclinação para a vida religiosa, pela piedade e pelo temor a Deus.

Ainda criança, era seu prazer construir altares minúsculos, diante dos quais, em presença dos irmãos e companheiros de idade, imitava as funções sacerdotais que tinha observado na Igreja. O amor à oração e o aborrecimento aos divertimentos profanos, eram os sinais mais positivos da vocação sacerdotal.

O Sacerdócio e a Reorganização da Igreja Católica
O ano de 1562 veio a Carlos a graça do sacerdócio. No silêncio da meditação, Carlos lançou planos grandiosos para a reorganização da Igreja Católica. Esses todos se concentraram na ideia de concluir o Concílio de Trento. De fato, era o que a Igreja mais necessitava, como base e fundamento da renovação e consolidação da vida religiosa.

Carlos, sem cessar, chamava a atenção do seu tio (que era Cardeal e foi eleito Papa, com o nome de Pio IV) para essa necessidade, reclamada por todos os amigos da Igreja. De fato, o Concílio se realizou, e Carlos quis ser o primeiro a executar as ordens da nova lei, ainda que, por essa obediência, tivesse de deixar sua posição para ocupar outra inferior.
São Carlos Borromeu: Dom da Caridade

A Caridade que abre corações
São Carlos sabia muito bem que a caridade abre os corações também à religião. Por isso, grande parte de sua receita pertencia aos pobres, reservando para si só o indispensável. Heranças ou rendimentos que lhe vinham dos bens de família, distribuía-os entre os desvalidos. Tudo isso não aguenta comparação com as obras de caridade que o Arcebispo praticou. Quando, em 1569-1570, a fome e uma epidemia, semelhante à peste, invadiram a cidade de Milão, não tendo mais o que dar, pedia ele próprio esmolas para os pobres e abria assim fontes de auxílio que teriam ficado fechadas.

Consolava os Pobres
Quando, porém, em 1576, a cidade foi atingida pela peste e o povo abandonado pelos poderes públicos, visto que ninguém se compadecia do povo, ainda procurava os pobres doentes dos quais ninguém lembrava, consolava-os e dava-lhes os santos sacramentos.

Tendo-se esgotado todas as fontes de recurso, Carlos lançou mão de tudo o que possuía para amenizar a triste sorte dos doentes. Mais de cem sacerdotes tinham pago com a vida, na sua dedicação e serviço aos doentes. Deus conservava a vida do Arcebispo, e esse se aproveitou da ocasião para dizer duras verdades aos ímpios e ricos esquecidos de Deus.

Encontro com o Papa
Gregório XIII não só rejeitou as acusações infundados feitas ao Arcebispo, como também recebeu Carlos Borromeu em Roma, com as mais altas distinções. Em resposta a esse gesto do Papa, o governador de Milão organizou, no primeiro domingo da Quaresma de 1579, um indigno préstito carnavalesco pelas ruas de Milão, precisamente à hora da missa celebrada pelo Arcebispo.
São Carlos Borromeu possui um coração bondoso com os malfeitores

O mesmo governador, que tanta guerra ao Prelado movera e tantas hostilidades contra São Carlos estimulara, no leito de morte, reconheceu o erro e teve o consolo da assistência do santo Bispo na hora da agonia. Seu sucessor, Carlos de Aragão, duque de Terra Nova, viveu sempre em paz com a autoridade eclesiástica. O Arcebispo gozou desse período só dois anos.

Páscoa

Quando, em outubro de 1584, como era de costume, retirara-se para fazer os exercícios espirituais, teve fortes acessos de febre, aos quais não deu importância e dizia: “Um bom pastor de almas deve saber suportar três febres, antes de se meter na cama”. Os acessos renovaram-se e consumiram as forças do Arcebispo. Ao receber os santos sacramentos, expirou aos 03 de novembro de 1584. Suas últimas palavras foram: “Eis Senhor, eu venho, vou já”. São Carlos Borromeu tinha alcançado a idade de 46 anos.

Via de Santificação

Foi beatificado em 1602, por Clemente VIII e, depois, canonizado em 1610, por Paulo V, que fixou a festa do santo para o dia 4 de novembro. A grande influência de São Carlos Borromeu, pelo que realizou em Milão, serviu de exemplo para que a reforma da Igreja acontecesse em muitos outros países, no espírito do Concílio de Trento.

Minha oração

“ Óh, grande bispo, que, na tua sabedoria, soubeste organizar a Igreja e adequá-la ao tempo, dai a mesma sabedoria aos nossos bispos e responsáveis para que sejamos sempre atuantes na sociedade e propagadores do evangelho como grande obra de caridade. Por Cristo, nosso Senhor, Amém. ”
São Carlos Borromeu, rogai por nós!

Grupo da Misericórdia Santa Faustina lança Festival das Guirlandas

 Grupo da Misericórdia Santa Faustina lança Festival das Guirlandas




Passa lá!

Adoração ao Santíssimo

APESAR DA CHUVA FIEIS DA CATEDRAL ADORAM O SANTÍSSIMO SACRAMENTO

  

Santíssimo Sacramento


Logo após a adoração, fieis participam da Santa missa, presidida por Dom Jacinto de Brito e pelo o padre Klerbet Carvalho, pároco desta Igreja. 

A pesar da chuva no Centro de Teresina, os fieis não deixaram de ir; ao contrário iam chegando mais ainda e participam assiduamente das atividades religiosas no horário das 4 e 5 horas da tarde.

A primeira atividade  hoje, foi  adoração ao Santíssimo Sacramento com o Apostolado da Oração, coordenado pela zeladora Alzerina Pinho. Presidido por Dom Jacinto, bispo de Teresina. Depois da adoração houve a Santa Missa, presidida pelo o mesmo bispo e pelo o mesmo padre. No final houve o canto dos parabéns para seu Edson Filho, que estavam presentes com sua família o mesmo foi saudado pelo o Senhor Bispo e pelo Padre Klerbet Carvalho.

Confira as fotos

   
  

E assim o final continuou, com uma bela chuva de graças





quinta-feira, 3 de novembro de 2022

SANTO DO DIA 3 DE NOVEMBRO


São Martinho de Lima, patrono dos barbeiros


Religioso

Origens

São Martinho nasceu em Lima, no dia 9 de dezembro de 1579, filho de um nobre cavaleiro espanhol, João Porres, e de uma negra do Panamá, de origem africana, Ana Velásquez. Por causa da pele escura, o pai não o quis reconhecer, e, no livro de batizado, foi registrado como filho de pai ignorado.

O valor representativo de São Martinho na história da santidade deriva do fato de ser ele uma dessas “misturas” da América, como um cronista do século XVI definia ironicamente os mulatos.

Vida Simples

São Martinho viveu pobremente até os oitos anos de idade e na companhia da mãe e de uma irmãzinha, nascida dois anos depois dele. Educado por sua mãe, no santo temor de Deus, começou ainda criança a trabalhar como aprendiz de barbeiro. Era uma profissão manual e também desprezada pelos que tinham aspirações à nobreza, porém, naquela época, essa profissão não era como de hoje em dia, pois, naquele tempo, o barbeiro era também dentista e cirurgião.
São Martinho: pela Caridade alcançou a Santidade

Caridade
Martinho, alma extremamente sensível e de profundidade mística, fez de sua profissão um exercício de caridade para com os pobres, principalmente depois que se tornou ajudante de um médico.

O Convento
Com a idade de 15 anos, abandonou tudo e foi bater na porta do convento dos dominicanos em Lima. Aqui o espera uma nova humilhação. Foi admitido apenas como terciário e incumbido dos trabalhos mais humildes da comunidade. As suas funções eram as mais humildes, mas a sua vida espiritual, a mais profunda. Por fim, os superiores perceberam o que representava aquela alma para a Ordem e, acolhendo-o como membro efetivo no dia 2 de junho de 1603, admitiram-no então a profissão solene.

Solicitude pelos Irmão

A sua solicitude pelos irmãos doentes era viva. Encontravam-no junto deles para os aliviar, mesmo, segundo se diz, que a porta estivesse fechada à chave. Considerava-se escravo de todos e de cada um, e se a doença de algum irmão que ele cuidava piorava, o zelo crescia.

Feitos Extraordinários
Quis assim permanecer a escória do convento, mas a sua santidade começou a refulgir para além dos limites do convento, pelos extraordinários carismas com as quais era dotado, como profecias, os êxtases, as bilocações. Embora nunca tenha se distanciado de Lima, foi visto na África, na China e no Japão para confortar missionários em dificuldade. A este humilde irmão leigo recorriam para conselho; teólogos, bispos e autoridades civis, mais de uma vez o próprio vice-rei teve de aguardar diante da sua cela, porque frei Martinho estava em êxtase.
De Escória do Convento a Santidade

A Fundação do Hospital

Durante uma peste epidêmica, curou os que recorreram a eles, e aos seus sessenta confrades curou prodigiosamente. Dedicava sua vida literalmente aos pobres: mendigo por amor aos mendigos. Com as esmolas que conseguia, fundou um hospital para os meninos abandonados e jejuava para dar de comer aos pobres. Jejuava todo o ano, quase não comendo senão restos de pão, mas discretamente, a tal ponto que ninguém reparava. Tudo isso era regado pelas orações que fazia durante a noite, assim como Jesus orava (Lc 6,12).

Assim, sem fazer coisas extraordinárias além da prática de caridade, Martinho chegou a um alto grau de santidade.

Páscoa

Faleceu, santamente, em Lima no dia 3 de novembro de 1639, com sessenta anos de idade e imediatamente foi honrado e venerado como santo. Foi beatificado, em 1837, pelo Papa Gregório XVI; foi canonizado, no dia 6 de maio de 1962, por São João XXIII; e no ano de 1966, o Papa São Paulo VI o proclamou patrono dos barbeiros.

Minha oração

“Oh! Deus, que exaltou o humilde, que fizestes São Martinho, teu confessor, entrar no Reino celestial, concedei através do seu mérito e intercessão de modo que possamos seguir o exemplo da sua humildade e caridade na terra e um dia estarmos com ele no Céu, através de Cristo, Nosso Senhor.”
São Martinho de Lima, rogai por nós!

Dízimo

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Catedral - Filme-documentário “A Carta” é lançado na sede da CNBB



O filme-documentário “A Carta” foi lançado hoje, nesta quarta-feira, 3, na sede da Conferência Nacional do Bispos do Brasil, em Brasília. A produção é inspirada na carta Encíclica do Papa Francisco, Laudato Si. Publicada em 2015, ao documento carta chama a atenção dos seres humanos no cuidado com a “Casa Comum”, o planeta Terra, os animais e o meio ambiente. Os protagonistas do filme:um indígena da Amazônia, um refugiado senegalês e uma ativista indiana.

Reportagem de Francisco Coelho e Ersomar Ribeiro
Fonte: https://noticias.cancaonova.com/ig

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

SANTO DO DIA 2 DE NOVEMBRO


Na comemoração dos Fiéis Defuntos, recordemos das almas


Comemoração

Origens

Em vez de propor-nos, hoje, a veneração de um santo, a Igreja nos convida a comemorar, pelo nosso sufrágio, as almas dos fiéis já falecidos. A comemoração de todos os fiéis defuntos foi instituída neste dia a fim de socorrer, por boas obras gerais, os que não se beneficiam de preces especificamente dedicadas a eles. Deve-se a uma iniciativa tomada pelos monges beneditinos por volta do ano 1000.

A data

O abade São Odilo, superior mosteiro de Cluny na França, deu ordem para que em todos os conventos filiados a esta Ordem se celebrasse um ofício pelos defuntos na tarde do dia 1º de novembro. Essa comemoração foi adotada pela autoridade da Igreja, de tal modo que, aos poucos, se tornou universal a dedicação de dois de novembro à memória dos irmãos já falecidos.

Exortação de Paulo

Essa exortação de Paulo é dirigida também a cada um de nós:

“Irmãos, nos diz São Paulo apóstolo, não queremos que ignoreis o que se refere aos mortos, para não ficardes tristes como os outros que não tem esperança. Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, cremos também que Deus levará com Jesus os que nele morrerem.” (ITs 4,13-14).
Dia dos Fiéis Defuntos: um dia para recordação, não tristeza

Dia de Saudosa Reflexão

O Dia dos Finados não é dia de tristeza nem lamúrias, como o é para aqueles que não tem fé, mas é dia de saudosa recordação, confortada pela fé, que nos garante que nosso relacionamento com as almas dos finados não está interrompido pela morte, mas é sempre vivo e atuante pela oração de sufrágio. A doutrina relativa aos finados põe em admirável luz a harmonia entre a justiça e a bondade de Deus Pai, de tal modo que também os corações mais frios não resistem hoje a um saudoso pensamento de piedade religiosa em favor dos irmãos falecidos.

Purgatório: o lugar de purificação

A fé nos ensina que existe um lugar de purificação pelas almas depois da morte, pois toda criatura que morre carrega faltas, misérias, dívidas espirituais por pecados cometidos, mesmo morrendo reconciliada com Deus. Essas faltas o impedem de entrar diretamente no Reino de Deus, que é o reino da santidade perfeita, da luz e felicidade. Deus, em Sua bondade, providenciou um lugar de purificação que a tradição da Igreja chamou de purgatório. O Catecismo da Igreja Católica afirma:

“O pecado grave priva-nos da comunhão com Deus e, portanto, torna-nos incapazes da vida eterna, cuja privação se chama «pena eterna» do pecado. Por outro lado, todo pecado, mesmo venial, traz consigo um apego desordenado às criaturas, o qual precisa ser purificado, quer nesta vida quer depois da morte, no estado que se chama Purgatório. Esta purificação liberta do que se chama «pena temporal» do pecado. Estas duas penas não devem ser consideradas como uma espécie de vingança, infligida por Deus, do exterior, mas como algo decorrente da própria natureza do pecado. Uma conversão procedente duma caridade fervorosa pode chegar à total purificação do pecador, de modo que nenhuma pena subsista (82).” (CIC 1472)
Temos condições de oferecer preces, sacrifícios em sufrágios das almas do purgatório

A Solidariedade Espiritual

Pela solidariedade espiritual que existe entre os batizados por força de nossa inserção no Corpo Místico de Cristo, temos condições de oferecer preces, sacrifícios em sufrágios das almas do purgatório que ficam assim beneficiadas em suas penas. Esta doutrina já era conhecida no Antigo Testamento. De fato, lemos, no Segundo livro do Macabeus que, depois de uma batalha do povo judeu contra os inimigos, Judas Macabeu mandou recolher ofertas a serem enviados ao Templo de Jerusalém solicitando orações e sacrifícios em sufrágio dos soldados tombados na guerra, pois ele concluiu: “É um pensamento santo e salutar orar pelos mortos para que sejam livres dos seus pecados” (2Mc 14,45). Também Jesus Cristo fez alusão aos pecados que não são perdoados nem nesta terra nem na outra vida.

Orações de Sufrágio

Orações de sufrágio em favor das almas dos mortos sempre foram praticadas nas Igrejas desde os primeiros séculos. Nas catacumbas romanas onde se sepultavam os cristãos há inúmeras inscrições alusivas a preces que os defuntos solicitam dos irmãos na fé. Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho, ao falecer perto de Roma, enquanto viajava para África, assim falava aos dois filhos que a acompanhavam: “Ponde meu corpo em qualquer lugar, e não vos preocupeis com ele. Só vos peço que, no altar de Deus, vos lembreis de mim, onde quer que estiveres”.

As almas dos nossos falecidos parecem dizer com o patriarca Jó: “Compadecei-vos de mim, ao menos vós que sois meus amigos, porque a mão do meu Senhor me tocou”.

“Santo e salutar é o pensamento de orar pelos mortos, para que sejam livres dos seus pecados.”
A Indulgência e a Oração pelos falecidos

Indulgência:

No dia de Finados, “aos que visitarem o cemitério e rezarem, mesmo só mentalmente, pelos defuntos, concede-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos. Diariamente, do dia 1º ao dia 8 de novembro, nas condições costumeiras, isto é, confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice; nos restantes dias do ano, Indulgência Parcial (Enchr. Indulgentiarum, n.13)”.

“Ainda neste dia, em todas as igrejas, oratórios públicos ou semi-públicos, igualmente lucra-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos; a obra que se prescreve é a piedosa visitação à igreja, durante a qual se deve rezar o Pai-Nosso e Creio, confissão sacramental, comunhão eucarística e oração na intenção do Sumo Pontífice (que pode ser um Pai-Nosso e Ave-Maria, ou qualquer outra oração conforme inspirar a piedade e devoção).” (pg. 462 do Diretório Litúrgico da CNBB).

Oração pelos falecidos:

Pai santo, Deus eterno e Todo-Poderoso, nós Vos pedimos por (nome do falecido), que chamastes deste mundo. Dai-lhe a felicidade, a luz e a paz. Que ele, tendo passado pela morte, participe do convívio de Vossos santos na luz eterna, como prometestes a Abraão e à sua descendência. Que sua alma nada sofra, e Vos digneis ressuscitá-lo com os Vossos santos no dia da ressurreição e da recompensa. Perdoai-lhe os pecados para que alcance junto a Vós a vida imortal no reino eterno. Por Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém (Rezar Pai-Nosso e Ave-Maria.)

Dai-lhe, Senhor, o repouso eterno e brilhe para ele a Vossa luz! Amém.

Minha oração

“ Senhor, nosso Deus, resgatai as almas dos nossos conhecidos e familiares do purgatório, além daquelas que necessitam das nossas orações. Pedimos também a intercessão para que sejamos santos e purificados nessa vida, a fim de chegar diretamente ao Céu. Amém.”
Almas do purgatório, rogai por nós!

DIA DE FINADOS - INCINERAÇÃO DOS NOMES DOS ENTES QUERIDOS


CENTENAS DE PESSOAS COMPARECERAM NA IGREJA NO DIA DE FINADOS

Incineração dos nomes dos entes queridos - Catedral Nossa Senhora das Dores

Hoje, 2 de novembro centenas de fieis compareceram na Igreja para juntos com os padres celebrarem a santa Missa dedicada aos celebração dos fiéis defuntos. A santa missa foi presidida pelo o padre Klerbet e concelebrada pelo o padre Carlos Wágner.
Esta  data coloca os cristãos diante do mistério da morte, é uma forma de fazer memória aos  entes queridos falecidos.

No final da santa Missa, o padre Klerbet, fez a incineração dos pedidos; os quais estavam nos envelopes amarrados na arvore como mostra a foto. Dias antes os fieis participavam da santa Missa, logo  após, recebiam  papeis e caneta para escreverem os nomes dos fieis defuntos, depois amarrar na arvore e assim até chegar a hora de incineração. A benção dos pedidos.


 Confira mais fotos deste dia



Fonte: instagram @arquidiocesedeteresina
Esta data, 2 de novembro, começou no mosteiro Beneditino de Cluny. O papa Bento XV, no tempo da primeira Guerra Mundial, concedeu a todos os sacerdotes a faculdade de celebrar "três missas" neste dia.


A "Nos ritos fúnebres para seus filhos, celebra a Igreja com fé o Mistério Pascal, na firme esperança de que os que se tornaram, pelo batismo, membros de Cristo morto e ressuscitado, passem com ele através da morte à vida. É necessário, porém, que sua alma seja purificada, antes de ser recebida no céu com os santos e os eleitos, enquanto o corpo espera a bem-aventurada esperança da vinda de Cristo e a ressurreição dos mortos".


Neste dia, marcado pela esperança da ressurreição, lembremos com eterna gratidão dos nossos irmãos falecidos que partilharam suas vidas conosco. Peçamos ao Senhor que renove a nossa fé para que possamos viver esta memória na esperança de uma nova vida em Cristo.



 





  


Paróquia Nossa Senhora das Dores
Com alegria a gente sorria

 Fim


Fundação Dom Avelar Brandão Vilela apresenta nova diretoria

Nova diretoria da Fundação Dom Avelar Brandão Vilela


No dia 31 de outubro, 2022, aconteceu reunião na Residência Episcopal, para apresentar uma nova gestão. Esta gestão ( a Fundação Dom Avelar Brandão Vilela, que mantém a Rádio Pioneira ) antes era presidida pelo padre Tony Batista, Vigário Geral da Arquidiocese de Teresina, agora esta fundação passa ser dirigida pelo padre Isaías Pereira. Esta gestão é a gestão da Fundação, a Rádio Pioneira de Teresina. A qual deixa de ser dirigida por Rosemiro Robson e o cargo será assumido pelo diácono Ciro Braga. Segundo informação colhida no site http://arquidiocesedeteresina.org.br/






A nova diretoria da Fundação Dom Avelar Brandão Vilela será composta pelos seguintes nomes: padre Isaías Pereira como presidente, Nadja Rodrigues como vice-presidente, Leonardo Pinto como tesoureiro, Maria Eugênia como Secretária. Como Conselheiros Fiscais assumem padre Anderson Fábio, Dilson Tavares e Eurípedes Gonçalves. Por último, a frente da Rádio Pioneira como diretor de radiofusão, o Diácono Ciro Braga assume o cargo.

SANTO DO DIA 1º DE NOVEMBRO



Solenidade de Todos os Santos de Deus


Solenidade

Origens

A Solenidade de Todos os Santos de Deus é chamada por alguns de “Páscoa de outono,” é celebrada pela Igreja, que, mais uma vez, não olha para si mesma, mas olha para o céu e lhe aspira. De fato, a santidade é um caminho para o qual todos somos chamados a trilhar sob o exemplo desses nossos “irmãos mais velhos”, que nos são propostos como modelos, porque aceitaram ser encontrados por Jesus, rumo ao qual se encaminharam com confiança, com seus desejos, fraquezas e sofrimentos. “Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Todos são chamados à santidade: ‘Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito’ “(Mt 5,48) (CIC 2013).

Raízes Antigas

A solenidade tem raízes antigas: no século IV, começou a celebração dos mártires, comuns para as diferentes Igrejas. Os primeiros sinais desta celebração foram encontrados em Antioquia, no domingo após o dia de Pentecostes, sobre a qual já falava São João Crisóstomo.

Difusão da Festa

Entre os séculos VIII e IX, esta festa começou a difundir-se também na Europa, e, em Roma, de modo particular, no século IX. Ali, o Papa Gregório III (731-741) quis que esta festa fosse comemorada no dia 1º de novembro. A data foi escolhida porque coincidia com a consagração de uma Capela, na Basílica de São Pedro, dedicada às relíquias “dos santos Apóstolos, dos Santos mártires e confessores e de todos os Justos, que chegaram à perfeição e descansam em paz no mundo inteiro”. Na época de Carlos Magno, esta festa já era muito conhecida como ocasião para a Igreja, que vagueia e sofre na Terra, mas que olha para o céu, onde estão seus irmãos mais gloriosos.
É a festa da esperança, que nos recorda o objetivo da nossa vida

Memória Litúrgica

A memória litúrgica dedica um dia especial a todos aqueles que se uniram com Cristo em sua glória. Eles não nos são indicados apenas como arquétipos, mas invocados também como protetores das nossas ações. Todos os Santos são os filhos de Deus que atingiram a meta da salvação. Eles vivem, na eternidade, aquela condição de bem-aventurança expressa por Jesus no discurso da Montanha, narrado no Evangelho de Mateus (5,1-12).

Companheiros na Imitação de Cristo

Os Santos são aqueles que nos acompanham no nosso percurso de imitação de Jesus. Eles nos levam a ser pedra angular na construção do Reino de Deus. Neste dia, a Mãe Igreja faz este apelo a todos nós, seus filhos: “O apelo à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade se dirige a todos os fiéis cristãos.” “A perfeição cristã só tem um limite: ser ilimitada” (CIC 2028).

Um Interesse Humano

Sendo assim, nós passamos a compreender o início do sermão do Abade São Bernardo: “Para que louvar os santos, para que glorificá-los? Para que, enfim, esta solenidade? Que lhes importam as honras terrenas? A eles que, segundo a promessa do Filho, o Pai celeste glorifica? Os santos não precisam de nossas homenagens. Não há dúvida alguma, se veneramos os santos, o interesse é nosso, não deles”.

Convite para olhar para o Alto

A Igreja nos convida a contemplarmos os nossos “heróis” da fé, esperança e caridade. É um convite a olharmos para o Alto, pois, neste mundo escurecido pelo pecado, eles brilham no Céu com a luz do triunfo e esperança daqueles que viveram e morreram em Cristo, por Cristo e com Cristo, formando uma “constelação”, como São João havia dito: “Era uma imensa multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap 7,9).
Somos chamados a imitar o exemplo de Santidade

Sinal do Espírito Santo

Todos esses combatentes de Deus merecem nossa imitação, pois foram adolescentes, jovens, homens casados, mães de família, operários, empregados, patrões, sacerdotes, pobres mendigos, profissionais, militares ou religiosos que se tornaram um sinal do que o Espírito Santo pode fazer num ser humano que se decide a viver o Evangelho atuando na Igreja e na sociedade.

Modelos para os fiéis

Portanto, a vida desses modelos acabaram virando proposta para nós, uma vez que passaram fome, apelos carnais, perseguições, alegrias, situações de pecado, profundos arrependimentos, sede, doenças, sofrimentos por calúnia, ódio, falta de amor e injustiças. Esses constituem o cotidiano dos seguidores de Cristo que enfrentam os embates da vida sem perder o entusiasmo pela Pátria definitiva, pois “não sois mais estrangeiros, nem migrantes; sois concidadãos dos santos, sois da Família de Deus” (Ef 2,19).

Oração:

“Jesus, que o mundo salvastes, dos que remistes cuidais, E vós, Mãe santa de Deus, por nós a Deus suplicai. Os coros todos dos Anjos, patriarcal legião, profetas de tantos méritos, pedi por nós o perdão. Ó precursor do Messias, ó Ostiário dos céus, com os Apóstolos todos, quebrai os laços dos réus. Santa Assembleia dos Mártires; vós, Confessores, Pastores, Virgens prudentes e castas, rogai por nós pecadores. Que os monges peçam por nós e todos que o céu habitam: a vida eterna consigam os que na terra militam. Honra e louvor tributemos ao Pai e ao Filho também, com seu Amor um só Deus, por todo o sempre. Amém.”

Minha oração

“Na solenidade de todos os santos, recordamos que é possível ser santo, recordamos que é possível contar com suas orações e intercessão, por isso pedimos as graças que precisamos no tempo presente e a conversão dos pecadores da nossa família e amigos. Amém ”
Todos os Santos de Deus, rogai por nós!