domingo, 12 de fevereiro de 2023

SANTO DO DIA 12 DE FEVEREIRO


Santa Eulália, adolescente torturada e martirizada



Virgem e mártir da Espanha [século III]Origens


Nasceu aproximadamente no fim do século III, na Espanha. Tendo apenas treze anos, foi capaz de resistir às perseguições contra o catolicismo e a não renegar a fé. Naquele período, o imperador romano Diocleciano perseguia as famílias cristãs, por isso, seus pais tiveram de se mudar de onde viviam, a fim de fugir das barbáries, porém, mesmo assim, a santa foi queixar-se com o Cônsul Dácio dizendo que era cristã.



Páscoa
Santa Eulália foi torturada 13 vezes, a mesma quantidade que tinha de anos de vida, além disso, foi também martirizada. Segundo a tradição, antes de morrer, foi chicoteada, queimada, cortada os seios, esfregada com pedras, derramaram óleo quente sobre ela, rolada nas ruas dentro de um barril, jogada aos vermes, arrastada em um carro de bois, despida em público, exposta à neve, pregada numa cruz no formato de X, por fim decapitada. Ainda se diz que, ao morrer, saiu de seu pescoço uma imagem reluzente de pomba, outros dizem que foram os anjos levando a sua alma para o céu.

Milagres das flores
Por tamanha generosidade, os pobres sempre batiam à porta de sua casa. Isso incomodava os pais, a ponto de proibi-la de fazer atos de caridade. Ao procurar saciar a fome de alguns irmãos de rua, ela escondeu pães em sua saia, mas, ao ser encontrada pelo pelo pai e questionada, ela disse que eram flores. Seu pai mandou que mostrasse, já que estava desconfiado de sua atitude para com os pobres, então, ao revelar o que estava escondido, ele viu que realmente eram as flores.
Santa Eulália: a tortura santificante de uma adolescente

Água que jorra
Outra situação relatada é o caso de duas meninas que trabalhavam para um carrasco buscando água no poço da cidade. Certa vez, ao chegarem lá, perceberam que o poço estava seco, o que gerou grande agonia e temor do patrão. Ao saber disso, Eulália estendeu um manto sobre o meio-fio do qual jorrou água.

Sua imagem
Geralmente, é representada com a palma do martírio, tendo ao lado uma cruz em forma de X. Em outros lugares, a encontramos junto com uma pomba, para representar o momento de sua gloriosa passagem.

Padroeira
É reconhecida como Padroeira da cidade de Barcelona e da Espanha. Por eles, ela é invocada em diversas necessidades, mas principalmente contra a seca. Além disso, recebe um grande festejo com procissões e bonecos gigantes nas ruas, somados a danças e homenagens, rodeados de diversos outros símbolos da cultura. O povo nutre tamanha devoção que colocou seu nome em diversas ruas. É também celebrada na França.

No Brasil
Na Diocese de Limeira (SP), há uma Comunidade Paroquial dedicada à Santa Eulália. A “quase Paróquia” Santa Eulália foi criada no dia 11 de fevereiro de 2018, desmembrando-se das Paróquias São Cristóvão e Menino Jesus. Nesta comunidade, a devoção a santa é fortemente divulgada.

Minha oração
“Que em nossas casas não falte água, muito menos a água do Espírito, que levou Santa Eulália ao martírio. Dai-nos fidelidade, mas também a tua Providência. Amém.”

Santa Eulália, rogai por nós!
Fonte: https://santo.cancaonova.com/

CATEDRAL DE TERESINA - CONVITE


Catedral de Nossa Senhora das Dores recebe recurso da  Alemanha reformar da Igreja  

Catedral de Nossa Senhora das Dores

A reforma  da Catedral começou o ano passado com ajuda da Alemanha, ou seja  Igrejas ajudando Igrejas

CONVITE







 

SANTO DO DIA 11 DE FEVEREIRO


Nossa Senhora de Lourdes, intercessora dos doentes



Festa Litúrgica

Intercessora dos doentes
A Santíssima Virgem Maria, a Mãe de JESUS, é, por excelência, santa entre os santos. Nas suas dezenas de aparições reconhecidas pela Santa Igreja Católica está a de Lourdes. A partir dessa aparição, Nossa Senhora, neste título de Lourdes, é invocada por fiéis de várias partes do mundo, que lhe apresentam situações de saúde, tornando-se assim, a padroeira dos doentes.

Aparição
Foi no ano de 1858 que a Virgem Santíssima apareceu 18 vezes nas cercanias de Lourdes, França, na gruta Massabielle, a uma jovem chamada Santa Marie-Bernard Soubirous ou Santa Bernadete. Essa santa deixou por escrito um testemunho que entrou para o ofício das leituras de 11 de fevereiro.

Escritos
“Certo dia, fui com duas meninas às margens do Rio Gave buscar lenha. Ouvi um barulho, voltei-me para o prado, mas não vi movimento nas árvores. Levantei a cabeça e olhei para a gruta. Vi, então, uma senhora vestida de branco; tinha um vestido alvo com uma faixa azul celeste na cintura e uma rosa de ouro em cada pé, da cor do rosário que trazia com ela. Somente na terceira vez, a Senhora me falou e perguntou-me se eu queria voltar ali durante quinze dias. Durante quinze dias lá, voltei; e a Senhora apareceu-me todos os dias, com exceção de uma segunda e uma sexta-feira. Repetiu-me, vária vezes, que dissesse aos sacerdotes para construir, ali, uma capela. Ela mandava que fosse à fonte para lavar-me e que rezasse pela conversão dos pecadores. Muitas e muitas vezes perguntei-lhe quem era, mas ela apenas sorria com bondade. Finalmente, com braços e olhos erguidos para o céu, disse-me que era a Imaculada Conceição”.
Nossa Senhora de Lourdes e a conversão para os pecadores

Conversão para os pecadores
Maria, a intercessora, modelo da Igreja, imaculada, concebida sem pecado, nessa aparição, pediu o essencial para a nossa felicidade: a conversão para os pecadores. Ela pediu a conversão dos pecadores pela oração, conversão e penitência.

Contexto
Isso aconteceu após 4 anos da proclamação do Dogma da Imaculada Conceição. Deus quis e Sua Providência Santíssima também demonstrou, dessa forma, a infalibilidade da Igreja, que chancela do céu essa aparição da Virgem Maria em Lourdes, os milagres que aconteceram e continuam a acontecer naquele local, lá onde as multidões afluem, o clero e vários Papas estiveram.

Oração – proteção e refúgio
“Sob a Tua proteção procuramos refúgio, Virgem Imaculada de Lourdes, que és o modelo perfeito da criação segundo o plano original de Deus. A Ti, neste dia, confiamos os doentes, os idosos, as pessoas sozinhas: alivia o seu sofrimento, enxuga as suas lágrimas e obtém para cada um a força necessária para realizar a vontade de Deus. Sê o amparo de todos que aliviam, dia após dia, os sofrimentos destes irmãos. E ajuda-nos a crescer no conhecimento de Cristo, que, com a Sua morte e ressurreição, venceu o poder do mal e da morte.”
Nossa Senhora de Lourdes, intercede por nós!
Fonte: santo.cancaonova.com

Francisco: não esqueçamos a Síria, a Turquia e a Ucrânia


Francisco: não esqueçamos a Síria, a Turquia e a Ucrânia   


O Papa pede orações pelos habitantes dos dois países devastados pela "catástrofe" do terremoto e invoca a Deus para que, no conflito russo-ucraniano, os responsáveis percorram caminhos de paz



Vatican News
Ouça a reportagem com a voz do Papa Francisco

Em suas saudações após o Angelus, este domingo, 12 de fevereiro, o Papa fez um apelo para não esquecer os povos da Síria e da Turquia, atingidos pelo terremoto devastador, e os habitantes da Ucrânia, ainda vítimas do conflito sangrento:


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12/02/2023




Continuemos próximos, com a oração e o apoio concreto, das populaões vítimas do terremoto na Síria e na Turquia. Eu estava vendo no programa "A Sua Imagem", as fotografias desta catástrofe, esta dor destes povos que sofrem com o terremoto. Oremos por eles, não os esqueçamos, oremos e pensemos no que podemos fazer por eles. E não esqueçamos a atormentada Ucrânia: que o Senhor abra caminhos de paz e dê aos responsáveis a coragem de percorrê-los.

O número de vítimas nos dois países atingidos pelo terremoto no último dia 6 de fevereiro está aumentando constantemente, há atualmente mais de 29 mil mortos, um número que está destinado, segundo previsões dramáticas, a dobrar. A primeira ajuda da União Europeia chega este domingo a Damasco, partindo da Itália.

Na Ucrânia, os ataques russos continuam, durante a noite de sábado para domingo em Kharkiv houve três ataques de mísseis que atingiram uma infra-estrutura sem, felizmente, causarem mortes.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/pa

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

SANTO DO DIA 10 DE FEVEREIRO

 


Santa Escolástica ensina: "Quem ama mais pode mais"



Monja Beneditina


“Quem ama mais pode mais”



Este de safio aconteceu com Bento de Núrsia, mas a vencedora foi sua irmã gêmea, Escolástica, que se consagrou ao Senhor desde muito jovem. Vivendo à sombra do irmão, foi sempre fiel intérprete da sua regra.


Origens
Presume-se que Escolástica, primeira monja beneditina, viveu entre os anos 480 e 543. Natural de Núrsia, região italiana da Úmbria. Foi uma dócil aluna de Bento, do qual recebeu a sabedoria do coração, a ponto de superar seu mestre: é o que narra São Gregório Magno nos seus “Diálogos”, único texto de referência com poucas menções sobre a vida desta santa. Ele descreve ainda um particular episódio, no qual ela revela uma acentuada personalidade humana e grande profundidade espiritual.


Vocação religiosa nas pegadas do irmão
Segundo a história de Escolástica, diz-se que era descendente de uma antiga família de Senadores romanos. Sua mãe, Cláudia, morreu logo depois do parto dos gêmeos. Com 12 anos, foi mandada para Roma, junto com seu irmão Bento, onde ficaram escandalizados pela vida desregrada da cidade. Bento tornou-se eremita, enquanto Escolástica pediu ao pai para dedicar-se à vida religiosa. Antes, entrou para um mosteiro, próximo de Núrsia, e, depois, transferiu-se para Subiaco, seguindo o irmão, que havia fundado a Abadia de Monte Cassino, ao leste de Nápoles. Ali, em apenas sete quilômetros de distância, fundou o mosteiro de Piumarola, onde, com as coirmãs, seguiu a Regra de São Bento. Deu, portanto, origem ao ramo feminino da Ordem dos Beneditinos.




Santa Escolástica e a Regra do Silêncio




A regra do silêncio
Era normal para Escolástica recomendar a observância da regra do silêncio e evitar conversas com pessoas estranhas no mosteiro, mesmo se fossem visitantes devotos. Ela costumava repetir: “Fiquem em silêncio ou falem de Deus, pois o que, neste mundo, pode ser tão digno para se falar senão sobre Ele?”.






Escolástica gostava de falar a respeito de Deus, sobretudo com o irmão Bento, com o qual se encontrava uma vez por ano. O local onde faziam diálogos espirituais era uma casinha situada no meio da estrada entre os dois mosteiros.




O milagre que desafiou Bento
São Gregório Magno narra que, no último dos seus encontros, datado de 6 de fevereiro de 543, pouco antes da sua morte, Escolástica pediu ao irmão para prolongar a conversa até na manhã do dia seguinte, mas Bento se opôs para não violar a Regra. Então, Escolástica implorou ao Senhor para não deixar o irmão partir, debulhando-se em pranto. A seguir, um temporal inesperado e violento obrigou Bento a ficar com ela, levando-os a conversarem toda a noite.


Porém, a primeira reação de Bento com o temporal improviso foi de contrariedade: “Que Deus onipotente possa lhe perdoar, irmã. O que você fez?”. E Escolástica respondeu: “Eu lhe implorei para ficar e você não me ouviu; pedi a Deus e Ele me atendeu. Agora, pode ir, se quiser; deixe-me e volte ao seu mosteiro”. Foi uma espécie de revanche da irmã, que não pôde se entristecer pelo amadíssimo irmão, pois ele mesmo lhe havia ensinado a se dirigir a Deus, com todas as forças, durante as dificuldades. Assim se destacaram os dotes femininos de Escolástica: docilidade, perseverança e também audácia ao obter o que desejava fortemente.
Unidos em Deus na vida e na morte


Páscoa
Três dias depois deste encontro, segundo São Gregório, Bento recebeu a notícia da morte da irmã com um sinal divino: viu a alma da sua irmã subir ao céu em forma de uma pomba branca. Então, quis enterrá-la na sepultura que havia preparado para si, onde também foi enterrado, pouco tempo depois. “Como seus pensamentos sempre estiveram voltados para Deus, era justo seus corpos também ficassem unidos na mesma sepultura”.


Repercussão da santidade
Hoje, quem visita a majestosa Abadia de Monte Cassino, após 15 séculos de história, pode fazer a experiência de estar diante do túmulo dos Santos irmãos, os pioneiros de um grande número de seguidores de Deus.




Intercessora e patrona
É invocada como intercessora contra tempestades, chuvas e relâmpagos. Também intercessora pelas crianças que sofrem convulsões. Tradicionalmente, patrona dos mosteiros beneditinos.


Minha oração
“Santa Escolástica, pelo mistério da comunhão dos santos, ouso lhe pedir a graça de silenciar e não procurar conversas que não me levem para as ‘coisas do Alto’. Peço-te a graça de, no ambiente onde eu vivo e trabalho, ser um instrumento da paz, como também amar os meus irmãos como você amou São Bento, seu irmão gêmeo. Amém.”


Santa Escolástica, rogai por nós!
Fonte: https://santo.cancaonova.com

PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL DO SENHOR NOS DIAS 19 A 21/02/ 2023

       PROGRAMAÇÃO 2023                                 










Curso para Padrinhos

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023

SANTO DO DIA 9 DE FEVEREIRO


Santo Irmão Miguel Febres, educador e patrono dos pedagogos



Religioso [1854-1910]

Origens
Francisco foi seu nome de batismo. Alcançou os santos altares como Irmão Miguel, santo missionário, entre a juventude nas escolas. Nasceu no Equador em família nobre e de forte tradição cristã. O pai foi professor universitário; e o avô foi general do exército, venerado como herói nacional.

Saúde física e ação sobrenatural
Em suas pernas, tinha uma deformação de nascença. O garoto começou a andar apenas aos 5 anos. O fato aconteceu diante de uma visão extraordinária: ele e sua mãe viram “Nossa Senhora do Manto Azul” na roseira do jardim, o que impulsionou o garoto Francisco, hoje Irmão Miguel Febres, a dar os primeiros de muitos outros passos que daria.

Chamado à vida religiosa
Miguel foi um dos primeiros alunos do “Colégio dos Irmãos”, como era conhecida a escola conduzida pela Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs no Equador. Logo ele se apaixonou pela vida daqueles irmãos e missionários, sentindo-se chamado para ser um deles. Seus pais eram cristãos, porém, em nenhum momento o apoiavam no seguimento da vocação religiosa, pois ambicionavam uma profissão honrosa para seu filho. O jovem esperou 14 anos para, em 1868, vestir o hábito religioso. A oposição paterna reacendeu-se de forma violenta, não suportando a decisão do filho, cortou totalmente os laços com Miguel.

Frase do santo
“Desde cedo, intui que a educação é tudo para o homem e que a missão de educar é a mais nobre para a humanidade e para a Igreja.”

Doação de seus talentos e habilidades
Dedicou 26 anos de sua vida na missão de educar, e foi o que o santificou. Preferiu-a ao sacerdócio, que lhe ofereciam como sutil tentação. Foi incomparável gramático e filósofo, zeloso catequista, grande escritor e poeta, sobretudo cantando as honras à Mãe Imaculada. Em 1892, foi aclamado por unanimidade como membro da Academia Equatoriana da Língua.

Destaque nos Lassalistas
O primeiro religioso equatoriano da Congregação dos Irmãos de La Salle ou Irmãos Lassalistas, em 1907, trabalhou arduamente em textos escolares, que dariam subsídios para toda a Congregação. Além do Equador, viveu e trabalhou em Paris (França), na Bélgica e em Premiá de Mar (Espanha).

Última frase
Em 1910, ele parte para a glória, santa e serenamente, rodeado por seus Irmãos. Suas últimas palavras foram: “Jesus, José e Maria, eu vos dou o meu coração e a minha alma”.

A “Congregação do Santo” no Brasil
A presença Lassalista no Brasil iniciou em 1907. As unidades educativas e de assistência social em que os Irmãos atuam estão presentes em nove estados brasileiros e no Distrito Federal, atendendo a mais de 47 mil alunos com o trabalho de mais de 5 mil educadores.

Oração
“Ó Deus onipotente e eterno, que em São Miguel Febres Cordeiro, deste à tua Igreja um ilustre educador de crianças, concede-nos que, imitando a sua dedicação exemplar, saibamos acompanhar com bondade os jovens para os dirigir a ti.”

A minha oração
“Senhor Jesus, são tantos os profissionais que doam-se por uma humanidade melhor, em especial os educadores, professores e pedagogos. Senhor, muitos deles são desprezados e desvalorizados. Te peço, por intercessão de Santo Irmão Miguel Febres, que guarde para cada um desses, as glórias da vida eterna. Amém.”

São Miguel Febres, rogai por nós!

Fonte: santo.cancaonova.com/santo/santo

RCC RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA LANÇA O FESTIVAL DO SENHOR

Dona Cândida - Capela Santa Rita de Cássia


A RCC, nesta quinta-feira realizou mais um seminário, na Capela Santa Rita de Cássia. O seminário foi presidido por Thais Francisca, presidente da Renovação Carismática Católica  de Paróquia Nossa Senhora das Dores. Palestrante Araújo Vieira do grupo Face Nova do Bairro Dirceu. 

As reuniões são realizadas toda quinta-feira, com louvores, adorações, unções, e muitas graças. No final de cada encontro há coquetel a vontade para todos. Você que deseja participar, será muito bem vindo!

Nesta foto, é dona Cândida, hoje foi o último dia que a rccana participar aqui deste encontro pois dona Cândida vai  morar em São Luis do Maranhão. Todos os amigos a prestigiaram e desejaram felicidades para a amiga tão querida.


PROGRAMAÇÃO 2023                                 



Bom Festival

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

SANTO DO DIA 8 DE FEVEREIRO


Santa Josefina Bakhita, modelo de superação, humildade e serviço



Religiosa [1869 – 1947]


Um capítulo de trevas
No Sudão, em 1878, aquela menininha de 9 anos foi surpreendida por dois homens que lhe taparam o caminho e apontaram-lhe uma arma. Em seguida, levam-na consigo, como se rouba uma galinha de um galinheiro. Naquele dia, como se fosse num pesadelo, a menina africana se esqueceu de tudo, até mesmo o próprio nome, assim como o de seus pais, com quem morava.

Escravidão
Os então mercantes mulçumanos decidem rebatizá-la. “Bakhita”, eles a chamavam, “afortunada”. Uma ironia para aquela menina que agora se tornara mercadoria humana e passava de mão em mão nos mercados de escravos. Um dia, enquanto servia um general turco, foi lhe gravada com faca uma “tatuagem” no corpo, 114 cortes e as feridas cobertas de sal para permanecerem evidentes.

A luz
Bakhita sobreviveu a tudo, até que um raio de luz atingiu o inferno. Um oficial italiano, Callisto Legnami, a comprou dos traficantes. Nesse dia, Bakhita-Afortunada vestiu, pela primeira vez, um vestido, entrou numa casa, a porta foi fechada e 10 anos de brutalidades indescritíveis ficaram para trás. O oásis durou dois anos, quando o italiano, que a tratava com carinho, foi forçado a repatriar-se sob a pressão da revolução mahdista. Bakhita se recordará daquele momento: “Ousei pedir-lhe que me levasse à Itália com ele”. Callisto aceitou e, em 1884, Bakhita desembarcou na península onde, para a pequena ex-escrava, um destino inimaginável a esperava. Ali, ela se tornou amiga e também babá de Alice, a filha mais nova do casal, que estava nascendo.

Providência de Deus
Como, conforme Romanos 8,28, “tudo concorre para o bem dos que amam a Deus”, em 1888, o casal que a hospeda viaja. Durante 9 meses, Bakhita e Alice são confiadas às Irmãs Canossianas de Veneza. Ela conhece Jesus, aprende o catecismo e, em 9 de janeiro de 1890, Bakhita recebe o Batismo com o nome de Giuseppina Margherita Fortunata. Na mesma ocasião, também recebe o sacramento do Crisma e a Primeira Comunhão.
Santa Bakhita é padroeira dos escravos e intercessora dos sequestrados

Opção pela vida religiosa
Com 24 anos, em 1893, entra no noviciado das Canossianas. Três anos depois, profere os votos. Durante 45 anos, foi cozinheira, sacristã e, acima de tudo, uma porteira do convento de Schio, onde agia com bondade. Carinhosamente, ela chamava Deus como seu patrão, “o meu Patrão”, ela dizia. Foi conhecida por muitos pela alegria e pela paz que comunicava.

Irmã chocolate
Conta-se que, por Bakhita viver no país europeu e em meio à realidade de pessoas com cor de pele clara, as crianças da época a chamavam carinhosamente de “irmã de chocolate”. Isso também porque ela distribuía doçura em sorrisos e atitudes.
Beijo as mãos aos negreiros

Páscoa
Para todo o convento de Schio é um dia de luto quando Giuseppina Bakhita morre aos 8 de fevereiro de 1947 por pneumonia. Foi realmente ‘afortunada’ a sua vida e o dirá ela mesma: “Se encontrasse aqueles negreiros que me sequestraram e mesmo aqueles que me torturaram, eu me colocaria de joelhos para beijar as suas mãos, porque se tudo isso não tivesse acontecido, eu não seria agora cristã e religiosa”.

Devoção
São João Paulo II a canonizou em 1 de outubro de 2000. Bakhita tornou-se então uma santa da Família Canossiana (Congregação fundada por S. Madalena de Canossa). Os filhos e filhas da Caridade (Canossianos) nasceram na Itália. Depois de ir em missão para vários países, os Canossianos também se instalaram o Brasil em 1948. Hoje, são mais de 2 mil irmãs em vários países, inclusive no Sudão. No Brasil, são 45 irmãs.

Minha oração
“Santa Bakhita, seu nome assim foi escrito nas palmas das mãos de Deus no seu Batismo, por isso eu peço a sua ajuda em cada situação em que eu fui sequestrado de mim mesmo. Tapam-me os olhos da esperança e, por vezes, não vejo horizontes. Ajuda-me, com sua intercessão junto a Jesus, para que eu receba novas vestes da alma e que eu seja livre. Amém.”

Santa Bakhita, rogai por nós!

Fonte: https://santo.cancaonova.com/sa

O grito do Papa contra o novo colonialismo



Multidão saúda o Papa nas ruas de Kinshasa (AFP or licensors)       EDITORIAL




O grito do Papa contra o novo colonialismo
O abraço de Francisco a um povo provado pelos conflitos e pela pobreza, que do Sucessor de Pedro recebe o estímulo para se libertar de todas as formas de exploração.



ANDREA TORNIELLI


Um país "imenso e cheio de vida", o segundo pulmão do planeta depois da Amazônia graças à extensão de sua floresta tropical, que é saqueada avidamente. Um país com imensos recursos naturais, “atingido pela violência como se fosse um murro no estômago”, que “parece há muito sem fôlego”. Depois de ser saudado por milhares de pessoas de todas as idades que se aglomeravam na estrada do aeroporto de N'djili ao centro da megalópole de Kinshasa, o Papa Francisco enviou sua primeira mensagem à República Democrática do Congo e a toda a África.

No jardim do Palais de la Nation, sentado ao lado do presidente Felix Tshisekedi Tshilombo, o Sucessor de Pedro pronunciou palavras de apoio aos congoleses que resistem às tentativas de fragmentar o país atravessado pela violência e recordou mais uma vez o objeto de exploração do Congo e de forma geral de todo o continente africano.

“Depois do político – disse Francisco – desencadeou-se um colonialismo econômico igualmente escravizador”. É um colonialismo mais sutil e menos vistoso, que esvazia os povos africanos da liberdade e da autodeterminação. Assim, acrescentou o Papa, no Congo “chegou-se ao paradoxo de os frutos da sua terra o tornarem «estrangeiro» para os próprios habitantes. O veneno da ganância tornou os seus diamantes ensanguentados. É um drama face ao qual, muitas vezes, o mundo economicamente mais desenvolvido fecha os olhos, os ouvidos e a boca.

Francisco quis vir até aqui para abraçar este povo provado pelos conflitos e pela pobreza, para fazer com que abramos os olhos, os ouvidos e a boca, lembrando-nos dos conflitos esquecidos que compõem os pedaços cada vez maiores da Terceira Guerra Mundial e das consequências de um sistema econômico-financeiro que "mata" porque não tem no centro o homem, mas o deus dinheiro.

"Mas este país e este continente - disse o Papa em seu primeiro discurso em Kinshasa - merecem ser respeitados e ouvidos, merecem espaço e atenção: tirem as mãos da República Democrática do Congo, tirem as mãos da África! Basta com este sufocar a África: não é uma mina para explorar, nem uma terra para saquear."

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt

SANTO DO DIA 7 DE FEVEREIRO


São Ricardo, governante caridoso com três filhos santos




São Ricardo foi rei da Inglaterra no século VII. Ele governou esse país europeu e manteve-se em santidade, caridade e vida reta. Sendo assim, a Igreja atesta: sim, mesmo em meio à tentação do poder, pode um governante, junto com sua família, alcançar os santos altares.

Núcleo familiar
São Ricardo teve três filhos, que também foram reconhecidos pela Igreja como santos. Ao descobrir a sua vocação para a vida matrimonial, quis ser santo, mas também quis que seus filhos o fossem, formando uma família santa para Deus. Ele fez, diariamente, a sua opção, porque a santidade passa pela adesão da nossa liberdade.

Peregrinação, doença e morte
O santo inglês quis fazer uma peregrinação juntamente com os seus filhos chamados Winebaldo, Wilibaldo e Walberga. Mas, ao saírem da Inglaterra rumo à Terra Santa, passaram por Luca, norte da África, onde São Ricardo adoeceu gravemente e faleceu no ano de 722.

Testemunho
Para os filhos ficaram o testemunho, a alegria do pai, a doação, o homem que em tudo buscou a santidade, não apenas para si, mas para os outros e para seus filhos. São Bonifácio, parente muito próximo, convocou os três filhos de São Ricardo para a evangelização na Germânia. Walberga tornou-se abadessa, Wilibaldo foi sagrado Bispo e Winebaldo fundou um mosteiro. Todos eles, como o pai, viveram a santidade.

Nobreza interior
De família nobre, viveu uma nobreza interior, que precisa ser a de todos os cristãos. Depois do seu reinado, São Ricardo abdicou a coroa e distribuiu esmolas. Os frutos mais próximos que podemos perceber na vida deste santo são seus filhos que, assim como o pai, também foram santos. Ele quis ser santo e batalhou para tal, por isso, assim como Nosso Senhor Jesus Cristo foi, é e continuará sendo, sejamos santos.

A minha oração
Se você é pai ou mãe, ouse rezar assim: “Senhor Jesus, pela intercessão de São Ricardo, eu te suplico: conserva-me no caminho de santidade, a ponto de que meus filhos também sejam um dia acolhidos no céu, santos e irrepreensíveis. Amém!”.

São Ricardo, rogai por nós!

Fonte https://santo.cancaonova.com/

“AS DORES DE CADA INDÍGENA SÃO TAMBÉM DA IGREJA”

CNBB EMITE NOTA 

 EM SOLIDARIEDADE AOS YANOMAMI: “AS DORES DE CADA INDÍGENA SÃO TAMBÉM DA IGREJA”




A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta terça-feira, 31 de janeiro, uma nota intitulada “Em defesa dos povos originários” motivada pela realidade vivida pelo povo Yanomami que, segundo o documento, é a “síntese da ofensiva contra os direitos dos povos indígenas agravada nos últimos anos”. A realidade, segundo a nota, foi denunciada pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI) em seu relatório anual.


De acordo com a nota da presidência da CNBB, “a realidade vivida pelo povo Yanomami é, pois, síntese do que apresenta o relatório do CIMI. Os povos originários, integrados à natureza, têm sido desrespeitados de modo contumaz, a partir da ganância, da exploração predatória do meio ambiente, que propaga a morte em nome do dinheiro”.


Essa realidade, defende a Conferência, deve despertar santa indignação no coração de cada pessoa, especialmente dos cristãos, que não podem fazer da defesa da vida uma simples bandeira a ser erguida sob motivação ideológica. “A vida tem que ser efetivamente defendida, não apenas em uma etapa específica, mas em todo o seu curso. E a defesa da vida humana é indissociável do cuidado com o meio ambiente”, reitera o documento.


Na nota, a CNBB pede às autoridades um adequado tratamento dedicado ao povo Yanomami e a cada comunidade indígena presente no território brasileiro. A CNBB pede ainda que “diante da gravidade do que se verifica no Norte do País, das mortes, principalmente de crianças e de idosos, sejam apontados os responsáveis, para que a justiça prevaleça”.


A CNBB reforça que a Igreja Católica no Brasil está unida ao povo Yanomami, solidariamente, com sua rede de comunidades de fé. “As dores de cada indígena são também da Igreja, que, a partir de sua doutrina, do magistério do Papa Francisco, vem ensinando a importância dos povos originários na preservação do planeta”. Conheça, abaixo, a íntegra da nota e, aqui, o arquivo em PDF:


Em defesa dos povos originários


A ofensiva contra os direitos dos povos indígenas, agravada nos últimos anos, foi denunciada pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI), em seu relatório anual. A realidade vivida pelo povo Yanomami é, pois, síntese do que apresenta o relatório do CIMI. Os povos originários, integrados à natureza, têm sido desrespeitados de modo contumaz, a partir da ganância, da exploração predatória do meio ambiente, que propaga a morte em nome do dinheiro.


Essa realidade deve despertar santa indignação no coração de cada pessoa, especialmente dos cristãos, que não podem fazer da defesa da vida uma simples bandeira a ser erguida sob motivação ideológica. A vida tem que ser efetivamente defendida, não apenas em uma etapa específica, mas em todo o seu curso. E a defesa da vida humana é indissociável do cuidado com o meio ambiente.


A CNBB pede às autoridades um adequado tratamento dedicado ao povo Yanomami e a cada comunidade indígena presente no território brasileiro. Diante da gravidade do que se verifica no Norte do País, das mortes, principalmente de crianças e de idosos, sejam apontados os responsáveis, para que a justiça prevaleça. O genocídio dos Yanomamis seja capítulo nunca esquecido na história do Brasil, para que não se repita crime semelhante contra a vida de nossos irmãos.


A Igreja Católica no Brasil está unida ao povo Yanomami, solidariamente, com sua rede de comunidades de fé. As dores de cada indígena são também da Igreja, que, a partir de sua doutrina, do magistério do Papa Francisco, vem ensinando a importância dos povos originários na preservação do planeta.


O momento é de tristeza e desolação, mas a Igreja Católica continuará a trabalhar, intensificando sempre mais as suas ações, em união com muitos segmentos da sociedade e do poder público, para que prevaleça a esperança, confiante de que cada Yanomami será respeitado em sua dignidade de filho e filha de Deus.


Brasília-DF, 31 de janeiro de 2023


Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB


Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-Presidente da CNBB


Dom Mário Antônio da Silva
Arcebispo de Cuiabá (MT)
Segundo Vice-Presidente da CNBB


Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

SANTO DO DIA 6 DE FEVEREIRO

 São Paulo Míki e companheiros mártires, padroeiros do Japão




Mártires

Origem e curiosidades
São Paulo Míki foi o primeiro mártir e o primeiro religioso de origem japonesa. Segundo a tradição, ele recebeu a religião por conta da sua família que recebera a evangelização de São Francisco Xavier, por isso, tornou-se Jesuíta. Mesmo com o desejo de ser sacerdote, não conseguiu ordenar-se por falta de um bispo local. Porém, realizou um grande trabalho de evangelização e diálogo com os budistas, percorrendo todo o país.

O Martírio
Em 1596, Shogun Hideyoshi, um militar samurai, iniciou uma série de perseguições contra os cristãos por conta das divergências de ordens missionárias e o comportamento de alguns cristãos estrangeiros. São Paulo Míki acabou sendo preso juntamente com 6 Franciscanos, 3 Jesuítas e 17 leigos convertidos, inclusive 2 meninos muito jovens. Em 5 de fevereiro de 1597, no monte Tateyama de Nagasaki, foram pregados e mortos na cruz, 26 pessoas. Mesmo nos últimos momentos, Paulo anunciou o reino e a conversão, perdoou seus algozes e imitou o Cristo.

Nomes dos Mártires
Religiosos da Companhia de Jesus: João de Goto Soan, Tiago Kisai e outro desconhecido;
Presbíteros da Ordem dos Frades Menores: Pedro Baptista Blásquez, Martinho da Ascensão Aguirre, Francisco Blanco, Filipe de Jesus de las Casas, Gonçalo Garcia, Francisco de São Miguel de la Parilla;
Leigos catequistas: Leão Karasuma, Pedro Sukejiro, Cosme Takeya, Paulo Ibaraki, Tomé Dangi, Paulo Suzuki;
Neófitos (cristãos recém-convertidos): Luís Ibaraki, António, Miguel Kozaki e Tomé, seu filho, Boaventura, Gabriel, João Kinuya, Matias, Francisco de Meako, Joaquim Sakakibara, Francisco Adaucto;

São Paulo Míki e companheiros mártires são padroeiros do Japão, juntamente com São Francisco Xavier.

Canonização e frutos
Paulo Miki e seus companheiros foram canonizados em 8 de Junho de 1627, pelo Papa Pio IX. Naqueles anos de canonização, foi narrado o martírio em um livro que inspirou a obra missionária de um seminarista vêneto, Daniel Comboni, futuro grande apóstolo da “África”.

Pronunciamento de Bento XVI
O Papa Bento XVI, quando era cardeal, em uma homilia dedicada aos mártires disse: “Os relatos sobre o martírio dos primeiros cristãos japoneses assemelham-se de maneira surpreendente ao que sabemos sobre as testemunhas da fé da Igreja primitiva. Não havia neles a menor sombra de fanatismo. Também não percebemos o menor indício de ódio, nem de desespero, nem qualquer dúvida sobre se não teriam apostado num falso Deus, mas apenas uma enorme certeza e uma serena alegria” (6 de fevereiro de 1991).

Museu em Nagasaki e Catedral
Atualmente, existe um museu dedicado aos mártires na cidade de Nagasaki. Juntamente com uma escultura, em bronze, está também o livro de Luís Fróis sobre o relato do martírio dos 26 cristãos, de fevereiro de 1597. Além desse acontecimento, o museu também traz as cartas de São Francisco Xavier e outros artefatos históricos. Há na região a catedral de Õura dedicada aos mártires e patrimônio do Tesouro Nacional do Japão, uma das igrejas mais antigas do país.
Orações a São Paulo Míki e companheiros mártires

Oração do dia
Ó Deus, força dos santos, que em Nagasáki chamastes à verdadeira vida São Paulo Miki e seus companheiros pelo martírio da cruz, concedei-nos, por sua intercessão, perseverar até a morte na fé que professamos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Minha oração
Reze você também: “Aos mártires peço a graça de ser um verdadeiro anunciador do Evangelho, mesmo que essa missão custe tormentas. Ajuda-me a crescer na certeza da recompensa celeste, por Cristo nosso Senhor. Amém!”

São Paulo Míki e companheiros mártires, rogai por nós!

FESTA DA CATEQUESE

Catequese realiza encontro com os catequisandos

Os encontros são semanais na Capela de Santa Rita de Cássia, no domingo às 09:00h; inicia com café da manhã, encontro e termina com a santa Missa, no horário das 11 horas.
Após o café da manhã os catequistas levam os catequisandos para sala de catequese e depois para a Capela até os pais chegarem.


Lembrete:
Horário das missas

 Nossa Senhora das Dores realiza nos dias ,4,5, 11 e 12 as inscrições da Catequese, na Catedral e na  Capela Santa Rita de Cássia, nos horários da santa Missa.


Catecumenato Crismal - encontro com palestrante



Horários
Catedral:  Sábado 17:00h
Domingo 07:30h; ( 11:00h Capela ); 17:00h