sexta-feira, 12 de maio de 2023

NOVENA DE PENTECOSTES - CONVITE

 


CONFISSÃO NA CATEDRAL DE NOSSA SENHORA DAS DORES

 DE TERÇA-FEIRA  A SEXTA-FEIRA ÀS 15H

SANTO DO DIA


São Pancrácio, intercessor contra cólicas e dores de cabeça, rogai por nós!



Intercessor
Invocado, segundo a tradição, contra cólicas e dores de cabeça.

Resumo conciso
Sobre Pancrácio, sabe-se que ele herdou dos pais a fé, coragem e admiração pelo imperador. Ao tornar-se órfão, teve de morar com um santo tio chamado Dionísio, que morreu mártir antes do sobrinho. Diante da perseguição promovida pelo imperador, Pancrácio, que era muito jovem, começou a ver pessoas testemunhando Jesus até o sangue, como o seu tio e amigo.

Persuadido pelo próprio imperador, que recordava o amor aos pais, São Pancrácio manteve-se fiel a Jesus, mesmo diante das promessas e ameaças de morte.

Martírio
Portanto, com apenas 15 anos, São Pancrácio soube dizer ‘não’ ao poder opressor e ‘sim’ à vida eterna, na qual entrou depois de ser decapitado, ou seja, martirizado com Nereu e Aquiles.

Outros santos amigos
Sobre Nereu e Aquiles, sabe-se que viveram no século III. Foram severamente torturados e morreram durante a perseguição militar, com a qual deu início a era de Diocleciano. Uma das marcantes representações de martírio é a gravura de Santo Aquiles atingido pelo verdugo.

A minha oração
“Senhor Jesus, tantas são as tentações que nos seduzem para que a negativa à Sua Vontade se instale em nossa alma. Pedimos-vos, pela intercessão dos Santos Pancrácio, Nereu e Aquiles, a coragem para irmos até às últimas consequências na busca do seu santo seguimento. Assim seja.”

Santos Pancrácio, Nereu e Aquiles, rogai por nós!

PROGRAMAÇÃO TRÍDUO E FESTA DE SANTA RITA DE CÁSSIA

 





quarta-feira, 10 de maio de 2023

SANTO DO DIA


São João de Ávila, doutor da Igreja e o santo amigo de santos


Contextualizando


Era comum, na Antiguidade, que o azeite fabricado nas primeiras prensas do fruto da oliveira fossem destinados aos fins mais nobres: o peso da primeira pedra que produzia o azeite mais puro era usado nos ritos de consagração, as cerimônias de unção. Também o azeite que se fabricava a seguir era utilizado para queimar as lâmpadas “continuamente diante do Senhor” (Lv 24,2). As forjas mais duras produzem o melhor produto, de mais nobre fim!
Na Igreja…
Assim também é na vida da Igreja: ao longo de sua história, as forjas da vida produziram, pelo auxílio da graça, verdadeiros dons; homens e mulheres que, mesmo diante das intempéries da existência humana, se deixaram moldar por Deus e se tornaram modelos de seguimento de Cristo. Um desses ‘azeites’ fabricados na forja dos santos, celebramos no dia 10 de maio. Estamos falando de São João D’Ávila, proclamado doutor da Igreja pelo Papa emérito Bento XVI em outubro de 2012.
Sobre o santo
João de Ávila nasceu em 6 de janeiro de 1499, em Almodóvar del Campo, na Espanha. Estudou Direito na Universidade de Salamanca, mas passou por uma profunda experiência de conversão, decidindo abandonar os estudos, voltar para casa dos pais e tornar-se sacerdote. Com 27 anos, foi ordenado padre em 1526. Nutria em si o desejo de ser missionário na América, mas a vontade de Deus era outra, e ele acabou exercendo seu ministério no seu país natal. Começava a experimentar na vida as prensas de Deus.
Vida
Outra prensa veio pouco tempo depois de ordenado. Em 1931, por causa de uma má interpretação de uma pregação, João foi preso pela Inquisição Real. Passando dois anos no cárcere, deu início à primeira versão da sua obra “Audi, filia”, em que fala do amor esponsal entre Cristo e a sua Igreja, em conselhos de ascética a uma jovem que acompanhava. Segundo Bento XVI, foi ali, naquele tempo de privação, de perseguição injusta e de incompreensão, que João “recebeu a graça de penetrar com profundidade singular no mistério do amor de Deus e no grande benefício feito à humanidade pelo Redentor Jesus Cristo”.
Vontade de Deus
Absolvido em 1533, retoma com fervor a pregação do Evangelho na Espanha em várias cidades. O seu único desejo era converter as almas. Era sensível às inspirações do Espírito à Igreja de sua época, que passava por difíceis provas, provenientes do humanismo e do processo de reforma que se instalava na Europa. Atendia incessantemente os penitentes através do Sacramento da Reconciliação.
Particularidade
Na vida interior, prezava pela pobreza e pela instrução das crianças e dos jovens, sobretudo daqueles que se preparavam para o sacerdócio. Além de Audi filia, classificado por Bento XVI como um clássico da espiritualidade, escreveu “O Catecismo, ou Doutrina cristã”, “O Tratado do amor de Deus”, “O Tratado sobre o sacerdócio”, “Os Sermões e Homilias”, além de comentários bíblicos da Carta aos Gálatas à Primeira Carta de João.
Méritos
Tornou-se um grande teólogo, mas, como filho de seu tempo, também deu contribuições humanistas como invenções de algumas obras de Engenharia, fundação de colégios menores e maiores que, depois do Concílio de Trento, se transformaram em seminários conciliares, criação da Universidade de Baeza, além da proposta da criação de um Tribunal Internacional de arbitragem para evitar as guerras.
Frutos
Foi responsável pela conversão de São João de Deus e São Francisco Borgia. No seu processo de beatificação, consta que “nunca pregou um sermão sem que várias almas se convertessem a Deus”. A eficácia de sua oratória estava, segundo o próprio João dizia, em amar muito a Deus, em dedicar-se muito mais à oração que aos livros: em perder-se na presença do Senhor. Era, nas palavras de Paulo VI, que o canonizou, “uma cópia fiel de São Paulo”.
Amigos santos
Foi contemporâneo e amigo de outros santos: Inácio de Loyola, Pedro de Alcântara, Teresa de Jesus, João da Cruz… Sinais de que uma vida cercada de santas amizades nunca é estéril. “Um grande Amigo, que é Deus, o qual arrebata os nossos corações para o seu amor […] e Ele pede-nos que tenhamos muitos outros amigos, que são os seus santos”, escreveu João de Ávila (Carta 222).

Uma dessas amizades lhe levaria a viver mais uma prensa. Pela proximidade com Santo Inácio de Loyola, pensou em se tornar jesuíta, mas o projeto foi inviabilizado pelo comprometimento da saúde de João de Ávila. O Mestre de Ávila, como ficou conhecido, passou os últimos 16 anos da sua vida gravemente doente. Quase cego, morreu com 79 anos, em 10 de Maio de 1569, com um crucifixo na mão, na cidadezinha de Montilla.
A minha oração
“Senhor Jesus, assim como escreveu o santo: ‘que a cruz é elemento inegociável da vida de um cristão; que as prensas quando são vividas por um coração apaixonado por Deus produzem os mais nobres azeites dos altares do Senhor’, dá-me a graça de passar pela cruz crendo em Ti.”

São João D’Ávila, rogai por nós!

SAUDAÇÃO AO MÊS MARIANO





Detalhe de uma estampa de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira da América Latina, levada por fiéis à Praça São Pedro na Audiência Geral desta quarta-feira, 10 de maio (Vatican Media)

Nas saudações do Papa: o mês mariano e os mais necessitados
Durante as saudações aos peregrinos dos diversos grupos e diferentes línguas presentes na Praça São Pedro, ao final da Audiência Geral desta quarta-feira, 10 de maio, o Papa relembrou mais de uma vez, num clima de busca de unidade entre os cristãos, o mês mariano, e em especial, o olhar para os mais necessitados


Ir. Grazielle Rigotti, ascj – Vatican News

Uma Audiência Geral um pouco diferente, sem a habitual catequese do Papa, mas com um forte apelo à unidade dos cristãos foi acompanhada nesta quarta-feira por peregrinos de diversas partes do mundo que estavam reunidos na Praça São Pedro, numa manhã chuvosa que, porém, não os espantou.

E como de costume, Francisco saudou, ao final da Audiência, os diversos grupos que puderam ouvir a tradução de suas palavras nas línguas tradicionais de quarta-feira. Neste momento, o Pontífice sempre rememora momentos fortes da Igreja, com uma saudação particular.
Um clima de unidade

Aos peregrinos de língua árabe, o Papa continuou o clima de unidade, tantas vezes reiterado durante o discurso da Audiência, por ocasião da presença do patriarca Tawadros II em Roma, para a celebração dos 50 anos do histórico encontro entre o Papa São Paulo VI e o Papa Shenouda III em 1973.


A eles, de fato, reiterou:


"Cristo, o Senhor, nos chamou e ainda nos chama a sermos uma só igreja. Nossa unidade, como cristãos, é uma resposta à sua vontade e oração. Quando Jesus orou, ele disse: "Pai Santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, como nós somos um" (Jo 17,11). Que o Senhor abençoe todos vocês e os proteja sempre de todo o mal!"

Também aos peregrinos de língua espanhola recordou a memória de São João de Ávila, celebrada neste 10 de maio; enquanto aos de língua alemã, recordou a festa de Nossa Senhora de Fátima, que acontecerá no próximo sábado, 13 de maio.

Maio, um mês mariano

O mês de maio, de fato, com a vivência particular das orações marianas, foi lembrado de forma especial pelo Papa aos peregrinos de língua italiana, polonesa, alemã e portuguesa.


“A minha cordial saudação para vós e vossos familiares, enquanto vos animo a tomar por modelo e estímulo da vossa vida a Virgem Maria. A sua paz e coragem estavam apoiado nesta certeza: «Nada é impossível a Deus». Como Ela, possam os vossos corações encontrar conforto na graça de Deus, que invoco sobre todos com a bênção do Senhor.”


Maria, invocada como ”Consoladora dos aflitos e Rainha da paz”, foi lembrada no pedido de intercessão pela martirizada Ucrânia e por todos os que vão ao encontro "dos irmãos e irmãs descartados e abandonados, para mostrar-lhes a ternura do Senhor."

MISSA DE RUA DO DIA 10 DE MAIO

  Missa de Rua do dia 10 de Maio setor de Santa Cecília.


Crédito foto: Silvia ( whatsapp )

 A Missa de Rua do dia 10 de Maio, aconteceu na Rua Anísio de Abreu, no Centro, na casa de dona Renata, às 7 horas da noite, pelo setor de Santa Cecília. O celebrante foi o Pároco da Catedral Padre Klerbet Carvalho; que celebrou para dezenas de fieis moradores desta rua. 







terça-feira, 9 de maio de 2023

PAPA FRANCISCO MOTIVA JOVENS A MERGULHAREM NA VIVÊNCIA DA JMJ LISBOA 2023, QUE ACONTECE DE 1º A 6 DE AGOSTO



Aproxima-se o dia da Jornada Mundial da Juventude! A contagem regressiva está agora em três meses. Lisboa de 1º a 6 de agosto, receberá milhares de jovens de todo o mundo, e para incentivar e motivar esta preparação, o Papa Francisco enviou uma breve mensagem em vídeo especial para os jovens que partirão para Portugal. O vídeo foi gravado na Casa Santa Marta por Dom Américo Manuel Alves Aguiar, bispo auxiliar de Lisboa, no último dia 27 de abril.

Na mensagem o Papa imagina a organização e o trabalho que deve estar ocupando a mente e o coração dos jovens por estes meses: “como fazer, como pedir licença do trabalho, dos estudos, como arranjar dinheiro para a viagem, tantas preocupações”, porém, sempre olhando para um horizonte de encontro com entusiasmo.



“A Igreja tem a força dos jovens”

“Participar da Jornada é uma coisa linda e quando se tem consciência disso, você fica animado para participar. Preparem-se para este momento entusiasmante, ponham lá a vossa esperança, porque se cresce muito numa Jornada como esta. Não nos damos conta, mas as coisas ficam dentro de nós, os valores ficam, as relações construídas com os jovens de outros países, os encontros, tudo fica dentro de nós e sobretudo ver a força juvenil, a Igreja tem a força dos jovens.”

Por fim, Francisco partilha um “segredo” para se preparar bem para a Jornada Mundial da Juventude: “Olhem para as suas raízes, procurem encontrar os idosos”. E exorta aqueles que têm avós a dialogar com eles, perguntar se no seu tempo existia a jornada – mesmo sabendo que não – e pedir conselhos sobre como viver esse evento: “Falem um pouco com seus os avós, porque eles lhes dão sabedoria, mas sigam sempre em frente. Espero vocês em Lisboa. Tchau!”

SANTO DO DIA


Beato Estêvão Grelewski, mártir e apóstolo fervoroso dos nossos dias



Estêvão Grelewski
Nasceu na comuna de Dwikozy, centro-sul da Polonia, em 1899. Tornou-se sacerdote no ano de 1921 e, em 1924, obteve doutorado em direito canônico na universidade de Estrasburgo, França.

Zelo apostólico
Na França, o jovem padre cuidava das paróquias em que os imigrantes poloneses estavam inseridos. Ao regressar para a sua terra natal, isto é, na Polônia, Padre Estêvão obteve grande influência intelectual, sobretudo pelos meios de comunicação que a sua época dispunha. Foi assim que se tornou secretário geral da Ação católica operária de Radom, colaborou com os Correio de Varsóvia, com a voz do povo e com os jornais católicos.

Defensor da fé católica
Com grande ardor, o Padre Estêvão defendeu a fé católica escrevendo diversas obras, principalmente contra o protestantismo e as seitas presentes na Polônia.


O calvário e o martírio de Estêvão Grelewski
O padre polaco enfrentou o início das dores provocadas pela segunda guerra mundial na Europa. No ano de 1941, foi preso, juntamente com o seu irmão de sangue, o Abade Casimiro Grelewski. Padre Estêvão sofreu os tormentos no campo de concentração de Dachau, na Alemanha, e acabou morrendo de fome.

Beatificação
Padre Estêvão Grelewski foi beatificado, em 1999, pelo Pontífice Romano João Paulo II. Seu irmão, o Abade Casimiro Grelewski, também foi beatificado no mesmo dia, juntamente com outros mártires vítimas da segunda guerra mundial.

A minha oração
“Amado Jesus, vós que derramaste sobre a vida do Beato Estêvão Grelewski graças incontáveis, dai-me a graça de ser fiel a Ti, servindo-te e amando-te de todo coração, amparado por teu auxílio e a tua misericórdia. Amém.”

Beato Estêvão Grelewski, rogai por nós!

CONVITE - LAR DAS FLORES DE MARIA

 

Lar das Flores de Maria - Doação - foto whatsapp


Uma visita muito especial, com as amigas Ducarmo Vilela e Fátima Veras, representando o Apostolado da Oração da Catedral de Teresina, Paróquia Nossa Senhora das Dores, ao Lar das Flores de Maria. Levamos as doações do grupo, ofertadas na missa da primeira sexta feira do mês de maio. Que cada primeira sexta feira do mês renove em nós o desejo de viver mais um mês com o coração melhor. "Jesus, Manso e Humilde de Coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso". Sobre o Lar das Flores de Maria, trata-se de uma organização comunitária, uma instituição de longa permanência para idosas. São hoje 17 Florzinhas, como as chamam as 05 irmãs da Ordem das Virgens Consagradas que respondem pela casa e cuidam de todas, com mais três cuidadoras voluntárias, uma assistente social, uma fisioterapeuta e uma psicóloga. Novas visitas e doações são sempre bem-vindas (e necessárias!). Que a boa prática cristã nos inspire a todos (as)!
Por alzerinapinho ( instagram)




Veja também
 Bom lembrar:

TRÍDUO A SANTA RITA DE CÁSSIA



Começa dia 19 a 22 de Maio, às 19hs nas residências
Catedral Nossa Senhora das Dores



Santos dos dias 7, 8 de Maio

 DIA 7





Beato Francisco Paleari, um amigo simples e caridoso do céu



Família
Francisco Paleari nasceu em Pogliano Milanese, na arquidiocese de Milão, em 22 de outubro de 1863, penúltimo de oito filhos. Sua família carecia de recursos financeiros e não podia enviar o jovem ao seminário diocesano. No entanto, pôde cumprir a sua vocação sacerdotal em Turim, na Pequena Casa da Providência.

Vocação ao sacerdócio
Ordenado sacerdote em 18 de setembro de 1886, foi um sacerdote exemplar ao longo de sua vida. Dotado de uma vasta cultura, foi um apóstolo incansável no cumprimento de tarefas de grande responsabilidade com sabedoria e prudência, como mestre, confessor, diretor espiritual, pregador e responsável geral da arquidiocese de Turim.

Um espírito simples
A vida de Francisco Paleari não foi feita de episódios sensacionais, mas de acontecimentos de encantadora simplicidade e doçura. Pequeno em estatura e esbelto em constituição, ele praticava constantemente as virtudes, que se tornaram uma segunda natureza para ele. Pode-se dizer que em sua existência manifestou a mansidão e doçura de São Francisco de Sales, a pobreza e humildade de São Francisco de Assis, o espírito missionário de São Francisco Xavier, a atenção aos pequeninos de São Vicente de Paula, o dinamismo pedagógico de Dom Bosco. Mas, sobretudo, refletia o rosto de Cottolengo, vivendo seu carisma com entusiasmo e convicção.

Oração e caridade
O espírito de fé, que se manifestava em ver tudo à luz de Deus, era sustentado pela oração, por um excepcional fervor eucarístico e por uma filial piedade mariana. Da prolongada oração de adoração e contemplação originou-se a sua heroica caridade para com Deus e para com o próximo. Eram as duas chamas que estavam sempre vivas, que emanavam de seu coração: uma se elevava para Deus, a outra se inclinava para o próximo. Passou a maior parte de sua vida na Casinha, visitando amorosamente os doentes a quem confortava com palavras de consolo. Além disso, ele preparou prisioneiros para a Páscoa e ajudou sacerdotes e leigos que acorreram a ele para aconselhamento e orientação. Sua misericórdia na confissão era ilimitada. Na Casinha correu o boato de que Dom Francesco Paleari era um padre santo e que se confessava santo. Os próprios penitentes diziam que com ele se sentiam próximos de Deus, sua alegria tinha uma abertura do céu.

Preparando-se para o céu
A qualquer hora e em qualquer escritório movimentado, o Venerável Servo de Deus poderia ter respondido que estava se preparando para ir para o céu. Desta forma a experiência da cruz não o pegou desprevenido, mas aceitando a longa doença que começou em 1936. A certeza de poder unir os seus sofrimentos com os de Cristo para o bem da Igreja e a esperança de alcançar a recompensa eterna no final da sua peregrinação terrena fizeram-no exclamar: “A cruz é primeiro amarga, depois amarga, depois doce e finalmente sequestra em êxtase”. O Senhor o chamou para Si em 7 de maio de 1939.

A minha oração
“Ao nosso beato, querido padre, companheiro e amigo, ajuda-nos a viver o teu espírito de simplicidade e doação. A caridade apaga uma multidão de pecados, e foi assim que tu tornas-te bem aventurado, conduza-nos também pelo mesmo caminho. Amém!”

Beato Francisco Paleári, rogai por nós!




Dia 8 de Maio


Beata Ulrica, exemplo de humildade, serviço e misericórdia



Síntese
Virgem das Irmãs da Caridade da Santa Cruz, que nos mais humildes serviços, sobretudo nas tarefas de ajudante de cozinha, mostrou-se incansável serva do Senhor.

Infância e vocação
Ulrika Nisch nasceu em 18 de setembro de 1882 na Alemanha, a primeira de onze filhos de uma família extremamente pobre. Depois da escola, ele teve que ajudar a sustentar a família servindo em várias famílias. Em 1903, foi atingida por uma grave forma de erisipela e internada no hospital de Rorschach, onde conheceu as Irmãs da Caridade da Santa Cruz de Ingenbohl, descobrindo assim sua vocação religiosa.

O Trabalho nas Irmãs da Caridade
Acolhida na Casa Provincial de Hegne, perto de Costanza, mudou o nome de Francesca para Ulrica e, em 24 de abril de 1907, fez a profissão religiosa. Ela foi enviada como ajudante de cozinha no hospital Bühl em Mittelbaden, depois como segunda cozinheira na Casa de São Vicente em Baden-Baden, onde permanecerá por quatro anos até agosto de 1912. “Ela podia ser misericordiosa, sem ferir, podia dar sem esperar nada em troca; soube enriquecer, apesar de pobre (cf. Mt 5, 7)”.

Doença e santidade
O trabalho pesado e uma vida de renúncia esgotaram as forças da Irmã Ulrica, atingida pela tuberculose em maio de 1912, ela foi internada no hospital de Santa Isabel na Casa de Hegne, onde aos 31 anos morreu em 8 de maio, 1913. Foi beatificada por João Paulo II em 1987.

A pobreza
Podemos beatificar a Irmã Ulrika Nisch, porque, nos trinta e um anos de sua vida terrena, foram cumpridas as condições estabelecidas pelas bem-aventuranças do Evangelho. Quem conhece a sua vida sabe da grande pobreza da sua infância, do seu serviço humilde, das provações do seu corpo doente, do período obscuro passado na oração. Essas duras experiências levaram Irmã Ulrika a uma pureza de coração que nos fez ver a mão benevolente de Deus nas pequenas coisas, que recebeu d’Ele em cada momento de sua vida, em ação de graças filial. Ela era verdadeiramente pobre diante de Deus (cf. Mt 5, 3).

A pureza
O amor de Deus não encontrou obstáculo no seu pensamento, no seu sentimento e na sua vontade: tinha um “coração puro”, ao qual já na vida terrena era permitido “olhar para Deus” em união mística (cf. Mt 5,8 ). Uma oração contínua acompanhou seu trabalho e sua noite de descanso: “tudo se tornou oração nela”, testemunha um observador cheio de espanto. Toda permeada por Deus, Ulrika Nisch tornou-se cada vez mais receptiva ao seu amor que permeou todas as suas ações externas e tornou preciosos até os serviços mais simples para as pessoas ao seu redor. Em sua presença, as pessoas se sentiam “como no céu”. Ela é verdadeiramente bem-aventurada porque não usou de violência, mas se entregou exclusivamente ao poder de um ” amor sem medida ” (cf. Mt 5, 5). Assim a Irmã Ulrika pôde ser misericordiosa, sem ferir, ela pôde dar sem esperar nada em troca; ela foi capaz de enriquecer, mesmo sendo pobre (cf. Mt 5, 7).

Testemunho
“Através da Irmã Ulrika, recebi uma nova alma”, afirma uma mulher que teve um destino muito difícil e que, ao lado daquela ordem de freiras, soube abrir-se novamente a Deus e aos homens. Aqueles que encontraram amor verdadeiro e desinteressado em nosso novo amor abençoado foram os primeiros a considerar esta vida aparentemente modesta, preciosa e grande. Eles reconheceram que as condições estabelecidas pelas bem-aventuranças de Jesus foram cumpridas nela. O próprio Senhor carimbou a Irmã Ulrika Nisch com o selo de bem-aventurada.

A minha oração
“À Beata, pedimos uma vida de santidade com uma pobreza sincera de coração unida à pureza. Dessa maneira, ensina-nos a viver e a dar testemunho da misericórdia divina na vida de nossos irmãos e irmãs. Que sejamos filhos da caridade com a dignidade que nos é necessária.”

Beata Ultica, rogai por nós!

Inscrições abertas para o Encontro Regional de Liturgia



Observação



O pagamento deve ser feito até o dia 30 de maio pelo seguinte Pix: 06.516.916/0001-07 – Arquidiocese de Teresina. Após a realização do depósito é necessário enviar o comprovante para o WhatsApp: (86) 99957-0843. Para mais informações entrar em contato com o padre Edvaldo Barbosa (86) 9 9979-0392 ou com o padre Jordão Costa (86) 9 9957-0843.

sábado, 6 de maio de 2023

SANTO DO DIA


São Domingos Sávio, padroeiro dos adolescentes e das mulheres grávidas




Nascimento

Domenico Sávio, para nós, Domingos Sávio, ou simplesmente Sávio, foi um adolescente fruto do Sistema Preventivo de Dom Bosco. Uma comprovação provinda diretamente do Oratório de Valdocco (Oratório de São Francisco de Sales), ventre de toda a missão dos SDBs (Salesianos de Dom Bosco). Sávio nasceu em 2 de abril de 1842, na Itália, na região de Castelnuovo de Asti em Morialdo. Filho de Carlo Sávio e de Brígida Rosa, uma família simples e pobre, mas com fecunda fé cristã: “Todos os desvelos e preocupações dos pais tinham em mira a formação cristã do filho, que desde essa época era o enlevo do seu coração. A natureza dotara-o de uma índole admirável e de um coração inclinado à piedade”.
Introdução cristã

Sávio teve a graça de já criança receber e até mesmo ter uma compreensão da vivência da fé cristã. Apesar de já vir com certa naturalidade a uma vida cristã, ele não teria crescido tão rapidamente na santidade, se não fosse a sua abertura para as orientações e ações de seu pai espiritual, Dom Bosco. Ele, de fato, foi um tecido nas mãos do alfaiates para fazer um belo terno para Jesus.
Um belo tecido


É esta disposição de um querer a santidade que faz Domingos Sávio ser tão atual. A santidade é a resposta do chamado cristão que reflete em sua realidade, em sua história, e não descarta a si mesmo nem aquilo que acontece em sua volta. Os santos são frutos de sua época. Podemos imitar Domingos? Sim, podemos. Mas não podemos fazer exatamente aquilo que ele fazia ou ser uma cópia, precisamos adaptar para a nossa realidade, e essa readaptação se faz, novamente, em abertura ao Espírito Santo. Sávio nos mostra a importância dessa abertura. Quando se encontrou pela primeira vez com São João Bosco, isso em outubro de 1854, colocou-se à disposição de um alfaiate para poder ser uma pessoa melhor. Podemos ver esse diálogo, narrado por Dom Bosco, desse modo:

“(…) Depois de uma conversa bastante prolongada, antes de eu chamar o pai, disse-me estas textuais palavras:

-Então, que lhe parece? Leva-me para Turim, para eu poder estudar?

-Parece-me que o tecido é bom.

-E para que pode servir este tecido?

-Para fazer um belo terno para oferecer ao Senhor.

-Por conseguinte, seu sou o tecido, seja V. Revª. o alfaiate; leve-me consigo e faça um belo terno para Nosso Senhor.

-Receio que a tua frágil saúde não dê para aguentar os estudos.

-Não tenho medo. Deus, que até hoje me deu saúde e graça, também há de ajudar-me daqui em diante.”

E, assim, o diálogo e o encontro dos dois santos foram acontecendo. Sávio colocou-se à disposição da graça de Deus. Além disso, nos mostra como é importante caminhar com o “acompanhante de viagem” (diretor espiritual) para buscar a santidade. O caminho de santidade não tem como se fazer sozinho, é preciso de um amigo da alma, alguém que nos conheça e nos ajude nesse propósito, pois ele também conhecerá o tecido que tem e saberá qual é a melhor forma de bordar. É um caminho de autocompreensão, de como deve seguir e ser santo, conforme seu perfil chamado, vocação… Sávio demonstra abertura.
Escolha pela santidade

Domingos Sávio escolheu buscar a santidade, sabia que tinha seus limites e sabia que tinha pecado. É, por isso, que ele buscava a Misericórdia, pois nela somos no Amor.

Cada santo tem uma certa receita para percorrer a santidade, obviamente todos se baseiam no Evangelho, em Jesus Cristo. Mas cada um vai adaptando ao seu estilo de ser, assim como Beato Carlo Acutis também fez sua lista, o nosso Domingos também fez. Em sua primeira eucaristia, isso aos 7 anos de idade, ele fez a sua primeira lista, e aqui aparece a sua tão famosa frase:

1- Confessar-me-ei frequentemente e farei a comunhão todas as vezes que o confessor me der licença.
2 – Quero santificar os dias festivos.
3 – Os meus amigos serão Jesus e Maria.
4 – Antes morrer do que pecar.

Escolher a santidade é escolher a radicalidade do evangelho. É seguir a fala de Jesus: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me” (Mateus 16, 24). É exatamente isso que Sávio escolhe ao pensar no antes morrer que pecar, ele não está querendo a morte em primeira mão, ele está querendo seguir a Cristo e ir para o Céu, mas, para isso, ele se disponibiliza por inteiro, dá a sua vida e, se for preciso, entregar-se na cruz. Recordemos que esse “dá a sua vida” acontece no nosso dia a dia, no nosso cotidiano, é aí que a santidade acontece, não pensemos que seremos santos no dia para o outro, ela passa por um processo educativo, ela passa pelas ações da nossa vida e também em nossas limitações e amadurecimentos.

Sávio escreveu esses 4 pensamentos aos 7 anos de idade, mas foi amadurecendo esses propósitos com o tempo e auxílio de Dom Bosco. Em Valdocco pôde dizer “Aqui a santidade consiste em estarmos sempre alegres”.

Aprendeu que não é preciso fazer coisas extraordinárias para ser santo, basta fazer bem as coisas ordinárias com muito amor, é oferecer aquilo que acontece no ordinário: ter paciência, suportar o calor, o frio, o vento e a chuva, o cansaço do trabalho, os incômodos, o ônibus cheio ou o trânsito parado, a educação dos filhos, os estudos. Enfim, tudo o que fazemos no nosso dia a dia e que, muitas vezes, esquecemos que pode ser via de santificação.
Paciência e exercício

Sávio era um típico camponês italiano, tinha uma personalidade forte, teve de ser moldado, assim como foram São Francisco de Sales e São João Bosco. Domingos teve de ter paciência, teve de se conhecer para ser santo.

Quando ainda era pequeno e morava com seus pais, tendo chegado uma visita sem avisar, na hora do jantar, colocando-se à mesa e comendo como “um porcalhão” (pensamento esse de Sávio), Domingos apenas se levantou e saiu; depois, os seus pais chamaram a sua atenção dizendo que era muita falta de educação se retirar da mesa sem a autorização dos pais e ainda com visita. Mas Sávio rebateu falando que não se sentia bem à mesa com alguém que não reza e que comia como um animal… Seu pai concordou, mas disse então que devemos ajudar os outros com paciência, e não simplesmente se afastando.

Num outro momento, já em Valdocco, tendo praticamente a função de um jovem líder do Oratório, viu que um dos meninos começou a brigar e falava muitos palavrões e, como de costume, interviu na situação, mas a situação terminou diferente: o brigão respondeu à correção de Sávio dizendo para ele não se intrometer na vida dos outros e, dizendo isso, lhe deu um soco nele. Domingos caiu no chão e seus amigos queriam defendê-lo, mas, o nosso santo respondeu: “Não façam isso, vocês não sabem o quanto que me segurei para não revidar o soco nele”. Somente uma pessoa que se conhece bem e que é maduro o suficiente pode agir dessa maneira. Mas Sávio não parou por aí, o agressor viu em suas ações uma verdade, que o levava a uma alegria autêntica. E, por meio dessas ações do santo, o agressor se converteu, buscou os sacramentos e se tornou um grande amigo de Domingos Sávio, e ainda o ajudou na epidemia de cólera que aconteceu em Turim.

É o que São João Paulo II disse em uma homilia em 1997, na paróquia romana de São Domingos Sávio: “Como São Domingos Sávio, sede todos missionários do bom exemplo, da boa palavra, da boa ação em casa, com os vizinhos e com os colegas de trabalho. Em todas as idades, com efeito, pode-se e deve-se testemunhar Cristo! O empenho do testemunho cristão é permanente e cotidiano”.

Domingos, um grande amigo
A amizade é um presente importante e nela aprendemos a ver o dom especial de Deus. Sávio teve grandes amigos, como o Beato Miguel Rua, que foi o primeiro sucessor de Dom Bosco; o Cardeal Missionário Giovanni Cagliero; os amigos da Companhia da Imaculada; Camilo Gávio (foi para esse amigo que Sávio disse que a santidade consistia em estar sempre alegres e fazer bem as coisas); e João Massaglia (ambos faleceram ainda jovens). Todos e muitos outros foram presentes na vida de Sávio. Por amar tanto os seus amigos, chorou dias após a morte de seu melhor amigo, Massaglia. Recordou o próprio Dom Bosco: “Ao perder aquele amigo, Domingos ficou profundamente contristado e, embora resignado à vontade de Deus, chorou-o durante muitos dias. Foi esta a primeira vez que vi aquele semblante angélico entristecer-se e chorar de dor. O único conforto que teve foi rezar e pedir que rezassem pelo amigo”.

Entrega de sua vida a Deus
Domingos Sávio se despediu do Oratório, de seus amigos e de Dom Bosco com muito sentimento, não queria ir para a casa de seus pais para tratar a tuberculose, ele queria morrer ali no Oratório. Mas, mesmo assim, disse aos seus amigos: “Adeus, queridos companheiros, adeus a todos. Rezai por mim. Espero que voltemos a ver-nos no Céu, onde estaremos para sempre com o Senhor”.

Chegara o dia 9 de março de 1857, Domenico Sávio, disse sua última frase: “Oh! Que belas coisas estou vendo”. Sávio entregou sua breve vida, um pequeno que se fez grande em meio aos seus amigos, ajudando a cada um a ser o melhor que poderia ser em seu cotidiano. A sua vida, pode-se dizer, reflete aquela oração que fez no dia de sua morte:

“Senhor, a liberdade eu dou a Vós, Eis as minhas forças, o meu corpo, mais tudo eu Vos dou, pois tudo é Vosso, ó Deus, na vossa vontade eu me abandono.”

Padroeiro das mulheres grávidas
Sávio é dado como padroeiro das mulheres grávidas por te ajudado à sua mãe no parto de seu irmãozinho que estava com dificuldade de nascer. Ambos estavam quase morrendo, quando Domingos chegou, de surpresa, na casa de seus pais, e foi direto para onde estava sua mãe em trabalho de parto. Já havia passado horas, mas o bebê não nascia, e isso colocava em risco a vida da mãe e do bebê. Então, Sávio pegou uma medalha de Nossa Senhora, deixou na cama, saiu, e colocou-se a rezar. Milagrosamente, seu irmão nasceu bem e sua mãe recuperou a força. Sávio foi embora. E todos se perguntavam como que ele ficou sabendo daquela situação, se ninguém mandou avisa-lo. Sua mãe Brígida, ao achar a medalha deixada por seu filho, fez a promessa de que sempre passaria para aquelas mulheres que pudessem ter dificuldades no parto ou na gestação, para que Nossa Senhora possa também cuidar delas. Essa tradição perdura até hoje, tanto que, na casa onde Domingos nasceu, há diversas roupas de bebês, como símbolo de agradecimento por sua intercessão.

Um santo jovem
São Domingos Sávio é, até o momento, o santo (não mártir) mais jovem que já foi canonizado pela igreja. A sua canonização ocorreu no dia 12 de junho de 1954, pelo Papa Pio XII, onde disse: “Desdobra-se nele com espanto as formas maravilhosas das inspirações da graça, uma adesão constante e sem reservas às coisas do céu… Na escola de seu Mestre espiritual, o grande Dom Bosco, ele aprendeu como a alegria de servir a Deus e fazê-lo amado pelos outros pode se tornar um poderoso meio de apostolado”.

A minha oração
E, a seu exemplo, podemos dizer com fé a oração que temos em sua liturgia: “Ó Deus, fonte e doador de todo bem, em São Domingos Sávio destes aos adolescentes um exemplo admirável de piedade e de pureza. Concedei-nos, também a nós, crescer como filhos, na alegria e no amor até a plenitude de Cristo. Que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo. Amém”.

São Domingos Sávio Rogai por nós!

DIA DAS MÃES

 

POESIA






Mãe!

Mamãe!

 Mãezinha!

Mãeinha!

Mãe Maria!

Mãe das Dores!

 Mãe do Céu!




sexta-feira, 5 de maio de 2023

SANTO DO DIA

Beato Gregório Frackowiak, mártir guilhotinado por amor aos irmãos e a Cristo


Origens

Boleslao Franckowiak nasceu em Lowecice, na Polônia, em 18 de julho de 1911 em uma família numerosa. Depois de concluir os estudos elementares na escola pública, ingressou no seminário menor dos Missionários do Verbo Divino em Bruczkow e, tendo amadurecido sua vocação religiosa, ingressou no noviciado da congregação em Gorna Grupa em 8 de setembro de 1930. Dois anos depois, como irmão coadjutor, fez votos religiosos.
Vida religiosa


Na religião, leva o nome de irmão Gregorio. Em 1938 e na mesma data da Natividade da Virgem Maria, faria os votos perpétuos.
Apostolado e missão

Seu trabalho era na gráfica da congregação como encarregado da encadernação. Ele foi designado para a casa de Gorna Grupa quando, ocupada pela Polônia pelos nazistas. Eles a converteram em um centro de detenção para padres e religiosos presos.
Vida detenta

Os padres de sua comunidade também foram presos, mas não os irmãos, que receberam permissão para sair. Mas o irmão Gregorio preferiu ficar para atender os presos. Uma vez que os presos foram levados para os campos de concentração, o irmão Gregorio teve que deixar Gorna Grupa e retornar à sua cidade natal.
Ardor evangelizador

Dedicou-se a preparar secretamente as crianças para a primeira comunhão e ensinar o catecismo a quantos podia, bem como levar secretamente a comunhão aos doentes e a muitas outras pessoas. Os alemães o forçaram a trabalhar na gráfica Jarocin.
Martírio

Seu martírio aconteceu quando ele enfrentou a responsabilidade do seguimento de Cristo contrapondo as ordens civis da época. Preso em setembro de 1942, passou por várias prisões até ser levado para Dresden onde foi guilhotinado em 5 de maio de 1943. Seu zelo apostólico, sua dedicação ao bem de todos e sua primorosa caridade lhe valeram o apreço de todos. Foi beatificado em 13 de junho de 1999.
A minha oração

“Senhor Jesus, que o meu amor a Cristo e aos meus irmãos me deem a coragem de entregar-me a Ti inteiramente.”

Beato Gregório Frackowiak, rogai por nós!