terça-feira, 28 de junho de 2022

Notícia da Arquidiocese de Teresina -

 
NO ENVIO DAS FAMÍLIAS, PAPA FRANCISCO CONVIDA A TORNAREM-SE “MISSIONÁRIOS NOS CAMINHOS DO MUNDO”

27/06/2022
DESTAQUE ESPECIAL, SANTA SÉ, VIDA E FAMÍLIA






Foi concluído, no último domingo, o Ano Família Amoris Laetitia, convocado pelo Papa Francisco para celebrar os cinco anos da exortação apostólica sobre o amor na família. Um dia antes, a missa celebrada na Praça São Pedro, com a presença do pontífice, marcou o encerramento da programação em Roma do X Encontro Mundial das Famílias, iniciado no dia 22 de junho. No envio das famílias, Francisco convidou a tornarem-se “missionários nos caminhos do mundo”.


“Anunciem com alegria a beleza de ser família!
Anunciem às crianças e aos jovens a graça do matrimônio cristão.
Deem esperança a quem não a tem.
Ajam como se tudo dependesse de vocês,
sabendo que tudo deve ser confiado a Deus”.

A missa foi presidida pelo prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, cardeal Kevin Farrell. O Papa fez a homilia e destacou que “a família é o lugar do encontro, da partilha, da saída de si mesmo para acolher o outro e estar junto dele. É o primeiro lugar onde se aprende a amar”.

Ao final da celebração, o cardeal Farrel recordou o encerramento do Ano Família Amoris Laetitia, convocado pelo Papa ao final de 2020, e realizado entre março de 2021 e este domingo, 26 de junho:


“Um ano que deu novo impulso à pastoral familiar nas dioceses de todo o mundo: em todos os lugares, Santo Padre, bispos, sacerdotes e leigos trabalharam com entusiasmo e dedicação para escutar as necessidades concretas das famílias e rever metodologias e conteúdos do trabalho pastoral. Há agora uma necessidade urgente de um compromisso renovado, no qual pastores e famílias bem formados saibam trabalhar juntos para serem mais eficazes na tarefa de acompanhar crianças, jovens, cônjuges e famílias inteiras nos desafios morais e espirituais das sociedades de hoje. Servem corresponsabilidade e uma concreta e efetiva comunhão eclesial”.

Cardeal Kevin Farrel
Prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida


Cardeal Kevin Farrell presidiu a missa na Praça São Pedro | Foto: Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida


Mensagem às famílias brasileiras

Com o novo formato do evento proposto pelo Papa, com atividades em Roma e em todas as dioceses do mundo, o X Encontro Mundial das Famílias também teve a proposta de que os bispos escrevessem às famílias de suas respectivas dioceses. Aqui no Brasil, os bispos destacaram o amor em família como vocação e caminho de santidade. Confira trechos de algumas das cartas divulgadas:



Na arquidiocese de Belo Horizonte (MG), dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), ressaltou que a família é “a escola primeira e guardiã de inigualáveis experiências na aprendizagem do amor, onde todos são, ao mesmo tempo, aprendizes e responsáveis pela missionária tarefa de ensinar: aprende-se ensinando, ensina-se aprendendo”.


“Unidos ao Papa Francisco, em oração, dediquemos sempre e cada vez mais às famílias, pilares para a edificação de uma sociedade mais fraterna, no horizonte da amizade social e da solidariedade universal”, motivou dom Walmor.

O bispo de Rio Grande (RS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom Ricardo Hoepers, também escrevem uma carta, na qual destaca que do amor familiar “brotam todas as vocações e todas as vocações se santificam por meio da Família”.


“Desejo que toda família, Igreja Doméstica, cresça na fé e na vida da comunidade, onde está a família eclesial, e em comunhão, participação e missão, possa evangelizar um mundo que vive a orfandade espiritual. Sejamos famílias ampliadas para acolher os sem família, os abandonados, os sem esperança, os excluídos, os fragilizados, os que perderam o sentido da vida, os que não sabem o rumo a seguir”, disse dom Ricardo Hoepers.

Em Santa Cruz do Sul, o bispo diocesano, dom Aloísio Alberto Dilli, saudou as famílias: “Vosso Irmão-bispo saúda as famílias em nome da grande família diocesana, que louva e agradece a Deus, porque, em vós e através de vós, Ele continua a realizar as maravilhas de seu amor”.

Também no Rio Grande do Sul, o bispo de Erexim, dom Adimir Antonio Mazali, destacou que o encontro das famílias foi “oportunidade de reiterar a vocação humana e familiar para o amor, vínculo da santidade” e “ocasião para reafirmar a família, em suas multiformes expressões, como célula essencial da sociedade, na construção de um mundo mais justo e solidário, voltado para a defesa e promoção da vida, da consolidação da paz universal e do cuidado com a Casa Comum”.


“Que os frutos do Encontro Mundial das Famílias com o Papa Francisco, façam com que todos os agentes de pastoral de nossa diocese encantem-se pela causa da Pastoral Familiar, como meio privilegiado e transversal da evangelização em nossa Igreja Particular”, desejou o bispo.

Em São Paulo, o bispo de Jales (SP), Dom Reginaldo Andrietta, recordou que o caminho de santidade de uma família é o caminho que Deus convida a sociedade toda a percorrer: “É o caminho da fé traduzida em amor, respeito, diálogo, entendimento, compaixão, solidariedade e urgente justiça social para que nenhuma família padeça necessidades (cf. At 4,32-35)”.

No Piauí, Dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho, arcebispo de Teresina (PI), ofereceu diversas indicações para a vivência do amor em família. Uma delas parte do entendimento de que a família é uma obra sempre inacabada, e por isso “a santidade na vida da família é um edifício sempre em construção. O Senhor é o grande arquiteto e cada membro da família é um operário com Ele!”.



Ele também aconselhou que, “mesmo com as tempestades que se abatem sobre a família, é preciso continuar unidos e esperançosos, na travessia! Jesus está na barca. Parece às vezes dormir, porém é Ele que acalma o vento e abranda as ondas! Confiança! (Cf. Lucas 8,22-35)”.

Também no Nordeste, o presidente da Comissão Regional Pastoral para a Vida e a Família da CNBB Nordeste 2, dom Dulcênio Fontes de Matos, chamou a atenção para o chamado vocacional à família e sua realidade missionária: “A vocação e missão matrimoniais são um ‘caminhar junto’ de uma pequena comunidade cristã que, pelo amor e pela fé, se reúne para ser agradável a Deus”.

O bispo da diocese de Cajazeiras e secretário-geral da CNBB Nordeste 2, dom Francisco de Sales, motivou a retomada da presença das famílias nas comunidades: “É chegado o momento de reaquecer os nossos corações para retomarmos o curso natural de nossa vida em comunidade, consistentes de que nesta marcha do povo santo de Deus, a família ocupa um lugar insubstituível. Por isso, este deve ser um tempo privilegiado de escuta, de encontro e de conversa franca sobre a realidade de nossas famílias”, afirmou em um trecho da carta.



O X Encontro Mundial das Famílias foi concluído, no sábado, 26 de junho, com a missa, que teve a presença do Papa Francisco, e o envio das famílias. Na ocasião, foi anunciada a realização do Jubileu das Famílias, em Roma, durante o Jubileu de 2025, e do XI Encontro Mundial das Famílias, em 2028, em local ainda a ser definido.



Aqui, neste site fiquemos aguardando o XI Encontro Mundial das Famílias, em 2028. E que DEUS dê vida longa  ao Papa Francisco e aos bispos e em especial o nosso querido Dom Jacinto de Brito.

Santo do dia 27 de Junho

 


Nossa Senhora do Perpétuo Socorro




A devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro começou a ser propagada a partir de 1870, e espalhou-se por todo o mundo. Trata-se de uma pintura do século XIII, de estilo bizantino.

História

Segundo a tradição, foi trazida de Creta, Grécia, por um negociante que roubou a imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro no século XV. Sua intenção era vendê-la em Roma. Durante a travessia do mar Mediterrâneo, uma tempestade quase fez o navio naufragar. Chegado em Roma, ele adoeceu e, arrependido, contou a um amigo sua história e pediu que ele devolvesse o ícone a uma Igreja.

A esposa desse amigo não quis devolvê-la, mas, após ficar viúva, Nossa Senhora apareceu a sua filha de seis anos e lhe disse para colocar o quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em uma Igreja: na Igreja de São João Latrão ou na de Santa Maria Maior.

Em 27 de março de 1499, o ícone foi entronizado na Igreja de São Mateus, ficando lá por mais de 300 anos.

Ícone esquecido

Em uma invasão, a Igreja de São Mateus foi destruída. Os Agostinianos que guardavam a Obra, levaram-na para um lugar oculto, onde permaneceu esquecida por 30 anos. Um monge muito devoto, antes de morrer, contou a história a um coroinha, que, tempos depois, se tornou padre Redentorista e ajudou a reencontrar o ícone.

Reencontro

Em 1866, o Papa Pio IX entregou a guarda da imagem aos Redentoristas e fez esta recomendação: “Fazei com que todo o mundo conheça esta devoção.” Fizeram então muitas cópias do ícone e a difundiram por todas as partes do mundo.

Atualmente, o quadro original encontra-se na Igreja de Santo Afonso em Roma.

Imagem

De semblante grave e melancólico, Nossa Senhora traz, no braço esquerdo, o Menino Jesus, ao qual o Arcanjo Gabriel apresenta quatro cravos e uma cruz. Ela é a senhora da morte e a rainha da vida, o socorro seguro e certo dos que a invocam com amor filial. O centro da pintura não é Nossa Senhora, mas sim Jesus. Maria é, assim, “aquela que indica o caminho”, ou como é mais conhecida: “a via de Cristo”.

A minha oração


“Minha Mãe do Perpétuo Socorro, sede o meu amparo, meu socorro eterno, meu socorro sempre. Sede meu socorro materno em todas as minhas necessidades, Mãe! Sei que a senhora nunca abandona seus filhos! Entrego-me em Tuas mãos! Amém!”

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, rogai por nós!

segunda-feira, 27 de junho de 2022

ho -Papa: perseverar no bem, mesmo diante das contrariedades

 

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/



"Às vezes pensamos que nosso fervor se deve ao senso de justiça por uma boa causa, mas na realidade na maioria das vezes não passa de orgulho, aliado à fraqueza, suscetibilidade e impaciência. Peçamos então a Jesus a força de ser como Ele, de segui-lo com firme decisão. De não ser vingativos e intolerantes quando surgem dificuldades, quando nos gastamos em fazer o bem e os outros não entendem."




Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

Com a ajuda da Virgem Maria, tomar a firme decisão de Jesus de permanecer no amor até o fim, de não sermos vingativos e intolerantes quando surgem dificuldades.

Este foi o pedido do Papa Francisco antes de rezar o Angelus neste XIII Domingo do Tempo Comum, dirigido aos milhares de fiéis e turistas provenientes de várias partes do mundo, reunidos na Praça São Pedro sob forte calor. para o tradicional encontro dominical.


A inspirar sua reflexão, a passagem do Evangelho do dia onde Lucas fala da decisão de Jesus de partir para Jerusalém, naquela que seria sua última viagem. Motivo pelo qual, era necessária uma decisão firme, determinada.
Como discípulos, seguir Jesus com decisão


Ao contrário do que pensam os discípulos, “cheios de entusiasmo ainda demasiado mundano”, Jesus sabe que é rejeição e morte que o esperam em Jerusalém”:

Ele sabe que terá que sofrer muito; e isso requer uma firme decisão. É a mesma que devemos tomar também nós, se quisermos ser discípulos de Jesus. Porque devemos ser discípulos de Jesus com seriedade, com decisão verdadeira, não como dizia uma idosa que conheci: "cristãos em água de rosas". Não, não, não! Cristãos decididos Em que consiste essa decisão?

E é precisamente o episódio que o evangelista Lucas narra logo em seguida, que nos ajuda a compreender isso.
Amor misericordioso cresce com a paciência, constância e espírito penitencial


De fato, um povoado de samaritanos não acolheu Jesus, pois soube que ele se dirigia a Jerusalém, uma cidade adversária. Os apóstolos Tiago e João ficam indignados e sugerem que Jesus castigue aquelas pessoas fazendo descer fogo do céu:

Jesus não só não aceita a proposta, como repreende os dois irmãos. Eles querem envolvê-lo em seu desejo de vingança e ele não está de acordo. O "fogo" que ele veio trazer à terra é o amor misericordioso do Pai. E para fazer crescer esse fogo é preciso paciência, é preciso constância, é preciso espírito penitencial.

Ou seja, diante daquela situação, os dois apóstolos reagem com ira:

E isso acontece também conosco quando, fazendo o bem, talvez com sacrifício, em vez de acolhida encontramos uma porta fechada. Então vem a raiva: tentamos até mesmo envolver o próprio Deus, ameaçando com castigos celestiais.
Determinação de seguir em frente, por outro caminho, revela força interior


Já a reação de Jesus, é bem diferente:

Jesus, ao contrário, segue outro caminho, não o caminho da raiva, mas aquele da firme decisão de seguir em frente, que, longe de se traduzir em dureza, implica calma, paciência, longanimidade, sem, no entanto, afrouxar minimamente o compromisso de fazer o bem. Este modo de ser não denota fraqueza, mas, ao contrário, uma grande força interior.

“Ficar com raiva na contrariedade é fácil, é instintivo”, recorda o Papa. O que é difícil, é conseguir controlar as reações instintivas e fazer como Jesus, que partiu "a caminho de outro povoado":

Isso significa que, quando encontramos fechamentos, devemos nos voltar para fazer o bem em outro lugar, sem recriminações. Assim Jesus nos ajuda a ser pessoas serenas, felizes com o bem realizado e que não buscam as aprovações humanas.
Servir no silêncio


“E nós, em que ponto estamos?”, pergunta Francisco:

“Diante das contrariedades, das incompreensões, nos dirigimos ao Senhor, pedimos a Ele sua firmeza em fazer o bem? Ou buscamos confirmação nos aplausos, acabando por ser ásperos e rancorosos quando não os ouvimos? Quantas vezes, consciente ou inconscientemente, buscamos os aplausos, a aprovação dos outros? E nós, fazemos [o bem] pelos aplausos? Não, isso não está certo. Devemos fazer o bem pelo serviço e não buscar os aplausos":

Às vezes - acrescentou o Papa - pensamos que nosso fervor se deve ao senso de justiça por uma boa causa, "mas na realidade na maioria das vezes não passa de orgulho, aliado à fraqueza, suscetibilidade e impaciência":

Peçamos então a Jesus a força de ser como Ele, de segui-lo com firme decisão neste caminho de serviço. De não ser vingativos, de não ser intolerantes quando surgem dificuldades, quando nos gastamos pelo bem e os outros não entendem isso, antes ainda, quando nos desqualificam. Não: silêncio e em frente.

Que a Virgem Maria nos ajude a tomar a firme decisão de Jesus de permanecer no amor até o fim.

domingo, 26 de junho de 2022

PA - SANTO DO DIA 26 DE JUNHO

 


São Josemaría Escrivá de Balaguer, fundador da Opus Dei


Fundador [1902-1975]Infância



Josemaría Escrivá de Balaguer nasceu em Barbastro (Espanha), em 9 de janeiro de 1902, o segundo dos seis filhos de José Escrivá e María Dolores Albás. Seus pais, católicos fervorosos, levaram-no ao batismo quatro dias depois, em 13 de janeiro, e depois lhe ensinaram, antes de tudo com sua vida exemplar, os fundamentos da fé e a prática das virtudes cristãs. Tinha grande afeição por sua mãe e grande confiança e amizade por seu pai, que o convidava a recorrer a ele livremente para lhe contar suas preocupações, sempre pronto a lhe dar conselhos afetuosos e prudentes.

Visitado pela morte

Logo, o Senhor começa a temperar sua alma na forja da dor: entre 1910 e 1913, as três irmãs mais novas morrem, e, em 1914, a família sofre um colapso econômico. Em 1915, os Escrivás mudaram-se para Logroño para viver modestamente. Em 27 de novembro de 1924, faleceu José Escrivá, atingido por uma súbita síncope, pouco antes de sua ordenação. Em meio às dores, ele sempre foi sustento de sua família. Em 1941, enquanto pregava um retiro a um grupo de sacerdotes de Lérida, faleceu a sua mãe, que tanto tinha ajudado nos apostolados do Opus Dei. O Senhor também permite que amargos mal-entendidos sejam desencadeados contra ele.

A neve e o sacerdócio

No inverno de 1917-18, durante as férias de Natal, um dia ele observa as pegadas congeladas deixadas na neve por dois pés descalços; são as pegadas de um religioso carmelita que andava descalço. Então, pergunta-se: “Se outros fazem tantos sacrifícios por Deus e pelo próximo, não poderei oferecer-lhe nada?”. Assim nasceu uma “inquietude divina” em sua alma: “Comecei a antever o Amor, a perceber que meu coração me pedia algo grande e que era amor”. Decide tornar-se sacerdote. Logo, iniciou os estudos eclesiásticos no seminário de Logroño, e, em 1920, mudou-se para o de Saragoça, em cuja Pontifícia Universidade completou a formação que antecedeu o sacerdócio.

Exemplo de estudante

Na capital aragonesa, completou também os estudos de direito. O empenho de Josemaría, numa vida de piedade, disciplina e estudo, é um exemplo para todos os seminaristas; em 1922, com apenas 20 anos, o arcebispo de Saragoça nomeou-o inspetor do seminário.

Uma vida de oração

Naqueles anos, ele passa muitas horas em oração diante do Santíssimo Sacramento, lançando as bases de uma profunda vida eucarística, e vai, todos os dias, à Basílica do Pilar para pedir a Nossa Senhora que lhe mostre o que quer dele. Em 2 de outubro de 1968, ele disse: “Fiquei repetindo: ‘Senhor, deixe-me ver! Senhor, assim seja!’ E também repeti, […] cheio de confiança na minha Mãe Celeste: ‘Senhora, que assim seja! Senhora, que eu veja!’ A Santíssima Virgem sempre me ajudou a descobrir os desejos de seu Filho”.

Sacerdote do Altíssimo

Em 28 de março de 1925, José Maria foi ordenado sacerdote por Mons. Miguel de los Santos Díaz Gómara, na igreja do Seminário de San Carlo em Saragoça, e dois dias depois celebrou a sua primeira Missa solene na Santa Capela da Basílica do Pilar. Depois foi para Madrid, lá ele trabalha incansavelmente com as crianças, os doentes e os pobres nos subúrbios.

O Opus Dei

Nasceu em 2 de outubro de 1928 . Josemaria participava de um retiro espiritual e, enquanto meditava, de repente, “vê” a missão que o Senhor lhe quer confiar: iniciar um novo caminho vocacional na Igreja, promover a busca da santidade e o apostolado através da santificação do trabalho ordinário no meio do mundo, sem mudar de status. Poucos meses depois, o Senhor o fez compreender que deveria incluir também as mulheres. O objetivo do Opus Dei é elevar a Deus toda realidade criada, com a ajuda da graça, para que Cristo reine em todos e em tudo; conhecer Jesus Cristo, torná-lo conhecido, levá-lo a todos os lugares. Em 24 de fevereiro de 1947, Pio XII concedeu o decretum laudis e, em 16 de junho de 1950, a aprovação definitiva.

A Universidade

Em 1933, abre uma academia universitária, porque percebe que o mundo da ciência e da cultura é um ponto focal para a evangelização de toda a sociedade. Em 1934, publicou, sob o título de Consideraciones espirituales, a primeira edição de Caminho, um livro de espiritualidade do qual já foram publicados mais de quatro milhões e meio de exemplares, com 372 edições em 44 idiomas.

Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz

Em 1943, por uma nova graça fundacional que recebeu durante a celebração da Missa, nasceu, no Opus Dei, a Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz, na qual podiam ser incardinados sacerdotes das fileiras dos fiéis leigos do Opus Dei. Os sacerdotes diocesanos também podem fazer parte da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz, sem alterar sua filiação no clero de suas respectivas dioceses.

Unido ao Concílio Vaticano II

Nas sessões conciliares, o solene Magistério confirmará alguns aspectos fundamentais do espírito do Opus Dei: a vocação universal à santidade, o trabalho profissional como meio de santidade e apostolado, o valor e os limites legítimos da liberdade do cristão em matéria temporal, a Santa Missa como centro e raiz da vida interior etc. O Beato Josemaria encontra numerosos Padres e Peritos conciliares, que o consideram um autêntico precursor de muitas das principais linhas do Vaticano II.

Primado da vida interior

A pregação do Beato Josemaría sublinha constantemente o primado da vida interior sobre as atividades organizativas. Quando assim vivemos, tudo é oração, tudo pode e deve conduzir-nos a Deus, alimentando uma relação contínua com Ele, da manhã à noite. Qualquer trabalho honesto pode ser oração; e toda obra que é oração é um apostolado. A raiz da prodigiosa fecundidade do seu ministério encontra-se precisamente na ardente vida interior que faz do Beato Josemaria um contemplativo no meio do mundo.

Sua Passagem

A 26 de junho de 1975, o Beato Josemaria morre ao meio-dia na sua sala de trabalho, na sequência de uma paragem cardíaca, ao pé de um quadro de Nossa Senhora para o qual dirige o seu último olhar. Naquela época, o Opus Dei está presente nos cinco continentes com mais de 60.000 membros de 80 nacionalidades. Em 17 de maio de 1992, em Roma, Sua Santidade João Paulo II eleva Josemaria Escrivá às honras dos altares. Em 6 de outubro de 2002, o mesmo Papa o canoniza.

A minha oração

“Querido Escrivá, amante da oração e do estudo, dai-nos a graça de crescer em santidade no ordinário da nossa vida, no nosso trabalho, na família e em tudo o que fizermos. Que Deus seja o centro da nossa história! Amém!”

São José Maria Escrivá , rogai por nós!










Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/

"Às vezes pensamos que nosso fervor se deve ao senso de justiça por uma boa causa, mas na realidade na maioria das vezes não passa de orgulho, aliado à fraqueza, suscetibilidade e impaciência. Peçamos então a Jesus a força de ser como Ele, de segui-lo com firme decisão. De não ser vingativos e intolerantes quando surgem dificuldades, quando nos gastamos em fazer o bem e os outros não entendem."




Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

Com a ajuda da Virgem Maria, tomar a firme decisão de Jesus de permanecer no amor até o fim, de não sermos vingativos e intolerantes quando surgem dificuldades.

Este foi o pedido do Papa Francisco antes de rezar o Angelus neste XIII Domingo do Tempo Comum, dirigido aos milhares de fiéis e turistas provenientes de várias partes do mundo, reunidos na Praça São Pedro sob forte calor. para o tradicional encontro dominical.


A inspirar sua reflexão, a passagem do Evangelho do dia onde Lucas fala da decisão de Jesus de partir para Jerusalém, naquela que seria sua última viagem. Motivo pelo qual, era necessária uma decisão firme, determinada.
Como discípulos, seguir Jesus com decisão


Ao contrário do que pensam os discípulos, “cheios de entusiasmo ainda demasiado mundano”, Jesus sabe que é rejeição e morte que o esperam em Jerusalém”:

Ele sabe que terá que sofrer muito; e isso requer uma firme decisão. É a mesma que devemos tomar também nós, se quisermos ser discípulos de Jesus. Porque devemos ser discípulos de Jesus com seriedade, com decisão verdadeira, não como dizia uma idosa que conheci: "cristãos em água de rosas". Não, não, não! Cristãos decididos Em que consiste essa decisão?

E é precisamente o episódio que o evangelista Lucas narra logo em seguida, que nos ajuda a compreender isso.
Amor misericordioso cresce com a paciência, constância e espírito penitencial


De fato, um povoado de samaritanos não acolheu Jesus, pois soube que ele se dirigia a Jerusalém, uma cidade adversária. Os apóstolos Tiago e João ficam indignados e sugerem que Jesus castigue aquelas pessoas fazendo descer fogo do céu:

Jesus não só não aceita a proposta, como repreende os dois irmãos. Eles querem envolvê-lo em seu desejo de vingança e ele não está de acordo. O "fogo" que ele veio trazer à terra é o amor misericordioso do Pai. E para fazer crescer esse fogo é preciso paciência, é preciso constância, é preciso espírito penitencial.

Ou seja, diante daquela situação, os dois apóstolos reagem com ira:

E isso acontece também conosco quando, fazendo o bem, talvez com sacrifício, em vez de acolhida encontramos uma porta fechada. Então vem a raiva: tentamos até mesmo envolver o próprio Deus, ameaçando com castigos celestiais.
Determinação de seguir em frente, por outro caminho, revela força interior


Já a reação de Jesus, é bem diferente:

Jesus, ao contrário, segue outro caminho, não o caminho da raiva, mas aquele da firme decisão de seguir em frente, que, longe de se traduzir em dureza, implica calma, paciência, longanimidade, sem, no entanto, afrouxar minimamente o compromisso de fazer o bem. Este modo de ser não denota fraqueza, mas, ao contrário, uma grande força interior.

“Ficar com raiva na contrariedade é fácil, é instintivo”, recorda o Papa. O que é difícil, é conseguir controlar as reações instintivas e fazer como Jesus, que partiu "a caminho de outro povoado":

Isso significa que, quando encontramos fechamentos, devemos nos voltar para fazer o bem em outro lugar, sem recriminações. Assim Jesus nos ajuda a ser pessoas serenas, felizes com o bem realizado e que não buscam as aprovações humanas.
Servir no silêncio


“E nós, em que ponto estamos?”, pergunta Francisco:

“Diante das contrariedades, das incompreensões, nos dirigimos ao Senhor, pedimos a Ele sua firmeza em fazer o bem? Ou buscamos confirmação nos aplausos, acabando por ser ásperos e rancorosos quando não os ouvimos? Quantas vezes, consciente ou inconscientemente, buscamos os aplausos, a aprovação dos outros? E nós, fazemos [o bem] pelos aplausos? Não, isso não está certo. Devemos fazer o bem pelo serviço e não buscar os aplausos":

Às vezes - acrescentou o Papa - pensamos que nosso fervor se deve ao senso de justiça por uma boa causa, "mas na realidade na maioria das vezes não passa de orgulho, aliado à fraqueza, suscetibilidade e impaciência":

Peçamos então a Jesus a força de ser como Ele, de segui-lo com firme decisão neste caminho de serviço. De não ser vingativos, de não ser intolerantes quando surgem dificuldades, quando nos gastamos pelo bem e os outros não entendem isso, antes ainda, quando nos desqualificam. Não: silêncio e em frente.

Que a Virgem Maria nos ajude a tomar a firme decisão de Jesus de permanecer no amor até o fim.

ARRAIA DA CATEQUESE 2022

 CAPELA  SANTA RITA DE CÁSSIA REALIZA ARRAIÁ DA CATEQUESE

Depois de dois anos de pandemia, catequistas fazem arraiá com os catequisando, mas ainda usando máscara alguns tiraram para foto. 

Arraiá da Catequese 2022


Os catequistas da Paróquia Nossa Senhora das Dores de Teresina, na Capela de Santa Rita de Cássia,depois de dois anos de pandemia, realizou hoje uma homenagem aos santos  juninos: Santo Antonio, São João e São Pedro. As catequistas narraram a história de cada santo aos pequeninos que escutavam em silêncio. Mas faziam perguntas. Após as escutas houve um belo lanche, em seguida o casamento matuto e depois a grande quadrilha  de São João.

As crianças se divertiram muito com seus pais, foi muito divertido e gratificante. E assim todos subiram para participarem da Santa Missa presidida pelo o Padre José Nery. Hoje, padre Nery ganhou os parabéns pelo seu aniversário e a catequista Soraia também ganhou os parabéns pela passagem do seu aniversário que foi neste mês.

Na ocasião, a Thays Maria que faz parte do da pastoral do Dízimo, falou sobre a importância do Dízimo ou seja devolver.  

Padre Nery
Padre Nery saúda  catequista Soraia aniversariante
Thays Maria



sábado, 25 de junho de 2022

Santo do dia 25 de junho

 


São Guilherme de Vercelli


Com grande devoção, hoje, lembramos a santidade de vida de São Guilherme, que nasceu em Vercelli, Itália, no ano de 1085. Órfão muito cedo, foi morar com os familiares, que em nada o impediram de seguir Jesus e realizar seus anseios de vida religiosa.

Quando tinha apenas 14 anos, Guilherme saiu com vestes penitenciais para visitar o Santuário de Santiago de Compostela, na Espanha, visando expressar sua caminhada espiritual. Aconteceu que desejava peregrinar para a Terra Santa, mas devido às turbulências políticas, desviou-se e acabou se retirando no Monte Partênio (Monte da Virgem) e ali permaneceu em silêncio, penitência e oração.

São Guilherme, ao começar a construção do Santuário de Nossa Senhora do Monte Virgine, com o tempo, teve de organizar a comunidade dos monges formada a partir de sua total consagração. E desta forma nasceu o primeiro dos vários mosteiros fundados pelo Santo.

Combatente contra o mal, durante os 57 anos de existência ele não admitiu o pecado em sua vida, tanto que, diante da malícia de uma mulher, ele preferiu jogar-se em brasas acesas do que nos braços do pecado; e, por graça, foi preservado milagrosamente de qualquer ferimento.

São Guilherme morreu no dia 25 de junho de 1142, no mosteiro de Goleto. Em 1942, o papa Pio XII canonizou-o e declarou São Guilherme de Vercelli padroeiro principal da Irpínia.

São Guilherme de Vercelli, rogai por nós!

FESTA - SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS


CATEDRAL NOSSA SENHORA DAS DORES REALIZA FESTA SOLENE AO SAGRADO CORAÇÃO DE  JESUS


Fotos printadas  (celular)

A Catedral de Teresina realizou na noite de ontem, dia 24 de junho a solenidade festiva do Sagrado Coração de Jesus, com bastante fieis e outros paroquianos que estavam presentes; a Santa Missa foi presidida pelo padre Klerbet Viana, pároco desta Igreja. Na ocasião foi cantado parabéns a Cruzinha pelo seu aniversário natalício. ela ficou muito feliz com o abraço de todos e especialmente o abraço do Padre Klérbet  

Fotos 







Fotos do whatsapp do grupo do Apostolado da Oração 








Obrigada pelas fotos, assim podemos arquivar no site da paróquia




Depoimentos:

 Foram quatro dias m a r a v i l h o s o s!

Sentimento de profunda gratidão a Deus pela oportunidade de ser devota do Sagrado Coração de Jesus e poder pôr em ação o compromisso de propagar essa devoção. ( Alzerina Pinho Poeta )



Ducarmo com  Sandra, Luciene, Gilvanete e Cristina.


Ducarmo com as novas irmãs consagradas ontem ao Sagrado Coração de Jesus e ao Apostolado da Oração. Sejam muito bem vindas: Sandra, Luciene, Gilvanete e Cristina.
❤️❤️❤️❤️

❤️

Estamos muito honradas de integrar o Apostolado da Oração. No céu, Francisca e Alzira também.

FIM






SANTO DO DIA 24 DE JUNHO



Solenidade do Nascimento de João Batista






Com muita alegria, a Igreja, solenemente, celebra o nascimento de São João Batista. Santo que, juntamente com a Santíssima Virgem Maria, é o único a ter o aniversário natalício recordado pela liturgia.


São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo, seu primo, e foi um anjo quem revelou seu nome ao seu pai, Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho. Estudiosos mostram que, possivelmente, depois de idade adequada, João teria participado da vida monástica de uma comunidade rigorista, na qual, à beira do Rio Jordão ou Mar Morto, vivia em profunda penitência e oração.


Pode-se chegar a essa conclusão a partir do texto de Mateus: “João usava um traje de pêlo de camelo, com um cinto de couro à volta dos rins; alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre”. O que o tornou tão importante para a história do Cristianismo é que, além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor com pregações conclamando os fiéis à mudança de vida e ao batismo de penitência (por isso “Batista”).


Como nos ensinam as Sagradas Escrituras: “Eu vos batizo na água, em vista da conversão; mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu: eu não sou digno de tirar-lhe as sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo” (Mateus 3,11).


Os Evangelhos nos revelam a inauguração da missão salvífica de Jesus a partir do batismo recebido pelas mãos do precursor João e da manifestação da Trindade Santa. São João, ao reconhecer e apresentar Jesus como o Cristo, continuou sua missão em sentido descendente, a fim de que somente o Messias aparecesse.


Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes, acabando decapitado devido ao ódio de Herodíades, que fora esposa do irmão deste [Herodes], com a qual este vivia pecaminosamente.


O grande santo morreu na santidade e reconhecido pelo próprio Cristo: “Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João , o Batista” (Mateus 11,11).


São João Batista, rogai por nós!

sexta-feira, 24 de junho de 2022

PAPA FRANCISCO

 



Conheça o Logo do X Encontro Mundial Das Famílias!

O X Encontro Mundial das Famílias está sendo realizado em Roma 22 à 26 de junho. Saiba mais sobre o logotipo escolhido para o evento que representa o abraço acolhedor e inclusivo da Igreja Mãe de Roma e seu Bispo dirigido a todos os homens e mulheres de todos os tempos


Marília de Paula Siqueira - Vatican News


O logotipo concebido para o X Encontro Mundial das Famílias assume a forma elíptica da colunata berniniana da Praça de São Pedro, lugar identificador por excelência da Igreja Católica e remete para o seu significado original, que é o abraço acolhedor e inclusivo da Igreja Mãe de Roma e seu Bispo dirigido a todos os homens e mulheres de todos os tempos. As figuras humanas que se encontram sob a cúpula, que acabamos de mencionar, e a cruz acima , representam marido, esposa, filhos, avós e netos. Querem recordar a imagem da Igreja como “família de famílias” proposta por Amoris Laetitia (AL 87) em que “O amor vivido nas famílias é uma força permanente para a vida da Igreja “(AL 88).

A cruz de Cristo!

A cruz de Cristo que se destaca para o céu e os muros que o protegem parecem quase sustentados por famílias, autênticas pedras vivas da construção eclesial. Do lado esquerdo, na linha tênue da colunata, notamos a presença de uma família que se encontra na mesma posição que as estátuas dos santos colocadas nas colunas da praça. Isso nos lembra que a vocação à santidade é uma meta possível para todos. Eles querem sublinhar como é possível viver a santidade na essencialidade da vida comum. A família colocada à esquerda, que aparece atrás da linha da colunata, também indica todos os não católicos famílias, longe da fé e fora da Igreja, que olham de fora para o acontecimento eclesial que se realiza. A comunidade eclesial sempre os olhou com atenção.
O dinamismo das figuras!

Há também um dinamismo das figuras que se movem para a direita. Eles se movem para fora. São famílias que saem, testemunhas de uma Igreja não autorreferencial. Estes vão em busca de outras famílias na tentativa de aproximá-los e compartilhar com eles a experiência da misericórdia de Deus As cores predominantes, amarelo e vermelho, são uma referência evidente ao brasão da cidade de Roma, em um traço gráfico que quer expressar um intenso vínculo com a comunidade.

A linha do tempo dos Encontros Mundiais!

O Encontro Mundial das Famílias, foi criado por São João Paulo II em 1994. Naquele ano, de fato, as Nações Unidas haviam declarado o “Ano Internacional da Família”. Também na Igreja, o Papa Wojtyla queria que o Ano da Família fosse celebrado ao mesmo tempo; o I Encontro Mundial das Famílias, foi realizado em Roma nos dias 8 e 9 de outubro de 1994. Foi promovido, como os seguintes encontros, pelo Pontifício Conselho para a Família, em 2016 o órgão do Vaticano foi suprimido e fundido com o Dicastério para o Leigos, a Família e a Vida. Desde 1994, portanto, a cada três anos e em diferentes lugares do mundo, é realizado um Encontro Mundial das Famílias. O esquema seguido sempre foi semelhante, com um Congresso Internacional Teológico-Pastoral no início; e a conclusão, com a presença do Papa, com uma vigília e festa das famílias e com uma grande celebração eucarística final.

I Encontro Mundial: Roma - Itália 1994

No contexto do Ano da Família "Família: coração da civilização do amor”

II Encontro Mundial: Rio de Janeiro - Brasil 1997

“A família: dom e compromisso, esperança da humanidade”

III Encontro Mundial: Roma - Itália 2000

No contexto do Grande Jubileu de 2000 "Os filhos, a primavera da família e da sociedade"

IV Encontro Mundial: Manila - Filipinas 2003

“A Família Cristã: Boas Novas para o Terceiro Milênio” (João Paulo II interveio através da televisão)

V Encontro Mundial: Valência - Espanha 2006

“Transmissão da fé na família”

VI Encontro Mundial: Cidade do México - México 2009

“A Família Cristã: Boas Novas para o Terceiro Milênio” (João Paulo II interveio através da televisão)

VII Encontro Mundial: Milão - Itália 2012

“A família - Trabalho e Festa”

VIII Encontro Mundial: Filadélfia - EUA 2015

“O amor é a nossa missão, a família plenamente viva”

IX Encontro Mundial: Dublin - Irlanda 2018

“O Evangelho da família: alegria para o mundo” o primeiro coordenado pelo novo Dicastério para os Leigos, Família e Vida

X Encontro Mundial: Roma - Itália 2022

“Amor em família: vocação e caminho de santidade”

Arquidiocese de Teresina - DOM JACINTO BRITO (ARCEBISPO METROPOLITANO DE TERESINA)

 

Esta matéria é do dia 7 de junho 2022 - Nordeste 4



‘TERRA E ÁGUA FAZEM PARTE DA DIGNIDADE HUMANA’, DIZ DOM JACINTO SOBRE 15ª ROMARIA DA TERRA E DA ÁGUA NO PIAUÍ






O arcebispo de Teresina, dom Jacinto Brito, falou sobre a 15ª Romaria da Terra e da Água no Piauí, que vai acontecer em Piripiri nos dias 16 e 17 de julho, com o tema ‘Terra e Água, direitos sagrados’ e lema ‘Deus deu a terra aos seus filhos’.


Para o arcebispo, terra e água são direitos sagrados e fazem parte da dignidade humana: “Estamos planejando essa romaria para os dias 16 e 17 de julho, e, com a graça de Deus, realizaremos, porque ela já foi adiada por conta da pandemia, mas o clamar das águas, o clamor pela terra não foi adiado. Ele continua presente e nós queremos oferecer como Igreja de Deus, a nossa voz a todos aqueles que clamam por terra e água saudáveis. Oferecer a nossa voz para dizer que isso faz parte da dignidade humana. São direitos sagrados porque fazem parte da nossa vida diária”.

SANTO DO DIA 23 DE JUNHO

 


São José Cafasso, o "Santo da Forca"



Padroeiro [1811-1860]


Origens


Nascido em Castelnuovo d’Asti, na Itália, no ano de 1811, onde também nasceu o grande São João Bosco, José era filho de pais camponeses e foi o terceiro de quatro irmãos. Desde criança, sentiu-se chamado ao sacerdócio, que foi se tornando cada vez mais forte no decorrer de sua vida com Deus.

Vida sacerdotal

Entrou para a formação sacerdotal e se tornou padre aos 23 anos, em 1834, destacando-se no meio de tantos por seu amor aos pobres e zelo pela salvação das almas. Depois de comprovado e dedicado trabalho na Igreja de São Francisco em Turim, José assumiu, com toda sua bagagem de pregador, confessor e iluminado diretor espiritual, a função de reitor e formador de novos sacerdotes.

Bento XVI disse que este santo instituiu uma “escola de vida e de santidade sacerdotal”.

Dom Bosco

Dom Bosco foi um dos vocacionados que desfrutou das formações e aconselhamentos deste santo, pois como um sacerdote sintonizado ao coração do Cristo Pastor, sabia muito bem colocar sua cultura eclesiástica, dons e carismas a serviço da salvação do próximo. Foi ainda um grande apoiador e financiador nas obras de São João Bosco com os jovens.

“Padroeiro dos Encarcerados e dos Condenados à Pena Capital”

Dentre tantos ofícios assumidos por este homem incansável, despontou José Cafasso na evangelização dos condenados à forca, tanto assim que ficou conhecido como o “Santo da Forca”. A definição trata-se diretamente à sua obra ao lado dos condenados à morte nas prisões “Le Nuove” de Turim. O local foi transformado em um museu, memorial das condições humilhantes em que viviam os encarcerados. Padroeiro dos presos, José Cafasso sempre usava de imensa misericórdia, poderoso veículo do amor paterno e consolador de Deus.

Páscoa e Beatificação

São José faleceu em 1860, com 49 anos.

Trinta e cinco anos mais tarde, iniciou-se seu processo de beatificação no tribunal diocesano de Turim e ele foi canonizado em 1947, juntamente com São João de Brito.

A minha oração

“Senhor, que à exemplo de São José Cafasso, eu possa também me entregar ao zelo aos irmãos e à salvação das almas. Peço, pela intercessão deste santo, por todos aqueles que hoje se encontram em situações de prisões: sejam elas físicas, espirituais ou psicológicas. Libertai-nos, Senhor. Amém!”

São José Cafasso, rogai por nós!

Festa - preparação para festa do Sagrado Coração de Jesus

 3º dia do Tríduo





Quadros doados pela  irmã Delsina


Leve para você ou para alguém querido, esse dois lindos quadros: Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria, com direito à cerimônia de entronização no lar do ganhador (em Teresina).
Leilão oculto. Faça seu lance na Secretaria da Paróquia Nossa Senhora das Dores, até amanhã, às 16 horas.

Gente, esses quadros foram doados pela querida irmã Delsina.
Vamos participar?
O que for arrecadado daremos à paróquia, para ajuda em suas inúmeras necessidades.(O grupo fará  entrega ao próprio Pe Klebert).



Terceiro dia do Tríduo do Sagrado Coração de Jesus ❤️

Com direito a parabéns para a querida irmã Maria Pereira, pelo aniversário natalício na data de hoje. Parabéns! Que o Sagrado Coração de Jesus a abençoe abundantemente, hoje e sempre!

quarta-feira, 22 de junho de 2022

SANTO DO DIA 22 DE JUNHO --- 2º dia do tríduo ao Sagrado Coração de Jesus

 

Participemos com alegria



Participemos com alegria e confiança no Sagrado Coração de Jesus. Somos todos convidados!❤️


O Apostolado da Oração está com um leilão oculto de dois quadros: Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria. Leva para casa quem fizer o maior lance. Ganha também a cerimônia de entronização, presidida pelo Pe Klebert.


Participemos! " Abençoarei os lares onde for exposta e honrada a imagem do Meu Coração "(Nona promessa do Coração de Jesus).❤️


Foto segundo dia do Tríduo.


Na Catedral, os irmãos chegaram mais cedo para ajudar no que fosse preciso para a grande festa do Sagrado Coração de Jesus.

E assim organizaram a santa  missa, a novena e as vésperas. E juntos dividiram com as atribuições com  as leituras, coletas, distribuição do lanche. 

E é só  alegria, compartilhar o lanche com os paroquianos que estiverem na igreja, em todos  três dias. Salve o Coração de Jesus!


Hoje dis 22,  teve bolo e suco.

Doadores:

01 bolo- Cruzinha Santos

01 bolo- Ana Angélica

01 bolo- Dodora

01 bolo- Jesus Moura

Suco - Alzerina


SUGESTÃO:

 Amanhã, sugiro servir mingau de milho e uma cocada - Precisando de doadores

 

Depois de amanhã, podemos servir um creme de galinha com um mini refrigerante - Precisando de doadores

Dia da festa, não terá lanche porque após a missa, sairemos em comitiva para o Seminário Sagrado Coração de Jesus, para nos juntarmos aos demais grupos do Apostolado da Diocese.

Vamos nos nossos carros mesmo.

 Aceitamos caroneiros 😉😍




VEJA O SANTO DO DIA



Santos João Fischer e Tomás More




Defesa da fé e da verdade

Em 1935, Pio XI canonizou João Fischer e Tomás More no mesmo dia. Os santos são celebrados juntos: sofreram o martírio pela coragem com que defenderam a fé e são dois grandes exemplos de fidelidade a Jesus.

Opondo-se ao rei Henrique VIII, na controvérsia sobre o seu matrimónio e sobre o primado do Romano Pontífice, preferiram servir ao Rei Eterno. Defenderam os valores cristãos de indissolubilidade do matrimônio, o respeito pelo patrimônio jurídico e a liberdade da Igreja em relação ao Estado; e, assim, foram encarcerados na Torre de Londres.

São Tomás More [1478-1535]

Nascido em Chelsea, Londres, na Inglaterra, no ano de 1478, o santo foi, desde cedo, educado na fé cristã. Logo cedo, a sua inteligência brilhante o fez ser notado e ele foi enviado à Universidade de Oxford, onde com vinte e dois anos já era doutor e professor em direito.

Vida religiosa X Matrimônio

Tomás More pensou em tornar-se religioso, era um frequentador dos franciscanos e, por um período, dos cartuxos também. Porém, sentiu que não era esse o seu caminho e trilhou a vocação matrimonial, com grande entrega, presença e devoção aos seus.

Vocação cristã

Conhecido por uma personalidade muito simpática, pelo seu bom humor e por uma forte fé cristã, o santo tinha uma vocação específica nos meios da política, da literatura, do direito. Assumiu diversos cargos diplomáticos: foi juiz, conselheiro, secretário e, em tudo, sempre atuou em favor da defesa da fé cristã, principalmente no tempo da Reforma Protestante. Escreveu obras famosas, como: “O diálogo do conforto contra as tribulações”, um dos mais tradicionais e respeitados livros da literatura britânica. Outros livros famosos são “Utopia” e “Oração para o bom humor”. Um tempo depois, Tomás pediu demissão e um novo tempo iniciou em sua vida.

Tomás nunca se afastou dos pobres e necessitados, os quais visitava para melhor atender às suas reais necessidades. Sua casa sempre estava repleta de intelectuais e pessoas humildes.

São João Fischer, bispo de Rochester [1469-1535]

Nascido em Beverley, na cidade de Yorkshire, na Inglaterra, no ano de 1469. Órfão de pai ainda pequeno, aos quatorze anos era um aluno brilhante de inteligência extraordinária. Ingressou na famosa Universidade de Cambridge, onde recebeu o diploma de Teologia e foi ordenado sacerdote.

Sacerdócio e Bispado

Tornou-se confessor e capelão pessoal da condessa Margarida Beaufort, futura avó de Henrique VIII. Atuou como vice-chanceler e chanceler em obras de estudos das línguas da Bíblia, para aprofundamento nas Escrituras.

Foi eleito bispo de Rochester, com 35 anos. Distribuía esmolas com generosidade e as portas de sua casa estavam sempre abertas para os visitantes, peregrinos e necessitados. Ele levava uma vida tão austera como a de um monge. O bispo Fisher também combateu os erros da Reforma Protestante, escrevendo quatro livros, que o tornaram famoso em todo o mundo cristão.

Condenação dos santos

Em 1535, o rei Henrique VIII desejou divorciar-se de sua legítima esposa para casar-se com a cortesã Ana Bolena. O bispo João Fisher foi o primeiro a posicionar-se contra aquele escândalo. O rei Henrique VIII conseguiu que o Parlamento inglês o declarasse chefe supremo da Igreja na Inglaterra, em substituição ao Papa da Igreja Católica, com a aprovação de todos os que desejavam conservar seus altos postos no governo.

João Fisher declarou no Parlamento que: “Querer substituir o papa de Roma pelo rei da Inglaterra, como chefe de nossa religião, é como gritar um ‘morra’ à Igreja Católica”, e isto seria um erro absurdo.

Ainda estava preso quando foi nomeado cardeal pelo Papa Paulo III. Ao ser informado, o rei exclamou: “Enviaram-lhe o chapéu de cardeal, porém não poderá colocá-lo, porque eu lhe mandarei cortar a cabeça”. E assim o fez.

Da mesma forma, São Tomás Moro deixou registrada a sua irreverência àquela farsa real, por meio da declaração pública que pronunciou antes de morrer: “Sedes minhas testemunhas de que eu morro na fé e pela fé da Igreja de Roma e morro fiel servidor de Deus e do rei, mas primeiro de Deus. Rogai a Deus a fim de que ilumine o rei e o aconselhe”.

O Papa João Paulo II, no ano 2000, declarou são Tomás More Padroeiro dos Políticos.

O chanceler Tomás Moro e o bispo católico João Fisher eram as figuras mais influentes da corte. Os dois foram decapitados: o primeiro foi João, em 22 de junho de 1535, e duas semanas depois foi a vez de Tomás.

A minha oração

“Senhor, estes dois servos não tiveram medo ou receio em servir a Verdade. Conceda-me também a grande graça de defender a fé cristã em qualquer circunstância e de ser-lhe fiel até o fim. Amém!” 

Santos João Fischer e Tomás More, rogai por nós!

terça-feira, 21 de junho de 2022

Papa Francisco garante aos bispos brasileiros que não pretende renunciar.



Papa Francisco garante aos bispos brasileiros que não pretende renunciar.

Fonte https://noticias.uol.com.br/


Cidade do Vaticano, 21 jun (EFE).- O papa Francisco garantiu a alguns bispos brasileiros que não pensa em renunciar, como publicaram alguns veículos de imprensa recentemente, conforme informa nesta terça-feira a imprensa do Vaticano. "Quero viver minha missão até que Deus me permita", disse o pontífice, segundo o arcebispo de Porto Velho, Roque Paloschi. De acordo com o portal de notícias da Santa Sé, o papa fez a declaração durante uma reunião realizada ontem, no Vaticano, com 17 bispos que representaram a Regional Norte 1 da CNBB (estados do Amazonas e Roraima) e o Noroeste (Acre, sul do Amazonas e Rondônia)... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2022/06/21/papa-francisco-garante-a-bispos-brasileiros-que-nao-pretende-renunciar.htm?cmpid=copiaecola

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