quinta-feira, 14 de julho de 2022

PAPA FRANCISCO - nomeia três mulheres para o Dicastério para os Bispos

 


Estou aberto para que seja dada a oportunidade", havia antecipado o Papa Francisco na entrevista à Phil Pullella, da Agência Reuters, ao dizer que seriam nomeadas duas mulheres para o Dicastério para os Bispos.



Vatican News

Não duas, como havia anunciado na entrevista à Agência Reuters, mas três. Nesta quarta-feira, 13, entre os novos membros para o Dicastério para os bispos nomeados peloo Santo Padre, estão as Irmãs Raffaella Petrini F.S.E., secretária geral do Governorato do Estado da Cidade do Vaticano, e Yvonne Reungoat, F.M.A., ex superiora geral das Filhas de Maria Auxiliadora; além da doutora Maria Lia Zervino, presidente da União Mundial das Organizações de Mulheres Católicas.

Na entrevista à Reuters, em que havia antecipado que nomearia duas mulheres para o Dicastério para os Bispos, o Papa também anunciou que vislumbrava no futuro a possibilidade da nomeação de leigos à frente de Dicastérios como Leigos, Família e Vida, para a Cultura e para a Educação, “ou a Biblioteca, que é quase um dicastério".

Francisco recordou ainda ao jornalista que em 2021, pela primeira vez, havia sido nomeada uma mulher para o cargo número dois do Governatorato da Cidade do Vaticano, a Irmã Raffaella Petrini, hoje membro do Dicastério para os Bispos. Mas também a Irmã Nathalie Becquart, religiosa francesa das Irmãs Missionárias Xavierianas, subsecretária do Sínodo dos Bispos, e irmã Alessandra Smerilli, das Filhas de Maria Auxiliadora, número dois do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral. Enquanto no Dicastério para os religiosos é subsecretária a irmã Carmen Ros Norten.

Entre as mulheres leigas que já ocupam cargos de alto nível no Vaticano, além da Irmã Petrini, estão Barbara Jatta, a primeira diretora dos Museus Vaticanos, Linda Ghisoni e Gabriella Gambino, ambas subsecretárias no Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida; a professora Emilce Cuda, secretária da Pontifícia Comissão para a América Latina, Nataša Govekar, diretora da Direção teológica-pastoral do Dicastério para a Comunicação, e Cristiane Murray, vice-diretora da Sala de Imprensa da Santa Sé. E em janeiro de 2020, uma mulher foi nomeada pela primeira vez subsecretária da Seção da Secretaria de Estado para as Relações com os Estados e as organizações internacionais, Francesca di Giovanni, responsável pelo setor multilateral. Todas foram nomeadas pelo atual Pontífice.
Cardeal José Tolentino de Mendonça


Os outros membros nomeados são: Anders Arborelius, O.C.D., bispo de Estocolmo (Suécia); José F. Advincula, arcebispo de Manila (Filipinas); José Tolentino de Mendonça, arquivista e bibliotecário da Santa Igreja Romana; Mario Grech, secretário geral do Sínodo dos Bispos; os bispos cuja nomeação como cardeal foi anunciada recentemente: Arthur Roche, prefeito do Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos; Lazzaro You Heung-sik, prefeito do Dicastério para o Clero; Jean-Marc Aveline, arcebispo de Marselha (França); Oscar Cantoni, bispo de Como (Itália); Dom Dražen Kutleša, arcebispo de Split-Makarska (Croácia), e Dom Paul Desmond Tighe, secretário do antigo Pontifício Conselho para a Cultura; padre Dom Donato Ogliari, O.S.B., abade da Abadia de São Paulo fora-dos-muros e administrador apostólico da Abadia Territorial de Montecassino (Itália).




 



SANTO DO DIA 12 DE JULHO


São João Gualberto, herói do perdão
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[995 – 1073]Origens



Segundo filho dos Visdonini, João Gualberto nasceu no ano de 995 em Florença.

Assasinato do irmão

Seu irmão foi assassinato e, assim como o pai, João Gualberto, foi tomado pelo sentimento de vingança e jurou matar o assassino.

Certo dia, em uma estreita estrada, Gualberto o encontrou desarmado e solitário. Imediatamente arrancou sua espada, porém o adversário caiu de joelhos e suplicou: “Por amor de Jesus, que neste dia morreu por nós, tem piedade de mim, não me mates!”.

Era uma Sexta-feira Santa de 1028, e assim, tocado pela misericórdia de Deus, João Gualberto o perdoou. Em seguida, foi até a uma igreja e diante a Cruz pediu a graça do perdão e a vida nova.

Monge e abade

Nos anos seguintes, João Gualberto tornou-se um humilde monge. Foi exemplo em disciplina às Regras, no estudo, na oração, na penitência e na caridade.

Além disso, adquiriu o dom da profecia e dos milagres.

Em 1035, com a morte do abade, ele foi eleito por unanimidade como sucessor. Mas, renunciou de imediato quando soube que o monge tesoureiro havia subornado o bispo de Florença para escolhê-lo como o novo abade.

Ordem dos Monges Beneditinos de Vallombrosa

Quando saiu do mosteiro, foi morar em uma floresta nos montes Apeninos, na montanha Vallombrosa, sobre o verde Vale do Arno.

O local começou a receber inúmeros jovens em busca de orientação espiritual, graças à fama de sua santidade. Foi assim que surgiu um novo mosteiro e uma nova congregação religiosa. João Gualberto quis manter as Regras dos monges beneditinos.

Logo, a Ordem dos Monges Beneditinos de Vallombrosa obteve aprovação canônica.

Foi fundados de outros mosteiros, como o de Passignano, na Umbria.

Páscoa

João Gualberto morreu no dia 12 de julho de 1073 e é considerado o herói do perdão.

Foi canonizado em 1193 e foi declarado Padroeiro dos Florestais, pelo papa Pio XII, em 1951.

Minha oração

“São João Gualberto, que tivestes o coração tocado pela misericórdia de Deus e concedestes o perdão ao assassino de vosso irmão, peço que nos dê a graça de perdoar o próximo em todas as circunstâncias. Amém”

São João Gualberto, rogai por nós!

segunda-feira, 11 de julho de 2022

Arquidiocese de Teresina

SANTO DO DIA 11 DE JULHO


São Bento, vida de oração e meditação
A+A-


[480 – 547]Origens



São Bento nasceu em Núrcia, próximo de Roma, em 480, numa nobre família que o enviou para estudar na Cidade Eterna.

Por conta das invasões dos bárbaros e indignados, São Bento optou por se retirar e manter-se isolado em uma gruta, nas montanhas da Úmbria.

Vida de meditação e oração

No local, ele dedicou-se à vida de oração, meditação e aos diversos exercícios para a santidade.

Era alimentado por um outro monge que, através de um cesto erguido até o penhasco, mantinha-o munido de pão para completar a alimentação quase escassa.

Depois de três anos, passou a atrair outros que se tornaram discípulos de Cristo pelos passos traçados por ele, que buscou, nas Regras de São Pacômio e de São Basílio, uma maneira ocidental e romana de vida monástica.

Mosteiro de Monte Cassino

Aos 40 anos, Bento sai da gruta e vai para o sul de Roma a fim de fundar o que viria a ser o maior centro da vida beneditina de todos os tempos, o Mosteiro de Monte Cassino, berço da Ordem dos Beneditinos.

Ao todo, foram mais de 12 mosteiros fundados por ele ao longo da história.

Regra de São Bento

A Regra Beneditina dominou a Europa devido a sua eficácia de inspiração que formava cristãos santos por meio do seguimento dos ensinamentos de Jesus e da prática dos Mandamentos e conselhos evangélicos.

O lema principal era a máxima “Ora et labora” (Oração e trabalho), onde a oração era transformada em trabalho e o trabalho em oração, através da fé e da obediência.

Além disso, a Regra de São Bento deixava todos bem à vontade, e era aplicada e moldada de acordo com a capacidade e as limitações de cada um.

Expansão e consagração

Os mosteiros beneditinos tornaram-se centros de referência, e deles saíram vários nomes e ícones da Igreja Católica. Ao todo, foram 23 papas, 5 mil bispos e cerca de 3 mil santos canonizados.

Medalha de São Bento

A medalha de São Bento é um dos maiores símbolos e heranças deixadas por esse santo.

As primeiras medalhas foram confeccionadas dentro do Mosteiro Cassino, e como símbolo principal carregam a cruz, muito usada por Bento em diversas situações de sua vida.

Para Bento, o sinal da cruz era como um sinal de coisas boas sendo feitas, um sinal de vitória contra o mal e a morte.

Em 1742, o Papa Bento XIV aprovou o uso da medalha oficializando-a assim como um instrumento de devoção de fé, ao contrário do que muitos pensavam ser apenas um amuleto de superstição.

Páscoa

Tradicionalmente, tinha-se o falecimento de São Bento como ocorrido em 543 d.C., mas estudos cronológicos mais recentes fixam o ano de 547 d.C. para a sua passagem para a glória.

São Bento tem o título de “padroeiro da Europa”.

Foi canonizado, em 1220, pelo Papa Honório III.

Reze a oração a São Bento:


São Bento, rogai por nós!

sábado, 9 de julho de 2022

CATEDRAL NOSSA SENHORA DAS DORES


CATEDRAL NOSSA SENHORA DAS DORES REALIZA  O 50º ENCONTRO DO ECC  COM SUCESSO


Deusene e Noleto


O Papa: a tolerância zero contra abusos é irreversível


O Papa: a tolerância zero contra abusos é irreversível





Na quinta parte da entrevista com Phil Pullella da agência de notícias Reuters, Francisco fala sobre a luta contra a pedofilia: "Hoje esta é uma questão que não se discute"



Vatican News



A luta contra os abusos na Igreja começou lentamente, mas hoje é um caminho irreversível. O Papa Francisco disse isto em uma entrevista com a Reuters: "A Igreja começou a tolerância zero lentamente, e avançou. Sobre isto, acredito que a direção tomada é irreversível. É irreversível. Hoje esta é uma questão que não se discute".

Respondendo a uma pergunta sobre a resistência que em alguns casos é encontrada a nível local na aplicação de medidas contra os abusos, o Papa observou: "Há resistência, mas cada vez mais há consciência de que este é o caminho". Francisco lembrou a divisão do Dicastério para a Doutrina da Fé em duas seções, dedicando uma delas aos julgamentos sobre os abusos, e comentou: "As coisas estão indo bem".

Em seguida, Francisco citou um encontro recente com visitantes que lembraram a ele que no país deles cerca de 46% dos abusos ocorrem dentro da família e observou que "isto é terrível". Após recordar o que as estatísticas mostram, o Papa acrescentou: "Mas isto não justifica nada. Mesmo que houvesse apenas um caso, seria vergonhoso. E temos que lutar mesmo que seja por apenas um caso. Isto não pode ser, porque (o abuso) é matar a pessoa que eu tenho que salvar. Eu, como padre, devo ajudar a crescer e salvar estas pessoas. Se eu abuso, as mato. Isto é terrível".

"Tolerância zero", concluiu o Pontífice, elogiando o trabalho do cardeal arcebispo de Boston e da Comissão para a Proteção de Menores: "E aí, chapeau ao cardeal O'Malley, que é um homem corajoso. Ele tem a coragem de um capuchinho, propriamente, um grande homem. E também a Comissão para a Proteção de Menores, que está trabalhando bem, agora com o padre Small, que é outro homem corajoso, ele trabalha bem. Eu apoio totalmente isto".

SANTO DO DIA 9 DE JULHO

 


Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus



[1865 -1942]Origens



Amábile Lúcia Visintainer nasceu no dia 16 de dezembro de 1865, em Vigolo Vattaro, Itália. Os pais eram de origem simples e cristãos.

Em setembro de 1875, com apenas 10 anos de idade, emigrou com seus pais para o Brasil, dirigindo-se para o Estado de Santa Catarina, no atual município de Nova Trento, onde deram início à localidade de Vígolo.

Após receber a sua primeira comunhão, com cerca de 12 anos, começou a participar do apostolado paroquial, catequizando os pequenos e visitando os doentes.

Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição

Com a permissão de seu pai, Amábile construiu um pequeno casebre, num terreno doado por um barão, próximo à capela. Lá, ela rezava, cuidava dos doentes e instruía as crianças. A primeira paciente foi uma mulher portadora de câncer terminal, a qual não tinha quem lhe cuidasse.

Era o dia 12 de julho de 1890, data considerada como o dia da fundação da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, que iniciou com Amábile e a amiga Virgínia atuando como enfermeiras.

Essa também foi a primeira congregação religiosa feminina fundada em solo brasileiro. Foi aprovada pelo bispo de Curitiba em agosto 1895.

Quatro meses depois, Amábile, Virgínia e Teresa Anna Maule, outra jovem que se juntou a elas, fizeram os votos religiosos; e Amábile recebeu o nome de irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus. Também foi nomeada superiora, passando a ser chamada de madre Paulina.

Ida a São Paulo

Em 1903, foi eleita superiora geral por toda a vida pelas irmãs da nascente congregação. Deixou Nova Trento e estabeleceu-se em São Paulo, no Bairro Ipiranga. Na cidade, ela ocupou-se de cuidar de crianças órfãs, filhos de ex-escravos e dos escravos idosos e abandonados.

Foram anos marcados pela oração, pelo trabalho e sofrimento. Tudo feito e aceito para que a Congregação das Irmãzinhas fosse adiante.

Páscoa

Em 1938, acometida pelo diabetes, iniciava um período de grande sofrimento. Teve o braço direito amputado e chegou até a cegueira total.

Madre Paulina morreu serenamente no dia 9 de julho de 1942, na Casa-geral de sua congregação, em São Paulo.

Foi beatificada pelo Papa João Paulo II, no dia 18 de outubro de 1991, em Florianópolis.

Minha oração

“Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus, ajudai-nos a sermos fiéis à virtude do serviço, motivados pelo amor de Deus e a salvação das almas. Amém.”

Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus, rogai por nós!

Catequista em Florianópolis vira influenciadora do amor por Jesus e pela Igreja

Fonte: https://www.vaticannews.va/

Junto com o marido Gustavo Huguenin, Fabíola participou do X Encontro Mundial das Famílias em Roma

"Costumo dizer que, de todas as coisas que eu já fiz na Igreja - liturgia, música e comunicação - acho que a catequese, sem dúvida nenhuma, é a mais desafiadora", afirma Fabíola Goulart, de Florianópolis/SC. A catequista, porém, demonstra pelo olhar, pelo sorriso e o seu testemunho a paixão pela Igreja que influencia todos os envolvidos pela Iniciação à Vida Cristã: das crianças aos pais e comunidade, já que "eles acabam se sentindo parte da Igreja por esse amor que primeiro eu experimento".




Andressa Collet - Vatican News


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil tem procurado fortalecer a catequese no país, segundo testemunho em vídeo de dom Armando Bucciol, membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da entidade. O bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA) participou da gravação pelas comemorações de 70 anos da CNBB e mostrou o documento de estudo “Iniciação à Vida Cristã”, que será aprovado na etapa presencial da 59ª Assembleia Geral que acontece de 29 de agosto a 2 de setembro, no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida, em Aparecida.



“Eu penso que a Catequese junto com a Liturgia devem fascinar por Jesus Cristo, optar por segui-lo, vivendo a bela notícia que Ele anuncia e que Ele mesmo é. O processo de Iniciação à Vida Cristã deve passar pela mistagogia, que é o mistério do conhecimento amoroso e experencial do Cristo vivo.”
A paixão pela Igreja que influencia as crianças

Um sinal da presença do amor de Deus que tem envolvido crianças, adolescentes e seus familiares através da missão evangelizadora dos catequistas, como é o caso de Fabíola Goulart. Ela recém participou como painelista do X Encontro Mundial das Famílias, no mês de junho, em Roma, e compartilhou o seu testemunho que vai além do trabalho como jornalista na Arquidiocese de Florianópolis/SC. Conhecida no meio católico por seu apostolado com a juventude e a comunicação em diversos eventos nacionais e também internacionais, ela também é catequista na paróquia.



“Eu como catequista tenho momentos difíceis que digo 'ai, meu Deus, vou desistir'; 'não era isso que eu pensava'; 'é muito mais difícil'. Eu costumo dizer que, de todas as coisas que eu já fiz na Igreja - liturgia, música e comunicação - eu acho que a catequese, sem dúvida nenhuma, é a mais desafiadora.”

"É o mais desafiador porque é um caminho, literalmente. Você caminha com a família, caminha com a criança, então você tem uma responsabilidade maior. E o que eu vi, que não me deixou desistir de ser catequista, é o testemunho que essas famílias me dão no retorno de como está sendo a mudança da criança em casa, da família em casa. E, também, eu tenho percebido que mais do que eu falo nos encontros de catequese é a minha paixão e o meu amor pela Igreja. Eles gostam às vezes de me ouvir falar porque quando eu falo eu sorrio, eu falo com empolgação, eu mando músicas católicas, eu mando falas do Papa, eu mando várias coisas e eles acabam se sentindo parte da Igreja por esse amor que primeiro eu experimento. Então, como eu experimento esse amor primeiro por Jesus e pela Igreja, eles acabam sendo influenciados com isso e aí eles acabam também vendo como é legal, como é bonito, como é emocionante estar na Igreja."

Fabíola contou que sempre está presente na igreja local, fazendo alguma coisa, e sendo vista pelos catequizandos e suas famílias: "vejo que mais do que o que a gente fala, como catequista, é a própria vivência na Igreja, essa minha doação para Igreja". Ela confirma que essa realidade tem se estendido por outras dioceses do país que têm acolhido cada vez mais as famílias das crianças e adolescentes nesse aprendizado catequético que envolve diferentes momentos, de ritos, de reflexão, de anúncio da pessoa de Jesus, da mistagogia caminhada cristã:

"E as famílias, no início, elas acham 'ah, mais coisas para eu fazer'; mas depois, conforme vai caminhando, elas vão se sentindo parte e vão vendo que elas tenham protagonismo também, não só o catequista, mas todo mundo caminhando junto para o bem daquele catequizando. E hoje a gente já vê muitos frutos: tem pais que viram catequistas, tem pais que voltam para a Igreja, que procuram Sacramentos depois da catequese que a gente faz com a criança."
O desafio da conversão dos pais

As famílias, segundo Fabíola, já estavam esperando por esse momento de acolhimento da Igreja, porque era um desejo delas de "estar mais incluídas na Igreja", inclusive porque se trata de um longo período, de anos, de caminho conjunto de Iniciação à Vida Cristã. Os desafios, porém, também existem e são de conversão dos pais dos catequizandos:

"Por mais que eles têm se aproximado da Igreja, em muitos casos, a Igreja ainda não consegue ser uma realidade diária: ainda não vão nos domingos na missa, a menos que tem alguma coisa; ou ainda não procuram o Sacramento da confissão voluntariamente, mas só quando a gente faz realmente algum evento nesse sentido de preparação, ... Isso eu ainda sinto falta: eu queria ver as famílias tomando, de uma forma mais radical, esse processo de conversão, de iniciação cristã, e ainda não aconteceu. A gente ainda está descobrindo como fazer."

Colaboração: CNBB

MISSA E ACOLHIDA DA SANTA CRUZ DOS MILAGRES

 CATEDRAL DE NOSSA SENHORA DAS DORES RECEBE VISITA DA CRUZ PREGRINA


A paróquia Nossa Senhora das Dores recebeu nesta tarde de julho a Cruz dos milagres de Santa Cruz dos Milagres com a santa Missa, presidida pelo o pároco da Catedral padre Klérbet Carvalho juntamente com os fieis paroquianos da Catedral.

O padre contou a historia de como começou  a propagação da Cruz, e onde e por quem iniciou, é uma bela história que envolve fé e devoção.

Assista e participe da santa Missa no youtube

https://www.youtube.com/watch?v=DTvFQdEUnhY

No final da santa Missa, o padre aspergiu agua benta nos fieis; falou sobre a reforma da Igreja. 



sexta-feira, 8 de julho de 2022

IGREJA NOSSA SENHORA DAS DORES ESTÁ EM REFORMA

 


Reforma começou semana passada

CATEDRAL DE TERESINA

Aguarde mais informação...!

SANTO DO DIA 8 DE JULHO

 


Beato João Schiavo, fundador da Missão Josefina no Brasil



[1903 – 1967]Origens



João Schiavo nasceu em 8 de julho de 1903, em Sant’Urbano de Montecchio Maggiore, Itália. Era filho de Luiz e Rosa e tinha oito irmãos.

Entrou na Congregação dos Josefinos de Murialdo e, em 1919, fez sua primeira Profissão Religiosa.

No dia 10 de julho de 1927, com 24 anos, foi ordenado sacerdote.

Vinda ao Brasil

Quatro anos depois, veio ao Brasil, chegando primeiramente em Jaguarão (RS). Depois foi para Caxias do Sul (RS), mais especificamente em Ana Rech, local onde foi animador dos seminaristas e noviços, professor, iniciador e diretor da Escola Normal Rural Murialdo.

Padre João Schiavo foi o primeiro mestre de noviços da missão Josefina no Brasil. A ele se deve o desenvolvimento das Obras Josefinas, o reconhecimento oficial das escolas e a formação religiosa dos primeiros confrades brasileiros.

Fundador

Em 1941, fundou o Seminário Josefino de Fazenda Souza, no interior de Caxias do Sul.

Além disso, fundou várias obras voltadas a crianças e jovens pobres: Abrigo de Menores São José, em Caxias do Sul; Obra Social Educacional, em Porto Alegre (Partenon e no Morro da Cruz, respectivamente); Abrigo de Menores em Pelotas e Rio Grande (RS); Colégio Nossa Senhora Mãe dos Homens, em Araranguá (SC).

Em 1954, fundou o primeiro grupo das Irmãs Murialdinas de São José, no Brasil. Em 1957, criou em Fazenda Souza, a Escola Santa Maria Goretti das Irmãs Murialdinas, onde atuou como diretor e professor.

Em fevereiro de 1956, deixou o cargo de Superior Provincial, mas continuou prestando serviço à sua Congregação e dedicando-se às Irmãs Murialdinas.

Milagre

Em outubro de 1997, a partir de uma aguda dor intestinal, Juvelino Carra, de Caxias do Sul (RS), foi encaminhado para uma cirurgia de emergência. O médico cirurgião constatou que se tratava de uma trombose mesentérica venosa superior aguda, envolvendo todo o intestino delgado.

Após uma avaliação, o médico desistiu da cirurgia e encaminhou o paciente à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para ser acompanhado até a iminente morte. Os familiares foram informados da situação: “Não há o que fazer a não ser aguardar o óbito”.

Nesse momento, a esposa de Juvelino pegou o santinho com a oração de Pe. João Schiavo, e repetia: “Pe. João, tu deves sarar meu marido, tu deves ajudá-lo, tu deves reconduzi-lo para casa…”, enquanto apertava forte a imagem, a ponto de amassá-la.

Juvelino começava a dar sinais de melhora, para surpresa de todos. Em sete dias, teve alta hospitalar, sem apresentar problemas ou sequelas.

Páscoa

Padre João Schiavo faleceu dia 27 de janeiro de 1967.

Sua sepultura está atualmente no interior de uma capela que leva o seu nome, em Fazenda Souza. É local de orações e peregrinações.

Foi beatificado pelo Papa Francisco em 2017.

A minha oração

“Beato João Schiavo, dai-nos, por vossa intercessão, a graça de sermos evangelizadores da Eucaristia e estarmos sempre entregues à vontade de Deus. Amém.”

Beato João Schiavo, fundador da Missão Josefina no Brasil, rogai por nós!

VATICANO



Fonte: 
https://www.vaticannews.va/pt/pa

Allegretto ProgramaçãoPodcast

O Papa Francisco e o pe. Guillermo Marcó durante a Audiência Geral de 8 de junho



Francisco em podcast reflete sobre sua vida pessoal
O Santo Padre encontrou-se com o sacerdote argentino Guillermo Marcó, que esteve à frente da Assessoria de Imprensa do Arcebispado de Buenos Aires por 10 anos, enquanto Bergoglio era o titular da sede. Parte da conversa foi transmitida no podcast do presbítero.



Vatican News

“Meu coração é um depósito, está cheio de coisas que guardo. Eu tenho que ampliar as prateleiras todas as vezes. Nisso sou um pouco 'colecionador' no bom sentido da palavra, não quero perder nada do bem que as pessoas me dão. As pessoas nos gratificam muito, com exemplos, com palavras, com um ou dois fatos. O sacerdote está lá para ensinar as pessoas, mas acho que aprendemos muito com as pessoas se olharmos para elas.”




Assim começa a entrevista que o Papa Francisco concedeu ao sacerdote argentino Guillermo Marcó, que estava à frente da Assessoria de Imprensa do Arcebispado de Buenos Aires enquanto Bergoglio era arcebispo. Os 22 minutos da conversa, que durou uma hora e meia no total e realizou-se em 9 de junho, foram publicados no domingo, 3 de julho, no "Marcó tu semana, de la tele a las servicios", podcast produzido por Marcó.

A conversa concentrou-se em questões mais pessoais do Pontífice: sua vida espiritual, sua etapa fora da Argentina; assuntos conjunturais não são abordados. Ao ver que todos esses temas eram tratados em outros meios de comunicação, o sacerdote preferiu abordar temas "da vida mais simples", fazendo-lhe "perguntas que muitas vezes eu me faço, porque quando você conhece alguém, sabe como viveu, sabe como rezou", destacou o porta-voz na apresentação de seu podcast.

"Muitas vezes ele dizia, diante de um problema: 'Bom, deixa eu rezar e depois eu lhe respondo'", comentou Marcó.
Como é a oração de um Papa?

A primeira questão que discutiram foi sobre a vida de oração. Francisco afirmou que "a oração do bispo é cuidar do rebanho, dizendo em termos evangélicos, e o Papa é um bispo, então continua com o mesmo estilo. É semelhante: pedir, interceder e agradecer por todo o bem que se faz."


"O senhor ainda acorda de madrugada para rezar?", lhe perguntou Marcó, e o Bispo de Roma respondeu: "Sim, sim, porque se você não rezar de manhã, não reza mais, pois o moedor de carne pega você."
Passear, a maior saudade da vida em Buenos Aires

O que o Sucessor de Pedro mais sente falta da capital argentina é a possibilidade de passear, como ele mesmo explicou:

"Em Buenos Aires, eu caminhava ou pegava ônibus, etc. Aqui nas duas vezes que eu tive que sair me pegaram em flagrante. Duas vezes, no inverno. Às sete da noite que não passa ninguém e está tudo escuro, eu fui à ótica, uma senhora da varanda (gritou) 'O Papa!', e aí acabou. Depois, eu fui à loja de discos e não havia ninguém lá. Eu fui abençoá-la porque era uma loja de discos de amigos que a tinham reestruturado. Eles me perguntaram: 'Por que não vem você que nos ajudou tanto?' Então eu fui. Estava escuro... Ali perto tem um ponto de táxi e o meu azar foi que ali tinha um jornalista esperando um amigo para pegar um táxi".
Como se sente diante da imensa responsabilidade?

Em relação ao seu estado de ânimo diante de sua missão à frente da Igreja, o Papa disse que o "Espírito Santo lhe dá muitos frutos, mas nunca se diz que ele nos anestesia e às vezes me sinto anestesiado diante de situações que nos fariam sofrer muito e, mesmo permanecendo naquela situação, posso me mover.
"Onde há uma crise, se cresce"

Outro tema discutido na entrevista foi a gestão de crises: "Uma das coisas que aprendi aqui é que não sabemos lidar com as crises, e as crises nos fazem crescer", disse o Papa.

Depois, Francisco citou os fundadores da União Europeia como exemplos de homens que souberam lidar com as crises e cresceram com elas, "não as transformaram em conflito, ou branco ou preto".

“Quando você transforma uma crise em conflito, você perde. A unidade é maior que o conflito, ou seja, o conflito reduz a pessoa”, disse ele.
O testemunho da velhice na primeira pessoa

Por fim, referindo-se ao ciclo de catequeses sobre os idosos, que o Bispo de Roma iniciou em 23 de fevereiro deste ano durante as Audiências Gerais, Marcó quis saber como o Papa enfrenta essa etapa de sua vida: "Eu, nessa idade, rio de mim mesmo e sigo em frente”, concluiu Francisco.

SANTO DO DIA 7 DE JULHO

 


Beata Maria Romero, socorro dos pobres e marginalizados




[1902-1977]Origens



Nasceu em 13 de janeiro de 1902 em Granada, na Nicarágua, e pertencia a uma família católica. Os pais, Félix e Ana, eram de classe média e tiveram treze filhos.

Recebeu formação religiosa e excelente instrução tradicional. Gostava de estudar música, desenho e pintura.

Consagrou-se a Deus e a Nossa Senhora

Aos doze anos, entrou para a escola das Filhas de Maria Auxiliadora, recém-chegadas àquele país. Mas, por causa de uma grave doença, ainda noviça teve de voltar para casa. Com o consentimento do seu confessor, emitiu o voto particular de castidade.

Em 1923, consagrou-se a Deus e a Nossa Senhora, emitindo os votos religiosos.

Foi transferida para a missão na Costa Rica, em 1931, onde ensinava música, desenho e datilografia. Além disso, incluiu às suas atividades a catequese aos jovens da periferia da capital, São José.

Evangelização aos pobres

Passados três anos, Maria Romero deu vida a outra maneira de evangelização: socorria as famílias pobres e marginalizadas.

Em 1961, iniciou uma série de cursos de qualificação profissional para os jovens carentes e também para os adultos.

Fundou um hospital de clínicas gerais, em 1966, destinado ao atendimento de toda a comunidade, mas beneficiando especialmente os pobres.

Já em 1973, conseguiu um terreno onde foram construídas casas para desabrigados das periferias. O local tornou-se a cidade de Santa Maria, em homenagem a sua fundadora.

Dom do conselho

Outro dom que Maria Romero possuía era o do conselho, que ela não negava a ninguém.

Páscoa

Faleceu, subitamente, dia 7 de julho de 1977, quando regressava de um descanso na Nicarágua.

Suas relíquias estão sepultadas na igreja de São José da Costa Rica.

Foi beatificada pelo Papa João Paulo II em 2000.

A minha oração

“Beata Maria Romero, fostes o socorro dos pobres e desabrigados, amparo dos humildes e o conselho dos que pediram, intercedei por nós junto a Jesus para que nosso coração seja tão bondoso e amável quanto o vosso. Amém!”

Beata Maria Romero, rogai por nós!

NOTÍCIA DA ARQUIDIOCESE DE TERESINA

 

Casa da Cultura de Teresina e diz que prédio precisa de manutenção

Após denúncia de abandono, CAU fiscaliza antiga Casa da Cultura de Teresina e diz que prédio precisa de manutenção.


Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Piauí avaliou que estrutura está intacta, mas com alguns pequenos problemas estruturais que devem ser corrigidos para evitar a danificação da estrutura.

Fonte: https://g1.globo.com/pi

Por Lucas Marreiros, g1 PI


07/07/2022 13h24 Atualizado há 10 horas



O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Piauí (CAU-PI) realizou uma fiscalização, nesta quinta-feira (7), na Casa do Barão de Gurguéia, prédio onde funcionava a Casa da Cultura de Teresina, localizado na Praça Saraiva, Centro da capital. De acordo com o órgão, o imóvel precisa de manutenção.




A fiscalização foi motivada por denúncias feitas nas redes sociais de que o prédio, construído entre 1870 e 1880, estava abandonado. O imóvel, que é tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Piauí, pertence à Arquidiocese de Teresina e foi usado pela prefeitura da capital como Casa da Cultura de 1994 até 2021.


Segundo a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMCMC), o contrato para uso do prédio foi desfeito a pedido da Arquidiocese, que não teria aceitado que o valor da reforma fosse abatido do aluguel.


A Arquidiocese informou que aguarda o repasse oficial das chaves para dar continuidade às tratativas com o Governo do Estado, que, segundo a Arquidiocese, assumirá a responsabilidade da manutenção e funcionamento do casarão.


O arquiteto e urbanista Ismael Bezerra, que participou da fiscalização, afirmou que apesar do prédio estar em desuso, está bem estruturado, apenas com alguns defeitos.


"O prédio está precisando de uma manutenção. O correto agora é dar uso a esse patrimônio, porque como ele está abandonado vão acontecendo esses problemas que uma edificação sofre sem o uso", explicou.


O profissional alertou que se o prédio continuar da forma como está poderá ter problemas mais graves. "Pode ter o risco de ter problemas maiores na cobertura e ruir", disse.


Com as informações coletadas durante a fiscalização, o CAU-PI vai elaborar um relatório com os problemas da edificação e procurar os órgãos responsáveis para que sejam tomadas as medidas cabíveis.


Alguns dos pontos críticos encontrados durante a vistoria foram goteiras, partes da estrutura com reforço de madeira na sustentação e parte do acervo da Casa da Cultura ainda remanescente no local.


Procurada, a FMCMC informou ao g1 que a Casa da Cultura funciona há um ano no prédio dona Carlotinha, localizado na Praça João Luís Ferreira, também no Centro de Teresina, que mais de 95% do acervo foi retirado do antigo prédio e que o restante será removido nesta sexta-feira (8).


História do prédio






Casa do Barão de Gurguéia, antiga Casa da Cultura de Teresina — Foto: Glayson Costa/g1

O casarão foi construído por João do Rego Monteiro, o Barão de Gurguéia (1809-1897), para servido como residência dele e de sua família, e é um exemplar da arquitetura eclética piauiense da segunda metade do século XIX.


Historiadores afirmam que o prédio chegou a ser usado como quartel e enfermaria. Entre 1906 e 1911, o Monsenhor Joaquim d’Almeida instalou um seminário no local.


Em 1913, herdeiros do Barão venderam o casarão para a Diocese de Teresina e a edificação chegou a ser usada como residência episcopal.


O prédio abrigou também a sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) no Piauí e o Colégio Pedro II, sendo tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Piauí em 1986.

Ao longo dos anos, o imóvel passou por alterações na fachada principal e ganhou um anexo no estilo do prédio original. Em 1993, passou por restauração em virtude de um convênio firmado entre a Prefeitura de Teresina e o Governo do Estado.

O pavimento superior foi cedido pela Arquidiocese à prefeitura, que passou a alugar o térreo para complementar a ocupação do edifício e, em 1994, após a restauração, foi inaugurada a Casa da Cultura de Teresina.

Ao longo de mais de 25 anos, o prédio foi frequentado por estudantes, pesquisadores, turistas e a população em geral, sendo palco de diversas exposições, eventos, cursos, oficinas e atividades de diversas áreas, ligados à promoção de educação, cultura e lazer na capital