sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

CATEDRAL

 MISSA DO MEIO DIA

Catedral nossa Senhora das Dores

Todos os dias ao meio dia os fieis participam da santa Missa do meio dia, hoje por exemplo a Igreja estava cheia mesmo com a reforma da Catedral. Conversando com a Secretária da Igreja ela disse que isso se dá devido o horário de almoço dos comerciários que após o almoço eles veem para Igreja.




Mensagem de Dom Juarez

 Mensagem de Dom Juarez

Saudação ao povo de Deus na Arquidiocese de Teresina


"Corações ardentes, pés a caminho"


Amados irmãos e irmãs da Arquidiocese de Teresina, saúdo a todos (as) com um forte abraço e votos de Feliz Ano Novo. Dirijo-me Fraternalmente ao querido irmão Dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho, aos irmãos presbíteros, diáconos, religiosas e religiosos, seminaristas, leigos e leigas engajados nas comunidades eclesiais missionárias, pastorais, movimentos, associações religiosas, serviços, Novas Comunidades, movimentos, colaboradores (as) e voluntários(as). Saúdo todas as autoridades constituídas, civis e militares nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, em Teresina e nos demais 36 municípios desta Arquidiocese. Dirijo-me igualmente, às pessoas de boa vontade que pertencem a outras confissões religiosas ou que mesmo não professando nenhum credo, trabalham pelo bem do próximo, promovem a paz e a construção de uma sociedade justa, solidária e fraterna.


É sem sombra de dúvida que por Providência Divina, no dia de hoje, a Santa Igreja Católica através do Papa Francisco, tendo aceitado a renúncia canônica do estimado Dom Jacinto, sétimo Arcebispo de Teresina, nomeou-me e convocou-me para ser o oitavo Arcebispo desta amada Arquidiocese.

Santo do dia 5 de Janeiro




Santo André Bessette, religioso canadense



Religioso e Confessor (1845-1937)

Origens

Santo André Bessette, antigo Alfred Bessette, nasceu em Saint-Grégoire no sul de Montreal, trabalhou em Saint-Césaire, emigrou para os Estados Unidos por um período de tempo como muitos jovens de sua época para participar do desenvolvimento das indústrias da Nova Inglaterra.

O Envio
Muitos de seus companheiros adotaram essa nova terra acolhedora e se tornaram franco-americanos, mantendo o sobrenome francês e um pouco de sua cultura. O jovem Alfred voltou ao seu país. Aproximou-se daquele em quem tinha total confiança e que representava o dom de si que desejava para ele: o pároco André Provençal. Esse, um dia, disse a si mesmo: “Eu sei para onde mandá-lo”. Em seguida, escreveu aos religiosos da congregação de Santa Croce que ensinavam as crianças da Côte-des-Neiges, em frente ao Monte Royal, dizendo ‘Envio-vos um santo…’”.

De analfabeto a Religioso
O jovem trabalhador tímido e analfabeto vê aberta uma porta que desejava sem ao menos acreditar: ele vai se tornar um religioso. Sem saber como servir a Deus, que encheu sua vida desde a infância, abandonou-se a Ele. Acima de tudo, a São José: seu amigo, seu confidente por muito tempo. Tornou-se irmão André.
“Não tente se livrar das provações, mas peça a graça de suportá-las bem.” (Santo André Bessette)

Edificou-se em honra de São José
O início parece trivial, semelhante à vida de muitos jovens, o que se segue é único e excepcional. Uma jornada tão extraordinária, raramente foi vista na história da América do Norte. A ponto de mil coisas parecerem quase incríveis na evolução de uma vida, uma fama, uma capelinha. Ao longo da sua vida e graças aos peregrinos que recebia, o Irmão André adquiriu fama de taumaturgo como nenhum outro.

Sempre junto a São José
Santo André Bessette acolhia com doçura e bondade, católicos, protestantes ou ateus. Aos enfermos, toca-lhes as partes doentes com a medalha de São José e, com azeite da lâmpada, ardia em frente à imagem do grande santo. As curas extraordinárias multiplicaram-se, somente em 1904 registraram-se 435, isto é, mais de uma por dia.

Páscoa
Santo André Bessette morreu em 6 de janeiro de 1937, aos 91 anos. Um milhão de pessoas vieram agradecê-lo por sua presença em suas vidas. O irmão André permaneceu leal a milhões de outras pessoas desde então. Não cessava de dizer a quem o invocava: “Rezem a São José…”.

Via de Santificação
Santo André Bessette foi beatificado em 23 de maio de 1982, pelo Papa João Paulo II. Sua canonização ocorreu em 17 de outubro de 2010, na Praça de São Pedro, pelo Papa Bento XVI.

Minha oração

“Exímio confessor e formador das consciências, não permitais que tenhamos uma vida laxa ou escrupulosa, mas dai a graça de crescermos em uma consciência sadia e bem equilibrada. Que sempre encontremos o Senhor, que fala em meio a nós. Amém.”
Santo André Bessette, rogai por nós!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Bento XVI deixou um patrimônio sobre as verdades de fé



O caixão com os restos mortais de Bento XVI no cemitério da Piazza San Pietro


Bento XVI deixou um patrimônio sobre as verdades de fé
O caixão com os restos mortais do Papa emérito foi fechado na noite de quarta-feira com alguns sinais de dignidade pontifícia e o texto que recorda brevemente a história da vida e do ministério de Joseph Ratzinger.



Vatican News


Os últimos atos cumpridos na discrição após a infinita homenagem pública. Na noite de quarta-feira, depois de estar no centro da peregrinação ininterrupta de mais de 200.000 pessoas à Basílica do Vaticano durante três dias, o corpo de Bento XVI foi encerrado em um caixão de cipreste, no qual foram colocados o pálio, moedas e medalhas do pontificado e o 'Rogito', um texto guardado num cilindro de metal que recorda os traços marcantes da vida e do ministério do Papa emérito, desde o seu nascimento até aos seus últimos dias. O texto do 'Rogito' foi lido pelo mestre das celebrações litúrgicas pontifícias, monsenhor Diego Ravelli. Após o funeral presidido pelo Papa Francisco, o caixão de cipreste será colocado em um revestimento de zinco e depois em um caixão de madeira para ser finalmente tumulado nas Grutas do Vaticano.

Segue abaixo a íntegra do 'Rogito':

À luz de Cristo ressuscitado dos mortos, no dia 31 de dezembro do ano do Senhor 2022, às 9h34 da manhã, quando terminava o ano e estávamos prontos para cantar o Te Deum pelos múltiplos benefícios concedidos pelo Senhor, o o amado Pastor emérito da Igreja, Bento XVI, passou deste mundo ao Pai. Toda a Igreja junto com o Santo Padre Francisco em oração acompanharam seu trânsito.

Bento XVI foi o 265° Papa. Sua memória permanece no coração da Igreja e de toda a humanidade.

Joseph Aloisius Ratzinger, eleito Papa em 19 de abril de 2005, nasceu em Marktl am Inn, no território da Diocese de Passau (Alemanha), em 16 de abril de 1927. Seu pai era comissário de polícia e vinha de uma família de agricultores na Baixa Baviera, cujas condições econômicas eram bastante modestas. A mãe era filha de artesãos de Rimsting, no lago Chiem, e antes de se casar trabalhou como cozinheira em vários hotéis.

Passou a infância e a adolescência em Traunstein, pequena cidade perto da fronteira com a Áustria, a cerca de trinta quilômetros de Salzburgo, onde recebeu sua formação cristã, humana e cultural.

O tempo de sua juventude não foi fácil. A fé e a educação da sua família prepararam-no para a dura experiência dos problemas associados ao regime nazista, conhecendo o clima de forte hostilidade para com a Igreja Católica na Alemanha. Nessa situação complexa, ele descobriu a beleza e a verdade da fé em Cristo.

De 1946 a 1951 estudou na Escola Superior de Filosofia e Teologia de Freising e na Universidade de Munique. Em 29 de junho de 1951 foi ordenado sacerdote, iniciando no ano seguinte a atividade docente na mesma Escola de Freising. Posteriormente, foi docente em Bonn, Münster, Tübingen e Regensburg.

Em 1962 tornou-se perito oficial do Concílio Vaticano II, como assistente do Cardeal Joseph Frings. Em 25 de março de 1977, o Papa Paulo VI o nomeou arcebispo de München e Freising e recebeu a ordenação episcopal em 28 de maio do mesmo ano. Como lema episcopal escolheu "Cooperatores Veritatis".

O Papa Montini o criou e o proclamou Cardeal, atribuindo a ele o título de Santa Maria Consolatrice al Tiburtino, no Consistório de 27 de junho de 1977.

Em 25 de novembro de 1981, João Paulo II o nomeou Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé; e em 15 de fevereiro do ano seguinte renunciou ao governo pastoral da Arquidiocese de München und Freising.

Em 6 de novembro de 1998 foi nomeado Vice-Decano do Colégio dos Cardeais e em 30 de novembro de 2002 tornou-se Decano, tomando posse do Título da Igreja Suburbicariana de Ostia.

Na sexta-feira, 8 de abril de 2005, presidiu a Santa Missa fúnebre de João Paulo II na Praça de São Pedro.

Ele foi eleito Papa pelos Cardeais reunidos no Conclave em 19 de abril de 2005 e assumiu o nome de Bento XVI. Da sacada central da Basílica apresentou-se como “humilde trabalhador na vinha do Senhor”. No domingo, 24 de abril de 2005, iniciou solenemente o seu ministério petrino.

Bento XVI colocou no centro de seu pontificado o tema de Deus e da fé, na procura contínua da face do Senhor Jesus Cristo e ajudando todos a conhecê-lo, em particular mediante a publicação da obra Jesus de Nazaré, em três volumes. Dotado de vasto e profundo conhecimento bíblico e teológico, teve a extraordinária capacidade de elaborar sínteses iluminadoras sobre os principais temas doutrinários e espirituais, bem como sobre as questões cruciais da vida da Igreja e da cultura contemporânea.

Ele promoveu com sucesso o diálogo com anglicanos, com os judeus e com os representantes de outras religiões; assim como retomou os contatos com os padres da Comunidade São Pio X.

Na manhã de 11 de fevereiro de 2013, durante um Consistório convocado para decisões ordinárias sobre três canonizações, após o voto dos Cardeais, o Papa leu a seguinte declaração em latim: «Bene conscius sum hoc munus secundum suam essentiam spiritualem non solum agendo et loquendo exerceri debere, sed non minus patiendo et orando. Attamen in mundo nostri temporis rapidis mutationibus subiecto et quaestionibus magni ponderis pro vita fidei perturbato ad navem Sancti Petri gubernandam et ad annuntiandum Evangelium etiam vigor quidam corporis et animae necessarius est, qui ultimis mensibus in me modo tali minuitur, ut incapacitatem meam ad ministerium mihi commissum bene administrandum agnoscere debeam. Quapropter bene conscius ponderis huius actus plena libertate declaro me ministerio Episcopi Romae, Successoris Sancti Petri, mihi per manus Cardinalium die 19 aprilis MMV commisso renuntiare ita ut a die 28 februarii MMXIII, hora 20, sedes Romae, sedes Sancti Petri vacet et Conclave ad eligendum novum Summum Pontificem ab his quibus competit convocandum esse».

Na última Audiência Geral do pontificado, em 27 de fevereiro de 2013, ao agradecer todos e cada um também pelo respeito e compreensão com que sua decisão foi acolhida, garantiu: «Continuarei a acompanhar o caminho da Igreja com a oração e a reflexão, com aquela dedicação ao Senhor e à sua Esposa que tenho procurado viver até agora todos os dias e que gostaria de viver sempre».

Após uma breve permanência na residência de Castel Gandolfo, viveu os últimos anos de sua vida no Vaticano, no mosteiro Mater Ecclesiae, dedicando-se à oração e à meditação.

O magistério doutrinal de Bento XVI está sintetizado nas três Encíclicas Deus caritas est (25 de dezembro de 2005), Spe salvi (30 de novembro de 2007) e Caritas in veritate (29 de junho de 2009). Entregou à Igreja quatro Exortações Apostólicas, numerosas Constituições Apostólicas, Cartas Apostólicas, bem como as Catequeses propostas nas Audiências Gerais e as alocuções, inclusive as pronunciadas durante as vinte e quatro viagens apostólicas que realizou pelo mundo.

Diante do relativismo crescente e do ateísmo prático sempre mais difundido, em 2010, com o motu proprio Ubicumque et sempre, instituiu o Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, para o qual em janeiro de 2013 transferiu as responsabilidades no campo da catequese.

Lutou firmemente contra os crimes cometidos por representantes do clero contra menores ou pessoas vulneráveis, chamando continuamente a Igreja à conversão, à oração, à penitência e à purificação.

Como teólogo de reconhecida autoridade, deixou um rico patrimônio de estudos e pesquisas sobre as verdades fundamentais da fé.
CORPUS
BENEDICTI XVI P.M.
VIXIT A. XCV M. VIII D. XV
ECCLESIÆ UNIVERSÆ PRÆFUIT A. VII M. X D. IX
A D. XIX M. APR. A. MMV AD D. XXVIII M. FEB. A. MMXIII
DECESSIT DIE XXXI M. DECEMBRIS ANNO DOMINI MMXXII

Semper in Christo vivas, Pater Sancte!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

SANTO DO DIA 4 DE JANEIRO

 

SANTA ÂNGELA


S. Ângela, Santuário de Folinho

“O meu lugar é no céu”

Este seu desejo sempre acompanhou a existência de Ângela de Foligno: desde os anos da sua juventude, caracterizados por uma conduta de vida mundana e por uma aparente indiferença em relação a Deus, até àqueles sucessivos de maturidade espiritual, quando entendeu que, para melhor servir e se assemelhar ao Senhor, devia viver a santidade na concretude da vida diária.

Ângela nasceu em Foligno, Itália, em 4 de janeiro de 1248, em uma família opulenta. Muito cedo, ficou órfã de pai e recebeu da mãe uma educação superficial, que a levou a viver sua juventude distante da fé. Bela, inteligente e amorosa, casou-se com um famoso habitante da cidade, com o qual teve diversos filhos.
Medo do inferno e conversão

Sua leviandade e negligência na juventude foram alteradas, ao longo de poucos anos, devido a uma série de acontecimentos: um violento terremoto de 1279, um furacão impetuoso e uma longa guerra contra Perugia levaram-na a questionar-se sobre a precariedade da vida e a temer o inferno. Tudo isso levou a suscitar nela o desejo de aproximar-se do sacramento da Penitência. Porém, - segundo as crônicas, - “o escrúpulo lhe impediu de fazer uma confissão completa e, por isso, permaneceu na aflição”. Na oração, obteve de São Francisco de Assis a garantia de que logo teria descoberto a misericórdia de Deus.
Encontro com a misericórdia divina

Ângela voltou a confessar-se e, esta vez, reconciliou-se plenamente com Deus. Aos 37 anos de idade, apesar da hostilidade dos familiares, começou seu itinerário de conversão sob o signo da penitência, renunciando à suas coisas, aos bens e a si mesma.

Após a morte prematura da mãe, do marido e dos filhos, Ângela vendeu todos os seus bens e distribuiu o dinheiro aos pobres; foi em peregrinação a Assis, nas pegadas do Pobrezinho e, em 1291, entrou para a Ordem Terceira de São Francisco, onde foi confiada à direção espiritual de Frei Arnaldo, parente e conterrâneo, que, depois, se tornou seu biógrafo e autor do famoso “Memorial”.

Neste texto, as etapas da sua vocação e dos constantes êxtases e experiências místicas, - culminadas na impossibilidade inabitável da Santíssima Trindade na sua alma – foram divididas em trinta “passos”: “Tive uma grande visão – contou ao seu confessor sobre a visão do Deus Trino – uma majestade imensa, que nem sei dizer, mas parecia conter todo bem. [...] Quando a visão desapareceu, comecei a gritar, em alta voz [...] Amor desconhecido, por que me deixais?”.

Seu temor, desde a juventude, de ser condenada, deixou espaço à certeza de não poder se salvar pelos próprios méritos, mas, com espírito arrependido, por meio do infinito amor misericordioso de Deus.
Assiduidade na oração e zelo pelos últimos

Além da sua constante oração, sobretudo através da adoração Eucarística, a jovem de Foligno sempre se dedicou às atividades caritativas, assistindo com ternura os últimos, os leprosos e os enfermos, nos quais via Jesus Crucificado.

Conhecida, ainda em vida, como Magistra Theologorum, promoveu o aprofundamento da teologia com base na Palavra de Deus, na obediência à Igreja e na experiência pessoal do divino, nas suas manifestações mais íntimas.
Maternidade espiritual fecunda

Envolvendo-se com paixão nas controversas que dilaceravam a Ordem franciscana, Ângela atraiu em torno de si um cenáculo de filhos espirituais, que viam nela uma guia e uma verdadeira mestra da fé. Por isso, a sua figura encarna um dos modelos do gênio feminino na Igreja.

Antes da sua morte, ocorrida no dia 4 de janeiro de 1309, foi-lhe atribuído pelo povo, de modo informal, o título de Santa. Em 9 de outubro de 2013, o Papa Francisco realizou o que seus predecessores haviam iniciado, canonizando Ângela de Foligno por equipolência.

Mensagem de Dom Jacinto Brito após nomeação do novo Arcebispo de Teresina


Mensagem Dom Jacinto

 

Arquidiocese de Teresina tem novo arcebispo



Dom Juarez Sousa da Silva é o novo arcebispo 

PAPA 


Arquidiocese de Teresina tem novo arcebispo
Dom Juarez Sousa da Silva substitui Dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho.



Vatican News

O Papa Francisco aceitou a renúncia ao governo pastoral da Arquidiocese Metropolitana de Teresina apresentada por S.E. Dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho.

Para substituí-lo, o Santo Padre nomeou como arcebispo Metropolitano de Teresina (Brasil) Dom Juarez Sousa da Silva, transferindo-o da Diocese de Parnaíba.

Curriculum vitae

Dom Juarez Sousa da Silva nasceu em 30 de junho de 1961 em Barras, na Diocese de Campo Maior, Estado do Piauí. Cursou Filosofia e Teologia no Seminário Maior Interdiocesano Sagrado Coração de Jesus em Teresina-PI. Posteriormente, obteve a Licenciatura em História da Igreja na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (1998-2001).

Em 19 de março de 1994 foi ordenado sacerdote pela Diocese de Campo Maior.

Exerceu os seguintes cargos: administrador paroquial de São José em Altos-PI; vice-reitor e ecônomo do Seminário Maior Interdiocesano Sagrado Coração de Jesus de Teresina-PI; diretor e professor do Instituto Católico de Estudos Superiores do Piauí (ICESPI).

Em 27 de fevereiro de 2008 foi nomeado bispo de Oeiras, recebendo a ordenação episcopal em 17 de maio seguinte. Em 6 de janeiro de 2016 foi nomeado bispo coadjutor de Parnaíba, tornando-se ordinário em 24 de agosto seguinte.

Na Conferência Episcopal Brasileira, é membro do Conselho Permanente e presidente da Regional Nordeste 4, que compreende as circunscrições eclesiásticas do Estado do Piauí.

Fonte: www.vaticannews.va/pt

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

CELEBRAÇÃO DA MISSA DAS 5 HORAS DA TARDE NA CATEDRAL

                        FIEIS PARTICIPAM DA SANTA MISSA NO PONTO CENTRAL DA IGREJA

                                      Reforma da Catedral Nossa Senhora das Dores


Os fieis estão participando das celebrações da Santa Missa no ponto central da Catedral, como mostra a foto mas por pouco tempo pois a reforma está a todo vapor. Logo logo, termina, voltando assim ao costume inicial.

A celebração de hoje, dia 3, foi presidida pelo o Bispo Dom Jacinto de Brito, concelebrada pelo o padre Klerbet, pároco desta Igreja. Dom Jacinto e padre Klerbet após a celebração olharam a  reforma da Catedral com entusiasmo.

                                       Dom Jacinto de Brito saindo da Catedral pós missa

                                                           Grupo Litúrgico da hora



Vi também um grupo de fieis reunidos ao lado do local do Dízimo; era a Legião de Maria que se encontra em período periódico para a celebração da devoção. Ficou acertado que a Coordenadora Neide coralista vai falar sobre esta santa devoção, agurade!

                                                        Legião de Maria




SANTO DO DIA 3 DE JANEIRO


Santíssimo Nome de Jesus, ajoelhemos para glória de Deus



Memória

Origens
O Santíssimo Nome de Jesus, o único nome ao qual tudo o que há nos céus, na terra e nos abismos se ajoelha para glória de Deus Pai.

Três Nomes
Nome escolhido pelo Pai, e como não há outro sob o Céu, dado para nos salvar. Como diz o Evangelho, ele teve três nomes: Filho de Deus, Cristo e Jesus. É chamado Filho de Deus enquanto Deus gerado de Deus; Cristo enquanto homem, pessoa divina que adquiriu natureza humana; Jesus enquanto Deus unido à humanidade.
O significado dos Nomes: Filho de Deus, Cristo e Jesus

O Primeiro Nome: Filho de Deus
O primeiro nome é Filho de Deus. E para provar que esse nome merecidamente Lhe convém, eis o que diz Santo Hilário de Poitiers em seu livro Sobre a Santíssima Trindade: “Sabe-se de várias maneiras que o Filho único de Deus é Nosso Senhor Jesus Cristo. O Pai atesta-o; Ele próprio o utiliza; os apóstolos o declaram; as pessoas religiosas creem nele; os demônios o confessam; os judeus o negam; os gentios o reconheceram na sua Paixão”. Hilário contínua: “Podemos ver que Nosso Senhor Jesus Cristo é Deus pelo nome, pelo nascimento, pela natureza, pelo poder e pelos atos”.

O Segundo Nome: Cristo

O segundo nome é Cristo, que significa “ungido”. Com efeito, Ele foi ungido por um óleo de alegria junto com os que participaram de Sua glória. Ao chamá-Lo ungido, reconhecemos que foi profeta, atleta, sacerdote e rei, quatro tipos de pessoas que outrora recebiam unção. Foi profeta no ensino da doutrina, atleta ao vencer o diabo, sacerdote ao reconciliar os homens com seu Pai, rei ao retribuir recompensas. É desse segundo nome, Cristo, que vem o nosso “cristãos”.

Eis o que Agostinho diz desse nome: “Cristão indica justiça, bondade, integridade, paciência, castidade, pudor, humanidade, inocência, piedade. E você, como o reivindica? Como se apropria dele, se restam poucas dessas qualidades em você? Não se é cristão por usar esse nome, mas pelas obras que se faz”, assim falou Agostinho.
Nome de Jesus: Alimento, Fonte, Remédio e Luz

O Terceiro Nome: Jesus
O terceiro nome é Jesus. De acordo com São Bernardino de Sena – o grande promotor da devoção ao Santíssimo Nome de Jesus–, o nome Jesus quer dizer alimento, fonte, remédio e luz.

Alimento
Enquanto “alimento”, tem múltiplos efeitos, pois conforta, nutre, fortalece e revigora. Assim disse Bernardo sobre essas qualidades: “O nome Jesus é um alimento. Vocês não se sentem fortalecidos todas as vezes que se lembram dele? Algo nutre mais o espírito de quem pensa nele? Existe algo mais substancial para reparar os sentidos cansados, para tornar as virtudes mais fortes, fomentar os bons costumes, entreter castas afeições?”

Fonte
Quanto ao sentido de “fonte”, Bernardo explica: “Jesus é a fonte lacrada da vida, da qual saem quatro rios que nos inundam, os da sabedoria, justiça, santificação e redenção. Sabedoria na pregação, justiça na absolvição dos pecados, santificação na conversão, Redenção na Paixão”. Ainda Bernardo: “Três rios emanaram de Jesus: a palavra de dor é a confissão; o sangue da aspersão é a aflição; a água de purificação é a compunção”.

Remédio
O terceiro significado é “remédio” Eis o que diz o mesmo Bernardo: “O nome Jesus também é um remédio. De fato, nada como ele acalma a impetuosidade da cólera, deprime a enfatuação do orgulho, cura as chagas da inveja, repele os assaltos da luxúria, apaga a chama da cobiça, aplaca a sede da avareza e bane todos os desejos vergonhosos e desregrados”.

Luz
O quarto sentido é “luz”: “De onde você pensa que saiu tão grande e tão súbita luz da fé para inundar todo o universo, se não da pregação do nome de Jesus? Esse era o nome que Paulo levava diante das nações e dos reis como um facho de luz num candelabro” O nome Jesus, prossegue Bernardo, é em primeiro lugar de grande suavidade: “Não ficarei contente com um livro se nele não ler ‘Jesus’; não ficarei contente com debates ou conferências nos quais não ouvir ‘Jesus”‘.
Nome escolhido para toda eternidade

A Escolha
Esse nome foi escolhido para Ele por toda eternidade, foi-lhe colocado por José, seu pai putativo, previamente instruído nesse sentido por um anjo. Jesus significa Salvador. E Ele foi Salvador pelo poder de salvar, pelo hábito de salvar, pelo ato de salvar.

Minha oração
“ Jesus, no teu nome há poder. No Céu, na terra e nos infernos, sob todo o universo está teu santo nome. Clamando a ti, queremos alcançar as graças necessárias para nossas vidas. Não o que queremos, mas a tua santa vontade. Que teu nome seja amado e adorado. Amém.”

Santíssimo Nome de Jesus, rogai por nós!

Santo Agostinho


A ligação entre Ratzinger e Santo Agostinho: "Guia para minha vida como teólogo e pastor"




A estátua de madeira de Santo Agostinho presente na Capela do Mosteiro Mater Ecclesiae, onde morava o Papa Emérito
VATICANO

A ligação entre Ratzinger e Santo Agostinho: "Guia para minha vida como teólogo e pastor"
O Papa Emérito conheceu o grande padre da Igreja durante seus primeiros estudos filosóficos e teológicos e ficou fascinado por ele. Sua tese em teologia foi dedicada a ele e se inspirou em Agostinho para escrever sua primeira Encíclica “Deus caritas est”. Bento XVI escolheu um símbolo "agostiniano" no brasão papal e, na capela da Mater Ecclesiae, onde repousava o corpo, encontra-se uma estátua do bispo de Hipona.



Tiziana Campisi – Vatican News


Bento XVI e Santo Agostinho. O pensamento e a teologia do 264º sucessor de Pedro estão impregnados nos ensinamentos e escritos do grande Padre da Igreja, mas já como estudante Joseph Ratzinger sentia afinidades com a personalidade do bispo de Hipona. Nutria uma devoção especial e gratidão para com aquela figura à qual ele se sentia muito apegado pelo papel que havia desempenhado em sua vida de teólogo, de sacerdote e de pastor. Repetiu isso várias vezes durante seu pontificado: na última de suas cinco catequeses dedicadas ao Santo - entre janeiro e fevereiro de 2008 -, no ciclo das audiências gerais sobre os Padres da Igreja, diante do túmulo de Santo Agostinho em Pavia em abril do mesmo ano, e antes disso aos estudantes do Seminário Maior Romano em 17 de fevereiro de 2007. No período de seus primeiros estudos filosóficos e teológicos, na segunda metade dos anos 40, foi particularmente atraído pela figura de Santo Agostinho e pelo seu perturbador caminho interior empreendido para crer e compreender e, ao mesmo tempo, para compreender e crer, em suma, para poder dialogar fé e razão. Diálogo que Ratzinger levou adiante e desenvolveu ao longo de toda a sua vida.
O fascínio da história humana do Bispo de Hipona

“Fascinava-me sobretudo a grande humanidade de Santo Agostinho", explicou Bento XVI aos seminaristas, "que não teve a possibilidade simplesmente de se identificar com a Igreja porque era catecúmeno desde o início, mas teve que lutar espiritualmente para encontrar pouco a pouco o acesso à Palavra de Deus, à vida com Deus, chegando ao grande ‘sim’ à sua Igreja". E é, em particular, a história pessoal do filósofo de Tagaste que impressionou Ratzinger, "este caminho tão humano, no qual também hoje podemos ver como se começa a entrar em contacto com Deus, como todas as resistências da nossa natureza devam ser tomadas a sério e depois devam também ser canalizadas para chegar ao grande sim ao Senhor. Desta forma, fui conquistado pela sua teologia muito pessoal, desenvolvida sobretudo na pregação".
A tese “agostiniana” em teologia

Voltando no tempo, no percurso de estudioso, teólogo e pastor de Ratzinger e na sua vida pessoal, a figura do bispo de Hipona está sempre presente. Em 1953, o promissor Joseph sacerdote e já brilhante acadêmico se formou em Teologia na Universidade de Munique com uma dissertação sobre a relação entre o Povo de Deus e o Corpo de Cristo em Agostinho - 'Povo e Casa de Deus na Doutrina da Igreja de Santo Agostinho' - com base no que o Doutor da Igreja escreve na 'Exposição sobre o Salmo 149'. A tese foi publicada e no prefácio da edição italiana de 1978 Ratzinger delineou o resultado central de sua pesquisa, especificando que "a releitura cristológica do Antigo Testamento e a vida sacramental centrada na Eucaristia são os dois principais elementos da visão agostiniana da Igreja".
O desejo de uma vida contemplativa

Mas há outro aspecto da vida de Santo Agostinho que Bento XVI quis destacar durante sua visita ao Seminário Maior Romano, por ocasião da festa de Nossa Senhora da Confiança: ele desejava viver, inicialmente, "uma vida meramente contemplativa, escrever outros livros de filosofia... mas o Senhor não quis, fez dele um sacerdote e um bispo e, assim, o resto da sua vida, da sua obra, desenvolveu-se substancialmente no diálogo com um povo muito simples. Ele teve que encontrar sempre pessoalmente, por um lado, o significado da Escritura e, por outro, ter em consideração a capacidade do povo, do seu contexto vital, e alcançar um cristianismo realista e ao mesmo tempo muito profundo". Era a mesma coisa que Ratzinger desejava: retirar-se da vida pública para se dedicar à meditação e ao estudo. Como Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé desde 1981, solicitou várias vezes sua demissão, que João Paulo II não concedeu.
Bento XVI em visita ao Seminário Romano Maior em 17 de fevereiro de 2007
Sua primeira Encíclica: Deus caritas est

Eleito Papa em 16 de abril de 2005, alguns meses depois, no dia de Natal, Bento XVI entregou à Igreja sua primeira carta encíclica, Deus caritas est, dedicada ao amor cristão. Foi inspirado mais uma vez por Santo Agostinho. Seu desejo de "falar do amor com que Deus nos cumula e que deve ser comunicado aos outros por nós" e o expressa em um tratado dividido em duas grandes partes que estão "profundamente ligadas" entre elas. A primeira com um caráter mais especulativo, com o qual ele quis especificar, no início de seu Pontificado, "alguns dados essenciais sobre o amor que Deus, de forma misteriosa e gratuita, oferece ao homem, juntamente com a ligação intrínseca desse Amor com a realidade do amor humano"; a segunda parte com "um caráter mais concreto", que trata do "exercício eclesial do mandamento do amor pelo próximo". No parágrafo anterior à conclusão, apresenta uma síntese do conceito de amor, a única luz "que sempre ilumina novamente um mundo escuro e nos dá a coragem de viver e de agir". "O amor é possível, e nós somos capazes de praticá-lo porque fomos criados à imagem de Deus. Viver o amor e assim deixar a luz de Deus entrar no mundo, isto é o que eu gostaria de convidar com esta Encíclica".
Peregrino no túmulo de Santo Agostinho

Em 22 de abril de 2007, em visita a Pavia, Bento XVI deixou ainda mais claro o quanto se sentia próximo de Santo Agostinho. Com viva emoção, na Basílica de São Pedro em Ciel d'Oro, onde são guardados os restos mortais do "Doutor da Graça", ele revelou que era seu desejo venerá-los: "Para expressar tanto a homenagem de toda a Igreja Católica a um dos seus ‘padres’ maiores, como a minha pessoal devoção e reconhecimento àquele que grande parte teve na minha vida de teólogo e de pastor, mas diria antes ainda de homem e de sacerdote". E diante do túmulo do Bispo de Hipona, visivelmente emocionado, o Papa Ratzinger também quis "entregar idealmente à Igreja e ao mundo", sua primeira Encíclica, "amplamente devedora ao pensamento de Santo Agostinho, que foi um apaixonado do Amor de Deus, e o cantou, meditou, pregou em todos os seus escritos, e acima de tudo testemunhou no seu ministério pastoral". Afirmando também que “que a humanidade contemporânea tem necessidade desta mensagem essencial, encarnada em Jesus Cristo: Deus é amor” e que “tudo deve partir daqui e tudo aqui deve conduzir: cada ação pastoral, cada desenvolvimento teológico”, e que “todos os carismas perdem o sentido e o valor sem o amor, graças ao qual, ao contrário, todos concorrem para edificar o Corpo místico de Cristo”. Acrescentando que mensagem “que ainda hoje Santo Agostinho repete a toda a Igreja” e que “o Amor é a alma da vida da Igreja e da sua ação pastoral”.

Um símbolo "agostiniano" no brasão papal


E não se deve esquecer que para seu brasão papal Bento XVI escolheu, entre outros símbolos, uma concha, que também tem um significado agostiniano. De fato, recorda uma lenda que tem Agostinho como protagonista. A história conta que Agostinho notou uma criança em uma praia que estava continuamente tirando água do mar com uma concha e depois despejando-a em um buraco cavado na areia, e pediu explicação. O menino respondeu que queria colocar toda a água do mar naquele buraco. "Agostinho compreendeu a referência a seu inútil esforço em tentar fazer entrar o infinito de Deus na limitada mente humana", lê-se na página do site Vatican.va dedicada ao brasão de Bento XVI. A lenda tem um evidente simbolismo espiritual, para nos convidar a conhecer Deus, ainda que na humildade das inadequadas capacidades humanas, nutrindo-nos na inesgotabilidade do ensinamento teológico".
O brasão papal de Bento XVI


A estátua de Santo Agostinho no Mosteiro Mater Ecclesiae

Impressiona que na capela do Mosteiro Mater Ecclesiae, nos Jardins do Vaticano, onde foi colocado o corpo de Bento XVI para permitir um último adeus a seus amigos mais próximos, cardeais, prelados, leigos, amigos, antigos colaboradores, estudantes, famílias, religiosos e religiosas, tenha também uma estátua de Santo Agostinho. Encontra-se em frente ao altar. É uma antiga estátua de madeira que mostra sinais de tempo; o bispo de Hipona é representado com as vestes de prelado. Não há dúvida que se trate do grande padre da Igreja; ao seu lado está uma criança segurando uma concha. Ele é o protagonista da lenda agostiniana que Bento XVI quis recordar em seu brasão precisamente com uma concha, que também está presente no brasão do antigo Mosteiro de Schotten, em Regensburg, ao qual Joseph Ratzinger se sentia espiritualmente muito ligado, e é também o símbolo do peregrino. Justamente onde se concluiu a peregrinação terrena de Bento XVI, Santo Agostinho parece dar testemunho o quanto Joseph Ratzinger deu ao mundo.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

SANTO DO DIA 2 DE JANEIRO



Santos Basílio Magno e Gregório de Nazianzeno.

São Basílio Magno, bispo e doutor da Igreja








Origens

A Igreja alegra-se com a memória conjunta destes grandes Santos doutores: Santos Basílio Magno e Gregório de Nazianzeno.
São Basílio Magno, bispo e doutor da Igreja

Origens
Basílio nasceu em Cesareia, no ano 329. Nasceu de uma família santa que buscava testemunhar, na própria vida e na formação dos filhos, o grande amor por Cristo e pela Igreja. Foi assim que, ajudado pelo pai, Basílio recebeu a primeira formação.

O encontro com São Gregório
Depois, passou por Constantinopla, chegando a estudar em Atenas e formar-se em retórica. A essa altura, mesmo tendo um coração bem semeado pelo Evangelho, ele começou a buscar glórias humanas, mas, ao conhecer o amigo São Gregório Nazianzeno, conheceu Cristo mais profundamente e retomou a amizade com Jesus.

A direção do seu conhecimento: Jesus Cristo
Ele, que já era muito culto, direcionou todo o seu potencial para Aquele que é a verdade, o Logus, o Verbo que se fez carne, Jesus Cristo, Nosso Senhor e salvador. Retirou-se por um tempo dali e pôde viver uma vida de muita oração e penitência. Depois, foi inspirado a aprofundar-se na vida eremítica e também na vida monástica. Visitou o Egito, Síria, Palestina e estudou a ponto de, com seu amigo Nazianzeno, começar uma comunidade monástica.

Eleito Bispo
Aconteceu que, diante da realidade na qual o Arianismo — heresia que afirmava que Jesus Cristo não é Deus —, confundia muito as pessoas e ainda era apoiada pelo imperador do Oriente chamado Valente. Nessa altura, em Cesareia, São Basílio, em 370 d.C., foi eleito bispo, sucessor de um dos apóstolos. Homem de caridade e de testemunho, ele pôde combater e ver a verdade vencendo o Arianismo. O imperador não colocava medo nesse homem cheio do Espírito Santo. São Basílio também tinha muitas obras, não era apenas um homem de palavras; cidades de caridade surgiram por meio dele.

Páscoa
Ainda padre, ele já era um testemunho reconhecido, uma autoridade não só pela Igreja, mas pela vida. São Basílio Magno deixou uma riqueza de escritos e, principalmente, a certeza de que amigo de Jesus, felizes nós seremos. Em 379 d.C., ele partiu para o céu e intercede por nós.
Uma verdadeira amizade que levou até Cristo
São Gregório Nazianzo, doutor da Igreja

Origens

São Gregório Nazianzo nasceu no mesmo ano que Basílio (329). Seu pai era Gregório, o Velho, que depois foi Bispo de Nazianzo. Estudou em Atenas, onde conheceu Basílio, ao qual teve um forte elo de amizade e com quem conviveu no eremitério da Capadócia. Homem de estudo e poeta, recebeu a alcunha de teólogo em decorrência de sua excelente doutrina e inflamada eloquência.

Forte combatente de Heresias
Foi enviado pelo imperador Teodósio a Constantinopla para combater a difusão da heresia ariana, mas assim que chegou foi atacado por pedradas, sendo obrigado a permanecer fora dos muros de Constantinopla. Graças a seu exemplo de vida, Gregório reconduziu a cidade à ortodoxia. Não conseguiu ser Bispo de Constantinopla, como o povo desejava, pois foi hostilizado por uma facção de opositores. Despediu-se e retornou para a sua terra natal.

Obras e sua Páscoa
Retirou-se no silêncio, onde continuou a falar com Deus e com os homens. Escreveu cerca de 240 cartas de grande importância teológica e moral, além de belíssimas pela forma literária. Morreu no ano 390.

Minha oração

“Sabemos que a amizade é um dom, graça divina, por isso, a pedimos Jesus. Queremos amizades verdadeiras e queremos ser bons amigos. Que as pessoas, que nos circundem, nos levem para mais perto de Deus. Amém.”


Santos Basílio Magno e Gregório de Nazianzeno, rogai por nós!






"Senhor, eu te amo!": as últimas palavras de Bento XVI


"Senhor, eu te amo!": as últimas palavras de Bento XVI



É com tristeza que o siteblog , se despede do Papa Emérito Bento XVI, que foi chamado para o Céu no dia 31 de dezembro de 2023, numa manhã de sábado, no Vaticano.





O enfermeiro de turno, que naquele momento estava a sós com o Papa emérito, ouviu as palavras e as referiu ao secretário, o bispo Georg Gänswein. Com um fio de voz, mas de modo distinguível, disse em italiano: "Senhor, te amo!".



Vatican News

"Senhor, eu te amo!"

As últimas palavras de Bento XVI foram pronunciadas por volta das 3h da madrugada de 31 de dezembro, algumas horas antes de morrer. Quem as ouviu foi o enfermeiro de turno, que naquele momento estava a sós com o Papa emérito e referiu as palavras ao secretário, o bispo Georg Gänswein. Com um fio de voz, mas de modo distinguível, disse em italiano: "Senhor, te amo!".

"Naquele momento eu não estava, mas o enfermeiro me contou logo depois. Foram as suas últimas palavras compreensíveis, porque sucessivamente não foi mais capaz de se expressar."

Este domingo, a Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou imagens do corpo de Bento XVI na capela do mosteiro Mater Ecclesiae. A partir de amanhã, os fiéis poderão dar seu adeus ao Papa emérito na Basílica Vaticana. O funeral será na quinta-feira, 5 de janeiro, às 9h30 locais (5h30 no horário de Brasília), na Praça São Pedro, presidido pelo Papa Francisco.

O féretro do Papa emérito será levado até à Basílica de São Pedro e, dali, à cripta vaticana para a sepultura.

Fonte: www.vaticannews.va/pt

domingo, 1 de janeiro de 2023

SANTO DO DIA 1º DE JANEIRO

 
Santa Maria, Mãe de Deus
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Solenidade


Origens
A Solenidade de Maria Santíssima, Mãe de Deus, é a primeira festa mariana que apareceu na Igreja Ocidental. Originalmente, a festa nasceu com o intuito de substituir o costume pagão, cujo ritos não correspondiam com a santidade das celebrações cristãs. O título foi criado pelos cristãos para exprimir uma fé que não tinha relação com a mitologia pagã, a fé na concepção virginal, no seio de Maria, daquele que, desde sempre, era o Verbo Eterno de Deus.


O Título
Este título traz em si um dogma que dependeu de dois Concílios: em 325, o Concílio de Nicéia; e, em 381, o de Constantinopla. Esses dois concílios trataram de responder a respeito desse mistério da consubstancialidade de Deus uno e trino, Jesus Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro homem.


A Natureza Humana de Maria
No século IV, ensinava o bispo Santo Atanásio: “A natureza que Jesus Cristo recebeu de Maria era uma natureza humana. Segundo a divina Escritura, o corpo do Senhor era um corpo verdadeiro, porque era um corpo idêntico ao nosso”. Maria é, portanto, nossa irmã, pois todos somos descendentes de Adão. Fazendo a relação deste mistério da encarnação, no qual o Verbo assumiu a condição da nossa humanidade com a realidade de que nada mudou na Trindade Santa, mesmo tendo o Verbo tomado um corpo no seio de Maria, a Trindade continua sendo a mesma; sem aumento, sem diminuição; é sempre perfeita. Nela, reconhecemos uma só divindade. Assim, a Igreja proclama um único Deus no Pai e no Verbo, por isso, a Santíssima Virgem é a Mãe de Deus.
A Santíssima Virgem é a Mãe de Deus: Ela é o ponto de união entre o céu e a terra




Ave Theotókos
No terceiro Concílio Ecumênico, em 431, Maria Santíssima foi aclamada Mãe de Deus, em grego, Theotókos. Trata-se de um título que não aparece explicitamente nos textos evangélicos, embora eles recordem “a Mãe de Jesus” e afirmem que Ele é Deus (Jo 20,28; cf. 5,18; 10,30.33). Em todo o caso, Maria é apresentada como Mãe do Emanuel, que significa Deus conosco (cf. Mt 1,22-23).


Mãe de Deus
A palavra Theotókos significa Mãe de Deus, que é o artigo que os católicos professam em Maria Santíssima; porém Theotokos quer dizer ‘gerada de Deus’, ponto que Nestório, patriarca de Constantinopla e grande inimigo da Virgem, duvidava e contestava a legitimidade do título. A mudança de acento na palavra altera o sentido, passando de um sentido bem preciso para outro vago.


A Fé no Filho Jesus e na Mãe Maria Santíssima


Expressão de Fé
Ao proclamar Maria “Mãe de Deus”, a Igreja professa com uma única expressão a sua fé acerca do Filho e da Mãe. Essa união emerge já no Concílio de Éfeso. Com a definição da maternidade divina de Maria, os padres queriam evidenciar a sua fé à divindade de Cristo. Não obstante as objeções, antigas e recentes, acerca da oportunidade de atribuir esse título a Maria, os cristãos de todos os tempos, interpretando corretamente o significado dessa maternidade, tornaram-no uma expressão privilegiada da sua fé na divindade de Cristo e do seu amor para com a Virgem.


O Centro da História


Deus se fez carne por meio de Maria, começou a fazer parte de um povo, constituiu o centro da história.


Minha oração


“Mãe de Deus e nossa, desde o primeiro dia do ano quero consagrar a mim e a minha família, tudo o que tenho, faço e sou a Jesus por tuas mãos Maria. Que o meu ano seja rodeado da tua benção e proteção. Em tudo quero ser mais de Deus. Amém.” 

Maria Santíssima, rogai por nós!

"Senhor, eu te amo!": as últimas palavras de Bento XVI

MISSA DAS 07:30H DA MANHÃ

 CENTENAS DE FIEIS PARTIPAM DA MISSA DA SOLENIDADE DE ANO NOVO 


Os fieis que não puderam participar da missa de virada de ano novo, às 9 horas do dia 31 de Dezembro, participaram hoje dia 1º de Janeiro de 2023, na Catedral Nossa Senhora das Dores que foi presidida pelo o padre Carlos Wágner, concelebrada pelos os padres Klebert de Carvalho e o padre Arisvaldo de Imperatriz Maranhão.

                          



                                                     

Visitas ao Presépio de Natal


Catedral de Teresina