sábado, 20 de agosto de 2022

Dia do catequista

 CATEQUISTAS PARTICIPARAM DACELEBRAÇÃOPELO DIA DO DO CATEQUISTA




Os catequistas da arquidiocese de Teresina, participaram da grande festa Eucarística, na Catedral Nossa Senhora das Dores, às 17 horas, presidida pelo o senhor arcebispo de Teresina dom Jacinto de Brito.
Assim que iniciou a santa Missa, iniciaram os interprete de libras que são catequistas. Os quais o bispo  observou e agradeceu, falando da grande importância dos interpretes pois naquele momentos eles estavam catequisando.


COMPÊNDIO VOCACIONAL




Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização

Iniciação à Vida Cristã com Inspiração Catecumenal 

Procissão de entrada
Coral
Catequistas

 


SANTO DO DIA 20 DE AGOSTO

 


São Bernardo de Claraval, o Doutor Melífluo
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Fundador e Abade (1090 – 1153)

Origens

São Bernardo de Claraval nasceu em 1090, em Fontaines, França, em uma família opulenta. Aos 22 anos, após ter estudado gramática e retórica, entrou para o Mosteiro fundado por Roberto de Molesmes, em Citeaux (em latim Cistercium, do qual deriva o nome de Cisterciense). Alguns anos depois, fundou o Mosteiro de Claraval (Clairvaux), junto com 12 companheiros, entre os quais: 4 irmãos, um tio e um primo. Pelo seu exemplo, muitos de seus parentes também escolheram a vida religiosa.

Trabalho, contemplação e oração

Segundo o espírito de Bernardo, a vida monacal era constituída de trabalho, contemplação e oração, tendo como estrelas fixas Jesus e Maria. Para o Abade cisterciense, Cristo era o centro de tudo: “Para mim, nas discussões ou conversas, se não for pronunciado o nome de Jesus, nada tem sentido” (Sermones super Cantica Canticorum, XV). Maria – escreve Bernardo – leva a Jesus: “Nos perigos, nas angústias, nas incertezas, deve-se elevar o pensamento a Maria, invocar Maria. Que ela jamais saia dos nossos lábios; jamais se separe do nosso coração; para obtermos a ajuda na oração, jamais devemos esquecer seu exemplo de vida. Se a seguirmos, não nos perderemos; se rezarmos a ela, não nos desesperaremos; se pensarmos nela, não erraremos…” (Homilia II super “Missus est”).

Os degraus do amor

No seu escrito “De diligendo Deo”, Bernardo indica o caminho da humildade para atingir o amor de Deus; exorta a amar o Senhor sem limites. Para o monge Cisterciense, os degraus fundamentais do amor são quatro:

1 – O amor de si para si: “Primeiro, o homem ama-se a si mesmo; depois, vendo que sozinho não pode viver, começa a buscar a Deus por meio da fé”.

2 – O amor de Deus para si: “No segundo degrau, portanto, ame a Deus para si e não para Ele. Porém, deve começar a frequentar a Deus e a honrá-lo, segundo as próprias necessidades”.

3 – O amor de Deus por Deus: “A alma passa para o terceiro degrau, amando a Deus, não por si mesmo, mas por Ele. Neste degrau, se detém longamente; aliás, não sei se nesta vida seja possível chegar ao quarto degrau”.

4 – O amor de si por Deus: “Aquele amor em que o homem ama a si mesmo somente por Deus. Assim sendo, terá quase que esquecido admiravelmente a si mesmo; quase deixa a si mesmo para tender totalmente a Deus, a ponto de ser um só espírito com Ele”.

Amizade com os Templários

Entre os escritos do Abade cisterciense, há também um famoso elogio da Ordem monacal-militar dos Templários, fundada em 1119, por alguns Cavaleiros, sob a guia de Hugo de Payns, feudatário da região de Champanhe e parente de Bernardo. No seu “De laude novae militiae ad Milites Templi”, descreve assim os Cavaleiros do Templo: “São vestidos de modo simples e cobertos de pó; rosto queimado pelo sol e olhar orgulhoso e severo: antes da batalha, armam-se interiormente, com a força da fé. A sua única fé é a Deus”.

Legado

Bernardo, depois de Roberto, Alberico e Stefano, foi o pai da Ordem Cisterciense. A obediência e o bem da Igreja, muitas vezes, o levaram a deixar a paz monástica, para se dedicar às questões político-religiosas mais sérias de seu tempo. Mestre de guia espiritual e educador de gerações de santos, ele deixa, em seus sermões comentados sobre a Bíblia e a liturgia, um documento excepcional de teologia monástica, tendendo, mais do que ciência, à experiência do mistério. Ele inspirou um afeto devotado pela humanidade de Cristo e da Virgem Mãe. (Rom. Mess.)

Páscoa

Bernardo morreu em 20 de agosto de 1153. Papa Alexandre III o proclamou santo em 1174. Pio XII dedicou-lhe uma encíclica intitulada “Doctor Mellifluus” (que escorre mel), na qual recorda, de modo particular, estas palavras de Bernardo: “Jesus é mel na boca, suave concerto aos ouvidos, júbilo ao coração”. “O Doutor melífluo, último dos Padres, mas não, certamente, inferior aos primeiros – escreveu o Pontífice – se destacou por seus dotes de mente e de espírito, aos quais Deus acrescentou abundantes dons celestes”.

Minha oração

“Mestre na arte da oração e dotado da sabedoria do Alto, ajudai-nos a viver a santidade e nos unir a Deus por inteiro. Ensina-nos o caminho da sabedoria e da verdade, assim como ensinaste aos cistercienses, Por Cristo Nosso Senhor. Amém!”

São Bernardo de Claraval , rogai por nós!

Vigília Vocacional

Catedral Nossa Senhora das Dores
 Catedral Nossa Senhora das Dores



Dia 20 de agosto 2022



sexta-feira, 19 de agosto de 2022

SANTO DO DIA 19 DE AGOSTO

 


São João Eudes, fundador da Congregação de Jesus e Maria



Sacerdote e Fundador (1601 – 1680)

Origens

São João Eudes nasceu em 14 de novembro de 1601 (séc. XVII), na pequena vila Ri, no norte da França, em uma família de origem camponesa profundamente religioso.

Viveu na França no século XVII, século marcado por fenômenos religiosos opostos e também por graves problemas políticos, dedicou toda a sua vida às pessoas, principalmente se fossem pobres.

Juventude Religiosa

Estudou no Colégio Real de “Dumont”, em Caen, dos padres jesuítas. Nos intervalos das aulas, costumava ir à capela rezar. Na adolescência, por sua grande devoção a Maria, secretamente consagrou-se a ela. Depois, sentindo sua vocação religiosa, foi aconselhado a terminar os estudos antes de ordenar-se sacerdote.

Ordenação

Em 1623, com o consentimento dos pais, foi para Paris, onde ingressou no Oratório, sendo recebido pelo próprio fundador, o cardeal Pedro de Bérulle. Dois anos depois, recebeu sua ordenação, dedicando-se integralmente à pregação entre o povo. Pleno do carisma dos oratorianos, centrados no amor a Cristo, e de sua especial devoção a Maria, passou ao ministério de pregação entre o povo. Promoveu o culto litúrgico do Sagrado Coração. Visitou vilas e cidades de Ile de França, Bolonha, Bretanha e da sua própria região de origem, a Normandia.

Fundador

Viajou por uma França brutalizada pela Guerra dos Trinta Anos. Fundou a Congregação de Jesus e Maria, de cuja devoção foi um grande apóstolo, movido pela consciência lúcida da grave necessidade de ajuda espiritual, na qual as almas se derramaram justamente por causa da inadequação de grande parte do clero.

Assim, instituiu uma Congregação dedicada especificamente à formação dos sacerdotes. Na cidade universitária de Caen fundou seu primeiro seminário, uma experiência muito apreciada, que logo se espalhou para outras dioceses.

Missão

A missão dos eudianos é a formação espiritual e doutrinal dos padres e seminaristas e a pregação evangélica inserida nas necessidades espirituais e materiais do povo. Além de difundir, por meio dessas missões, a devoção aos Sagrados Corações de Jesus e Maria.

Cuidado com as vítimas da peste

Quando ocorreu a epidemia da peste, São João Eudes percorreu quase todas, principalmente as vilas mais distantes e esquecidas. Como sensível pregador, levou a Palavra de Cristo, dando assistência aos doentes e suas famílias. Nunca temeu o contágio. Costumava dizer, em tom de brincadeira, que de sua pele até a peste tinha medo: “Dessa carcaça até a peste tem medo”, dizia.

Páscoa

São João Eudes morreu em Caen, no norte da França, no dia 19 de agosto de 1680, deixando uma obra escrita de grande valor teológico pela clareza e profundidade. Foi canonizado pelo papa Pio XII em 1925. A festa de São João Eudes comemora-se no dia de sua morte.

Via de Santificação

A Beatificação ocorreu no dia 24 de abril de 1909, por Papa Pio X. A Canonização ocorreu no dia 31 de maio de 1925, pelo Papa Pio XI na Basílica do Vaticano.

Minha oração

“São Eudes, que se santificou através da devoção intensa ao coração de Jesus e Maria que possamos descobrir a riqueza deste mistério e amá-lo de todo o nosso coração. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!”

São João Eudes, rogai por nós!

Pegrinação da Imagem de Nossa Senhora das Dores

Continuar é preciso

A Imagem de Nossa Senhora das Dores está visitando as famílias paroquianas e nesta visita as familias anseiam pedidos de paz, saúde, fé, esperança, amor, alegria; fazem leitura da palavra e reflexão, modelando a reflexão com a vida cotidiana para assim seguirem em frente com a graça de Deus.
São 30 famílias que receberam a imagem, cada família coordena onde a imagem vai somando 30 casa cada família; Termina no início do festejo. 

 

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Arquidiocese de Teresina se prepara para a Semana Nacional da Família 2022

 Arquidiocese de Teresina realiza palestra sobre a Semana Nacional da Família


A Arquidiocese de Teresina realiza palestra sobre a Semana Nacional da Família, no Centro Paroquial de Nossa Senhora das Dores, Centro de Teresina às 19 horas. As palestras são conduzidas pelas pastorais de cada noite. 

A Semana Nacional da Família 2022, tematizando " amor familiar, vocação e caminho de santidade. " Felizes os misericordiosos, porque encontrarão misericórdia".
 
II NOITE

PASTORAL:   ECC, EJC,  DÍZIMO


SANTO DO DIA 18 DE AGOSTO

 


Santa Helena, mãe do imperador Constantino



Imperatriz (255- 329)

Origens

Santa Helena, de família plebeia e pagã, nasceu em meados do século III, provavelmente em Drepamin, na Bitínia, no Golfo da Nicomédia (hoje, Turquia); essa cidade, mais tarde, foi chamada Helenópolis, em sua honra, pelo seu filho e futuro imperador Constantino.

Segundo Santo Ambrósio, Helena exercia o cargo de “estabulária”, ou seja, a estalajadeira encarregada dos estábulos.

A modéstia e a delicadeza de Helena levaram o jovem oficial, Constâncio Cloro, a apaixonar-se por ela, apesar do seu nível social mais elevado. No entanto, quis casar-se com ela, levando-a consigo para Dardania, nos Bálcãs.

A jovem, que não tinha direito ao título honorífico do seu marido, foi uma esposa fiel. No ano 280, em Naisso, na Sérvia, deu à luz ao filho Constantino.

Fragilidades

Constâncio, esposo de Helena, consentiram-lhe obter, junto com Galério, o título de César (co-regente); mas era preciso ratificar a sua elevação pelo novo sistema político da Tetrarquia.

Por isso, os imperadores, Diocleciano e Maximiano, em 293, obrigaram-no a divorciar-se da sua esposa e de unir-se em matrimônio com a enteada do segundo, Teodora. Isso era possível porque a lei romana não reconhecia o casamento entre nobres e plebeus, Helena foi obrigada a deixar sua família e seu filho.

Humildade na adversidade

Helena, se fez pequena, afastada da família e do filho, que até então havia educado com dedicação e amor, nunca desanimou; pelo contrário, permaneceu, humildemente, na sombra, enquanto Constantino foi elevado à corte de Diocleciano.

Conversão

Com a morte de Constâncio em 306, Constantino mandou buscar a mãe para junto de si na Corte. Não sabemos quando se fez cristã; se ela que influiu na conversão de Constantino ou se, como escreve Eusébio de Cesareia, foi ele quem a converteu a ela. Tornou-se uma cristã fervorosa e piedosa.

Tinha-lhe muito amor e não parou de encher de honras. Entre as suas primeiras medidas, o novo imperador mandou chamar imediatamente a sua mãe, Helena Flávia Júlia, a qual foi condecorada com o título de Augusta.

Virtude da Humildade

As honras jamais influenciaram seu coração, pelo contrário, estimularam a sua atenção inata para com o próximo, que se concretizou em dar esmolas, satisfazer as necessidades materiais dos pobres e libertar numerosas pessoas das prisões, das minas e do exílio.

Luminosa e contagiosa, a ponto de muitos perceberem a influência que teve na conversão do seu filho e na promulgação do Edito de Milão, em 313, que concedeu a liberdade de culto aos cristãos, após três séculos de perseguição.

Dizem que Helena participava das celebrações religiosas, usando roupas modestas, para se confundir com a multidão, e convidava os famintos para o almoço, servindo-os pessoalmente.

Cruz na Terra Santa

Em 326, um acontecimento perturbou a vida da família: Constantino mandou matar. Primeiro, seu filho Crispo, por instigação da madrasta, Fausta, sua segunda mulher, também suspeita de acometer a sua honra. Diante dessa tragédia, com 78 anos de idade, Helena manteve firme a sua fé fazendo uma peregrinação penitencial à Terra Santa.

Ali, mandou construir duas Basílicas: a da Natividade, em Belém, e a da Ascensão, no Monte das Oliveiras. Essa iniciativa inspirou Constantino a construir também a Basílica da Ressurreição.

No Gólgota, ao mandar destruir os edifícios pagãos, construídos pelos romanos, aconteceu uma prodigiosa descoberta da verdadeira Cruz: o cadáver de um homem, que jazia sobre o madeiro, encontrou milagrosamente a vida.

Os três cravos, que perfuraram o Corpo de Jesus, foram doados por Santa Helena para Constantino: um foi encastrado na Coroa de Ferro, conservado na Catedral de Monza, como lembrar que não existe soberano que não deve sucumbir à vontade de Deus. As preciosas relíquias estão guardadas, hoje, na Basílica romana de Santa Cruz de Jerusalém.

Páscoa

Santa Helena morreu em 329, aos 80 anos de idade, em um lugar não identificado. Ainda moribunda, foi assistida por seu filho, que, depois, levou seu corpo para a Via Labicana, em Roma, onde foi sepultado em um mausoléu em sua homenagem. Seu sarcófago de pórfiro, transportado ao Latrão, no século XI, hoje está conservado no Museu Vaticano.

Minha oração

“Querida Helena, que, por teu imenso amor ao catolicismo, influenciaste o teu filho, assim como também uma nação, ajudai as mães de todo o mundo a serem influenciadoras de suas famílias. Por Jesus Nosso Senhor. Amém!”

Santa Helena, rogai por nós!

SÉRIE DE TV, COM EXIBIÇÃO PREVISTA NA GLOBO, ABORDARÁ O CHAMADO DO PAPA FRANCISCO PARA UMA NOVA ECONOMIA

 UMA NOVA ECONOMIA


18/08/2022
DESTAQUE ESPECIAL, ESPECIAL
Fonte : cnbb.org.br




Após dois anos de encontros virtuais, acontece entre os dias 22 e 24 de setembro a primeira reunião planetária da “Economia de Francisco”. O evento, uma convocação do próprio Papa Francisco para o desenvolvimento de uma nova economia, reunirá jovens, acadêmicos e empreendedores do mundo todo em Assis para refletir sobre temas urgentes.

“Nós somos acostumados a pensar em economia, sobretudo olhando as suas dinâmicas e muitas vezes ao dinheiro, ao lucro, ao bem-estar, mas a economia, no seu sentido profundo, é o cuidado da casa, de todos nós, mas também da casa do mundo”, comenta o presidente do Comitê Organizador da Iniciativa, dom Domenico Sorrentino.

A série “Economia de Francisco e Clara”, que conta com o apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), do comitê organizador internacional da iniciativa (Francesco Economy) e da Articulação Brasileira pela Economia de Francisco (ABEFC), acompanhará de perto o cotidiano de alguns desses jovens durante os três dias de evento – as trocas entre os participantes, as ideias que surgirão delas e o grande encontro com o Papa Francisco.

A jornalista, diretora de tv e idealizadora da série,Nath Ramos, foi a responsável por reunir esse time de parceiros e acredita que conseguiu tantas adesões significativas por tratar-se de um projeto colaborativo e de impacto. “Tivemos a ideia de aproveitar esse evento único e produzir um conteúdo relevante e inspirador: uma série sobre mudar o mundo, mas, antes de tudo, sobre mudar pessoas, e sobre ter esperança! Nosso objetivo é usar as reflexões que acontecerão lá e produzir também material educativo para escolas e universidades”
Inspiração de propostas transformadoras


O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira Azevedo, ressalta a importância da propagação dos diálogos que acontecerão para que o encontro se torne efetivo e inspire não só uma, mas muitas propostas de transformação do mundo.

“A mudança necessária não virá simplesmente das instâncias de decisão, embora sejam reconhecidamente importantes. É preciso um amplo pacto educativo global com especial protagonismo dos jovens (…) para que novos hábitos, mais condizentes com os parâmetros da ecologia integral, revaleçam na humanidade”.

Ficou interessado?
Saiba mais sobre o projeto e como você pode ajudar – nath@vamosproducoes.com

Na foto acima: Nath Ramos e equipe criativa da série “Economia de Francisco e Clara”.

SANTO DO IDA 17 DE AGOSTO

 


São Jacinto




O santo de hoje nasceu no ano de 1183 em Cracóvia (Polônia) e chamava-se Jacó. Com o apoio da família, ingressou para a vida religiosa tendo conhecido São Domingos de Gusmão em Roma no ano de 1221. Dessa forma, passou a fazer parte da Família Dominicana. Os Dominicanos, por sua vez, deram-lhe o nome de Frei Jacinto.

Documentos seguros indicam-nos que era pregador em Cracóvia, em 1228, no convento da Santíssima Trindade, e que pregava a cruzada contra os Prussianos em 1238. Morreu a 15 de agosto de 1257.

Era parente do Bispo de Cracóvia e, durante a sua vida, foram fundados os conventos de Breslau, Sandomir e Dantziga. Em 1228, a partir do capítulo geral dominicano de Paris, Jacinto, juntamente com outros dominicanos, foram transferidos para Rússia, onde sua evangelização atingiu também os Balcãs, a Prússia e a Lituânia. Substituíram os Cistercienses, menos bem preparados. Mas os Tártaros, em 1241 e 1242, destruíram numerosos conventos e fizeram muitos mártires.

Depois da passagem deles, a obra apostólica foi retomada, e Jacinto retornou à Cracóvia. Morreu no ano de 1257 consumido por muitas fadigas. Desde 1260, três anos após sua morte, o seu túmulo atraía peregrinos. São Jacinto é considerado o apóstolo da Polônia. O culto dele abrangeu toda a Polônia. Foi canonizado pelo Papa Clemente VIII, em 1594.

São Jacinto, rogai por nós!

terça-feira, 16 de agosto de 2022

ANIVERSÁRIO DE TERESINA

SANTO DO DIA 16 DE AGOSTO

 

Santo Estêvão da Hungria: rei, diplomata e caridoso



Rei (969-1038)

Origens

Santo Estêvão da Hungria nasceu por volta de 969 na região da Panônia, atual Hungria, área onde as tribos magiares (povos dominados pela Alemanha e França) se instalaram e conheceram o cristianismo. Este contato proporcionou que inúmeras pessoas fossem, aos poucos, se convertendo e abraçando a religião católica.

Filho primogênito do duque Gesa com uma princesa cristã, foi criado no seguimento de Cristo. Ao completar dez anos de idade, foi batizado; na cerimônia, teve a felicidade de ver seu pai, convertido, recebendo o mesmo sacramento.

Vida

Em 997, tornou-se rei após a morte de seu pai, que sonhava em unir seu povo em uma única nação cristã, mas não conseguiu alcançá-la. Estêvão resolveu seguir o legado de seu pai, sendo um excelente estadista, unificou as trinta e nove tribos, até então hostis entre si, fundando o povo húngaro. Ele consolidou o cristianismo como única religião deste povo, e permitindo à Igreja maior estruturação.

Missão

Casou-se com a princesa Gisela, irmã do imperador da Baviera, Henrique II. O seu orientador espiritual e conselheiro, o bispo de Praga, Adalberto, confiou aos monges beneditinos de Cluny a missão de ensinar ao povo a doutrina cristã.

Conseguiu do Papa Silvestre II a fundação de uma hierarquia autônoma para a Igreja húngara. Para tanto, enviou a Roma o monge Astric, que o papa consagrou bispo com a função de consagrar outros bispos húngaros. Desta forma, criou dez dioceses, cuidou da fundação e da consolidação de muitas abadias, inspirando-se na reforma de Cluny.

Exemplo de Caridade

Fundou hospitais, asilos e creches para a população pobre, atendendo, especialmente, os abandonados e marginalizados.

Com toda a sua humildade, fazia questão de tratar pessoalmente dos doentes, tendo adquirido o dom da cura. Corajoso e diplomático, soube consolidar as relações com os países vizinhos, mesmo mantendo vínculos com o imperador de Bizâncio, adquirindo também o dom da sabedoria. Assim, transformou a nação próspera e o povo húngaro num dos mais fervorosos seguidores da Igreja Católica.

Legado

Santo Estêvão é exemplo do que podem fazer todas as pessoas influentes na sociedade. A influência é dom de Deus e há de orientar-se sempre para o bem. O apostolado cristão é dever de todos os que foram dotados de riquezas, poder e autoridade.

Páscoa

Muito hábil em política, o rei Estêvão I faleceu em 1038. Devido a seus grandes feitos, passou a ser venerado pelo povo húngaro, que fez do seu túmulo local de intensa peregrinação de fiéis, que iam agradecer ou pedir sua intercessão para graças e milagres.

Via de Santificação

Cinquenta anos mais tarde, após os seus feitos de santidade percorrem toda a Europa, foi incluído no livro dos santos, em 1083, pelo papa Gregório VII.

Minhas Orações

“A ti querido Estêvão, mestre da caridade, pedimos que rogue pelos nossos políticos e líderes sociais a fim de que se tornem verdadeiros discípulos da tua virtude de magnânimo. Por Cristo, nosso Senhor, amém!”

Santo Estêvão da Hungria, rogai por nós!

VEJA AS HOMENAGENS DOS AMANTES DE TERESINA

 Fonte inspiradora instagram












ANIVERSÁRIO DE TERESINA

 

Arquidiocese de Teresina Igreja Nossa Senhora do Amparo 

Igreja Nossa Senhora do Amparo celebra o aniversário de 170 anos de Teresina.

Fonte inspiradora: @arquidiocesedeteresina

Igreja Nossa Senhora do Amparo - Igreja Católica


A Igreja Nossa Senhora do Amparo celebra o aniversário de 170 anos de Teresina. A aniversariante foi prestigiada com celebração da santa Missa, presidida pelo o arcebispo de Teresina dom Jacinto de Brito, hoje às,09:00h da manhã.

A Igreja fica na Rua Rui Barbosa , 270, Centro Sul, de Teresina.
Contato 3221 8254 - fonte google

Ás 9 horas da manhã, de hoje 16 de agosto de 2022, dom Jacinto de Brito, presidiu a Missa solene em homenagem a Nossa Senhora do Amparo padroeira de capital do Piauí e pelo aniversário de 170 anos da cidade de Teresina.

Os fieis e devotos participaram da santa Missa, como também autoridades estaduais e municipais.







Utilidades: fonte @nsamparo
Missa de segunda a sexta-feira, 07:15 da manhã e ao meio dia 12:00h
Sábado:   tridentina : 17:30h
Domingo: 7h; 9h; 11h
Confissões: terça e quinta  

Por Deusenenoleto








segunda-feira, 15 de agosto de 2022

SANTO DO DIA 15 DE AGSOTO

Assunção de Nossa Senhora, dogma de fé


Festa

Origens

A Solenidade da Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria é celebrada no dia 15 de agosto, desde o século V, com o significado de “Nascimento para o Céu”, ou, segundo a tradição bizantina, de “Dormição”. Em Roma, essa festa era celebrada desde meados do século VII, mas foi preciso esperar até 1° de novembro de 1950, quando Pio XII proclamou o Dogma da Assunção de Maria, elevada ao céu em corpo e alma.

Cumprimento da fé

No Credo Apostólico, professamos a nossa fé na “ressurreição da carne” e na “vida eterna”, fim e sentido último do caminho da vida terrena. Esta promessa de fé cumpriu-se em Maria, sinal de “consolo e esperança” (Prefácio). Trata-se de um privilégio de Maria, por ser intimamente ligado ao fato de ser Mãe de Jesus: visto que a morte e a corrupção do corpo humano são consequências do pecado, não era oportuno que a Virgem Maria – isenta de pecado – fosse implicada nesta lei humana. Daí o mistério da sua “Dormição” ou “Assunção ao céu”.

Maria elevada ao céu

O fato de Maria ter sido elevada ao céu é motivo de júbilo, alegria e esperança para nós: “Já e ainda não”. Uma criatura de Deus, Maria, já está no Céu e, com Ela e como ela, também nós, criaturas de Deus, estaremos um dia. Portanto, o destino de Maria, unida ao corpo transfigurado e glorioso de Jesus, será o mesmo destino de todos os que estão unidos ao Senhor Jesus, na fé e no amor.

A importância do corpo

A Solenidade da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, em corpo e alma ao Céu, é um sinal eloquente do que, não só a “alma”, mas também a “corporeidade” confirmam que “tudo era muito bom” (Gn 1,31), tanto que, como aconteceu com a Virgem Maria, também a “nossa carne” será elevada ao céu. Isto, porém, não quer dizer que somos isentos do nosso compromisso com a história; pelo contrário, é precisamente o nosso olhar, voltado para a Meta, o Céu, a nossa Pátria, que nos dá o impulso para nos comprometermos com a vida presente, nas pegadas do Magnificat: felizes pela misericórdia de Deus, atenciosos com todos nossos irmãos e irmãs, que encontramos ao longo do caminho, começando pelos mais fracos e frágeis.

Proclamação do Dogma

“Pelo que, depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para glória de Deus onipotente que à virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da sua augusta mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos S. Pedro e S. Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial” (Pio XII, Munificentissimus Deus, 1º de novembro de 1950).

Páscoa

Maria encontra-se na glória de Deus; Ela alcançou a Meta, onde, um dia, todos nos encontraremos. Eis porque, hoje, Maria é sinal de consolação e esperança, pois, se Ela, criatura como nós, conseguiu, também nós conseguiremos. Mantenhamos nosso olhar e coração fixos naquela Mulher, que nunca abandonou seu Filho Jesus e, com Ele, agora, goza da alegria e da glória celeste. Confiemos em Maria! Que Ela nos ajude a percorrer o caminho da vida, reconhecendo as grandes coisas, que Deus faz em nós e em torno de nós, sendo capazes de engrandecê-Lo, com o Canto da nossa existência!

Minha oração

“Santíssima Mãe, Teu amor nos alcança e nos consola, Teu dogma aponta a verdade da ressurreição e a importância do corpo, assim como demonstrou o Teu filho. Ajudai-nos a crescer na fé e a nos tornarmos convictos desses fatos proclamados. Amém!”

Maria Assunta ao céu , rogai por nós!

domingo, 14 de agosto de 2022

DOM JACINTO - Arquidiocese de Teresina cria a 2ª Área Pastoral dedicada a São José

 

Arquidiocese de Teresina cria a 2ª  Área Pastoral dedicada a São José

2ª  Área Pastoral dedicada a São José no município Jardim Mulato

por nós!

Fonte: @arquidiocesedeteresina