sexta-feira, 7 de abril de 2023

SANTO DO DIA 8 DE ABRIL

São João Batista de La Salle, patrono universal dos educadores



Religioso e fundador [1651 – 1759]


Origens
Nascido em 30 de abril de 1651, na França. Deus quis que La Salle fosse o primogênito de uma nobre família de 10 filhos. Recebeu como testemunho dos pais uma formação cristã desde cedo. Ficou órfão muito cedo, fazendo com que ele ficasse responsável por seus irmãos, porém, isso em nada impediria sua sólida formação, em vista do sacerdócio. Atuou como cônego da Catedral de Reims, cidade natal, com apenas 15 anos de idade e, em 1678, foi ordenado.



Chamado à educação
Desde pequeno, a vocação à educação era formada em seu interior. Pouco tempo após a sua ordenação e a obtenção do título de doutor em teologia, passa a compor a direção da mesma universidade onde foi estudante, mas é no encontro com Adriano Nyel, um leigo que tinha o desejo de iniciar uma instituição para a educação dos jovens, La Salle assume conjuntamente essa missão pela educação dos jovens.

Início da congregação
Depois de um tempo trabalhando na educação dos jovens, percebe que o ensino oferecido pelos professores não é suficiente, por conta de um certo despreparo e falta de qualificação. Decide então chamar os professores e ir morar com eles, a fim de garantir uma melhor formação em todas áreas. Posteriormente, funda a Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs, que encontra inicialmente forte oposição por parte do clero da época, que não aceitava a formação de um novo modo de vida religiosa.
São João Batista de La Salle fundador da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs

A “Congregação do Santo” no Brasil
A presença Lassalista, como também são conhecidos no Brasil, iniciou em 1907. As unidades educativas e de assistência social em que os Irmãos atuam estão presentes em nove estados brasileiros e no Distrito Federal, atendendo a mais de 47 mil alunos com o trabalho de mais de 5 mil educadores.

Morte e canonização
É na Sexta-feira Santa de 1719, dia 7 de abril, que São João Batista La Salle faleceu em Ruã, sendo sepultado na Igreja de São Severo. Em 1900 é proclamado santo pelo Papa Leão XIII. E em 1950 é proclamado patrono universal dos educadores pelo Papa Pio XII.

Minha oração
“Senhor Jesus, São João Batista de La Salle ousou seguir a inspiração que recebeu de Deus, iniciando uma nova congregação religiosa. Que cada pessoa que vier a ler este post obedeça a direção que o Senhor dá em seu coração. Amém.”
São João Batista de La Salle, rogai por nós!

SEXTA-FEIRA - CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR

SANTO DO DIA 6 DE ABRIL


Beato Miguel Rua, o primeiro salesiano e sucessor de Dom Bosco


Religioso – salesiano [1837 – 1910]


Beato salesiano
Para a Comunidade Canção Nova, que faz parte da Família Salesiana, fundada por Dom Bosco, vale a pena destacar a vida do Beato Miguel Rua, o sucessor de Dom Bosco. Sua memória é celebrada pela Família Salesiana em 29 de outubro, dia de sua canonização. Dia 6 de abril foi sua morte, que é quando a Igreja, de modo geral, celebra a memória daqueles que ela reconhece como alguém que esteja na glória de Deus.




Particularidades de Miguel Rua
A vida do Beato Miguel Rua está totalmente atrelada à história de Dom Bosco. Sendo assim, neste texto, o santo fundador dos salesianos será muito citado, pois trata-se do grande motivador da via de santidade para Miguel Rua.




Na escola
Na época de Miguel Rua, o terceiro ano na escola era a última classe obrigatória. Quando Dom Bosco questionou Miguel sobre o que ele iria fazer no ano seguinte, Miguel respondeu que, por ser órfão, na fábrica já tinham prometido à sua mãe dar-lhe emprego. Para Dom Bosco, que também tinha perdido o seu pai muito cedo, convencer a mãe de Miguel Rua a deixá-lo continuar a estudar foi fácil, assim, Miguel entrou como interno em Valdocco, o oratório festivo de Dom Bosco, onde já estavam outros 500 rapazes.


Beato Miguel Rua e o chamado à vida religiosa

ReligiosoDia 3 de outubro de 1852, aos 15 anos, Miguel recebeu o santo hábito clerical nos Becchi de Castelnuovo;
A 26 de janeiro de 1854, Dom Bosco reuniu quatro jovens no seu quarto e deu assim início à Congregação Salesiana;
A 25 de março de 1855, no quarto de Dom Bosco, Miguel professou, nas mãos do fundador, os votos de pobreza, castidade e obediência.


O primeiro salesiano
Miguel Rua foi o primeiro salesiano. Trabalhava ensinando matemática e religião, auxiliava no refeitório, no pátio e na capela. À noite, copiava os escritos, cartas e publicações de Dom Bosco, além disso, estudava para se tornar sacerdote, isso tudo quando tinha apenas 17 anos. Ficou também responsável pela direção do oratório festivo San Luigi.


Beato Miguel Rua e Dom Bosco


Morte da mãe de Dom Bosco
Em novembro de 1856, morre mamãe Margarida, a mãe de Dom Bosco. Miguel apoia-se na sua mãe, Gioanna Maria Ferrero, que já ajudava nas lides domésticas do Oratório de S. Francisco de Sales. Mais uma vez, a família Rua completa a família Bosco.




Braço direito de Dom Bosco
Em 1858, Miguel Rua acompanhou Dom Bosco na visita ao Papa Pio IX, para aprovar as Regras dos Salesianos. No regresso é confiada a ele a direção do primeiro oratório de Valdocco.




Profecia e seu comprimento
A 28 de julho de 1860, Miguel Rua foi ordenado sacerdote. Dom Bosco escreveu-lhe um bilhete: “Tu verás melhor que eu a obra salesiana atravessar as fronteiras de Itália e a estabelecer-se no mundo”. Dom Rua abre a primeira casa salesiana fora de Turim em Mirabello. Poucos anos mais tarde, regressa à Valdocco, substitui e assiste Dom Bosco em tudo. Em novembro de 1884, o Papa Leão XIII nomeia Dom Rua Vigário e sucessor de Dom Bosco, que morrerá nos seus braços quatro anos mais tarde. Com ele, a Sociedade São Francisco de Sales (Salesianos) passou de 773 a quatro mil salesianos, de 57 a 345 casas, de seis a 64 inspetorias em 33 países.




A regra viva
Dom Rua, que era considerado a regra salesiana viva, mostra-se um pai amoroso como Dom Bosco. Enfrenta e supera inúmeras dificuldades no governo da Congregação. Consolida a missão e o espírito salesiano.




Páscoa
Morreu a 6 de abril de 1910, aos 73 anos. Paulo VI beatificou-o dizendo: “Fez da fonte um rio”.




Minha oração
“Jesus, quando tudo parece estar perdido, há no seio da sua Igreja homens e mulheres que te seguem. Que eu e minha família sejamos os sucessores daqueles que, como Dom Bosco e o Beato Miguel Rua, fizeram a Vontade de Deus. Guia-nos, Senhor Jesus.”


Beato Miguel Rua, rogai por nós!

quinta-feira, 6 de abril de 2023

MISSA DA INSTITUIÇÃO DA EUCARISTIA - LAVA PÉS

CATEDRAL LAVA PÉS DE 12 FIEIS VOLUNTÁRIOS

Hoje, na Catedral Metropolitana de Teresina Nossa Senhora das Dores, foi celebrada a Missa da instituião da Eucaristia o 'lava pés'.


Este rito abre o Tríduo Pascal, que foi celebrado pelo o senhor bispo Dom Juarez Marques.





A celebração termina com a trasladação do Santíssimo Sacramento para a Capela a mesma recebe para o momento de Vigília e Adoração.


Assim o triduo continua na sexta-feira amanhã.

O arcebispo de Teresina celebra a Paixão do Senhor às 15h na Catedral de Nossa Senhora das Dores, seguida de Procissão do Senhor Morto até a Igreja São Benedito.

LAUDES DA QUINTA-FEIRA DA SEMANA SANTA



LAUDES -  OFÍCIO DIVINO

Laudes celebrada pelo o Bispo Dom Juarez Marques




V. Vinde, ó Deus, em meu auxílio.
R. Socorrei-me sem demora.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Hino

O fel lhe dão por bebida
sobre o madeiro sagrado.
Espinhos, cravos e lança
ferem seu corpo e seu lado.
No sangue e água que jorram,
mar, terra e céu são lavados. 

Ó cruz fiel sois a árvore
mais nobre em meio às demais,
que selva alguma produz
com flor e frutos iguais.
Ó lenho e cravos tão doces,
um doce peso levais. 

Árvore, inclina os teus ramos,
abranda as fibras mais duras.
A quem te fez germinar
minora tantas torturas.
Leito mais brando oferece
ao Santo Rei das alturas. 

Só tu, ó Cruz, mereceste
suster o preço do mundo
e preparar para o náufrago
um porto, em mar tão profundo.
Quis o cordeiro imolado
banhar-te em sangue fecundo. 

Glória e poder à Trindade.
Ao Pai e ao Filho Louvor.
Honra ao Espírito Santo.
Eterna glória ao Senhor,
que nos salvou pela graça
e nos remiu pelo amor.

Salmodia

Ant. 1 Olhai, Senhor, e contemplai meu sofrimento!
Escutai-me e vinde logo em meu auxílio!

Salmo 79(80)


Visitai, Senhor, a vossa vinha

Vinde, Senhor Jesus! (Ap 22,20).

–2 Ó Pastor de Israel, prestai ouvidos. *
Vós, que a José apascentais qual um rebanho!
= Vós, que sobre os querubins vos assentais, †
aparecei cheio de glória e esplendor *
3 ante Efraim e Benjamim e Manassés!
– Despertai vosso poder, ó nosso Deus, *
e vinde logo nos trazer a salvação!

=4 Convertei-nos, ó Senhor Deus do universo, †
e sobre nós iluminai a vossa face! *
Se voltardes para nós, seremos salvos!

–5 Até quando, ó Senhor, vos irritais, *
apesar da oração do vosso povo?
–6 Vós nos destes a comer o pão das lágrimas, *
e a beber destes um pranto copioso.
–7 Para os vizinhos somos causa de contenda, *
de zombaria para os nossos inimigos.

=8 Convertei-nos, ó Senhor Deus do universo, †
e sobre nós iluminai a vossa face! *
Se voltardes para nós, seremos salvos!

–9 Arrancastes do Egito esta videira, *
e expulsastes as nações para plantá-la;
–10 diante dela preparastes o terreno, *
lançou raízes e encheu a terra inteira.

–11 Os montes recobriu com sua sombra, *
e os cedros do Senhor com os seus ramos;
–12 até o mar se estenderam seus sarmentos, *
até o rio os seus rebentos se espalharam.

–13 Por que razão vós destruístes sua cerca, *
para que todos os passantes a vindimem,
–14 o javali da mata virgem a devaste, *
e os animais do descampado nela pastem?

=15 Voltai-vos para nós, Deus do universo! †
Olhai dos altos céus e observai. *
Visitai a vossa vinha e protegei-a!

–16 Foi a vossa mão direita que a plantou; *
protegei-a, e ao rebento que firmastes!
–17 E aqueles que a cortaram e a queimaram, *
vão perecer ante o furor de vossa face.

–18 Pousai a mão por sobre o vosso Protegido, *
o filho do homem que escolhestes para vós!
–19 E nunca mais vos deixaremos, Senhor Deus! *
Dai-nos vida, e louvaremos vosso nome!

=20 Convertei-nos, ó Senhor Deus do universo, †
e sobre nós iluminai a vossa face! *
Se voltardes para nós, seremos salvos!

Ant. Olhai, Senhor, e contemplai meu sofrimento!
Escutai-me e vinde logo em meu auxílio!

Ant. 2 Eis o Deus, meu Salvador, eu confio e nada temo!

Cântico Is 12,1-6


Exultação do povo redimido

Se alguém tem sede, venha a mim, e beba (Jo 7,37).

–1 Dou-vos graças, ó Senhor, porque, estando irritado, *
acalmou-se a vossa ira e enfim me consolastes.
–2 Eis o Deus, meu Salvador, eu confio e nada temo; *
o Senhor é minha força, meu louvor e salvação.

–3 Com alegria bebereis no manancial da salvação, *
4 e direis naquele dia: “Dai louvores ao Senhor,
– invocai seu santo nome, anunciai suas maravilhas, *
entre os povos proclamai que seu nome é o mais sublime.

–5 Louvai cantando ao nosso Deus, que fez prodígios e portentos, *
publicai em toda a terra suas grandes maravilhas!
–6 Exultai cantando alegres, habitantes de Sião, *
porque é grande em vosso meio o Deus Santo de Israel!”

Ant. Eis o Deus, meu Salvador, eu confio e nada temo!

Ant. 3 Deus nos deu de comer a flor do trigo,
e como mel que sai da rocha nos fartou.

Salmo 80(81)


Solene renovação da Aliança

Cuidai, irmãos, que não se ache em algum de vós um coração transviado pela incredulidade (Hb 3,12).

–2 Exultai no Senhor, nossa força, *
† e ao Deus de Jacó aclamai!
–3 Cantai salmos, tocai tamborim, *
harpa e lira suaves tocai!
–4 Na lua nova soai a trombeta, *
na lua cheia, na festa solene!

–5 Porque isto é costume em Jacó, *
um preceito do Deus de Israel;
–6 uma lei que foi dada a José, *
quando o povo saiu do Egito.

= Eis que ouço uma voz que não conheço: †
7 “Aliviei as tuas costas de seu fardo, *
cestos pesados eu tirei de tuas mãos.

=8 Na angústia a mim clamaste, e te salvei, †
de uma nuvem trovejante te falei, *
e junto às águas de Meriba te provei.

–9 Ouve, meu povo, porque vou te advertir! *
Israel, ah! se quisesses me escutar:
–10 Em teu meio não exista um deus estranho *
nem adores a um deus desconhecido!

=11 Porque eu sou o teu Deus e teu Senhor, †
que da terra do Egito te arranquei. *
Abre bem a tua boca e eu te sacio!

–12 Mas meu povo não ouviu a minha voz, *
Israel não quis saber de obedecer-me.
–13 Deixei, então, que eles seguissem seus caprichos, *
abandonei-os ao seu duro coração.

–14 Quem me dera que meu povo me escutasse! *
Que Israel andasse sempre em meus caminhos!
–15 Seus inimigos, sem demora, humilharia *
e voltaria minha mão contra o opressor.

–16 Os que odeiam o Senhor, o adulariam, *
seria este seu destino para sempre;
–17 eu lhe daria de comer a flor do trigo, *
e com o mel que sai da rocha o fartaria”.

Ant. Deus nos deu de comer a flor do trigo,
e como mel que sai da rocha nos fartou.






Leitura breve Hb 2,9b-10


Vemos Jesus coroado de glória e honra, por ter sofrido a morte. Sim, pela graça de Deus em favor de todos, ele provou a morte. Convinha de fato que aquele, por quem e para quem todas as coisas existem, e que desejou conduzir muitos filhos à glória, levasse o iniciador da salvação deles à consumação, por meio de sofrimentos.

Responsório breve


R. Lembra-te de Cristo, ressuscitado dentre os mortos!
* Ele é nossa salvação e nossa glória para sempre.
R. Lembra-te.
V. Se com ele nós morremos, também, com ele viveremos.
* Ele é. Glória ao Pai. R. Lembra-te.

Cântico evangélico, ant. Ardentemente eu desejei comer convosco esta Páscoa
antes de ir sofrer a morte.

O Messias e seu Precursor


–68 Bendito seja o Senhor Deus de Israel, * 
porque a seu povo visitou e libertou; 
–69 e fez surgir um poderoso Salvador *
na casa de Davi, seu servidor, 

–70 como falara pela boca de seus santos, * 
os profetas desde os tempos mais antigos, 
–71 para salvar-nos do poder dos inimigos * 
e da mão de todos quantos nos odeiam. 

–72 Assim mostrou misericórdia a nossos pais, * 
recordando a sua santa Aliança 
–73 e o juramento a Abraão, o nosso pai, * 
de conceder-nos 74 que, libertos do inimigo, 

= a ele nós sirvamos sem temor † 
75 em santidade e em justiça diante dele, * 
enquanto perdurarem nossos dias. 
=76 Serás profeta do Altíssimo, ó menino, † 
pois irás andando à frente do Senhor * 
para aplainar e preparar os seus caminhos, 

–77 anunciando ao seu povo a salvação, *
que está na remissão de seus pecados; 
–78 pela bondade e compaixão de nosso Deus, * 
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente, 

–79 para iluminar a quantos jazem entre as trevas *
e na sombra da morte estão sentados 
– e para dirigir os nossos passos, * 
guiando-os no caminho da paz. 

Ant. Ardentemente eu desejei comer convosco esta Páscoa
antes de ir sofrer a morte.

Preces

A Cristo, eterno sacerdote, a quem o Pai ungiu com o Espírito Santo para anunciar aos cativos a libertação, supliquemos humildemente; e digamos:

R. Senhor, tende piedade de nós!

Vós, que subistes a Jerusalém para sofrer a Paixão, e assim entrar na glória,
– conduzi vossa Igreja à Páscoa da eternidade. R.

Vós, que, elevado na cruz, deixastes a lança do soldado vos traspassar,
– curai as nossas feridas. R.

Vós, que transformastes o madeiro da cruz em árvore da vida,
– concedei de seus frutos aos que renasceram pelo batismo. R.

Vós que, pregado na cruz, perdoastes o ladrão arrependido,
– perdoai-nos também a nós pecadores. R.

(intenções livres)

Pai nosso.



Oração

Senhor nosso Deus, amar-vos acima de tudo é ser perfeito; multiplicai em nós a vossa graça e concedei, aos que firmamos nossa esperança na morte do vosso Filho, alcançarmos por sua ressurreição aqueles bens que na fé buscamos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Conclusão da Hora

O Senhor nos abençoe,
nos livre de todo o mal
e nos conduza à vida eterna. Amém

Todas as fotos são da Pascom da Catedral de Teresina


Fonte liturgiadashoras.online

MISSA DA CEIA DO SENHOR

 


quarta-feira, 5 de abril de 2023

MISSA PELOS ENFERMOS E IDOSOS - SEMANA SANTA

Padre Klebert celebra a Missa pelos doentes e pelos os Idosos





 A celebração da santa Missa  pelos enfermos e pelos os Idosos foi presidida pelo o Padre Klebert, as 5 horas da tarde, na Igreja Nossa Senhora das Dores. Na celebração havia muita gente mas doentes ou Idosos forão pouco. mais ou menos 100 pessoas.

Após a missa o Padre  Klebert, começou o ritual para benzer os doentes e nas mãos depositou azeito de oliveira.



SANTO DO DIA 5 DE MARÇO


São Vicente Ferrer, dominicano, maior pregador do século XIV



Presbítero, Dominicano (1350-1419)

Origens
Nasceu em Valência, na Espanha, em 1350. Seu pai era um tabelião que se chamava Guilherme Ferrer, e sua mãe se chamava Constância Miguel. Veio de um berço nobre na sua época, porém passou sua infância e juventude muito próximo aos Padres Dominicanos, que tinham um convento muito perto de sua casa.

Sonho profético da mãe
Ainda antes de nascer, sua mãe teve um sonho, onde ela via a grandeza do futuro de seu filho. Por ter muita proximidade com os padres Dominicanos, logo percebeu sua vocação. Aos 17 anos, pediu ingresso na Ordem dos Pregadores (Dominicanos).

Vida Religiosa
Ingressou na vida religiosa assim bem jovem e professou os votos com 18 anos. Após a sua ordenação, por ser um pregador com um dom muito especial, começou a peregrinar por toda a Europa.
São Vicente Ferrer: “anjo do Apocalipse”

Vivendo em tempos difíceis
Viveu em um período difícil da história da Igreja, quando ocorreu a Guerra dos Cem Anos, quando forças políticas eram capazes de intervir fortemente nas eleições papais. Chegando até o Grande Cisma da Igreja do Ocidente, que durou quase 40 anos.

Um grande pregador
Recebeu do Senhor, em sonho, o chamado para pregar durante 20 anos por boa parte da Europa. Andou pela Espanha, França, Itália, Suíça, Bélgica, Inglaterra e Irlanda e muitas outras regiões. Fazendo tudo isso de modo muito simples, andando por todas essas cidades montado num burro. Contudo, sempre com a revelação de um Dom extraordinário que era o da pregação. Isso fazia ter com ele sempre homens, mulheres e crianças, clérigos, teólogos que o acompanhavam pelo caminho. Pregava com muita paixão fervor. Além disso, mortificava-se e buscava penitências para ter mais tempo para a oração.

O objetivo da sua pregação
Queria com suas pregações defender sempre a unidade da Igreja, o fim das guerras, o arrependimento e a penitência, como forma de esperar a iminente volta de Cristo. Era apelidado de “anjo do Apocalipse”, pois pregava sobre o iminente fim dos tempos e dos eventos que o precederiam, chamando todos à conversão, para a salvação de suas almas.
São Vicente Ferrer e os Milagres em Vida

Um ensinamento
“A respeito do próximo, exerça estas outras sete disposições: tenra compaixão, alegria jubilosa, tolerância paciente e perdão das injúrias, afabilidade repleta de boa vontade, respeito humilde, concórdia perfeita, doação da sua vida sob o exemplo de Jesus. Como Ele, você estará pronto para doar-se aos seus irmãos”. (dos escritos de São Vicente Ferrer)


Milagre em vida
Contemporâneos de São Vicente Ferrer relatam que milhares de pessoas se reuniam para ouvi-lo, e o fato mais impressionante é que até mesmo pessoas que não falavam a sua língua o entendiam.

Certa vez, uma mulher judia, que durante uma de suas pregações na igreja de Ecija, Espanha, saiu durante um dos sermões falando com sarcasmo e todos os presentes ficaram com raiva. Mas São Vicente disse para que a deixassem sair, porém que se afastasse dela. O povo obedeceu, deixando-a passar até o pórtico, quando o telhado caiu sobre ela, e ela veio a falecer ali mesmo. Permanecendo morta por algum tempo e espanto de todos, São Vicente caminhou até o corpo da mulher e ordenou com voz forte: “Mulher, em nome de Jesus Cristo, volte à vida!” E esta ressuscitou. Todos ficaram maravilhados! Após o milagre, a senhora se converteu ao catolicismo. O fato se tornou conhecido, e durante muito tempo se fizeram procissões até o local do milagre.
Morte e Canonização

Páscoa
São Vicente Ferrer morreu em viagem – mas já era venerado como Santo pelo povo da época. Foi canonizado pelo Papa Calisto III, em 3 de junho de 1455, na igreja dominicana de Santa Maria Sopra Minerva, Roma.

Minha Oração
“Oh Deus, que concedestes a São Vicente Ferrer ter uma vida conduzida pelo fervor e desejo de anunciar o teu Reino Glorioso e a necessidade de conversão, para a salvação de nossas almas. Concedei-me, eu vos peço, que eu também possa viver uma vida em expectativa da iminente volta do Cristo, com a ousadia e fervor para também pregar a sua Palavra em vista da salvação e conversão de tantos que ainda não te conhecem. Para a maior Glória de Deus. Amém.”
São Vicente Ferrer, rogai por nós!

OFÍCIO DAS TREVAS


                                                                   Catedral de Teresina


Embora o nome possa dar a entender, não é um rito enigmático e obscuro, mas uma das orações mais belas da Semana Santa.

O Ofício de trevas mostra, de forma bastante profunda e bela, a figura do servo Sofredor e, junto d’Ele, nos colocamos rezando e meditando sobre os Sofrimentos de Sua Paixão e Morte na Cruz. Este nome (Ofício de Trevas) tem diversas explicações. Entre elas:As trevas naturais de meia-noite ao anoitecer, ou seja, as horas destinadas à recitação do ofício, lembrando as palavras de Cristo preso nas trevas da noite: “Haec est hora vestra et potestas tenebrarum” (Esta é a vossa hora e do poder das trevas.) (Lc 22, 53);
As trevas litúrgicas, quando durante as cerimônias da paixão apagam-se todas as luzes na igreja, exceto uma;
As trevas simbólicas da paixão.



Nota-se o uso de um Candelabro de 15 velas, chamado “Tenebrário”. Das velas desse Candelabro, uma delas é de cor branca e todas as outras são feitas de cera amarela e comum, como sinal de luto e pesar. As velas que vão se apagando representam os discípulos, que pouco a pouco abandonaram Nosso Senhor Jesus Cristo durante a Paixão.

No final de cada um dos Salmos, as velas vão sendo apagadas. Ao mesmo tempo, as luzes da igreja vão sendo apagadas também. As velas vão sendo apagadas sucessivamente, até restar apenas uma, a branca. Esta vela branca significa Nosso Senhor que se retira do meio dos homens e baixa ao túmulo, para reaparecer, pouco depois, fulgurante de luz e de glória.

No fim, apagam-se as luzes para simbolizar o luto da Igreja e a escuridão que baixou sobre a terra quando Nosso Senhor morreu. O toque das matracas ao final do Ofício de trevas significa o terremoto e a perturbação dos inimigos e recordam a desordem que sucedeu na natureza, com a morte de Nosso Senhor.

Com isso, para melhor viver a Semana Santa, todos estão convidados a participar desta Celebração litúrgica de meditação da Paixão de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Por: Rodolfo Bartholomeu - pnsassuncao.org.br

Não deixe a lamparina apagar
Frei Adolfo Temmer " não deixe a lamparina apagar" gravado em 12 de Setembro 2012, Catedral Nossa Senhora das Dores por Deusene Noleto - Pascom da Catedral

Fotos Aryell da Pascom

Pascom da Catedral de Teresina




 

Quinta-feira Santa, o Papa retorna após dez anos à prisão juvenil de Casal del Marmo

Papa retorna após dez anos à prisão juvenil de Casal del Marmo




Francisco celebrará a Missa da Santa Ceia de forma restrita entre os reclusos do instituto na periferia de Roma, o mesmo onde presidiu a função do tríduo pascal quinze dias após ter sido eleito. Nos anos seguintes, o Pontífice argentino sempre escolheu lugares simbólicos de sofrimento entre prisões, centros para refugiados, centros de tratamento para doentes



Vatican News



De volta depois de dez anos lá onde celebrou a primeira Missa da Ceia do Senhor de seu pontificado, o Papa Francisco presidirá a liturgia da Quinta-feira Santa no dia 6 de abril na prisão juvenil de Casal del Marmo, em Roma. Foi o que confirmou este sábado, poucas horas após o Papa ter recebido alta do Hospital Policlínico Gemelli, o diretor da Sala de Imprensa vaticana, Matteo Bruni. A missa será de forma restrita, não aberta ao público. Está prevista a transmissão ao vivo.

Celebrações da Semana Santa

Tendo acabado de receber alta, após a bronquite infecciosa, o Papa retoma, portanto, sua agenda da Semana Santa e, através de seu porta-voz, faz saber que presidirá os Ritos pascais: as modalidades das liturgias da Semana Santa "permanecem inalteradas", confirmou Bruni, explicando que o Papa presidirá as celebrações com um cardeal no altar, inclusive no Domingo de Páscoa. Uma modalidade, aliás, já em vigor há algum tempo. Este domingo, a Missa do Domingo de Ramos, com o cardeal Leonardo Sandri, vice-decano do Colégio cardinalício, como celebrante. A partir de quinta-feira, as celebrações pascais, com a Missa Crismal na Basílica Vaticana e depois a Missa da Ceia do Senhor, com o rito antigo e sempre comovente do lava-pés. A partir deste sábado, o local é conhecido; o mesmo, como mencionado, escolhido pelo Papa argentino em 28 de março de 2013, quinze dias após sua eleição.
De volta após dez anos

No instituto da periferia de Roma, o Papa havia lavado naquele dia os pés de dez rapazes e duas moças de diferentes nacionalidades e confissões: "Lavar os pés significa que devemos nos ajudar uns aos outros", ele lhes havia dito, explicando o gesto. "É meu dever como padre e como bispo estar a vosso serviço", acrescentou. "Mas é um dever que vem do meu coração: eu o amo". Adoro fazer isso porque o Senhor assim me ensinou". Depois, expressou o convite que nos anos seguintes ele sempre dirigiu às novas gerações: "Não deixai que a esperança vos seja roubada".
O Papa na prisão juvenil de Casal del Marmo em 2013 (Vatican Media)
Nas "periferias existenciais"



Impressionou, na época, a decisão do recém eleito Papa de cancelar a celebração solene da Última Ceia na catedral de Roma, a Basílica de São João de Latrão, para ir em vez disso para um lugar simbólico, uma encruzilhada de histórias de sofrimento e dor, mas também de renascimento. Uma 'tradição', esta, que Jorge Mario Bergoglio sempre manteve como arcebispo de Buenos Aires, vivendo os momentos fundamentais do nascimento do cristianismo em meio às "periferias existenciais" e que ele então quis restaurar em Roma. Por todos os anos que se seguiram, o Papa sempre celebrou a Quinta-feira Santa em penitenciárias, centros para refugiados, instalações para o acolhimento e cuidado dos doentes ou jovens em dificuldade.

SANTO DE 4 DE MARÇO

Santo Isidoro, bispo, pai dos concílios e mestre da Igreja



Bispo e doutor da Igreja [560 – 636]
Origens
Nasceu numa família hispânica-romana muito cristã. Seu pai chamava-se Severiano, foi prefeito de Cartagena e a administrava dentro dos preceitos católicos. Sua mãe, com o nome de Teodora, educou os filhos dentro da fé cristão católica. Como fruto, quatro deles foram elevados aos altares da Igreja: Isidoro (4/4), Fulgêncio (14/1), Leandro (27/2) e Florentina (20/6).



Vida cotidiano
Teve como referencial de vida a figura do irmão Leandro, pois o pai falecera cedo. Formou-se em Sevilha, estudando o latim, grego e hebraico. Ordenou-se sacerdote e, mais tarde, como bispo, sucedeu ao seu irmão como Bipo de Sevilha por quase quatro décadas.

Fragilidade
Isidoro, quando iniciou os seus estudos, teve muitas dificuldades de aprendizagem, inclusive gazeando aulas, trazendo grande preocupação para a família e os professores. Conta-se que, observando um poço, como as frágeis cordas fizeram sulcos profundos na dura rocha, tirou uma grande lição. E a Divina Providência completou a obra, tornando-o como homem mais sábio de sua época.
Santo Isidoro: chamado “Pai dos Concílios” e “mestre da Igreja” na Idade Média

Via de santificação
Dedicou a vida aos estudos, sendo autor de numerosos livros que tratam de todo o ser humano, da agronomia à medicina, da teologia à economia doméstica.
Trabalhou na conversão dos visigodos arianos, foi responsável pela conversão dos judeus espanhóis. Como bispo, organizou núcleos escolares nas casas religiosas, que são considerados os embriões dos atuais seminários. Presidiu o II Concílio de Sevilha, em 619, e o IV Concílio de Toledo, em 633, do qual saíram leis muito importante para a Igreja.

Páscoa
No dia 4 de abril de 636, sentindo que a morte estava se aproximando dele, dividiu os seus bens com os pobres, publicamente pediu perdão para os seus pecados, recebeu, pela última vez, a eucaristia e, orando aos pés do altar, ali morreu.

Doutor da Igreja
Em 1722, foi proclamado pelo Papa Bento XIV Santo Isidoro de Sevilha, doutor da Igreja.

Minha Oração
“Ouvi, ó Deus, as nossas preces na comemoração de Santo Isidoro, para que a sua intercessão ajude a Igreja, por ele alimentada com a vossa doutrina. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!”
Santo Isidoro, rogai por nós!

MISSA DE VÉSPERA - QUARESMA

Ofício  de véspera com a  Eucaristia na Catedral Nossa Senhora das Dores


O ofício de véspera com a Eucaristia se dar todos os dias; aqui, acolá ao redor do mundo pois, mulheres religiosas com alguns homens  rezam a liturgia das horas. 

A liturgia das horas é a récita repetida de Salmos e cânticos em determinadas horas do dia com o objetivo de santificar o dia e a vida de quem reza. Daí então o porque que devemos orar todas as horas.

Hoje, foi rezado pelo o Padre Lauro e poucas pessoas compareceram.


Kellen e Deusene ( PASCOM Catedral )

Coral  Nossa Senhora das Dores 


Por Deusene Noleto 

segunda-feira, 3 de abril de 2023

SANTO DO DIA 3 DE ABRIL

 Santo do dia 3 de Abril

São Luís Scrosoppi, acompanha quem se entrega à Providência de Deus



Fundador [1804 – 1884]
Padroeiro
Com a sua intercessão a favor dos pequenos, dos pobres, da juventude em dificuldade, das pessoas que sofrem, de quantos vivem situações penosas, também hoje, padre Luís continua a indicar para todos a estrada da união com Deus, da compaixão e do amor, além disso, está pronto para acompanhar os passos daqueles que se entregam à Providência de Deus.



Naturalidade
São Luís Scrosoppi nasceu em 4 de agosto de 1804, em Údine, cidade do Friuli, no Norte da Itália. Cresce num ambiente familiar rico de fé e caridade cristã. Aos doze anos, inicia o caminho do sacerdócio, frequentando o seminário diocesano de Údine e, em 1827, é ordenado sacerdote; ao seu lado estão os irmãos Carlos e João Batista, ambos sacerdotes.


Descoberta do chamado
Num ambiente paupérrimo do Friuli de 1800, debilitado pela carestia, guerras e epidemias, São Luís Scrosoppi dedica-se, com outros sacerdotes e um grupo de jovens professoras, à acolhida e à educação das “derrelitas”, as jovens mais sozinhas e abandonadas de Údine e dos arredores. Para elas, ele coloca à disposição os seus bens, às suas energias, o seu afeto. A sua vida, de fato, é uma expressão palpável da grande confiança na Providência divina. Assim escreve, a respeito da obra de caridade na qual está envolvido: “A Providência de Deus, que dispõe os ânimos e rende os corações para favorecer as suas obras, foi a única fonte da existência deste Instituto… Aquela amorosa Providência, que não deixa confundir quem nela confia“. Não perde ocasião para infundir essa confiança e serenidade nas meninas acolhidas e nas jovens senhoras que se dedicam à sua educação.

São Luís Scrosoppi e a Congregação das Irmãs da Providência

Início da Fundação
Na tarde do dia 1 de fevereiro de 1837, as nove senhoras, que colaboraram na educação das meninas, escolhem viver na pobreza e na doação total de si. É nesta simplicidade que nasce a Congregação das Irmãs da Providência, a família religiosa fundada pelo padre Luís.

Fundamentos da espiritualidade
O fundador as encoraja ao sacrifício e as exorta aos cuidados afetuosos das meninas, que devem considerar a “pupila dos seus olhos“. Disse-lhes: “Mais que qualquer outra coisa, estas filhas dos pobres têm necessidade de educar o coração e de aprender tudo o que é necessário para conduzirem honestamente a sua vida“. E ainda: “O cansaço, a aplicação, a ocupação contínua e as preocupações fastidiosas para ajudá-las, socorrê-las e instruí-las, não vos desencorajem, sabendo que fazeis tudo isto a Jesus“.

A vocação “oratoriana”
Entretanto, Luís vai amadurecendo a necessidade de uma consagração mais total ao Senhor. Está fascinado pelo ideal de pobreza e de fraternidade universal de Francisco de Assis, mas os acontecimentos da vida e da história o conduzirão sobre os passos de São Felipe Neri. A vocação “oratoriana” de Luís se realiza em 1846; e, na maturidade dos seus 42 anos, torna-se filho de São Felipe: dele aprende a mansidão e a doçura, que o ajudarão a ser mais idôneo na função de fundador e pai da Congregação das Irmãs da Providência.

Obras construídas
Todas as obras por ele empreendidas, durante a sua vida, refletem essa escolha preferencial para os mais pobres, para os últimos, os abandonados. “Doze casas – havia profetizado – abrirei antes da minha morte“, e isso aconteceu. Doze casas nas quais as Irmãs da Providência se dedicam num serviço humilde, com empenho e alegre às jovens à mercê de si mesmas, aos doentes pobres e transcurados, aos anciãos abandonados.
As dificuldades, a doença e o falecimento de São Luís Scrosoppi

Provações
Na segunda metade de 1800, a Itália, região após região, vai se unificando. Uma das consequências disso, que aconteceu infelizmente num clima anticlerical, é o decreto de supressão da “Casa das Derrelitas” e da Congregação dos Padres do Oratório, de Údine. Tem início para o padre Luís uma dura luta para salvar as obras a favor das “derrelitas” e consegue, mas não pôde fazer nada para impedir a supressão da Congregação do Oratório. A triste situação política consegue, assim, destruir as estruturas materiais da Congregação do Oratório de Údine, contudo, não pode impedir Padre Luís de permanecer para sempre discípulo fiel de São Felipe.

Páscoa
No fim de 1883, é constrangido a suspender toda atividade, as forças começam a diminuir e é atormentado por uma febre constantemente alta. A doença progride de modo inexorável. Recomenda às Irmãs de nada temer” porque foi Deus que fez nascer e crescer a Família religiosa e será ainda Ele que a fará progredir“. Quando sente chegar o fim dirige as últimas palavras às Irmãs: “Depois da minha morte, a vossa Congregação terá muitas tribulações, mas depois renascerá a vida nova. Caridade! Caridade! Eis o espírito da vossa família religiosa: salvar as almas e salvá-las com a Caridade“. Na noite de quinta-feira, 03 de abril de 1884, faleceu o santo.
Devoção a São Luís Scrosoppi

Oração
Ó Senhor, que em São Luís acendeu o fogo do teu amor para a humanidade sofredora e o tornou modelo de santidade para todos nós, infundi o mesmo Espírito de caridade operante no teu povo e nesta tua Igreja, para torná-la imagem legível do teu vulto paterno para os homens e mulheres do terceiro milênio. Ó São Luís, modelo de generosidade, com a ajuda da Virgem Mãe, que foi teu sustento para toda a vida, intercede para que esta tua terra saiba apresentar pastores santos, cristãos generosos e almas consagradas ao serviço de Cristo e do Evangelho. Amém.

Minha oração
“Nosso querido santo intercessor, concede-nos a graça de viver sob a tutela da providência. Que tudo o que fizermos esteja debaixo da vontade de Deus, isso te pedimos e cremos que nos ensinará a viver dessa forma, Amém.”
São Luís Scrosoppi, rogai por nós!

SANTO DO DIA 2 DE ABRIL

São Francisco de Paula, "amigo" de Francisco de Assis desde criança



Fundador [1416 – 1507]

Origens
Nasceu em Paola, hoje província de Cosenza, em 27 de março de 1416. Acometido por um abcesso maligno no olho esquerdo, seus pais o confiaram à intercessão de Francisco de Assis: em caso de cura, a criança usaria, por um ano inteiro, o hábito franciscano. Foi o que aconteceu.

Descoberta vocacional
Perfeitamente curado, cumpriu o voto entrando para o convento de São Marcos Argentano, em Cosenza, com a idade de 15 anos; ali ele manifestou, imediatamente, fortes dons de piedade e inclinação à oração. Ao término da sua permanência no convento, fez uma verdadeira peregrinação com seus pais em busca de uma vida religiosa mais apropriada para si: esteve em Assis, Montecassino, Roma, Loreto e Monte Luco. Em Roma, perturbado pelas pompas da corte papal, comentou: “Nosso Senhor não era assim!”. Esse foi o primeiro indício do seu espírito reformador. Retornando à Paola, iniciou um período de vida eremítica em um lugar inacessível das propriedades da família. Aos poucos, outros, cada vez mais numerosos, se uniram à sua experiência, reconhecendo-o como guia espiritual.

Vida eremítica e construções
Com seus pais, construiu uma capela e três dormitórios. Em 1452, conseguiu a aprovação diocesana e a permissão para instituir um oratório, um mosteiro e uma igreja. Os próprios nobres da cidade de Paola, entusiasmados pela experiência de Francisco, contribuíram, como simples operários, para a conclusão das obras.
São Francisco de Paula: Padroeiro da Calábria (Itália) e da cidade de Pelotas (RS)

Aprovações papais
A fama da santidade de Francisco de Paula espalhou-se rapidamente. Em 1467, o Papa Paulo II enviou à Paola um emissário para saber notícias do eremita. Depois de apresentar uma relação positiva sobre o mosteiro, o próprio Legado pontifício decidiu aderir à comunidade.

Fundador
Em 17 de maio de 1474, o Papa Sisto IV reconheceu, oficialmente, a nova Ordem, que recebeu o nome de Congregação Paulina dos Eremitas de São Francisco de Assis. O reconhecimento da Regra, com o nome atual da Ordem dos Mínimos, ocorreu com o Papa Alexandre VI. Nessa nova Ordem, acrescentou aos três votos oficiais da Igreja, o quarto voto que seria o do jejum quaresmal. Da Quarta-feira de Cinzas até o Sábado Santo, deveriam comer somente peixes, pães, verduras e água. Voto perpétuo de abstinência de carne vermelha.

Fatos Extraordinários
Amado e procurado como guia espiritual, Francisco também era considerado a única autoridade, capaz de se opor aos abusos da corte aragonesa no reino de Nápoles, colocando-se ao lado dos pobres. Sobre eles, narra-se alguns fatos prodigiosos a ele atribuídos. Em 1464, ano de grave escassez, alguns operários se dirigiam à planície de Terranova para encontrar trabalho. No território de Galatro (Régio Calábria), depararam-se com São Francisco, que ia para a Sicília, a quem pediram um pouco de pão, porque estavam famintos e nada tinham para comer. Então, Francisco lhes disse: “Mostrem-me seus alforjes, porque dentro há pão”. E assim foi! Em seus pobres bornais, os operários encontraram pão branquíssimo, fresquinho e quentinho. Quanto mais eles comiam, mais aumentavam os pães.

Segunda Versão
Segundo outra narração, um barqueiro recusou-se transportar Francisco e seus companheiros para a Sicília. Então, o santo estendeu sua túnica sobre o mar e assim puderam atravessar o estreito. Outro “carisma”, atribuído ao santo eremita, foi uma profecia: ele previu que a cidade de Otranto cairia nas mãos dos turcos, em 1480, mas, depois, seria novamente conquistada pelo rei de Nápoles.
A Corte, a Ordem e Final da Vida

Do Eremitério à Corte
Por meio dos mercadores napolitanos, a fama de Francisco de Paula chegou até à corte de Luís XI, na França. Enfermo, o rei pediu ao Papa Sisto IV para mandar o eremita a ir ter com ele em seu leito. Tanto o Papa como o rei de Nápoles notaram neste convite a possibilidade de vantagens políticas. Francisco, no entanto, obedeceu, com um pouco de desprazer, ao pedido do Papa, pois ele estava acostumado a seu eremitério e não se adaptaria facilmente à vida de corte. À sua chegada, o rei Luís XI ajoelhou-se aos seus pés, mas nunca recobrou sua saúde; porém, a presença do eremita na corte contribuiu para melhorar as relações entre o papado e a monarquia francesa. Ali, Francisco manteve encontros com pessoas simples, mas também com acadêmicos em busca de um guia espiritual.

Crescimento da Ordem
Francisco permaneceu 25 anos além dos Alpes, trabalhando a terra como camponês, mas a sua fama aumentava sempre mais como reformador e penitente. Com a agregação de alguns beneditinos e franciscanos, a Congregação mudou sua vida de eremita para a de cenobita. Tal reviravolta levou a fundação a contar com a Ordem Terceira Secular e, depois, com as Monjas. As respectivas regras foram aprovadas, definitivamente, por Júlio II, em 28 de julho de 1506.

Morte e canonização
Francisco de Paula morreu em Tours, em 2 de abril de 1507. Sua fama difundiu-se logo pela Europa, por meio dos três ramos da família dos Mínimos: frades, monjas e terciários. Foi canonizado em 1° de maio de 1519, apenas doze anos após a sua morte, durante o pontificado do Papa Leão X, do qual ele havia previsto sua eleição para o trono papal quando ainda era criança.
Devoção a São Francisco de Paula

Catedral Metropolitana de São Francisco de Paula – Pelotas (RS)
Além de Padroeiro da cidade de Pelotas, foi erigida a sua catedral com o patrocínio do santo. O lugar é enriquecido de pinturas compostas por artistas italianos, somado a isso, todos os anos comemora-se com devoção este santo.

Oração
Ó glorioso São Francisco de Paula, que tanto vos aprofundastes na humildade, único alicerce de todas as virtudes, alcançando por meio dela um grande prestígio junto de Deus, a tal ponto de jamais lhe terdes pedido graça alguma que prontamente não vos fosse concedida. Aqui, venho aos vossos pés para suplicar-vos. Extinga do meu coração todo afeto de soberba, de vaidade e, em seu lugar, floresçam os preciosos frutos da humildade, para que possa ser verdadeiro devoto e imitador vosso; e merecer o grande patrocínio que de vossa eficaz intercessão espero. Rogo, para alcançar de Deus a graça de que tanto necessito, desde que não seja contra a vontade do Altíssimo. Amém.

Minha oração
“Ó Francisco, grande milagreiro e exemplo de vida devota, ajudai-nos a viver uma vida profundamente piedosa. Ensina-nos o caminho da penitência e da pobreza que me cabe, mas sobretudo o amor e a santidade.”
São Francisco de Paula, rogai por nós!

Celebração dos Santos Óleos - Missa Crismal

 FIEIS ACOMPANHAM DE PERTO A CELEBRAÇÃO DO CRISMA NA CATEDRAL

Santos Óleos 

Igreja lotada

Aconteceu hoje dia 3 de Março a celebração da Missa Crismal, aquela dos santos Òleos; aqui na Igreja  Catedral Nossa Senhora das Dores a Missa foi presidida por Dom Juarez Marque, foi sua primeira missa crismal na capital metropolitana de Teresina, por todo  Clero da arquidiocese local assim como todos presentes e aqueles que assistiram de suas casas.

Celebração do Crisma
 

A celebração de hoje é a missa da unidade porque é nessa missa  que é celebrada juntamente com todos os párocos, leigos todo clero de Teresina por que é nela que é feito a renovação das promessas sacerdotais. Como também a benção dos santos óleos por isso que a missa só acontece na Catedral por que a bênção dos óleos só pode ser feito aqui, na Catedral. E nesse momento acabou a celebração onde todos os párocos de todos os Bairros estão aqui reunidos renovando  as suas promessas







Celebração dos Santos Óleos - Missa Crismal