sábado, 15 de outubro de 2022

ORGANISMOS DO POVO DE DEUS REALIZAM SUA 10ª ASSEMBLEIA, DE 14 A 16 DE OUTUBRO

 




Com o tema “Comunhão e Missão: caminho para a Igreja no Brasil”, os seis organismos de comunhão da Igreja no Brasil, realizam de 14 a 16 de outubro, em Brasília (DF), a 10ª Assembleia Nacional dos Organismos do Povo de Deus (ANOPD).


Durante três dias, cerca de 200 delegados e delegadas dos Organismos que congregam os bispos (CNBB), padres (CNP), diáconos (CND), religiosos e religiosas (CRB), consagrados seculares (CNISB) e os cristãos leigos e leigas (CNLB) vão refletir sobre a sinodalidade na Igreja do Brasil.

O objetivo da ANOPD é fortalecer a unidade eclesial na diversidade de carismas e vocações, em clima de fraternidade e de alegria diante da missão comum a todos. Nesse contexto, além do estudo e aprofundamento de temas, a Assembleia se pronuncia sobre importantes fatos da conjuntura do momento e, ao término dos trabalhos, publica sua “Mensagem Final”, como aponta o texto ‘Memória das assembleias e seu contexto atual’, publicado em junho de 2021 pela revista “Um olhar”, do CNLB.

De acordo com o arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, os Organismos do Povo de Deus são dom de Deus.


“São importantíssimos e necessários por que eles, além de abrangentes, abrem caminhos de experiências muito ricas e importantes a segmentos do povo de Deus necessários e fundamentais para este novo caminho, sobretudo na evangelização, dentro da Igreja e fora da Igreja. Portanto, é um grande dom”.

Ainda segundo a revista “Um olhar”, as raízes da ANOPD estão no Concílio Ecumênico Vaticano II, “na nova configuração eclesial proposta pela Lumen Gentium”. Realizada desde 1991, as Assembleias Nacionais dos Organismos do Povo de Deus atendem ao que foi aprovado pelos Bispos do Brasil no Documento 105 – “Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade – ‘Sal da Terra e Luz do Mundo’ (Mt 5, 13-14)”.

No número 274 ‘c’ do documento, que apresenta os desafios e urgências da ação evangelizadora dos cristãos leigos e leigas no mundo e suas consequências práticas, está o objetivo de “efetivar o processo de participação, dos vários sujeitos eclesiais, contribuindo para a consciência e o testemunho de comunhão como Igreja, tornando regulares as Assembleias Nacionais dos Organismos do Povo de Deus”.

Nesse caminho a assembleia vai se firmando como expressão de sinodalidade na Igreja no Brasil, assim como destaca o texto da Comissão Teológica Internacional ‘A sinodalidade na vida e na missão da Igreja’, que em seu número 67 descreve que:


“Uma Igreja sinodal é uma Igreja participativa e corresponsável. No exercício da sinodalidade, esta é chamada a articular a participação de todos, segundo a vocação de cada um, com a autoridade conferida por Cristo ao Colégio dos Bispos, tendo o Papa como cabeça”.

Leia a íntegra da matéria da revista ‘Um Olhar’ sobre as raízes da Assembleia Nacional dos Organismos do Povo de Deus

Assista a íntegra da entrevista:

Carlúcia Maria, professora e membro da Comissão Nacional Fé e Política do Conselho Nacional do Laicato do Brasil, e Márcio José de Oliveira, secretário do Conselho Nacional do Laicato do Brasil bateram um papo dobre a assembleia no programa Igreja Sinodal apresentado por Marcus Tullius, na TV Horizonte.


sexta-feira, 14 de outubro de 2022

SANTO DO DIA 14 DE OUTUBRO




São Calisto I, Papa criador do cemitério da Via Ápia



Papa e mártir

Origens

Romano de Trastevere (está sepultado com efeito na igreja de Santa Maria, em Trastevere, e não nas catacumbas que levam seu nome), filho de escravos, São Calisto não teve vida fácil.

Administrador pouco habilidoso

O cristão Carpóforo, da família do imperador Cômodo, havia-lhe confiado a administração dos bens da comunidade cristã. Não foi um hábil administrador e, descoberto um grande desfalque, Calisto fugiu.

Capturado em Óstia, a ponto de zarpar, foi condenado a girar a roda de um moinho. Carpóforo mostrou-se generoso, condenando-o a pagar o débito; mas a justiça seguiu seu curso. Foi condenado à flagelação, depois, deportado para as minas da Sardenha.
São Calisto I: de Condenado a Papa da Igreja

A Liberdade

Libertado, o Papa Vítor ocupou-se pessoalmente dele — sinal de que Calisto desfrutava certa fama, furto à parte. Para desviá-lo da tentação, fixou-lhe um ordenado. O sucessor Zeferino foi igualmente generoso: ordenou-o diácono e confiou-lhe a guarda do cemitério cristão na via Ápia Antiga (as célebres catacumbas conhecidas em todo o mundo com seu nome).

Missão: Cemitérios da Igreja

O Papa Zeferino, no entanto, o chamou de volta à Roma, confiando-lhe os cuidados dos cemitérios da Igreja. Assim começou a escavação do grande cemitério ao longo da Via Appia que leva seu nome.

Eleito Papa

Com a morte de Zeferino, Calisto foi eleito Papa. Mas seu pontificado atraiu as inimizades de uma ala da comunidade cristã de Roma que o acusou falsamente de heresia.

Opositores

Ele teve muitos opositores entre os cristãos dissidentes de Roma e, justamente, de um escrito do líder desses cristãos separados, um antipapa, temos quase todas as notícias sobre ele, apresentadas, porém, de forma tendenciosa. Lemos que, antes de se tornar Papa, ele era escravo e fraudador. Tendo fugido para Portugal, foi preso e levado de volta a Roma, onde foi condenado a trabalhos forçados nas minas da Sardenha. Retornando a Roma por ocasião de uma anistia, ele foi enviado para Anzio.

Páscoa

São Calisto coroou a vida com o martírio, como bom Pastor que dá a vida pelas suas ovelhas. Segundo a tradição mais segura, morreu numa revolta popular contra os cristãos e foi lançado a um poço. Mais tarde, deram-lhe sepultura honorífica no Cemitério de Calepódio, na Via Aurélia, junto do lugar do seu martírio. Assim se explica não ter sido enterrado na grande necrópole que ele próprio ampliara e onde foram enterrados S. Zeferino e os Papas seguintes, na parte chamada precisamente Cripta dos Papas.
O Legado de São Calisto I

A Construção da Cripta

Uma das metas obrigatórias para os peregrinos e turistas que se dirigem à Roma são as catacumbas. Particularmente, célebres e frequentadas são as de São Calisto, definidas pelo Papa João XXIII “as mais respeitáveis e as mais célebres de Roma”. Numa área de mais de 120.000 m², com quatro andares sobrepostos, foi calculado que lá existem não menos de 20 quilômetros de corredores.

Importância da Cripta

Essa obra colossal fixa para sempre a memória de São Calisto, que cuido de sua realização, primeiro como diácono do papa Zeferino e depois como papa. Mas além das dimensões, este lugar é precioso pelo grande número e pela importância dos mártires que ali foram sepultados, particularmente célebres são a cripta de Santa Cecília e a contígua, à dos papas, na qual foram sepultados o papa Ponciano Antero, Fabiano, entre outros.

Relíquia

O túmulo dele está colocado bem no meio da Roma antiga, na basílica de Santa Maria in Trastevere, que, construída por determinação do Papa Júlio, na metade do século IV, foi intitulada também de São Calisto.

Minha oração

“Ao Papa santo e pastor da Igreja, rogai pelos fiéis espalhados pelo mundo e não os deixeis abandonados sem pastores. Atrai vocações para o seguimento radical de Cristo assim como novos sacerdotes. Que sejamos santos à imagem de Jesus, Bom pastor. Amém!”
São Calisto I, rogai por nós!


DIA DO PROFESSOR

quinta-feira, 13 de outubro de 2022

SANTO DO DIA 13 DE OUTUBRO


Beata Alexandrina Maria da Costa



Alexandrina Maria nasceu em Balasar (Portugal), no dia 30 de março de 1904. Aos 14 anos não hesitou em jogar-se pela janela para fugir de três homens que ameaçavam a sua pureza.

As consequências foram terríveis, mas não imediatas; depois de alguns anos, ela foi obrigada a ficar em cama por causa de uma paralisia, que foi agravando-se durante os trinta anos que lhe restou de vida. Ela não se desesperou e abandonou-se nas mãos de Jesus com essas palavras: “Jesus, Tu és prisioneiro no tabernáculo como eu sou na minha cama, assim fazemos companhia um ao outro”.

Em seguida, começou a ter experiências místicas cada vez mais fortes, que começaram numa sexta-feira, 3 de outubro de 1938 e terminaram no dia 24 de março de 1942. Experimentou 182 vezes, todas as sextas-feiras, os sofrimentos da Paixão e, desde 1942 até o dia da sua morte, Alexandrina alimentou-se unicamente da Eucaristia por mais de treze anos.

Depois dos dez longos anos de paralisia, que ela havia oferecido para a reparação Eucarística e para a conversão dos pecadores, no dia 30 de julho de 1935, Jesus apareceu-lhe e lhe disse: “Eu te coloquei no mundo para que vivas somente de Mim, para testemunhar ao mundo o valor da Eucaristia (…) A cadeia mais forte que acorrenta as almas a Satanás é a carne, é a impureza. Nunca se viu antes uma expansão de vícios, de maldades e crimes como hoje! Nunca se pecou tanto (…) A Eucaristia, o meu Corpo e o Meu Sangue! A Eucaristia: eis a salvação do mundo”.

Também a Virgem Maria apareceu-lhe no dia 2 de setembro de 1949 com um terço na mão, dizendo: “O mundo agoniza e morre no pecado. Quero oração, quero penitência. Protege com o meu terço aos que amas e a todo o mundo”. No dia 13 de outubro de 1955, aniversário da última aparição de Nossa Senhora de Fátima, Alexandrina exclamou: “Sou feliz porque vou ao Céu”, e às 19h30, desse mesmo, ela dia expirou.

Conhecida como a “Santinha de Balasar”, Alexandrina foi beatificada pelo Papa João Paulo II, a 25 de Abril de 2004. A cura milagrosa de uma devota emigrada na França serviu para concluir o seu processo de Beatificação. Balasar, atualmente, é o segundo local de maior peregrinação em Portugal (o primeiro local é Fátima).

Beata Alexandrina Maria da Costa, rogai por nós!

Dia 12 de outubro - Entrevistas

 Agurde

quarta-feira, 12 de outubro de 2022

12 de outubro dia de Nossa Senhora Aparecida

 

MILHARES DE FIEIS PARTICIPAM DA 16ª FESTA DA MÃE DE DEUS

Coroação da imagem de Nossa Senhora Aparecida


A festa da mãe de Deus iniciou hoje, dia 12 de outubro às 06:30h em frente  Igreja São Benedito com a concentração, onde as pessoas esperavam com alegria a santa a Missa; a santa Missa foi presidida pelo o bispo metropolitano de Teresina Dom Jacinto de Brito; participada pelo padre Eduardo Dougherty , aquele padre que fundou a rede Século 21 e  participada pelos: vários padres como Padre Klérbet Carvalho da Catedral de Teresina, Padre Tony Batista dentre outros, Diáconos, Freiras e por todos que estavam presentes; pois sem o povo não tem procissão.
E logo em seguida ocorreu a procissão com milhares de pessoas vestidas com as camisas da caminhada, as mesma usavam guarda-sol porque o sol embora "demanhã" estava escaldante!

 A imagem foi escoltada pelos escoteiros, dezenas de coroinhas fizeram uma corrente de mãos dadas, e o terço dos homens carregavam o andor e algumas mulheres ajudavam. Foi tudo muito lindo com música ao vivo.
 
A caminhada teve 5 paradas na casa do senhor bispo, na Escola das irmãs, no 25 BC, HGV e  Paulo VI , onde houve a coroação da imagem de Nossa Senhora Aparecida. A imagem recebeu a coroa de uma menina pre- adolescente a qual estava  rodeada de crianças vestidas de anjos. Ainda falando da imagem o andor estava lindo muito bem ornamentado; no final da festa, após a coroação as pessoas queriam pegar na imagem ou pelo menos tocar. A imagem foi levada para a capela de Santo Arcanjo e lá com calma todos puderam venerá-la, orar e tirar fotos com calma.

HOMILIA

Na homilia, foi lembrado  sobre  a importância de caminhar com Nossa Senhora pelo caminho da  nossa vida, pois Maria conduz Jesus, seu filho. E diz:  Hoje, podemos celebrar a Virgem Maria após dois anos parado por conta da pandemia; foi sem dúvida, um momento muito feliz pois confirmamos e renovamos a nossa alegria de estarmos aqui, juntos, louvando e dando graças a Deus.

Confira as fotos

















  

  



  

  

 

Por Deusene Noleto









  

  




  



terça-feira, 11 de outubro de 2022

SANTO DO DIA 11 DE OUTUBRO

 


Santo Alexandre Sauli



Santo Alexandre Sauli nasceu em Milão no ano de 1530. Desde a infância, foi cumulado com as mais abundantes bênçãos do céu. Consagrou-se sem reserva ao serviço de Deus na Congregação dos Barnabitas. Entregou-se com zelo ao ministério da Palavra e da Reconciliação, mortificando o corpo com a fadiga dos trabalhos e vigílias. Nem o cargo de professor de Filosofia e Teologia na Universidade de Pavia fez Alexandre abandonar o ministério da Palavra e do Confessionário. Comunidades inteiras se colocaram sob a sua direção espiritual para aprender de tão abalizado mestre os meios para chegar à perfeição.

Ainda não tinha 32 anos quando foi eleito Superior Geral da Ordem. A capacidade com que desempenhou esse cargo deu novo esplendor ao Instituto. Foi nomeado Bispo da Igreja de Aléria, na Ilha de Córsega, em 1570 pelo Papa Pio V.

O novo Bispo, apenas sagrado por São Carlos Borromeo, partiu com três padres da sua Ordem para o rebanho que o Senhor lhe confiara. Chegando em Aléria, encontrou nesta diocese inúmeras dificuldades: por toda a parte teve de cortar abusos, abolir costumes escandalosos, fundar igrejas, levantar as que estavam em ruínas, e prover à decência do culto. Necessitou de estabelecer colégios e fundar seminários onde se pudesse formar a juventude. Seus constantes trabalhos não lhe impediam os jejuns contínuos e a rigorosa abstinência. Apesar de seus poucos rendimentos, o santo Bispo não deixava de dar esmolas abundantes.

A veneração em que era tido o santo apóstolo de Córsega, levou as cidades de Trotona e de Gênova a pedi-lo para seu pastor, mas ele de modo nenhum queria deixar a sua primeira diocese, à qual tinha profunda afeição. No entanto, em 1591, teve de obedecer às ordens do Papa Gregório XIV, que o nomeou Bispo de Pavia. Uma vez ali, Santo Alexandre empreendeu logo a visita da sua nova diocese.

Contudo, Santo Alexandre adoeceu gravemente e veio a falecer a 11 de outubro de 1592. Atestaram a sua santidade diferentes milagres. Foi beatificado em 1741 pelo Papa Bento XIV e canonizado em 1904 por São Pio X.

Santo Alexandre Sauli, rogai por nós!

CNBB 70 ANOS E NOSSA SENHORA APARECIDA: CARIDADE DA IGREJA NO BRASIL

 

CARIDADE DA IGREJA NO BRASIL

11/10/2022
Por:
CNBB 70 ANOS, DESTAQUE ESPECIAL




A Igreja celebra amanhã, 12 de outubro, o Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. A festa é oportunidade de pedir a intercessão da Mãe Aparecida para que a Igreja no Brasil conserve a fidelidade ao Evangelho e que todos os fiéis confirmem sua vocação de batizados e batizadas, “para anunciar o reino de Deus, na construção de um Brasil melhor”. A prece é do arcebispo de Porto Alegre (RS) e primeiro vice-presidente da CNBB, dom Jaime Spengler, durante missa em ação de graças pelos 70 anos da Conferência dos Bispos, celebrada no contexto da preparação para o dia da padroeira.


Nesta terça-feira, último dia da novena em honra a Nossa Senhora Aparecida, os 70 anos da CNBB novamente serão lembrados. Com o tema “Com Maria, a Igreja no Brasil renova seu ardor missionário“, a Novena Solene homenageará a CNBB, focando na evangelização estimulada pela Conferência ao longo desses anos, junto às igrejas particulares.


As entradas da Imagem de Nossa Senhora Aparecida e da Palavra estarão contextualizadas com referência às sete décadas celebradas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A cerimônia, com início às 19h também será presidida por dom Jaime Spengler.


No último domingo, dom Jaime recordou as palavras de São Paulo, que destaca a vida em Cristo: “Se com Ele ficamos firmes, com Ele reinaremos. Se lhe somos infiéis, Ele permanece fiel”. Segundo o arcebispo, “é esta a convicção que nos vem do Evangelho e nos sustenta, e que anima a CNBB a promover a evangelização, a defender e a promover a vida, a partir dos critérios da boa nova de Jesus e da rica tradição da Igreja”.


E ele continua, com agradecimento:




“Esta fé permite reconhecer o empenho a dedicação do episcopado brasileiro ao longo dessas sete décadas. O reconhecimento e a gratidão pela dedicação de todo o clero, catequistas, comunidades, leigos, tantos empenhados em promover no Brasil, marcado por imensas desigualdades, a obra da evangelização, sustentados e guiados pela fé que nos une, pela esperança que nos dá norte”.
Exemplo de dom Helder


Nas reflexões diárias divulgadas no Portal A12 a partir do tema de cada dia da novena, ganhou destaque nesta terça-feira o idealizador da CNBB, dom Helder Câmara. O padre redentorista Ferdinando Mancílio recordou o exemplo do Dom da Paz, “que soube compreender a Igreja de Cristo, lutou para que o Concílio Vaticano II fosse essa Igreja voltada para o povo e trabalhou para que os pobres tivessem voz e vez”.


Segundo o padre Mancílio, dom Helder fez com que a Igreja no Brasil fosse viva e participativa: “tenhamos coragem de ser cristãos com ardor missionário a exemplo de dom Helder Câmara”, afirmou.

VISITA PASTORAL MISSIONÁRIA


 


A Igreja de Teresina se alegra com a criação da Associação dos Médicos Católicos de Teresina - AMCT, uma associação pública de fiéis fundada na Arquidiocese para o apostolado no mundo da medicina e da saúde através da formação, espiritualidade e testemunho dos valores cristãos.


No último sábado (08), aconteceu a apresentação d grupo, assinatura do termo de compromisso e a entre do estatuto para o arcebispo de Teresina, Dom Jacintc Brito. Dentre os objetivos da AMCT está a integração c valores cristãos à ciência e à ética médica entre os médicos da Arquidiocese de Teresina, especialmente católicos.


A cerimônia de oficialização e apresentação da AM acontecerá no dia 18 de outubro, às 19h30, na Capela Universitária São Paulo VI, onde Dom Jacinto presidirá Santa Missa em memória de São Lucas Evangelista e Ação de Graças pelo Dia do Médico.

segunda-feira, 10 de outubro de 2022

Dia 10 - Santo do dia 10 de outubro - AVISO: para o dia 12 de outubro

AVISO

Boa noite irmãos e irmãs, amanhã ocorre a Festa da Mãe de Deus.
 A partir das 06:30h da manhã na Igreja São Benedito!

Por isso, a missa em nossa paróquia ocorrerá somente as 17 horas da tarde.


Att, Pascom.


SANTO DO DIA 10 DE OUTUBRO

São Daniel Comboni




São Daniel Comboni nasceu em Limone (Itália), em 1831. Único sobrevivente de oito irmãos. Aos dez anos ingressou num internato de Verona. Quando tinha dezessete anos, ouvindo contar as vicissitudes dos missionários na África, decidiu dedicar sua vida à evangelização dos africanos.

Em 1854 é ordenado sacerdote aos 23 anos de idade. Depois de uma cuidadosa preparação, estudando árabe, medicina, música etc., partiu para África em 1857.

Estando lá, impressionou-se com a terrível situação dos escravos. A prática do tráfico de escravos estava de tal maneira arraigada que, no Egito e no Sudão, o único local onde os escravos encontravam asilo eram as missões de Daniel Comboni.

Após dois anos, teve de regressar à Itália. Porém, Comboni não desanima e idealiza um projeto que ele chamou “Plano para a regeneração da África”. A ideia central do projeto era salvar a África por meio dos próprios africanos. Propunha-se fundar escolas, hospitais, universidades, ao longo de toda a costa africana. Nestes centros, se formariam os futuros cristãos, professores, enfermeiros, sacerdotes e religiosas, que depois penetrariam no interior, a fim de evangelizar as populações africanas e promover o seu desenvolvimento.

Fundou em 1867 o Instituto para as Missões na África que deu lugar ao que hoje são os Missionários Combonianos.

Em 1877 é ordenado Bispo da África Central e, logo a seguir, ordena a sacerdote um antigo escravo, primeiro padre africano daquele lugar, quando, na Europa, alguns ainda negavam ao africano a evidência de ser pessoa.

Grande missionário, Comboni era capaz de atravessar o deserto para fundar um centro missionário no sul do Sudão, como também empenhava-se em falar para associações missionárias, Bispos, em Paris, Colônia (Alemanha) etc., com o objetivo de arrecadar auxílio econômico e de pessoal, organizando grupos e equipes de missionários para a Missão na África Central.

Morreu aos 50 anos, a 10 de outubro de 1881, no meio desta gente que tanto amou. No momento da morte, abençoa os seus companheiros dizendo: “Não temais; eu morro, mas a minha obra não morrerá”. Beatificado por João Paulo II a 17 de março de 1996, São Daniel Comboni foi canonizado pelo mesmo Sumo Pontífice em 5 de outubro de 2003.

São Daniel Comboni, rogai por nós!

Santo do dia 9 de Outubro




São Dionísio, o Apóstolo da Gália


Bispo e Mártir



Origem

São Dionísio de origem italiana, era um jovem missionário enviado pelo Papa Fabiano para evangelizar a antiga Gália do norte em meados do ano 250, portanto no século III.

Contra o imperador

São Dionísio fundou a primeira comunidade católica em Lutécia, atual Paris, sendo eleito o seu primeiro bispo. O sucesso de sua missão, porém, começou a incomodar os magos gauleses e os romanos fiéis ao imperador Valeriano, que perseguia duramente os cristãos. Os gauleses acusaram-no de bruxaria e práticas maléficas, e os romanos prenderam-no porque São Dinis não reconhecia o imperador como um Deus. Forçado a negar a fé em Jesus Cristo, São Dinis preferiu a morte.

Epíscopo mártir em Paris

Ao lado do bispo Dinis, o diácono Rústico e o sacerdote Eleutério, seus companheiros, também testemunharam sua fé cristã sendo decapitados. Logo depois, levou os restos mortais de seus companheiros para Paris onde também sofreu o martírio, sendo decapitado no local, hoje conhecido como Montmartre, isto é, “Colina do Mártir”. Santo Dionísio, popularmente conhecido como São Dinis de Paris e comemorado neste dia, foi venerado como único padroeiro da França durante muito tempo.
São Dionísio: o Mártir Cefalóforo

Páscoa

São Dionísio, ou Dinis, segue sendo aclamado pela mais antiga tradição cristã francesa, que o venera como um mártir cefalóforo, ou seja, carregador de cabeça. Esse nome se dá por causa do extraordinário acontecimento após sua decapitação. A tradição conta que ele se levantou, tomou sua cabeça nas mãos e saiu em direção a Montmartre, onde foi enterrado. Por outro lado, os corpos de seus companheiros haviam sido atirados no rio Sena, então foram resgatados e enterrados junto ao companheiro bispo. Sobre o túmulo em Montmartre, mais tarde, foi edificada uma basílica, junto à qual, no ano 630, o rei Dagoberto fundou uma abadia.

A Abadia e o império

A Abadia de Saint-Denis, em Paris, tornou-se tradicionalmente o local onde todos os reis da França, do séc. X ao XVIII, foram enterrados. Além disso, muitas rainhas escolheram ser coroadas nessa abadia. Nesse período medieval, a Igreja estava aliada com os francos, e por isso seus reis e rainhas buscavam lugares sagrados para serem enterrados ou coroados. Queriam encontrar, na intercessão do santo padroeiro da França, uma segurança para seu posto, patrocínio espiritual e honraria sagrada.

Devoção

Hoje, o “apóstolo da Gália” é invocado pelo povo cristão contra dores de cabeça e possessões demoníacas, além de ser homenageado como um dos primeiros pais da França. São Dionísio e seus companheiros demonstram a fidelidade a Cristo por meio do martírio, bem como esse espírito evangelizador que é capaz de desbravar e instalar a religião em novos lugares. Os trabalhos realizados naquele país geram frutos para as gerações futuras, deixando um testemunho para toda a França.

Minha oração

“Ao apóstolo da Gália, pedimos por aqueles que estão enfermos na mente, aqueles que tem grandes enxaquecas e diversas outras doenças. Rogamos com confiança sabendo que através do teu martírio podemos alcançar as graças de Jesus. Amém. ”
São Dionísio, rogai por nós!

PROGRAMAÇÃO 12 DE OUTUBRO - 16ª FESTA DA MÃE DE DEUS

 



domingo, 9 de outubro de 2022

Santo do dia 8 de outubro

 


Santa Pelágia, preservou a sua castidade até o fim



Virgem e Mártir

Origens

O martirológio romano apresenta-nos quatro santas com este nome de Pelágia. Esta, de hoje, era uma jovem de quinze anos, que, no princípio da perseguição do imperador Diocleciano, em 302, testemunhou de modo muito esquisito sua fidelidade a Cristo: preferiu morrer por amor a Cristo do que entregar sua virgindade, por isso a Igreja reconhece e louva seu heroísmo.

Guardiã da Virgindade

Quando os soldados do imperador foram à sua casa para levá-la ao tribunal, que certamente a condenaria porque era cristã, Pelágia recebeu-os bem, e quando se propuseram levá-la dando voz de prisão, pediu-lhes permissão para que fosse trocar de roupa. Dado o consentimento pelo chefe da escolta, Pelágia dirigiu-se ao quarto e, desejosa de escapar dos ultrajes que a esperavam, infalíveis, e a temer pela virgindade que consagrara a Deus, não titubeou: subiu ao mais alto da casa em que vivia, em Antioquia, e de lá atirou-se ao chão, falecendo quase que instantaneamente.
O Martírio para a preservação de sua virgindade

Irmãs pelo martírio

Santo Ambrósio de Milão, no seu Tratado Das Virgens, apresenta-nos esta Santa Pelágia como irmã dos mártires Berniceia e Prosdoceia. Santa Pelágia ligou-se àquelas santas, porque Berniceia e Prosdoceia também tiraram a própria vida para escapar do horror; presas, iam sendo levadas ao cárcere. Em dado momento, a meio caminho, quando chegaram perto dum rio, solicitaram licença aos soldados para afastar-se um pouco, o que lhes foi concedido. Destarte, sem que pudessem ser impedidas, atiraram-se, de comum acordo à correnteza.

Suicídio ou virtude?

Pergunta-se: cometeram suicídio? Não, pois isso seria tirar a própria vida por desgosto, por perda de sentido ou qualquer motivo leviano. Na verdade, essas pessoas preferiam morrer do que cometer um pecado, por isso são mártires. Lembremos de São Domingos Sávio: “Antes morrer do que pecar”.
A Virtude da Castidade

Pelágia e tantos outros santos tinham a mesma convicção, e por isso não hesitaram em entregar a sua vida, afinal é melhor morrer para esse mundo do que padecer a eternidade no inferno. Essas mulheres, mártires por virtude da castidade, foram honradas com um culto público, porque aquele tirar-se a vida foi considerado como um ato de obediência a Deus.

Muitas santas virgens assim agiram, como vimos e veremos no transcorrer dos dias e dos meses. Salvaram com a morte sua castidade. Essa atitude exalta a beleza e a virtude de modo heroico, enquanto, nos nossos dias, tantas pessoas se entregam aos prazeres da carne ou se deixam convencer a perder a sua virgindade para provarem que amam. Santa Pelágia preferiu provar seu amor a Jesus, e ali gozar das riquezas e prazeres celestes.

Minha oração

“Ó querida Pelágia, mesmo jovem, seu coração já estava maduro para compreender o valor da castidade, por isso pedimos a tua virtude sobre nós para que possamos viver reta e conscientemente. Que um dia cheguemos a amar a castidade mais que a nossa vida! Amém.”
Santa Pelágia, rogai por nós!

sexta-feira, 7 de outubro de 2022

SANTO DO DIA 7 DE OUTUBRO

 Nossa Senhora do Rosário, o meio de alcançar almas para Deus




Festa Mariana

Origens 

A origem do Rosário é muito antiga, pois conta-se que os monges anacoretas (eremitas dos primeiros séculos do cristianismo) usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais. Dessa forma, nos conventos medievais, os irmãos leigos dispensados da recitação do Saltério (pela pouca familiaridade com o latim), completavam suas práticas de piedade com a recitação de Pai-Nosso e, para a contagem. Doutor da Igreja São Beda, chamado de “o Venerável” (séc. VII-VIII), havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados em um barbante.

História do Rosário 

O Santo Rosário foi sendo transformado com o decorrer dos anos, porém, no ano de 1214, a Santa Igreja o estabeleceu na forma e método que hoje é usado. Antes, as Ave-Marias não eram como agora, nem mesmo os mistérios contemplados entre outros ingredientes da oração. Sua origem se deu com a revelação divina de Nossa Senhora do Rosário a São Domingos de Gusmão, fundador dos dominicanos (O.P.). Por meio das citações referidas ao Bem-aventurado Alano de La Roche em seu livro “De Dignitate Psalterri”, São Luís Maria Grignion de Montfort relata a origem do Rosário.

São Domingos e o Rosário

A tradição espiritual conta com a revelação. São Domingos se preocupava em converter os albigenses, também conhecidos como cátaros (puros), que eram um grupo de hereges de caráter gnóstico e maniqueísta, sendo até mesmo protegida por bispos e nobres da época. Essa doutrina negava a existência de um único Deus, negava a divindade de Jesus, direcionava a salvação através do conhecimento etc.
Rosário: a chave para alcançar as almas endurecidas 

Essas realidades entraram em choque com o catolicismo. Desse modo, o santo procurava converter os heréticos e enfrentava grande resistência. Certa vez, procurou retirar-se em uma floresta para rezar e ali recebeu a orientação da Nossa Senhora do Rosário: “Querido Domingos, você sabe de que arma a Santíssima Trindade quer usar para mudar o mundo? [ … ] a principal peça de combate tem sido sempre o Saltério Angélico que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério” (MONTFORT, 2019, p. 42-43).
Do Saltério Angélico ao Santo Rosário

A propagação do Rosário por São Domingos

A partir dessa situação, São Domingos começou a pregar o Santo Rosário, ou como foi dito, em revelação, “Saltério Angélico”. Assim expresso, pois naquela época poucas pessoas eram alfabetizadas e não conheciam a Sagrada Escritura. Por outro lado, os monges costumavam recitar em oração os 150 Salmos, rezando a “liturgia das horas”. Desse modo, os cristãos poderiam imitar a oração e se aproximar dos mistérios de Deus ao recitar 150 Ave-Marias, conhecida como a saudação angélica já que foi dita pelos Anjos e relatava nas Escrituras. Assim, tornou-se o “Saltério Angélico” (Salmos Angélicos). 

Os Mistérios: Gozosos, Dolorosos e Gloriosos

Em um segundo momento, ao esfriar a devoção do Saltério Angélico, em nova aparição, Nossa Senhora do Rosário apareceu ao Beato Alano (1428 – 1475) lhe pedindo que reavivasse a prática. Assim ele formou os agrupamentos de 50 Ave-Marias e seus mistérios, conhecidos como: Gozosos, Dolorosos e Gloriosos. Ela lhe disse que muitas graças e milagres seriam alcançados por meio desse modo e reafirmou os ditos a São Domingos.
A Intercessora pela Igreja do Ocidente

Intercessão de Nossa Senhora do Rosário 

Logo após, houve a batalha de Lepanto (Grécia, junto ao porto de Corinto) comandada por João da Áustria, em 7 de Outubro de 1571. O Papa Pio V procurava conter os avanços dos turcos na Europa e, antes disso, convocou os cristãos para que rezassem o rosário através da Carta Breve Consueverunt (1569). Era uma batalha extremamente importante, pois dela dependia a preservação do cristianismo e da cultura ocidental.

Instituição da Festa

Com a vitória adquirida, ele instituiu a festa de Nossa Senhora do Rosário no mesmo dia da batalha e reconheceu que a vitória veio por meio das orações do Rosário. Sendo este Papa da ordem dos dominicanos, por isso, seguiu a inspiração do fundador. O Pontífice instituiu a festa, inicialmente chamada de Santa Maria da Vitória. 
Rainha do Sacratíssimo Rosário

Festa Mariana Obrigatória

Em 1573, o Papa Gregório XIII tornou a festa mariana obrigatória para a diocese de Roma e para as Confrarias do Santo Rosário, sob o título de Santíssimo Rosário da Bem-aventurada Virgem Maria. Em 1716, o Papa Clemente XI inscreveu a festa no calendário romano, estendendo-se para toda a Igreja. A celebração ocorria em datas diferentes, conforme os costumes locais. O Papa Leão XIII inscreveu a invocação “Rainha do Sacratíssimo Rosário” na Ladainha Lauretana em 10 de dezembro de 1883. Em 1913, o Papa Pio X fixou a data da celebração da festa em 7 de outubro.

O Quarto Mistério

Por fim, após anos de estímulo e devoção por parte dos papas e dos santos, São João Paulo II, em sua carta “Rosarium Virginis Mariae” (2002), institui o quarto mistério. Foi reconhecido como “luminoso”. Formando, então, o Rosário com quatro terços meditando os mistérios de Cristo. Assim, deu-se o formato daquilo que se conhece atualmente por Santo Rosário.

Minha oração

“Ó Mãe do rosário, consegui junto a Jesus aquilo que não podemos, combatei por nós e consolai-nos das intempéries da vida. Entregamos a nossa existência a Ti e de Ti tudo esperamos. Por Cristo Nosso Senhor. Amém!”

Dom Jacinto em Aparecida