sábado, 23 de abril de 2022

PAPA FRANCISCO 23 DE ABRIL 2022 - DISCÍPULOS

 

O Papa: precisamos de discípulos capazes de transmitir a esperança


O Papa: precisamos de discípulos capazes de transmitir a esperança


A questão da evangelização está no coração da missão da Igreja. Mas hoje é mais explícito; essas duas frases de ouro do Papa Paulo VI: a vocação da Igreja é evangelizar; a alegria da Igreja é evangelizar. Sempre! Mais do que nunca somos desafiados a ser protagonistas de uma Igreja em saída, sob o impulso do Espírito Santo. De fato, "uma evangelização com o espírito é uma evangelização com o Espírito Santo, já que Ele é a alma da Igreja evangelizadora", disse o Papa aos membros da Associação Fiat




Raimundo de Lima - Vatican News




O Santo Padre recebeu em audiência na manhã deste sábado, 23 de abril, na Sala Clementina, no Vaticano, os participantes do Simpósio promovido pela Associação “Fiat”: “Nas pegadas do cardeal Suenens-O Espírito Santo, Maria e a Igreja”, um grupo de 120 pessoas.

Dirigindo-se aos membros da Associação, Francisco expressou sua proximidade espiritual a todos e, com eles, agradeceu ao Senhor pela obra do cardeal Suenens e de Veronica O'Brien, um trabalho que continua hoje no seu apostolado.
Evangelização no coração da missão da Igreja

Em fidelidade às intuições evangélicas de seus fundadores, ressaltou Francisco, vocês estão comprometidos em compartilhar o Evangelho com cada pessoa que a Providência coloca em seu caminho. Dito isso, o Papa acrescentou:

Hoje, a questão da evangelização está no coração da missão da Igreja. Mas hoje é mais explícito; essas duas frases de ouro do Papa Paulo VI: a vocação da Igreja é evangelizar; a alegria da Igreja é evangelizar. Sempre! Mais do que nunca somos todos desafiados a ser protagonistas de uma Igreja em saída, sob o impulso do Espírito Santo. De fato, "uma evangelização com o espírito é uma evangelização com o Espírito Santo, já que Ele é a alma da Igreja evangelizadora".

Precisamos de discípulos convencidos em sua profissão de fé

O Papa destacou que o mundo está se tornando cada vez mais secularizado. Precisamos de discípulos convencidos em sua profissão de fé e capazes de transmitir a chama da esperança aos homens e mulheres deste tempo.

As tragédias que estamos vivendo neste momento, particularmente a guerra no território da Ucrânia tão próxima a nós, nos lembram a necessidade urgente de uma civilização do amor. No olhar de nossos irmãos e irmãs vítimas dos horrores da guerra, lemos a necessidade profunda e premente de uma vida marcada pela dignidade, paz e amor.
Cultivar continuamente o espírito missionário

Como a Virgem Maria, prosseguiu o Pontífice, devemos cultivar continuamente o espírito missionário para nos aproximar daqueles que sofrem, abrindo nossos corações para eles. Devemos caminhar com eles, lutar com eles por sua dignidade humana e espalhar o perfume do amor de Deus por toda parte.

Nossa casa comum é abalada por múltiplas crises. Não devemos ter medo das crises; as crises nos purificam, elas nos fazem sair melhor. Sem medo! É por isso que precisamos construir uma humanidade, uma sociedade de relações fraternais e cheia de vida.
A Igreja confia em vocês

Caros amigos, a Igreja tem confiança em vocês, disse o Papa, exortando-os a dar, por suas palavras, ações e testemunhos, uma mensagem forte ao nosso mundo, tão pobre em humanidade.

Que vocês possam haurir, através da oração e da própria missão, à fonte do bem e da verdade e encontrar na comunhão com Cristo que morreu e ressuscitou a força para ver o mundo com um olhar positivo, um olhar de amor, um olhar de esperança, um olhar de compaixão e ternura, com atenção especial para as pessoas menos favorecidas e marginalizadas, concluiu o Santo Padre.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/

sexta-feira, 22 de abril de 2022

PAPA FRANCISCO DISPOSTO A ACABAR COM A GUERRA

 


Francisco: disposto a fazer de tudo para a guerra acabar





O jornal vaticano L'Osservatore Romano publica uma síntese da entrevista concedida pelo Papa ao diário argentino La Nación: "Toda guerra é anacrônica neste mundo e a este ponto da civilização", as tentativas da Santa Sé para alcançar a paz "jamais cessarão"

L’Ossevatore Romano

"Estou disposto a fazer de tudo para a guerra acabar." Em entrevista ao jornal argentino "La Nación", publicada na quinta-feira, 21 de abril, o Papa Francisco reafirmou, sem rodeios, a prioridade de se alcançar a paz na Ucrânia. Francisco confirmou ao jornalista Joaquín Morales Solá que "há sempre" esforços para se alcançar a paz: "O Vaticano nunca descansa. Não posso lhe contar os detalhes porque já não seriam mais esforços diplomáticos. Mas as tentativas jamais cessarão".

Perguntado sobre sua visita na manhã de 25 de fevereiro à Embaixada da Federação Russa junto à Santa Sé, localizada na Via della Conciliazione, o Papa disse: "Fui sozinho. Não queria que ninguém me acompanhasse. Era minha responsabilidade pessoal. Foi uma decisão que tomei em uma noite de vigília pensando na Ucrânia. É claro para aqueles que querem ver as coisas como elas são que eu estava indicando ao governo que ele pode terminar a guerra imediatamente. Para ser sincero, eu queria fazer algo para que não houvesse nem mesmo uma morte a mais na Ucrânia. Nem mesmo uma a mais. E estou disposto a fazer de tudo.

E sobre as motivações que desencadearam a guerra, o Pontífice disse: "Toda guerra é anacrônica neste mundo e a este ponto da civilização. Foi por isso que beijei publicamente a bandeira da Ucrânia. Foi um gesto de solidariedade com seus mortos, suas famílias e aqueles que foram forçados a emigrar". Além disso, sobre a possibilidade de sua viagem a Kiev, o Pontífice explicou: "Não posso fazer nada que ponha em risco objetivos mais elevados, que são o fim da guerra, uma trégua, ou pelo menos um corredor humanitário. A que serviria que o Papa fosse a Kiev se a guerra continuasse no dia seguinte?"

"Por que nunca menciona Putin ou a Rússia?" A esta pergunta do jornalista, Francisco respondeu: "Um Papa nunca nomeia um chefe de Estado, muito menos um país, que é superior a seu chefe de Estado". Francisco também falou da relação "muito boa" e de um possível encontro com o patriarca de Moscou, Kirill. "Lamento que o Vaticano tenha tido que cancelar um segundo encontro com o patriarca Kirill, que tínhamos planejado para junho em Jerusalém. Mas nossa diplomacia considerou que um encontro entre nós neste momento poderia levar a muita confusão. Eu sempre promovi o diálogo inter-religioso. Quando eu era arcebispo de Buenos Aires, reuni cristãos, judeus e muçulmanos em um diálogo frutífero. Foi uma das iniciativas das quais me orgulho mais.  É a mesma política que promovo no Vaticano. Como já deve ter me ouvido dizer muitas vezes, para mim o acordo é superior ao conflito."


SANTO DO DIA 22 DE ABRIL

 


Santa Senhorinha, modelo de oração, contemplação e trabalho



Religiosa, beneditina [925 – 982]

A “pequena senhora”

Fonte Canção Nova

Santa senhorinha foi uma abadessa beneditina portuguesa, canonizada santa pela Igreja Católica em 1130. Seu nome original era Domitilla Ufes, Senhorinha de Basto era filha da condessa D. Teresa Soares e do conde D. Ufo Ufes. Senhorinha fazia parte de uma família de nobres. Logo após a morte prematura de sua mãe, D. Ufo Ufes, seu pai, passou a chamá-la de Senhorinha, que significa “pequena senhora”.

A vida monástica
Aos quinze anos de idade recusou casar-se com um nobre pretendente, ingressando pouco tempo depois na vida monástica, sob a guarda de sua tia materna D. Godinha, que também era abadessa no Mosteiro de São João de Vieira do Minho, da ordem de São Bento.

Quando professou seu noviciado fez os votos e adotou o nome de Irmã Senhorinha.

Anos mais tarde, quando estava com seus 36 anos, após a morte da sua tia, que também se tornou santa, Santa Senhorinha tornou-se abadessa do Mosteiro de São João de Vieira do Minho, transferindo-se pouco depois, com as suas religiosas, para um mosteiro em São Jorge de Basto, no município de Cabeceiras de Basto, passando a localidade a figurar no nome da santa portuguesa.

Fidelidade e simplicidade
Muitos identificavam nela essa espiritualidade de São Bento, pois sua vida foi marcada pela dedicação à oração, ao trabalho e a sempre estar disposta a ouvir aqueles que se aproximavam dela.

Devoção na cidade de Basto (Portugal)
O padroeiro seria São Jorge, mas com os vários milagres que aconteceram devido a devoção a santa, como quando o Bispo da cidade quis fazer o levantamento do seu túmulo e o povo ali reunido pode presenciar um grande milagre onde um cego começou a ver, e entre outros milagres estão o transformar a água em vinho, acalmar tempestades e multiplicar farinha.

A fonte de Senhorinha, que fica na igreja dela, é muito conhecida como fonte de milagres, até hoje existe uma grande devoção a santa senhorinha, como pelo fato de muitos naquela região ainda hoje aderirem o nome de santa senhorinha.

A Igreja é uma das mais antigas da arquidiocese de Praga, e essa devoção milenar sempre é celebrada com uma grande festa, mostrando também muito da fé que o povo tem na intercessão da Senhorinha de Basto.

A minha oração
“Santa senhorinha, tu que se fizestes pequena e fiel às obrigações próprias da ordem religiosa, faz-me ser fiel, pequena e obediente aos ensinamentos de Jesus para a vida que Ele me vocaciona. Que meu coração nunca deixe de crer nos pequenos milagres que acontecem na vida cotidiana. Faz-me ter um coração orante e mãos trabalhadoras. Amém!”

Santa Senhorinha de Basto, rogai por nós!

Outros santos e beatos que a Igreja faz memória em 22 de abril:
São Soter, papa, caridoso com os irmãos, os peregrinos necessitados, os aflitos pela miséria e os condenados a trabalhos forçados. († 175)
Santo Epipódio, que, depois de quarenta e oito gloriosos mártires desta cidade, foi preso juntamente com o seu amigo Alexandre e consumou o martírio sendo decapitado, na atual França. († 178)
São Leónidas, mártir, que foi morto ao fio da espada pela sua fé em Cristo, deixando ainda criança o seu filho, no Egito. († 204)
São Caio, papa, que, livrando-se da perseguição do imperador Diocleciano, morreu como confessor da fé. († 296)
São Mariab, quer dizer «o Senhor anuncia», corepíscopo e mártir na Pérsia. († 342)
Santo Agapito I, papa, que se empenhou com firmeza para que o bispo de Roma fosse livremente escolhido pelo clero da Urbe. († 536)
São Leão, bispo, na França. († s. VI)
São Teodoro, bispo e hegúmeno, que, movido pelo amor à solidão desde a infância, optou por vida austera, na atual Turquia. († 613)
Santa Oportuna, abadessa, célebre pela sua rigorosa abstinência e austeridade, na atual França. († c. 770)
Beato Francisco Venimbéni, presbítero da Ordem dos Menores, que foi exímio pregador da palavra de Deus, nas Marcas, região da Itália. († 1322)

Fontes:
Livro “Terras portuguesas” – Camões, Baptista de Lima
Padre João Carlos – Pároco da Igreja Santa Senhorinha
Vídeo de entrevista Canção Nova Portugal – youtube.com/watch?v=HX6aIYQwTVg
Martirológio Romano
Livro “Relação dos Santos e Beatos da Igreja” – Prof Felipe Aqui [Cléofas 2007]



– Pesquisa: Jéssica Virgínia – Comunidade Canção Nova

– Produção e edição: Fernando Fantini – Comunidade Canção Nova

ARQUIDIOCESE DE TERESINA - FOTOS - (86) 2106-2150

 



A Arquidiocese de Teresina é uma circunscrição eclesiástica da Igreja Católica no estado do Piauí.  fonte: Wikipédia

Endereço: Av. Frei Serafim, 3200 - Centro (Sul), Teresina - PI, 64001-020


Horas:
Fechado ⋅ Abre seg. às 07:30
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Telefone: (86) 2106-2150


Arcebispo: Jacinto Furtado de Brito Sobrinho


Criação da diocese: 20 de fevereiro de 1902 (120 anos)

quinta-feira, 21 de abril de 2022

21 DE ABRIL

SANTO DO DIA 21 DE ABRIL



S. ANSELMO, ARCEBISPO DE CANTUÁRIA E DOUTOR DA IGREJA


Anselmo nasceu em Aosta, no século XI, e viveu entre a França e a Inglaterra. Foi um monge beneditino e arcebispo de Cantuária. Fundador da Teologia escolástica, também tinha o carisma de um grande pastor de almas. Em 1720, foi proclamado Doutor da Igreja e é celebrado pela Igreja em 21 de abril.
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S. APOLÔNIO, FILÓSOFO E MÁRTIR ROMANO


Apolônio foi martirizado em 185, sob o imperador Cômodo. Uma das coisas que se recorda deste mártir foi a sua derradeira oração diante do prefeito pretoriano Perênio, não em prol da sua defesa pessoal, mas fez uma verdadeira apologia sobre o cristianismo, pontual e poética, que lhe custou a vida.

S. CONRADO DE PARZHAM, CAPUCHINHO


No convento de Sant'Ana, em Altötting, na Baviera, Conrado foi porteiro por 42 anos: desde que emitiu os votos solenes na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, em 1852, até à sua morte, em 1894. Muitos se dirigiam ao "santo porteiro” para receber uma boa palavra, conselhos ou um pedaço de pão.

O Papa recebe Orbán, um reconhecimento pela proteção dos refugiados ucranianos

 



Uma audiência de quarenta minutos com o primeiro-ministro da Hungria, reeleito pela quarta vez em 3 de abril. Francisco e o primeiro-ministro húngaro se encontraram pela última vez em 12 de setembro de 2021, por ocasião da ida do Papa a Budapeste para o Congresso Eucarístico.






Salvatore Cernuzio – Vatican News

O Papa Francisco recebeu, no Vaticano, nesta quinta-feira (21/04), o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán. No encontro que durou 40 minutos, o Santo Padre expressou seu apreço pelo trabalho de proteção e acolhimento que a Hungria está fazendo pelas pessoas que fogem da Ucrânia. O primeiro-ministro húngaro chegou ao Vaticano pouco antes das 11hlocais, acompanhado por uma comitiva de quatro pessoas. Como estava em visita particular, ele não se encontrou com o secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, que se encontra atualmente no México, nem com o secretário para as Relações com os Estados, dom Paul Richard Gallagher.

Esta é a primeira viagem de Orbán depois de sua nova vitória eleitoral em 3 de abril. O partido Fidesz obteve a quarta maioria parlamentar consecutiva de dois terços nas eleições. "Minha primeira viagem oficial após as eleições me levará ao Vaticano, ao Papa Francisco", informou Orbán, na última quarta-feira (20/04), em sua conta no Facebook, onde postou uma foto de seu aperto de mão com o pontífice. Quatro anos atrás, após as eleições de 2018, a primeira viagem de Orbán foi a Varsóvia.
Os presentes

A audiência, na Biblioteca Apostólica, começou às 11h05. "Estou feliz com a sua presença aqui", disse o Papa, fazendo sentar-se à mesa o primeiro-ministro da Hungria. A conversa, na presença de um intérprete, terminou às 11h45. Orbán deu ao Pontífice alguns presentes: dois livros, de e sobre Béla Bartók, compositor húngaro e especialista em música. Em seguida, entregou uma coleção de discos de música lírica e um volume de 1750 com a Liturgia das Horas para a Semana Santa em inglês e latim.

O Papa retribuiu com um painel de bronze representando São Martinho de Tours, natural da Panônia, atual Hungria, no ato de proteger o pobre, dando-lhe uma parte de seu manto. Ao apresentar este presente, o Papa expressou seu apreço pelo acolhimento dos refugiados ucranianos em solo húngaro: “Escolhi isso para você, São Martinho que é húngaro, e pensei que vocês húngaros estão recebendo atualmente todos esses refugiados”, disse Francisco. O Papa também doou os documentos do pontificado, a Mensagem para o Dia Mundial da Paz deste ano, o Documento sobre a Fraternidade Humana, assinado em 2019, em Abu Dhabi, e o livro publicado pela Livraria Editora Vaticana (LEV) sobre a Statio Orbis de 27 de março de 2020.


Troca de presentes entre o Papa e Viktor Orbán
O encontro em Budapeste em setembro de 2021


Um primeiro encontro 'privado' entre Orbán e Francisco, no Vaticano, ocorreu 28 de agosto de 2016, quando o Papa recebeu o grupo de líderes e parlamentares cristãos europeus que participaram do encontro anual da Rede/ICln, em Frascati. A última vez que os dois se encontraram foi em 12 de setembro de 2021, quando o Papa foi a Budapeste para o encerramento do Congresso Eucarístico Internacional. Antes da Missa, o Papa, acompanhado pelo secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, e pelo secretário para as Relações com os Estados, dom Paul Richard Gallagher, encontrou Orbán, junto com o presidente da República, Janos Ader, e o vice-primeiro-ministro, Zsolt Semjén, na Sala Românica do Museu de Belas Artes.
O acolhimento dos refugiados ucranianos

O tema da imigração tornou-se urgente novamente com a eclosão da guerra na Ucrânia. A Hungria mostrou sua disponibilidade de acolher os refugiados. No início de abril, Orbán teve uma conversa com o presidente russo, Vladimir Putin, pedindo um "cessar-fogo" imediato na Ucrânia. "A sua resposta foi positiva, mas com condições", explicou Orbán numa coletiva de imprensa, dizendo que convidou Putin a Budapeste junto com os líderes da França, Alemanha e Ucrânia. O primeiro-ministro húngaro assumiu posições consideradas mais 'moderadas' em relação à Rússia sobre as sanções e o apoio a Kiev, e expressou sua recusa em fornecer armas aos ucranianos.
Visita do cardeal Czerny à Hungria

Quanto aos refugiados, mais de 600 mil pessoas fugiram do país invadido e chegaram às fronteiras da Hungria, onde foram lançadas várias iniciativas de apoio ao acolhimento e permanência. Para muitos, a Hungria representa uma 'ponte' para chegar a outras áreas da Europa, em particular Alemanha e Itália, onde vivem e trabalham parentes e amigos. Cinco fronteiras que as realidades católicas e não católicas da Hungria – da Cáritas à Cruz Vermelha às igrejas protestantes – se dividiram para lidar de forma mais orgânica com a emergência. O governo húngaro diz que ofereceu todo o seu apoio, incluindo apoio econômico: o vice-primeiro-ministro Semjén também reiterou isso em sua conversa em Budapeste com o cardeal Michael Czerny, prefeito interino do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, enviado pelo Papa à Hungria e à Ucrânia nos primeiros dias de março para mostrar proximidade aos refugiados ucranianos. Czerny foi recebido em audiência no Palácio Presidencial no segundo dia de sua missão e o vice-primeiro-ministro reiterou a "ótima colaboração entre Estado e Igreja na assistência aos refugiados". "A Hungria acolherá os refugiados sem nenhuma limitação", disse Semjén. Uma atitude que Czerny desejou que se torne permanente, não se limitando apenas à emergência da guerra, e sobretudo estendida a todos os povos do mundo: "Que estes braços estejam cada vez mais abertos". Semjén, no mesmo encontro, também defendeu a escolha de não enviar armas para a Ucrânia: "As armas não passam pelo território húngaro porque não queremos alargar o conflito. Esperamos uma solução diplomática".

quarta-feira, 20 de abril de 2022

Santo do dia 20 de Abril

 


Santa Inês de Montepulciano, tornou prostitutas em freiras




Virgem, abadessa e mística [1268 – 1317]

Natural
Italiana, nasceu numa aldeia chamada Graciano, vizinha da cidade de Montepulciano. Filha de uma rica família chamada Segni. Aos 4 anos já sabia rezar as orações do Pai-Nosso e Ave-Maria. Desde os 6 anos disse aos pais que queria se tornar freira, eles porém, não aceitavam.

Espiritualidade mística
Santa Inês viveu experiências místicas e de forte combate espiritual. Uma delas foi quando sofreu um ataque por demônios que assumiram a forma de corvos e feriram sua cabeça com as garras e bicos. Ao chegar em casa, os pais ficaram muito preocupados com o que aconteceu e mesmo a contragosto, permitiram a entrada tão cedo, aos 9 anos no convento das freiras de São Domingos. Aos 15 anos foi eleita superiora devido à grande percepção da realidade, sua maturidade.

Êxtase espiritual
Em sua vida de oração, quando rezava entrava em êxtase e até demoradas levitações. Brotavam rosas e lírios com perfume onde ela ajoelhava para rezar. Devido aos inúmeros acontecimentos sobrenaturais, as irmãs de sua congregação testemunharam muitos destes fenômenos.

Evangelizou no prostíbulo
Possuía uma grande determinação, o dom da profecia e uma vida de santidade já em sua juventude. Se dispôs a evangelizar um famoso prostíbulo que havia próximo do local onde vivia. Ela profetizou que ali seria um convento. Evangelizou um grande número de mulheres naquele local, anunciando o Evangelho de Jesus, mostrando-lhes um sentido novo para suas vidas e a misericórdia de Deus. Grande foi a conversão daquelas mulheres que deixaram a prostituição e o local se tornou um convento habitado por ex-prostitutas e se destacou por modelo de virtude, de ordem, de amor, de oração e de fraternidade entre as irmãs. Testemunho da presença e ação de Deus na recuperação das pessoas que não tinham mais esperança.

Corpo incorrupto
Inês faleceu no dia 20 de abril de 1317, aos 43 anos, acometida por uma grave e dolorosa enfermidade. Seu túmulo passou a ser local de peregrinação e grandes milagres aconteceram ali por sua intercessão. Seu corpo se encontra incorrupto. Foi encontrado em perfeito estado de conservação e enviado para a Igreja Dominicana em Orvieto, onde se encontra até hoje.

Em 1726 foi canonizada pelo Papa Bento XIII.

Testamento espiritual
Deixou como último conselho às suas irmãs: “Minhas filhas, amai-vos umas às outras, porque a caridade é o sinal dos filhos de Deus!”.

A minha oração
“Santa Inês, exemplo de humildade, caridade, vigilância, vida de intensa oração, abençoai-me e olhai para mim. Pois vos olho como quem intercederá junto a Jesus por mim e minha família, já que necessitamos de tantas virtudes e graças. Concedei-nos a vossa fé, vossa beleza interior, o vosso amor. Que assim seja. Amém.”

Santa Inês de Montepulciano, rogai por nós!

Festa da Divina Misericórdia: Papa preside missa na Basílica de São Pedro

 



A celebração acontece no próximo dia 24 de abril, II Domingo de Páscoa, e terá transmissão ao vivo da Rádio Vaticano/Vatican News com comentários em português. Na Audiência Geral, Francisco recordou da Festa da Divina Misericórdia e disse aos poloneses: "sou grato a vocês por sua misericórdia para com tantos refugiados da Ucrânia, que encontraram portas abertas e corações generosos na Polônia. Que Deus os recompense por sua bondade".


Andressa Collet - Vatican News



“No domingo celebraremos a Festa da Divina Misericórdia . Cristo nos ensina que o homem não só experimenta a misericórdia de Deus, mas também é chamado a mostrá-la a seu próximo. Sou especialmente grato a vocês por sua misericórdia para com tantos refugiados da Ucrânia, que encontraram portas abertas e corações generosos na Polônia. Que Deus os recompense por sua bondade.”

Assim o Papa se dirigiu aos poloneses na manhã desta quarta-feira (20) durante a tradicional saudação aos fiéis na Audiência Geral e lembrando do II Domingo de Páscoa, da Divina Misericórdia. Após 2 anos de celebrações em caráter privado por causa da pandemia de Covid-19, Francisco vai presidir a missa no próximo 24 de abril na Basílica de São Pedro. Em comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé desta quarta-feira (20), veio a confirmação do Departamento das Celebrações Litúrgicas Pontifícias. A missa, que começa às 10h no horário italiano, 5h no Horário de Brasília, terá transmissão ao vivo da Rádio Vaticano/Vatican News com comentários em português.


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10/04/2021

Divina Misericórdia, o Papa: em nossas quedas o Senhor "vê filhos a serem reerguidos"
Festa da Divina Misericórdia

O Domingo da Divina Misericórdia foi instituído por São João Paulo II em 30 de abril de 2000, dia da canonização da Irmã Faustina. Em 2020 e 2021, o Pontífice presidiu a liturgia eucarística por ocasião da Festa de forma privada na Igreja do Espírito Santo, em Sassia, localizada nas proximidades do Vaticano. No ano passado, por exemplo, o Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, o dicastério da Santa Sé encarregado de organizar a celebração, reuniu detentos de três penitenciárias de Roma, jovens refugiados do Oriente Médio e da África, além de um grupo de enfermeiros para acompanhar a celebração.

No site do Santuário da Divina Misericórdia, o centro italiano de devoção a Jesus Misericordioso, uma programação especial já está sendo anunciada para o próximo domingo (24). A igreja vai abrir logo cedo da manhã para exposição e adoração eucarística do Santíssimo Sacramento. No final da manhã, após a missa com o Papa na Basílica Vaticana, está prevista uma procissão com a imagem de Jesus Misericordioso até a Praça São Pedro e participação na oração do Regina Coeli.






Compromissos do Papa

A participação do Pontífice já havia sido antecipada em calendário divulgado em 21 de março sobre os compromissos do Papa para os meses de abril e maio. Na programação para o próximo mês, então, destaque para V Domingo de Páscoa, dia 15 de maio, quando Francisco vai presidir a Santa Missa com o Rito de Canonização de 10 Beatos:

- Titus Brandsma
- Lázaro (Devasahayam)
- César de Bus
- Luís Maria Palazzolo
- Justino Maria Russolillo
- Charles de Foucauld
- Maria Rivier
- Maria Francisca de Jesus Rubatto
- Maria de Jesus Santocanale
- Maria Domenica Mantovani

terça-feira, 19 de abril de 2022

19 de abril dia do Índio






Fonte https://mundoeducacao.uol.com.br/


O Dia do Índio, celebrado no Brasil em 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto-lei 5.540 de 1943. A data de 19 de abril foi proposta em 1940, pelas lideranças indígenas do continente que participaram do Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México

SANTO DO DIA 19 DE ABRIL

 

Dia de Santo Expedito


Fonte https://www.calendarr.com/b

Esta é uma data celebrada principalmente pela comunidade cristã católica, homenageando um dos santos mais populares da doutrina, conhecido como o “Santo das Causas Justas e Urgentes”.

Muito pouco se sabe sobre a origem de Santo Expedito, a não ser que, supostamente, teria vivido durante o século IV e era comandante de uma legião de soldados romanos em defesa contra o ataque de bárbaros no Oriente.

A festa litúrgica de Santo Expedito é comemorada em 19 de abril por ser esta a provável data de sua morte. Expedito foi martirizado e morto com a cabeça decepada em 19 de abril de 303, por não renegar a fé cristã.

Atualmente, os fiéis católicos participam de missas especiais e procissões em homenagem à Santo Expedito.

Na umbanda, o dia 19 de abril é celebrado como o Dia de Logunedé, que é a representação mística sincretizada pela igreja católica como Santo Expedito.
Oração a Santo Expedito

“Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes, interceda por mim junto ao nosso Senhor Jesus Cristo, socorre-me nesta hora de aflição e desespero. Vós que sois o Santo dos desesperados, Vós que sois o Santo das causas urgentes, proteja-me, ajuda-me, dai-me força, coragem e serenidade. Atenda ao meu pedido.

Meu Santo Expedito! Ajuda-me a superar estas horas difíceis, proteja-me de todos que possam me prejudicar, proteja a minha família, atenda ao meu pedido com urgência. Devolva-me a Paz e a tranquilidade. Meu Santo Expedito! Serei grato pelo resto de minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé.

 Muito obrigado. Amém”.

O grito: "Francisco, salve as pessoas bloqueadas em Mariupol"

 



Mariupol (ALEXANDER ERMOCHENKO)

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/p

O cardeal Czerny fez-se porta-voz da carta-apelo, recebida por um jornalista na Ucrânia, assinada pelas "mães, esposas e filhos" dos sobreviventes ainda barricados na cidade destruída pelos russos: "Sua ajuda para evacuá-los seria um verdadeiro ato de misericórdia".



Alessandro De Carolis – Vatican News


A armadilha é mortal e é por isso que o grito de ajuda tenta chegar o mais alto possível, para além das trajetórias dos mísseis. Até chegar ao Papa, "o último bastião de esperança". Quase parece que podemos ouvir o estrondo da artilharia batendo inexoravelmente por trás das palavras do longo, digno e desesperado apelo dirigido a Francisco pelas "mães, esposas e filhos dos defensores de Mariupol", como assinam os autores da carta que chegou ao Vaticano às mãos do cardeal Michael Czerny. O purpurado sublinhou à mídia vaticana que esta "carta dirigida ao Santo Padre evidencia o que ele disse desde o início", especialmente durante a mensagem Urbi et Orbi da Páscoa, "quando falou claramente da total irracionalidade da guerra".
Cerco inaceitável


A carta ao prefeito interino do Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral foi entregue por Saken Aymurzaev, jornalista do canal de televisão estatal ucraniano "UATV-channel". Duas páginas que são uma visão transversal do que as notícias nos dizem há demasiadas semanas sobre a agonia da cidade-mártir do conflito ucraniano. Uma cidade, lê-se, "reduzida a cinzas", sob ataque "24 horas por dia", epicentro de "uma catástrofe humanitária sem precedentes na Europa do século XXI" que certamente "levantará - afirma-se - mais uma vez a questão da inadmissibilidade do assédio das cidades", com seu corolário de "ataques indiscriminados", destruição injustificada e sofrimento indescritível para aqueles que são protegidos pelo direito humanitário internacional.
Sem nada mais


"Santo Padre, ainda é possível ajudar os que sofrem", apesar do fato de que o número daqueles que não suportam mais "aumenta a cada dia", é a invocação. As mulheres e crianças daqueles que ainda resistem em Mariupol - incluindo cerca de uma centena de mulheres fardadas, na maioria médicos e cozinheiros – informam o Papa da presença de centenas de civis e soldados feridos, que foram privados de qualquer tratamento devido ao exaurimento de medicamentos e desinfetantes e que, portanto, "devem ser evacuados do campo de batalha". Em particular, as páginas descrevem a situação na fábrica Azovstal, a fábrica que produz aço e que se tornou a linha de frente do confronto decisivo, onde ainda há cerca de mil civis no interior, ao lado do exército ucraniano. "No início da luta, essas pessoas pensavam que viver com os militares lhes daria não só segurança, mas também a oportunidade de receber comida, água e cuidados médicos. Em vez disso, para muitas mulheres e crianças, o que parecia ser uma fortaleza tornou-se agora uma "armadilha", inalcançável até mesmo para "entregar comida e água potável".
Czerny: corredores humanitários e cessar-fogo


"Este pedido desesperado", explicou o cardeal Czerny, "é também dirigido a todos aqueles que têm a possibilidade de ajudar com os corredores humanitários, com um cessar-fogo, que é exatamente o que a situação precisa neste momento". Neste momento, acrescentou o cardeal, ao lado da fé e da alegria da Ressurreição devemos ser capazes de suportar "ao mesmo tempo o sofrimento e a agonia de nossos irmãos e irmãs na Ucrânia e também em muitos outros lugares do mundo onde existe esta terrível irracionalidade da guerra".

"As mulheres, as crianças e os feridos não merecem tal morte diante dos olhos do mundo", são "os mártires de hoje", conclui a carta-grito a Francisco. "Sua ajuda na evacuação de Mariupol se tornará um ato verdadeiramente paterno, a ajuda de um bom pastor e um verdadeiro ato de misericórdia".

segunda-feira, 18 de abril de 2022

Francisco: disputas, guerras e conflitos deem lugar à reconciliação

 

Francisco: disputas, guerras e conflitos deem lugar à reconciliação

Praça São Pedro

Fonte: https://www.vaticannews.va/

No pós Regina Coeli, o Santo Padre recordou em seguida que na tarde desta segunda-feira, na Praça São Pedro ele irá se encontrar mais de cinquenta mil adolescentes de toda a Itália. Um lindo sinal de esperança, disse



Silvonei José – Vatican News


Após a oração do Regina Coeli o Papa Francisco desejou mais uma vez Feliz Páscoa a todos os presentes, romanos e peregrinos de vários países! Em seguida acrescentou:

Que a graça do Senhor Ressuscitado dê conforto e esperança a todos aqueles que sofrem: que ninguém seja abandonado! Que disputas, guerras e conflitos deem lugar à compreensão e reconciliação.



Enfatizar sempre esta palavra, continuou o Papa: reconciliação, porque o que Jesus fez no Calvário e com Sua ressurreição foi reconciliar-nos a todos com o Pai, com Deus e uns com os outros. Reconciliação, sublinhou ainda o Papa.

“Deus venceu a batalha decisiva contra o espírito do mal: deixemos que Ele vença! Renunciemos a nossos planos humanos, convertamo-nos a seus desígnios de paz e justiça”.


Francisco então agradeceu a todos aqueles que lhe enviaram expressões de felicitações nos últimos dias. “Sou especialmente grato pelas orações! Peço a Deus, por intercessão da Virgem Maria, que recompense cada um com seus dons”, concluiu.

O Santo Padre recordou em seguida que na tarde desta segunda-feira, na Praça São Pedro ele irá se encontrar mais de cinquenta mil adolescentes de toda a Itália. Um lindo sinal de esperança, disse, e já alguns deles estão aqui! “É por isso que a praça é preparada desta forma”, acrescentou.

O Papa concluiu o Regina Coeli desta “Segunda-feira do Anjo”, desejando que todos vivam estes dias da Páscoa na paz e alegria que vêm do Cristo Ressuscitado. E mais uma vez pediu para que continuemos a rezar por ele.

Santo do dia 17 de abril

 


Santo Aniceto



No século II, seu Papado durou 11 anos.

Deparou-se com a heresia do Gnosticismo, o racionalismo cristão e uma supervalorização do conhecimento, bastavam-se isso para obter a salvação. Com isso, os méritos de Cristo, os sacramentos e a graça do Senhor ficavam de lado.

Contou muito com a ajuda do filósofo cristão São Justino e do bispo Policarpo. Auxiliado por esses doutores e com a graça de Deus combateram esse racionalismo.

A fé e a razão são duas asas que nos levam para a salvação, Jesus Cristo. Ele que é o Caminho, a Verdade e a Vida. E a vida do santo de hoje demonstrou que aí está a fonte da felicidade.

Santo Aniceto, rogai por nós!

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